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Archive for the ‘#Todos os Estudos’ Category

Estevão

Filed under #Todos os Estudos, Person by admin on 11-03-2010

Atos 6:5-8:3

Versículo para memorização - Atos 7:59

Estevão é bastante conhecido simplesmente porque foi o primeiro mártir após a ascensão do Senhor Jesus Cristo. Estevão é, com quase certeza, um dos setenta escolhidos e enviados pelo Senhor em Lucas 10:1-10, e que O acompanhou sempre, a partir do batismo de João (Atos 1:21-22). Podemos concluir isso, devido ao fato de ele exercer dons atribuídos exclusivamente aos apóstolos e estes homens (Atos 6:8).

Por causa da atividade cristã de Estevão havia homens que se colocavam contra ele. Não conseguiam derrotá-lo em nenhum tipo de discussão, pois estava cheio do Espírito Santo e da sabedoria espiritual. Então, contrataram homens perversos e desonestos para dizer mentiras sobre ele, levaram-no perante o conselho e o acusaram de blasfêmia contra Deus e contra Moisés.

Estevão poderia ter ficado muito preocupado em se defender e tentar provar sua inocência, mas tinha uma outra responsabilidade. Aqui, perante ele, havia centenas de seus compatriotas que haviam pecado contra Deus e precisavam da mensagem da Bíblia. Tal mensagem os enfureceria, mas, mais tarde, levaria muitos para o Senhor. Estevão optou por não se livrar da culpa mas ser fiel a Deus, falou então sobre os pecados de Israel continuamente pela história. Ele os fez lembrar de como haviam se rebelado contra Moisés, Elias, Jeremias, Isaías, etc., e como tinham matado os profetas de Deus e se voltado para os ídolos. Eles o odiaram por dizer-lhes a verdade sobre eles. Não parece que as pessoas apreciariam isso? Elas dificilmente apreciariam, e os homens perversos, nunca. Arrastaram Estevão para fora da cidade e o apedrejaram até a morte e, enquanto estava morrendo, orou por seus assassinos. Testemunhou também que vira Jesus de pé à direita do Pai pronto para receber seu espírito.

Eis lá, um jovem consentindo o assassinato de Estevão. Recolheu as capas dos homens que apedrejaram Estevão. O nome desse jovem era Saulo. Mais tarde foi gloriosamente salvo e tornou-se o grande Apóstolo Paulo.

Perguntas - ESTEVÃO

1. Qual a responsabilidade dada a Estevão em Atos 6?

2. Estevão foi um pregador?

3. Foi um operador de milagres?

4. Por que os seus adversários eram incapazes de derrotá-lo em uma discussão?

5. De qual grupo de discípulos Estevão parecia ser originário?

6. Para qual ilustre serviço Estevão foi nomeado primeiro?

7. Qual era a nacionalidade de seus inimigos?

8. Como conseguiram acusadores contra Estevão?

9. Qual era a acusação contra ele?

10. Estevão era, de alguma maneira, culpado?

11. Estevão defendeu-se?

12. Poderia ter se eximido de sua culpa pela defesa?

13. Ao invés disso, o que fez?

14. Estevão foi bem educado na história de Israel?

15. Falava amigavelmente com seus acusadores?

16. Amava seus acusadores?

17. Eles achavam que Estevão deveria morrer?

18. Como mataram-no?

19. Quais foram os dois testemunhos de sua proximidade a Deus que deu quando estava morrendo?

20. O nome de qual homem importante é mencionado em conexão com a morte de Estevão?

Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Joy Ellaina Gardner
Edição: Calvin Gardner
Fonte: www.palavraprudente.com.br

Evangelização — definições protestantes

Filed under #Todos os Estudos, Evangelismo / Missão by admin on 10-03-2010

Evangelização é a proclamação de Jesus Cristo como Senhor e Salvador, por cuja obra o homem se liberta tanto da culpa como do poder do pecado, e se integra nos planos de Deus, a fim de que todas as coisas se coloquem sob a soberania de Cristo.1

René Padilla, 71 anos, equatoriano, presidente da Fundação Kairós e da Tear Fund, pastor e diretor da Editora Nueva Creación

