Perguntas Bíblicas
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Velozes e Furiosos

Filed under #Todos os Estudos, Estudos Bíblicos Temáticos, Santidade, Vida Cristã by admin on 16-05-2010

Lembro-me que há um tempo atrás eu vi um filme, num vôo, chamado “Velozes e Furiosos”. Não lembro muito sobre o filme, além do fato de que se tratava de caras roubando carros e um policial que se infiltrou para pegar os ladrões. Nem me lembro qual era a razão deles de roubar, além do fato que promoviam corridas ilegais, mas me lembro bem que o filme era centralizado em roubos. Nunca fui muito afim de roubar nada na minha vida, mas, nas últimas semanas, tenho visto umas caminhonetes bem bacanas andando por aqui e fiquei pensando como seria legal de ter uma. Mas a realidade da minha vida é que nunca teria grana suficiente para comprar, e até se tivesse, duvido que gastaria assim. Mas, de repente, hoje eu acordei com uma ótima idéia: por que não roubar um? Eu não tenho condições de comprar um, então o roubo seria uma opção legítima, não é? Pelo menos isso é o que eu tenho sido ensinado na igreja hoje em dia: “Se você não tem condições para comprar, pode roubar.”

Interessante como a pirataria tem se tornado algo comum e quase considerado um direito da igreja atual, principalmente quando falamos de CDs e DVDs que ninguém saca mais que é roubo.

“Não tem aqui, então eu baixo da internet.”

“São muitos caros, então a minha amiga faz cópias para mim.”

“É só pra conhecer; quando eu tiver dinheiro eu vou comprar de qualquer jeito.”

E lá vai mais algumas de muitas desculpas de por que o povo de Deus tem mais uma vez um bafo de bosta. A gente come o cocô do diabo que nos convence que roubo não é roubo quando tem uma justificativa; e mais uma vez vem o bafo.

Vou confessar que tenho sido culpado da mesma coisa e do mesmo bafo. Enquanto falo de pecado em certas áreas, deixava brechas em outras. Na verdade, eu nunca me convenci que era algo legal diante de Deus. O Espírito Santo ainda é vivo o suficiente dentro de mim para tocar minha consciência. Mas, ainda assim, eu queria muito ouvir um novo CD e a minha esposa está indo para os EUA daqui dois meses, então falei para mim mesmo, “Vou comprar, então, não é roubo, porque estou ouvindo agora algo que vou adquirir.” E assim, consegui me convencer e baixei.

Tudo tava legal, incluindo o som do CD, até o dia em que minha filha desceu para meu escritório para ela poder estudar matemática e falou:
“Que som legal, pai; quem é?”
“Hawk Neslon. É o novo deles.”
“Mas como você conseguiu?”
“Achei num site e fiz o download.”
“Mas, pai, isso não é pirataria?”
“Bom, é, mas não é porque nós vamos comprar quando sua mãe estiver nos EUA.”

Assim ela deixou quieto, mas a minha consciência não ficou quieta nem um pouco. Eu sabia o que deveria fazer. Quando fui subir para jantar, ela veio com mais uma pergunta, “Pai, fazer o download daquele CD com a intenção de comprar mais tarde não é como roubar um livro numa loja com a intenção de voltar mais tarde para pagar?” De novo respondi o que devia, “Sim, seria”. Interessante como Deus nos ajuda. Bem na hora que eu comecei a vacilar, Deus manda uma criança para me cobrar. Então desci a próxima manhã para meu escritório e deletei tudo que eu podia achar que não tinha certeza que havia comprado ou não, até programas que eu uso para edição. E assim eu fui limpando meu computador.

