Estudos Bíblicos
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Do serviço voluntário à missão de servo
26/10/10
Há diversos textos bíblicos que nos mostram servos de Deus sendo provados e aprovados através das experiências da vida. Aqui, queremos refletir sobre a experiência de Moisés, um dos maiores líderes da história do povo de Deus.
A história de Moisés, resumida por Estevão, está dividida em três fases de 40 anos (Atos 7). É importante compreender essas três fases na vida desse servo de Deus para percebermos como o jovem voluntarioso (Ex 2) tornou-se o homem mais manso da terra (Nm 12), e o que isto significa para nós hoje. Como aconteceu com José, Moisés foi duramente provado e, finalmente, aprovado por Deus para ser participante da sua obra na terra.
A frustração do voluntário
Na primeira fase de 40 anos, Moisés recebeu esmerada formação religiosa de sua mãe e a melhor educação geral no palácio egípcio, tornando-se um homem poderoso em palavras e obras. Moisés tinha consciência da sua identidade e da sua missão, talvez fruto da sua formação religiosa. Por isso, considerou-se apto para iniciar sua missão de libertador. Mas cometeu diversos equívocos.
Quando viu um egípcio espancando um hebreu, (1) olhou de uma banda e de outra e não olhou para cima; (2) temeu a presença de homens, mas não temeu a presença de Deus; (3) quis ser libertador e tornou-se homicida; (4) tentou esconder o que tinha feito. O resultado foi a fuga para esconder-se do faraó. Não há registro de que Moisés tenha ouvido ou buscado a Deus. Tentou, sinceramente, fazer alguma coisa para Deus e para o seu povo, mas foi frustrado.
Deus não desistiu de Moisés, como ele não desiste de nós. Todos os que se dispõem a servir podem errar. Faz parte do processo pedagógico de Deus. Precisamos de pausas para reflexão. Como Pedro, tornamo-nos mais humanos quando temos de chorar amargamente os nossos fracassos. Só não erra quem nunca tenta servir e ser útil.
O preparo do vocacionado
Na segunda fase de 40 anos, de príncipe egípcio, Moisés tornou-se pastor das ovelhas do sogro no deserto de Midiã (Ex 2.18-22; 3.1).
Essa escola do deserto foi importante na formação daquele que seria o maior líder de Israel. Aliás, o deserto é terreno fértil da reflexão bíblica (Moisés, João Batista, Jesus). Tempo de reflexão, de crescimento, de maturidade. O homem poderoso aprendeu a depender de Deus.
O homem versado nas ciências do Egito reconheceu-se incapaz para a missão para a qual Deus o chamava. O voluntário se oferece; o ministro é chamado; o voluntário é capaz para a tarefa; o ministro (servo) precisa ser capacitado por Deus.
De acordo com o Novo Testamento, todos os crentes são chamados e capacitados por Deus (Rm 12.4-6; Ef 4.7; 1 Co 12.7,11). A Igreja é o Corpo de Cristo. Assim como não há membro no corpo sem função, também não há crente sem ministério.
Todos nós podemos servir como ministros de Deus, porque “Deus não chama os capazes, mas capacita os chamados”. Deixemo-nos moldar pelas potentes e amorosas mãos do Senhor para que sejamos vasos de bênçãos.
A missão do servo
O chamado de Moisés começou com o encontro dele com Deus numa experiência de adoração (Ex 3.1-6). Isaías teve experiência semelhante (Is 6.1-3, 8). As ações que glorificam a Deus têm origem no trono e no altar de adoração. Moisés foi, primeiro, um adorador, e depois chamado e enviado por Deus como o líder libertador do seu povo. Não se ofereceu para fazer alguma coisa para Deus e para o seu povo, mas submeteu-se ao Senhor em adoração; por isso os sinais e prodígios procediam de Deus, glorificavam a Deus e abençoavam o povo.
Moisés serviu ao Senhor nos seus dias e profetizou a respeito do Messias (At 7.37-38). Com as experiências dele aprendemos que tudo coopera para o nosso bem e nos prepara para sermos bênçãos nas mãos do Senhor.