Evangelização é a difusão por todo e qualquer meio das boas novas de Jesus crucificado, ressurreto e agora reinando.2

John R. W. Stott, 82 anos, o mais notável teólogo do século 20, por 32 anos capelão da rainha da Inglaterra

Evangelização é o anúncio da boa nova de que Deus está interessado na restauração dos seres humanos caídos e que esta restauração se dá mediante a fé na encarnação, na vida e na obra substitutiva, justificatória, vicária e representativa de Jesus na cruz e na ressurreição.3

Caio Fábio d’Araújo Filho, 48 anos, evangelista brasileiro

Evangelização é a tarefa de compartilhar Cristo a toda e qualquer pessoa com a qual nos encontramos.4

Joni Eareckson Tada, 53 anos, tetraplégica, há 36 anos presa a uma cadeira de rodas

A proclamação do evangelho inclui um convite para reconhecer e aceitar o senhorio salvador de Cristo em uma decisão pessoal, por intermédio do Espírito Santo, com o Cristo vivo, recebendo seu perdão e aceitando pessoalmente o chamado ao discipulado e a um novo estilo de vida de serviço.5

Declaração de Stuttgart, por ocasião da Conferência de Missão e Evangelização, em 1989

A melhor definição de evangelização que eu conheço me foi dada por Cannon May Warren, da Abadia de Westminster, em Londres: “Evangelização é a apresentação de Jesus Cristo no poder do Espírito Santo, de tal maneira que os homens possam conhecê-lo como Salvador e servi-lo como Senhor, na comunhão da igreja e na vocação da vida comum”. Isso é evangelização.6

J. Edwin Orr (1912-1987), historiador e avivalista

A evangelização abrange todos os esforços no sentido de declarar as boas novas de Jesus Cristo, com o objetivo de que as pessoas entendam a oferta de salvação de Deus, tenham fé e tornem-se discípulos.7

Billy Graham, 85 anos, evangelista americano

Evangelização é o esforço extensivo da igreja, através de uma confrontação com o evangelho de Cristo, numa tentativa de conduzir os homens a um cometimento pessoal mediante a fé e o arrependimento em Cristo, como Salvador e Senhor.8

C.E. Autrey, professor de teologia

Evangelização é o ato de falar aos outros do evangelho da salvação em Jesus, com o alvo de que eles possam arrepender-se, crer e encontrar vida nova nele.9

Robin Keeley, editor de Fundamentos da Teologia Cristã

Notas

1. GRAHAM, Billy, PADILLA, C. René et al. A missão da igreja no mundo de hoje. São Paulo: ABU Editora, 1982. p. 139.
2. Id. p. 53.
3. Ultimato, Viçosa, p. 19. set. 1986.
4. Id. ibid.
5. STEUERNAGEL, Valdir, ed. A serviço do reino; um compêndio sobre a missão integral da Igreja. Belo Horizonte: Missão Editora, 1992.
6. Ultimato, Viçosa, p. 19. set. 1986.
7. Id. Ibid.
8. AUTREY, C.E. A teologia do evangelismo. 2. ed. Rio de Janeiro: JUERP, 1980. p. 12.
9. KEELEY, Robin, org. Fundamentos da teologia cristã. São Paulo: Editora Vida, 2000. p. 337.

Fonte: http://www.ultimato.com.br

Os Dez Mandamentos - Lutero

Filed under #Todos os Estudos, Antigo Testamento, Dez Mandamentos by admin on 10-03-2010

OS DEZ MANDAMENTOS - Martinho Lutero

Primeiro Mandamento

Eu sou o Senhor, seu Deus.
Você não deve ter outros deuses além de mim.

Que significa isto?

Devemos temer e amar a Deus e confiar nele acima de tudo.

Segundo Mandamento

Não abuse do nome do Senhor, seu Deus, porque o Senhor não considerará inocente quem abusar do seu nome.

Que significa isto?

Devemos temer e amar a Deus e, por isso, em seu nome não amaldiçoar, jurar, praticar a magia, mentir ou enganar;
mas devemos pedir a sua ajuda em todas as necessidades, orar, louvar e agradecer.

Terceiro Mandamento

Santifique o dia de descanso.

Que significa isto?