Mas, antes de me aplaudir, vamos lembrar que foi eu que caguei lá, então não é nada nobre em eu, com um pano, limpar a substância marrom na minha vida. O mais doido de tudo é que naquela semana eu estava trabalhando numa mensagem sobre avivamento e escrevendo sobre Evan Roberts, um jovem que Deus usou em Gales, e uma das coisas que ele pregava na noite que começou tudo era sobre acabar com todas as áreas cinza em nossas vidas. E sem dúvida nenhuma, CDs e DVDs piratas são cinza (se não fossem marrom). E nós sabemos disso. Não existe nenhuma pessoa salva que não sabe que pirataria é errado. Nós não precisamos de ninguém nos ensinar isso; somente que alguém nos lembre.

Naquele fim de semana me arrependi muito de não ter feito o que eu sabia que era certo e nem mexer com as coisas piratas independente de qualquer desculpa que eu podia achar. A verdade é que eu queria muito ouvir aquele CD e o diabo me ajudou a achar uma desculpa que eu podia aceitar para justificar meu pecado. E não deixe o diabo te enganar. É pecado. Não é cinza, é marrom, e saiu do traseiro dele. Sei que tem uma penca de “ladrões crentes” e até “pastores” que vão querer discutir comigo sobre isso, mas poupe seu tempo, não vou responder a ninguém a algo que é óbvio. Você tem que ser muito estúpido, cego, ou morto espiritualmente para não entender isso. Por que você acha que nós procuramos e damos tantas desculpas em relação à pirataria? Tipo, “Mas se eu não tenho a intenção de vender a ninguém; é para meu uso pessoal.” E a minha camionete? Não vai ser errado também se a minha intenção é de ficar com ela e não vender? Está com a vontade de comer capim agora, né? Se não fosse errado, as desculpas não seriam necessárias.

E assim Deus nos leva a encarar uma das razões de por que o Brasil não está experimentando avivamento. Talvez porque o tempo que tiramos com ele, clamando por sua presença e avivamento, está sendo feito com um CD pirata no fundo. Se você não acha errado, escreva um e-mail para seu pop-star preferido nessa área de adoração e pergunta a ele ou a ela se eles se importam com o fato que você tem todos os CDs deles, mas que você não comprou nenhum. Você é cara de pau suficiente de fazer isso? Duvido.

Se quisermos ver algo real acontecer em nossas vidas, algo além da masturbação espiritual que geralmente rola, nós vamos precisar voltar ao que nós sabemos que é certo, ainda se isso significa que não vamos ter toda a música que queremos. A decisão é entre sua música boa ou a presença de Deus. E sabe o que é o mais triste? A maioria que lerem isso vai escolher a música. E assim o Brasil vai continuar no mesmo caminho de apostasia que ela já está enquanto cantamos em alta voz em nossas casas, acompanhados por CDs piratas, cânticos sobre avivamento. Uhhhhrrwww!

Para não deixar vocês sem opções, vou te dar duas dicas: “iTunes”, http://www.apple.com/itunes/. É um site onde você pode comprar as músicas e CDs, legalmente, para download. Custa na faixa de 10 dólares cada um. Isto é o que eu tenho e não sei se é meu ouvido, mas o Hawk Nelson tem um som bem melhor quando não está precisando competir com o grito da minha consciência, “PECADO!!!!!”. Outra opção, pra você que está com o bolso furado, é ouvir uma rádio cristã online, a ChristianRock.net (www.christianrock.net). Eles só liberam músicas nessa rádio que estão com contrato com as gravadoras e bandas.

Podemos ser ferozes baixando nosso som preferido, mas Deus que fica furioso quando vê pessoas safadas chamando pelo Seu nome, justificando seu pecado e cantando cânticos roubados para seus vizinhos incrédulos. Deus, nos livre da hipocrisia! Deus, nos livre da burrice!