Na primeira fase da vida de Moisés, ele pensava que era tudo; depois, aprendeu que não era nada; por fim, reconheceu que Deus era tudo. A vida e o ministério de Moisés nos ensinam que na submissão completa ao Deus soberano somos felizes e cumprimos a missão que Ele tem para nós.
Como é que na relativamente pequena arca de Noé couberam centenas de milhares de espécies?
13/10/10
PROBLEMA: A Bíblia diz que a arca de Noé tinha apenas 137 metros de comprimento, por 23 de largura e 14 de altura (Gn 6:15). Noé recebeu a instrução de colocar nela um casal de cada espécie de animal imundo e sete casais de animais puros (6:19; 7:2). Mas os cientistas nos informam de que há de meio bilhão a um bilhão ou mais de espécies de animais.
SOLUÇÃO: Primeiro, o conceito moderno de “espécie” não é o mesmo da Bíblia. No sentido bíblico, provavelmente sejam apenas algumas centenas de “espécies” diferentes de animais terrestres que teriam de ser levados para a arca. Os animais marinhos permaneceram no mar, e muitas outras espécies poderiam sobreviver na forma de ovos.
Segundo, a arca não era assim tão pequena; ela tinha uma enorme estrutura – a dimensão de um moderno transatlântico. Além disso, ela tinha três andares (6:16), o que triplicava seu espaço a um total de 425.000 metros cúbicos!
Terceiro, Noé pode ter levado filhotes ou variedades menores de alguns dos animais de maior porte. Levando em conta todos esses fatores, havia espaço suficiente para todos os animais, para o alimento para a viagem e para os oito seres humanos a bordo.
Fonte: Geisler, Norman L. Manual popular de dúvidas, enigmas e “contradições” da Bíblia .EDITORA MUNDO CRISTÃO
Como é que na relativamente pequena arca de Noé couberam centenas de milhares de espécies?
21/07/10
PROBLEMA: A Bíblia diz que a arca de Noé tinha apenas 137 metros de comprimento, por 23 de largura e 14 de altura (Gn 6:15). Noé recebeu a instrução de colocar nela um casal de cada espécie de animal imundo e sete casais de animais puros (6:19; 7:2). Mas os cientistas nos informam de que há de meio bilhão a um bilhão ou mais de espécies de animais.
SOLUÇÃO: Primeiro, o conceito moderno de “espécie” não é o mesmo da Bíblia. No sentido bíblico, provavelmente sejam apenas algumas centenas de “espécies” diferentes de animais terrestres que teriam de ser levados para a arca. Os animais marinhos permaneceram no mar, e muitas outras espécies poderiam sobreviver na forma de ovos.
Segundo, a arca não era assim tão pequena; ela tinha uma enorme estrutura – a dimensão de um moderno transatlântico. Além disso, ela tinha três andares (6:16), o que triplicava seu espaço a um total de 425.000 metros cúbicos!
Terceiro, Noé pode ter levado filhotes ou variedades menores de alguns dos animais de maior porte. Levando em conta todos esses fatores, havia espaço suficiente para todos os animais, para o alimento para a viagem e para os oito seres humanos a bordo.
Fonte: Geisler, Norman L. Manual popular de dúvidas, enigmas e “contradições” da Bíblia .EDITORA MUNDO CRISTÃO
Onde Caim encontrou sua esposa?
18/06/10
Esta é uma das perguntas que sempre teimam em reaparecer, algumas vezes usadas para tentar ridicularizar a Bíblia, na sua descrição da criação. Mas, para aqueles que perguntam honestamente, Gênesis 5.4 diz que Adão e Eva tiveram outros filhos e filhas, além de Caim e Abel. É evidente que Caim escolheu uma esposa entre suas irmãs, ou talvez sobrinhas. Enquanto depois, o casamento com a própria irmã foi condenado como fornicação (Levítico 18), isso foi permitido naqueles primeiros tempos da terra, por causa da necessidade prática.