Devemos temer e amar a Deus e, por isso, não desprezar a pregação e a sua palavra;
mas devemos ter respeito por ela, ouvi-la e estudá-la com gosto.

Quarto Mandamento

Honre o seu pai e a sua mãe.

Que significa isto?

Devemos temer e amar a Deus e, por isso, não desprezar nem irritar nossos pais e as pessoas que têm autoridade sobre nós;
mas devemos honrá-los, servir e obedecer-lhes, amar e querê-los bem.

Quinto Mandamento

Não mate.

Que significa isto?

Devemos temer e amar a Deus e, por isso, não agredir nem ferir o nosso próximo;
mas devemos ajudá-lo para que tenha tudo de que precisa para viver.

Sexto Mandamento

Não cometa adultério.

Que significa isto?

Devemos temer e amar a Deus e, por isso, levar uma vida sexual responsável e disciplinada, amar e respeitar a esposa ou o marido.

Sétimo Mandamento

Não roube.

Que significa isto?

Devemos temer e amar a Deus e, por isso, não tirar o dinheiro ou os bens do próximo nem nos apoderar deles por meio de mercadorias falsificadas ou negócios desonestos;
mas devemos ajudá-lo a conservar e melhorar seu meio de vida.

Oitavo Mandamento

Não fale mentiras a respeito do próximo.

Que significa isto?

Devemos temer e amar a Deus e, por isso, não enganar o nosso próximo com falsidade, traí-lo, caluniá-lo ou fazer acusação falsa contra ele;
mas devemos desculpá-lo, falar bem dele e interpretar tudo da melhor maneira.

Nono Mandamento

Não deseje possuir a casa do seu próximo.

Que significa isto?

Devemos temer e amar a Deus e, por isso, não tentar conseguir com esperteza a herança ou a casa do nosso próximo nem nos apoderar delas como se tivéssemos direito a isso;
mas devemos ajudar e cooperar para que possa conservá-las.

Décimo Mandamento

Não cobice a esposa ou o marido do seu próximo, nem as pessoas que trabalham com eles nem coisa alguma que lhes pertença.

Que significa isto?

Devemos temer e amar a Deus e, por isso, não seduzir, desviar ou afastar a esposa ou o marido do próximo, nem as pessoas que trabalham com eles;
mas devemos aconselhá-los para que fiquem e cumpram o seu dever.

Que diz Deus de todos estes mandamentos?

Ele diz:

“Eu, o Eterno, sou o seu Deus e não tolero outros deuses. Eu castigo aqueles que me odeiam, até os netos e bisnetos.
Porém, sou bondoso com aqueles que me amam e obedecem aos meus mandamentos e abençôo os seus descendentes por milhares de gerações.”

Deus ameaça castigar todas as pessoas que não cumprem estes mandamentos; por isso, devemos temer a sua ira e não deixar de cumpri-los;
mas ele promete graça e todo o bem às pessoas que os praticam.

Por isso, devemos amá-lo, confiar nele e guardar os seus mandamentos de boa vontade.

Fonte: Esse texto faz parte do Catecismo Menor escrito por Martinho Lutero
www.luteranos.com.br

Tem que dar certo?

Filed under #Todos os Estudos, Vida Cristã by admin on 10-03-2010

Eu já cantei “vai dar tudo certo, em nome de Jesus”. Em minhas palestras e sermões, antecipei grandes reviravoltas na vida de meus ouvintes. Mas, com o passar do tempo, percebi que apesar de toda a minha boa vontade, tais guinadas não aconteciam com a frequência que eu desejava. Nem tudo dava certo! Alguns amigos agonizaram, carcomidos de câncer. Outros foram à bancarrota. Não vou nem mencionar os casamentos que celebrei e que terminaram em divórcio. Confesso minha infantilidade: repeti jargões ufanistas, sem critério. Pior, capitalizei em cima de ilusões.

Percebo que não estou só. Políticos, conferencistas motivacionais, assim como líderes religiosos, adoram repetir frases de efeito - que, na verdade, só servem para fortalecê-los. Infelizmente, as consequências são desastrosas. Mulheres azedaram na vida porque alguém prometeu que Deus (ou Santo Antônio) traria um marido “no tempo certo”. Empresários se desesperaram porque alguém assegurou que “o Senhor não permite que seus filhos fracassem nos negócios”. Pais e mães perderam a fé porque jamais cogitaram que um câncer “seria permitido” em uma família piedosa e obediente.