• “A pirataria moderna se refere à cópia, venda ou distribuição de material sem o pagamento dos direitos autorais, portanto, apropriação da forma anterior ou com plágio ou cópia de uma obra anterior, com infração deliberada à legislação que protege a propriedade artística ou intelectual.”
• Cerca de 42% da população utiliza algum tipo de produto pirateado. Em pesquisa feita pela Fecomércio-Rio e Instituto Ipsos os produtos mais pirateados são os CDs, DVDs, óculos e relógios.
• O Quarto Anual BSA e IDC Estudo de Global Prataria de Software revela que 35% do software instalado em 2006 em computadores pessoais (PCs) mundial foi obtido ilegalmente, eleva-se a quase $ 40 bilhões de em perdas globais devido a pirataria de software.
• Filmes piratas custou a Hollywood $ 7 bilhões em 2005.
• Downloads ilegais de música custa à nossa economia global um estimado $12,5 bilhão por ano, de acordo com um relatório do Instituto para Apólice Inovação (IPI).
• Perdas de negócios em 2005 foram até $ 200 bilhões, de acordo com o resumo executivo de um relatório pela Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento, obtido pelas Vezes Financeiras.
• A APCM - Associação Antipirataria Cinema e Música - registra diariamente os números em relação à pirataria física e virtual em todo o País. Por meio das apreensões realizadas pelas Polícias Militar e Civil, além do DIG (Departamento de Investigações Gerais), em parceria com os agentes da associação, é possível mapear a quantidade de mídias piratas (CDs e DVDs) apreendidas. No ano de 2007, foram registradas mais de 36 milhões de mídias apreendidas no País, em cerca de 3 mil operações realizadas no combate à pirataria (aumento de 21,24% em relação ao ano anterior).
• Luta também na internet - A pirataria também é combatida na internet, por meio de um departamento específico da APCM, que faz o monitoramento de sites onde se oferece conteúdo sem proteção à propriedade intelectual. Em 2007, foram retirados mais de 55 mil links de filmes e músicas e 15 mil arquivos P2P (peer to peer - programa de compartilhamento) da rede mundial de computadores.

Ex 20.15; Não roube.

Ef 4.28; Quem roubava que não roube mais, porém comece a trabalhar a fim de viver honestamente e poder ajudar os pobres.

1Co 6.9-11; Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.

Eu já sei, “não tem nada a ver”. Então, bom almoço. Espero que o capim esteja fresco.

Fonte: http://www.geracaobenjamim.com - Pr. Jeff

Testemunho: Paul Yonggi Cho

Filed under #Todos os Estudos, Testemunho by admin on 10-05-2010

No caos que se seguiu ao conflito da Coréia, encontrei-me entre os que lutavam pela sobrevivência. Pobre, mas persistente, trabalhava em vários empre­gos no decurso de um dia.

Certa tarde, estava dando uma aula particular. Subitamente senti alguma coisa emanando-me do peito. Senti a boca cheia. Pensei que ia sufocar-me.

Abri a boca e o sangue começou a escorrer. Tentei estancar a hemorragia, mas o sangue continuava a sair-me pelo nariz e boca. Logo meu estômago e peito encheram-se de sangue. Severamente fraco, desmaiei.

Ao voltar a mim, tudo parecia rodar. Trêmulo, mal consegui chegar a casa.

Eu tinha dezenove anos de idade e estava morren­do.

Assustados, meus pais imediatamente venderam parte de suas posses a fim de levar-me a um bom hospital para tratamento. Os médicos fizeram exames cuidadosos; o diagnóstico: tuberculose incurável.

Ao ouvir esse julgamento, compreendi o quanto desejava viver. Minhas aspirações do futuro iam-se acabar antes de eu ter tido a chance de começar a viver.

Desesperado, voltei-me para o médico que dera o diagnóstico sombrio.

— Doutor — implorei — não há nada que o senhor possa fazer por mim?

Sua resposta muitas vezes ressoaria em minha mente.

—   Não. Este tipo de tuberculose é muito raro Espalha-se tão rapidamente que não ha jeito de contê-la. Você tem três, no máximo quatro meses de vida. Vá para casa, jovem. Coma tudo o que desejar e diga adeus a seus amigos.

Desolado, deixei o hospital. Passei por centenas de refugiados na rua e senti-me ligado a eles. Sentia-me totalmente só. Eu era um dos que não tinham esperança.