Atualmente, o casamento com qualquer parente próximo é desaprovado, porque os filhos daqueles que se casam com parentes próximos correm muito risco de serem retardados mentais ou terem defeitos físicos. Isto é devido ao acúmulo dos defeitos genéticos dos parentes próximos. Mas isto não teria causado nenhum problema a Caim. Deus criou Adão e Eva perfeitos. Naquelas primeiras gerações deve ter havido pouca herança acumulada de defeitos a serem passados aos filhos. Então, não houve nenhum problema no casamento entre parentes próximos e Deus, obviamente, o permitiu.
Vivemos em uma época em que algumas pessoas tentam, freqüentemente, invalidar a doutrina da criação. Ela é chamada mito ou conto de fada. Mas a Bíblia apresenta a criação como História e Jesus aceitou as palavras de Gênesis como historicamente verdadeiras (Mateus 19.4-6). Enquanto é verdade que Deus poderia ter resolvido criar o homem pela evolução ou de muitas outras maneiras, a Bíblia ensina que Deus de fato escolheu criar o homem diretamente a partir do pó do chão e soprar nas suas narinas o sopro da vida. Faríamos bem em aceitar a palavra de Deus neste assunto, porque nós não estávamos lá!
Deus esqueceu-se temporariamente de Noé? – GÊNESIS 8:1
13/06/10
PROBLEMA: O fato de o texto dizer que “Lembrou-se Deus de Noé” parece implicar que o Senhor se esqueceu de Noé temporariamente. Contudo, a Bíblia declara que Deus sabe todas as coisas (SI 139:2-4; Jr 17:10; Hb 4:13) e que nunca se esquece de seus santos (Is 49:15). Como então pôde ele temporariamente esquecer-se de Noé?
SOLUÇÃO: Em sua onisciência, Deus sempre esteve consciente de que Noé estava na arca. Entretanto, depois de Noé ter permanecido nela por mais de um ano, como se tivesse sido esquecido, Deus deu um sinal de sua lembrança e fez com que Noé e sua família saíssem da arca. Mas, Deus nunca se esqueceu de Noé, já que o Senhor mesmo foi quem o notificou, no início, para salvar a si e à espécie humana (cf. Gn 6:8-13). Com freqüência, nós mesmos usamos uma expressão semelhante, quando dizemos que nos “lembramos” de alguém no seu dia de aniversário, mesmo que nunca tenhamos nos esquecido da existência de tal pessoa.
Fonte: Geisler, Norman L. Manual popular de dúvidas, enigmas e “contradições” da Bíblia .EDITORA MUNDO CRISTÃO
Herodes o Grande
12/06/10
Mateus 2
Versículo para memorização – Mateus 2:16a
O homem a que se refere nessa passagem é conhecido como Herodes o Grande. Era sábio na área de economia e outros tais assuntos e foi quem construiu o templo de Jerusalém. Havia começado como governador do sul da Síria e avançou até tornar-se rei de um grande território. Era cruel e sanguinário. Quando morreu, seu reino foi dividido entre seus filhos: Arquelau, Antipas e Filipe.
Provavelmente o mais cruel dos atos de que se tem notícia sobre Herodes o Grande encontra-se no capítulo que lemos. Quando os magos que vieram do oriente chegaram a Jerusalém, sabendo apenas que havia sido profetizado para o recém nascido ser rei dos judeus, naturalmente foram a Herodes, o rei. Aparentemente não sabiam que Herodes era rei por manipulação política e não porque tinha propriamente parentesco sangüíneo com o trono de Davi.
Herodes viu a notícia do !rei novamente nascido? como uma ameaça à sua posição, autoridade e reinado. Seu primeiro pensamento foi matar a criança quem quer que fosse e onde estivesse. É por isso que, fingindo também desejar ir e adorar, instruiu os magos a retornar e instruí-lo onde estava Jesus. Deus, conhecendo os planos corruptos de Herodes, instruiu os magos através de uma visão num sonho a partir em outra direção, e assim o fizeram.