É comum ver pessoas acorrentadas a promessas que “um dia vão chegar” - mas que não chegam nunca; ver pessoas atribuindo aos “paradoxos” e aos “mistérios insondáveis da eternidade”, os contratempos que a vida impõe. Nada como o dia a dia para arrasar com os discursos triunfalistas. Crianças agonizam com diarréia nas favelas; faltam ambulâncias nas periferias para salvar os infartados; professores de escola pública recebem uma ninharia no perpétuo ciclo ignorância-desemprego-miséria. Quem ganha? As revistas de fofoca com seus conselhos de auto-ajuda, os televangelistas e as religiões pequeno burguesas. Nos arroubos de vitória, as relações utilitárias com a Divindade prosseguem intocadas e os cantores gospel faturam bem.

Reconheçamos: a vida de muitos simplesmente não vai dar certo. A estrutura econômica assimétrica não permite que multidões subam a escadaria da inclusão social. Os oligarcas não vão abrir mão de seus benefícios (veja a miséria do Maranhão, feudo de uma família poderosa). Muitos não vão entrar na terra prometida; homens adoecerão sem conseguir recuperar suas empresas; mulheres não vão sair do lugarejo que lhes asfixia; rapazes, que sonhavam em jogar futebol na Europa, terão que se contentar com o saláro de balconista.

Não se deve desprezar a realidade em nome da esperança. Não se deve negligenciar as amarras sociais em nome das promessas de Deus. Não se deve perpetuar fantasias em nome do otimismo. Sou pastor, pregador e conferencista, mas não tenho o direito de me descolar da existência concreta que as pessoas enfrentam todos os dias.

Por isso, assumo um compromisso com a verdade. Obrigo-me não à verdade metafísica, absoluta, da religião ou da filosofia. Estou abraçado à verdade que o cotidiano impõe. Acredito que só promoverei a liberdade se ensinar o meu próximo a olhar a realidade sem enganos. – “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará!”.

Soli Deo Gloria.

Fonte: http://www.ricardogondim.com.br

Ricardo Gondim

Avivamento não é um programa agendado pela igreja

Filed under #Todos os Estudos, Avivamento by admin on 10-03-2010

Avivamento não é ação da igreja, mas de Deus. Avivamento é obra soberana e livre do Espírito Santo. A igreja não promove e nem faz avivamento. A igreja não é agente de avivamento. A igreja não agenda e nem programa avivamento. A igreja só pode buscar o avivamento e preparar o caminho da sua chegada. A igreja não produz o vento do Espírito, ela só pode içar suas velas em direção a esse vento.

A soberania de Deus, no entanto, não anula a responsabilidade humana. O avivamento jamais virá se a igreja não preparar o caminho do Senhor. O avivamento jamais acontecerá se a igreja não se humilhar. Sem oração da igreja, as chuvas torrenciais de Deus não descerão. Sem busca não há encontro. Sem obediência a Deus, jamais haverá derramamento do Espírito. Contudo, quem determina o quando e o como do avivamento é Deus. Ele é soberano. David Brainerd orou vários anos pelo avivamento entre os índios peles vermelhas no século XVIII. Aquele jovem, ajoelhado na neve, suava de molhar a camisa, em agonia de alma, em oração fervente, em favor daqueles pobres índios. Quando o seu coração parecia desalentado e já não havia prenúncios de chuva da parte de Deus, o Espírito foi poderosamente derramado e os corações se dobraram a Cristo aos milhares.

Todo líder precisa valorizar o silêncio

Filed under #Todos os Estudos, Liderança by admin on 10-03-2010

Analise se estas cenas lhe são familiares:

a) Você está coordenando uma reunião e fica muito inquieto com o silêncio dos participantes. Sente-se constrangido por não saber administrar as pausas que, para você, soam como imensos buracos cinzentos.

b) Você chega do trabalho e o seu primeiro movimento é ligar a T.V., o rádio, o aparelho de som, o computador e apertar o botão da secretária eletrônica para saber se tem recados. No meio dessa parafernália barulhenta você pega o telefone para falar com alguém e, quando o silêncio se instala, imediatamente trata de disparar a metralhadora verbal, mesmo sem ter mais nada para dizer, como se silenciar fosse um pecado.