Voltei para casa num estado mental de total confu­são. Pronto para morrer, pendurei um calendário de três meses na parede. Por ter sido criado no budismo, orava diariamente para que Buda me ajudasse. Ne­nhuma esperança me vinha e a cada dia que passava eu ficava pior.

Percebendo que meu tempo de vida se encurtava, desisti da fé em Buda. Foi então que comecei a clamar ao Deus desconhecido. Pouco sabia eu do grande impacto que sua resposta teria sobre minha vida.

• • • • •

Alguns dias mais tarde, uma colegial veio visitar-me e começou a falar a respeito de Jesus Cristo. Contou–me do nascimento virginal de Jesus, sua morte na cruz, sua ressurreição e a salvação mediante a graça. Essas histórias pareciam não fazer sentido para mim. Eu não aceitava as histórias dela nem prestava muita atenção a essa jovem ignorante. Sua partida deixou–me com uma única emoção: alívio.

Mas no dia seguinte ela voltou. Voltou várias vezes, e toda vez perturbava-me com as histórias a respeito do

Deus-homem, Jesus. Depois de mais de uma semana destas visitas, fiquei grandemente agitado e repreen­di-a asperamente.

Ela não saiu correndo envergonhada nem retaliou com raiva. Simplesmente ajoelhou-se e começou a orar por mim. Grandes gotas de lágrimas escorreram-lhe pelas faces, refletindo uma compaixão estranha às minhas filosofias e rituais budistas bem organiza­dos e estéreis.

Ao ver suas lágrimas, meu coração foi profunda­mente tocado. Vi algo diferente nesta garota. Ela não recitava histórias religiosas para mim; ela vivia sua fé. Por intermédio de seu amor e lágrimas pude sentir a presença de Deus.

— Jovem —, implorei — por favor, não chore. Sinto muito. Agora conheço o seu amor cristão. Já que estou morrendo tornar-me-ei cristão para você.

Sua reação foi instantânea. Seu rosto iluminou-se e ela louvou a Deus. Apertando-me as mãos, deu-me sua Bíblia.

—  Examine a Bíblia — instruiu ela. — Se a ler fielmente encontrará as palavras de vida.

Essa era a primeira vez em minha vida que tinha em mãos uma Bíblia. Lutando com esforço para respirar, abri no livro do Gênesis.

Ela sorriu, abrindo a Bíblia no evangelho de Mateus:

—  O senhor está tão doente que se começar em Gênesis, acho que não durará o tempo suficiente para terminar o Apocalipse. Se começar com o evangelho de Mateus, acho que terá tempo de terminar.

Esperava encontrar profundos ensinamentos mo­rais e filosóficos, mas o que eu li chocou-me. “Abraão gerou a Isaque; Isaque, a Jacó; Jacó, a Judá e a seus irmãos.”

Senti-me ridículo. Fechei a Bíblia, dizendo:

—  Senhorita, não vou ler esta Bíblia. Isto é uma

história de um homem gerando outro. Preferiria ler uma lista telefônica.

— O senhor não reconhece esses nomes agora — respondeu ela. — Mas à medida que continuar a leitura, esses nomes terão significação especial para o senhor.

Encorajado, comecei a ler a Bíblia de novo.

• • • • •

Ao ler não encontrei filosofias nem teorias sistema­tizadas nem ciência médica nem quaisquer rituais religiosos. Mas encontrei um tema marcante: a Bíblia constantemente falava a respeito de Jesus Cristo, o Filho de Deus.

A iminência de minha morte tinha-me levado à compreensão de que eu precisava de algo maior do que a religião, mais profundo do que a filosofia e mais alto do que a simpatia pelas tribulações da existência humana. Precisava de alguém que partilhasse minhas lutas e meus sofrimentos; alguém que pudesse dar–me a vitória.