Quando Herodes viu que Deus havia arruinado seus planos e que não havia meio de saber quem era a criança, determinou que essa criança deveria morrer. Relembrando-se de que os magos tinham lhe falado que viram a estrela pela primeira vez há uns dois anos, Herodes enviou seus soldados à Belém e vizinhança para matar todos os meninos que tivessem dois anos ou menos. Esse ato impiedoso foi um cumprimento da profecia de Jeremias. Jesus, no entanto, estava no Egito nessa época porque Deus havia alertado José em um sonho.
Esse ato cruel de Herodes foi apenas um de uma longa seqüência de atentados da parte de Satanás para impedir o nascimento e a obra de Jesus Cristo. Você pode encontrar muitas outras dessas tentativas no Velho Testamento. O desejo de Satanás nunca tem mudado. E assim se mantém até hoje.
Perguntas – HERODES O GRANDE
1. Herodes o Grande foi um homem politicamente sábio?
2. Que estrutura construiu para os Judeus?
3. Quantos filhos tinha?
4. Tinha amor e compaixão pelo povo de Deus?
5. Onde viveu durante seu reinado presente?
6. Por que os magos foram a Herodes?
7. Como que sabiam que havia nascido um rei em Judá?
8. Como Herodes se sentiu ao saber do !rei novamente nascido??
9. Qual o seu plano para este rei novamente nascido?
10. Qual foi sua primeira proposta para encontrar o lugar onde ele estava?
11. Qual a falsa pretensão que Herodes fez?
12. Por que os magos estragaram os planos de Herodes?
13. Como Herodes se sentiu quando descobriu que seus planos foram arruinados?
14. Como o Herodes reagiu?
15. Herodes mandou matar quem? E onde esta matança ocorreu?
16. Como Herodes determinou a idade de dois anos ou menos?
17. Este feito horrível surpreendeu Deus?
18. Qual profeta havia profetizado isso?
19. Por que Jesus não morreu nesse morticínio?
20. Quanto tempo José, Maria e Jesus permaneceram no Egito?
Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Daniel Aaron Gardner
Edição: Calvin Gardner
Fonte: www.palavraprudente.com.br
Por que Deus permitiu que Salomão tivesse tantas mulheres, se ele condena a poligamia?
10/06/10
1 REIS 11:1
PROBLEMA: Em 1 Reis 11:3, lemos que Salomão tinha 700 mulheres e 300 concubinas. Mas as Escrituras repetidamente nos advertem contra manter mais de uma mulher (Dt 17:17) e violar o princípio da monogamia – um homem para uma mulher (cf. 1 Co 7:2).
SOLUÇÃO: A monogamia é o padrão de Deus para os homens. Isso está claro nos seguintes fatos: (1) Desde o princípio Deus estabeleceu este padrão ao criar o relacionamento monogâmico de um homem com uma mulher, Adão e Eva (Gn 1:27; 2:21-25). (2) Esta ficou sendo a prática geral da raça humana (Gn 4:1), seguindo o exemplo estabelecido por Deus, até que o pecado a interrompeu (Gn 4:23). (3) A Lei de Moisés claramente ordena: “Tampouco para si multiplicará mulheres” (Dt 17:17). (4) A advertência contra a poligamia é repetida na própria passagem que dá o número das muitas mulheres de Salomão (1 Reis 11:2): “Não caseis com elas, nem casem elas convosco”. (5) Jesus reafirmou a intenção original de Deus ao citar esta passagem (Mt 19:4) e ao observar que Deus “os fez homem e mulher” e os juntou em casamento. (6) O NT enfatiza que “cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido” (1 Co 7:2). (7) De igual forma, Paulo insistiu que o líder da igreja deveria ser “esposo de uma só mulher” (1 Tm 3:2; 12). (8) Na verdade, o casamento monogâmico é uma prefiguração do relacionamento entre Cristo e sua noiva, a Igreja (Ef 5:31-32).