Quem de nós já não se sentiu pressionado pelo peso do silêncio, como se ele representasse uma ameaça insuportável? Quem já não se questionou também sobre essa necessidade de viver “afogado” em um universo de frases, sons e movimentos?

Podemos levantar duas hipóteses sobre o porquê do silêncio nos atemorizar tanto:

a) Do ponto de vista pessoal, silenciar obriga-nos a repensar fragilidades e inseguranças, colocando-nos em contato direto com a verdadeira essência do “eu”, estimulando um “check-up” mental, que pode provocar dor e traçando um retrato, em que o possível confronto com esse mundo interno assusta com a sua força.

b) No âmbito organizacional, o papel de líder exige a análise silenciosa e atenta daquilo que não é dito no ambiente de trabalho. A leitura desse material tão rico pode representar a necessidade de uma mudança estrutural das ações de liderança. Por medo, às vezes, é mais fácil ignorar o que não se quer ver do que assumir responsabilidades.

É claro que não se pretende aqui reforçar a magia do silêncio em detrimento da palavra. O poder da linguagem falada é indiscutível. Ela dá forma aos pensamentos e promove maior interação das pessoas, ajudando-as a compreender melhor o mundo.

Os líderes que utilizam bem a comunicação oral podem conseguir extrair da equipe de trabalho um resultado muito positivo. Mas a palavra não é tudo! A arte da liderança eficaz inclui, com certeza, o uso do silêncio inteligente. Há o tempo de falar e há o tempo de calar-se, sem medo da solidão do pensar, e entre esses dois tempos deve prevalecer o equilíbrio entre a razão e a sensibilidade.

Lapidar esse jogo instigador favorece o autoconhecimento e a maturidade psicológica, fatores imprescindíveis para se gerenciar pessoas. Além disso, a habilidade de traduzir bem o que fica nas “entrelinhas” ou sob a máscara das palavras, propicia um encontro mais harmonioso entre o sentir, analisar e agir e, consequentemente, uma melhor definição quanto à escolha de ações profissionais mais sensatas e produtivas.

A comunicação está presente na fala ou no silêncio

É preciso, pois, desmistificar a crença de que o ato de silenciar é sinônimo de caos ou solidão. O silêncio nem sempre significa ausência. No momento certo pode ser um grande companheiro para a reflexão, pois oferece pistas que nos conduzem ao verdadeiro significado de nossas emoções.

O silêncio funciona como um sensível toque de recolher, em que cada ser humano tem a chance de encontrar a chave de quem ele realmente é, mas, para ficar assim, à escuta de si mesmo e do “outro”, é preciso a coragem de desarmar as couraças internas que impedem um crescimento mais profundo e autêntico.

É no silêncio que o homem dimensiona o seu valor e revela a sua verdadeira imagem

Qual tal o desafio de aprender a dominar a linguagem do silêncio para administrar melhor a própria vida?

Experimente, não custa tentar!
Autor: Eunice Mendes

Fonte:  http://www.institutojetro.com


Como sonhar grande - Rick Warren

Filed under #Todos os Estudos, Testemunho by admin on 10-03-2010

Todos precisam ter um sonho. Quando qualquer um de nós iniciou sua vida no ministério, provavelmente iniciou com um grande sonho. Infelizmente, na medida em que o tempo de ministério vai passando, seus sonhos encolhem para o tamanho da situação que enfrenta. Provavelmente no início de seu ministério você pôde enxergar antecipadamente grandes coisas. Com o passar do tempo, as circunstâncias tendem a encolher seus sonhos.

Se você está se envolvendo com o ministério, precisa ser um sonhador. Precisa ter fé no que Deus vai realizar através de seu ministério. A Bíblia diz: “Sem fé é impossível agradar a Deus…” (Hb 11.6). Fé começa no momento em que você sonha, tem uma visão.