Mediante a leitura da Bíblia descobri que esse alguém era o Senhor Jesus Cristo:

Essa Pessoa chamada Jesus Cristo não apresen­tava uma religião, um código de ética, nem uma série de rituais. De um modo profundamente prático, Jesus trazia a salvação à humanidade. Odiando o pecado, Cristo amava o pecador, aceitando a todos os que a ele se chegavam. Profundamente cônscio de meus pecados, sabia que precisava de seu perdão.

Cristo curou os doentes. Os enfermos vinham a ele, e ele curava a todos os que tocava. Isto trouxe fé a meu coração. Fiquei esperançoso de que ele pudesse me curar também.

Cristo deu paz aos perturbados. Ele insistia: “Tenham fé em Deus! Não se perturbem! Não há motivo para temor!” Cristo odiava o temor, mostrando que o homem nasceu a fim de viver pela fé. Cristo infundiu confiança, fé e paz aos que foram a ele pedindo ajuda. Essa tremenda mensagem emocionou-me o coração.

Cristo ressuscitou os mortos. Nunca encontrei um incidente na Bíblia em que Cristo tivesse dirigido um culto fúnebre. Ele trazia os mortos de volta à vida, transformando os funerais em magníficas ressurreições.

E o que mais sobressaía em minha mente era a misericórdia de Cristo para com os possessos do demônio. Durante a guerra da Coréia muitas pessoas perderam as famílias e os negócios. Sofrendo de esgotamentos nervosos, muitos tor­naram-se completamente possessos pelo diabo. Destituídos de abrigo, andavam sem rumo pelas ruas.

Cristo estava pronto até mesmo para enfrentar esse desafio. Ele expulsou os demônios e restau­rou os possessos à vida normal. O amor de Cristo era poderoso, tocava a vida e as necessi­dades de todos que vinham a ele.

Convencido de que Cristo Jesus estava vivo, e movido pela vitalidade de seu ministério, ajoelhei-me. Pedi que Cristo entrasse em meu coração e me salvasse, me curasse e me livrasse da morte.

Instantaneamente a alegria da salvação e a paz do perdão de Cristo me envolveram. Sabia que estava salvo. Cheio do Espírito Santo, levantei-me e gritei:

“Glória seja dada ao Senhor!”

Dessa hora em diante li a Bíblia como a pessoa que está morrendo de fome digere seu alimento. A Bíblia provia fundamento para toda a fé de que eu necessita­va. A despeito do prognóstico e dos antigos sentimen­tos de temor, logo fiquei sabendo que ia viver. Em vez de morrer em três meses, levantei-me do leito da morte em seis.

Desde esse dia tenho pregado o evangelho dinâmi­co de Jesus Cristo. A garota, cujo nome jamais vim a saber, ensinou-me o nome mais precioso que jamais conhecerei.

Através dos anos Deus tem-me ajudado a compre­ender vários princípios importantes de fé. Esses são os princípios que partilho com você nos capítulos que se seguem, para que você possa entrar numa dimen­são mais profunda e numa vida mais abundante.

Cristo jamais muda. Ele é o mesmo ontem, hoje e para sempre.

Cristo deseja carregar seus fardos. Jesus pode perdoar-lhe e curá-lo. Ele pode expulsar Satanás e dar-lhe confiança, fé e paz.

Cristo deseja dar-lhe a vida eterna a fazer parte do seu viver diário. Ao passo que os ladrões vêm para matar e destruir, Jesus Cristo vem para dar vida, completa e livre.

Mediante a presença do Espírito Santo, Jesus está com você neste instante. Cristo deseja curá-lo e libertá-lo da morte. Ele é o seu Senhor redivivo. Coloque sua fé em Jesus Cristo e espere um milagre hoje.

Fonte: A quarta dimensão.  Paul Yonggi Cho. Vida

Valdeno Brito vence a corrida do milhão

Filed under #Todos os Estudos, Testemunho, Video by admin on 01-09-2008

Piloto da Stock Car vence a corrida do milhão e agradece a pessoa mais importante do mundo!

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