A poligamia nunca foi estabelecida por Deus para nenhum povo, sob circunstância alguma. De fato, a Bíblia revela que Deus puniu severamente aqueles que a praticaram, como se pode ver pelo seguinte: (1) A primeira referência à poligamia ocorreu no contexto de uma sociedade pecadora em rebelião contra Deus, na qual o assassino “Lameque tomou para si duas esposas” (GN 4:19,23). (2) Deus repetidamente advertiu ou polígamos quanto às conseqüências de seus atos: “para que o seu coração se não desvie” de Deus (Dt 17:17; cf. 1 Rs 11:2). (3) Deus nunca ordenou a poligamia – como o divórcio, ele somente a permitiu por causa da dureza do coração do homem (Dt 24:1; Mt 19:8). (4) Todo praticante da poligamia na Bíblia, incluindo Davi e Salomão (1 Crônicas 14:3), pagou um alto preço por seu pecado. (5) Deus odeia a poligamia, assim como o divórcio, porque ela destrói o seu ideal para a família (cf. Ml 2:16).
Em resumo, a monogamia é ensinada na Bíblia de várias maneiras: (1) pelo exemplo precedente, já que Deus deu ao primeiro homem apenas uma mulher; (2) pela proporção, já que as quantidades de homens e mulheres que Deus traz ao mundo são praticamente iguais; (3) por preceito, já que tanto o AT como o NT a ordenam (veja os versículos acima); (4) pela punição, já que Deus puniu aqueles que violaram o seu padrão (1 Rs 11:2); e (5) por prefiguração, já que o casamento de um homem com uma mulher é uma tipologia de Cristo e sua noiva, a Igreja (Ef 5:31-32). Apenas porque a Bíblia relata o pecado de poligamia praticado por Salomão, não significa que Deus a aprove.
Fonte: Geisler, Norman L.
Manual popular de dúvidas, enigmas e “contradições” da Bíblia
Sansão cometeu suicídio?
31/05/10
Gostaria de saber se Sansão cometeu suicídio ao derrubar as colunas do templo, mesmo sabendo que poderia morrer? Ou se o seu ato não se classifica como suicídio?
Vejamos o que diz o texto: “Sansão clamou ao SENHOR e disse: SENHOR Deus, peço-te que te lembres de mim, e dá-me força só esta vez, ó Deus, para que de uma vez me vingue dos filisteus, pelos meus dois olhos. Abraçou-se, pois, Sansão com as duas colunas do meio, em que se sustinha a casa, e arrimou-se sobre elas, com a mão direita numa e com a esquerda na outra. E disse: Morra eu com os filisteus. E inclinou-se com força, e a casa caiu sobre os príncipes e sobre todo o povo que nela estava; e foram mais os que matou na sua morte do que os que matara na sua vida” (Jz 16.28-30).
Não encontramos nenhuma evidência de suicídio, ou de eutanásia. Se Sansão tivesse um desses objetivos, isto é, se desejasse a morte devido à frustração de ter sido capturado pelos filisteus, certamente teve diversas oportunidades para se matar. Se Sansão desejasse acabar com seu sofrimento devido à cegueira e às dores da mutilação, também poderia ter feito alguma coisa antes dessa ocasião. Além disso, a força de Sansão para tamanha destruição não veio dele, mas foi proveniente de Deus. Dessa forma, aceitar o ato de Sansão como suicídio significaria dizer que o próprio Deus o concedeu forças sobrenaturais para fazê-lo, o que não pode ser concebido diante da natureza divina.
Devemos entender que os filisteus eram um povo que se opunha a Israel e não buscava a paz, como fizeram os gibeonitas (Js 9). Sansão estava lidando com inimigos irreconciliáveis, sabia que um confronto poderia causar-lhe a morte, quer essa morte fosse devido à queda do edifício, quer ocorresse após a queda do edifício por meio da retaliação de algum filisteu.
Encontramos Sansão no rol de Hebreus (11), um homem que pela fé livrou Israel de seus inimigos.
Fonte: http://www.cacp.org.br