Quando iniciei a Igreja de Saddleback, comecei com um sonho. De fato, no primeiro culto experimental em Saddleback, compartilhei esse sonho com as 60 pessoas que estavam presentes. Compartilhei um sonho audacioso naquele dia, o sonho de uma igreja de 20.000 membros para ministrar em todo Condado de Orange e ao redor do mundo, um sonho de uma comunidade que fosse um refúgio para os feridos, deprimidos, frustrados e confusos, e um sonho de compartilhar as Boas Novas a centenas de milhares de pessoas.

Quando me apresentei e compartilhei esse sonho com estas pessoas que nunca havia visto antes, alguns disseram: “Tolice! Como é que pode com 60 pessoas chegar a uma igreja desse tamanho? Como vamos comprar uma propriedade na área do Vale de Saddleback, onde a terra é tão cara?” E, em 27 anos, alcançamos esses alvos. Nos anos em que estou pastoreando esta igreja, nunca duvidei que conseguiríamos. Nem uma vez. Não sabia quando isso iria acontecer – mas sabia que aconteceria. Por quê? Esse sonho pertencia a Deus.

Então em abril de 2005, no Jubileu de Prata da igreja, compartilhei um novo sonho com Saddleback e com toda a Rede de ICPs. Falei para todos sobre o Plano P.E.A.C.E., meu sonho de mobilizar bilhões de cristãos para derrotar os gigantes globais de perdidos espirituais, liderança egocêntrica, pobreza, doença e ignorância. O primeiro sonho conduziu Saddleback nos seus primeiros 25 anos; este outro irá conduzir pelos próximos 25 anos. Tenho tanta convicção com esse plano como tive do primeiro.

Todas as pessoas, todos os ministérios e todas as igrejas precisam de um sonho. Se você não está sonhando, está morrendo. Não creio que exista essa idéia de uma pessoa grandiosa. Creio que existem pessoas comuns comprometidas com grandes sonhos. Quando uma pessoa comum está comprometida com um grande sonho, isso a faz grandiosa. Se deseja ser saudável, precisa ter um sonho nessa direção.

Talvez você esteja no ministério por tanto tempo que tenha se esquecido de como é sonhar. Ou talvez esteja apenas começando e não teve a chance de contemplar o que Deus deseja fazer através de sua vida. Ou talvez esteja entre os dois. A despeito disso, aqui estão oito passos para ajudá-lo a descobrir os sonhos de Deus para sua vida. São os mesmos passos que dei quando desenvolvi os sonhos de Deus para Saddleback.

1. Abra sua mente para Deus.
Se você for fazer isso, vai precisar se aquietar diante do Senhor. Agende momentos de silêncio, fique sozinho. Para muitos de vocês Deus não pode dar seu sonho porque você não consegue sentar e calar-se! Você precisa estar quieto diante de Deus. Comece por ter a perspectiva de Deus em sua vida.

2. Faça pesquisas.
Você não consegue tomar boas decisões sendo ignorante. Este é um ponto que muitos desconhecem quando têm um sonho. Oram por isso, mas não vão adiante, buscando os fatos. A Bíblia diz que é tolice não ter conhecimento e reflexão         (Pv 18.13). Pense antes de agir. Leia livros, vá a conferências, visite outras igrejas – mas conheça os fatos.

3. Comece buscando conselhos.
Lembre-se, é melhor admitir sua ignorância do que prová-la na sua experiência. Você vai parecer tolo de todas as maneiras se não buscar conselhos sábios. Então, vá em frente e pergunte. Seja humilde.  Seja ensinável. Líderes são aprendizes.

4. Estabeleça algumas prioridades.
Você não vai ter tempo para fazer tudo, assim, tem que aprender a diferença entre o importante e o urgente, o que auxilia e o que causa mudança de vida, ser eficiente e efetivo. Eficiência é fazer as coisas de maneira certa; efetividade é fazer as coisas certas. Você precisa se concentrar em fazer as coisas certas. Quando faz isso, você desenvolve um plano e realiza seus sonhos – e é isso que é essencial.

5. Avalie os custos.
Isso é o que chamamos de risco calculado.  Provérbios 20.25 diz: “É uma armadilha consagrar algo precipitadamente e só pensar nas conseqüências depois que se fez o voto”. Você precisa perguntar três coisas quando estiver planejando sobre seu sonho:

* É necessário?  (Posso atingir meu alvo de outra maneira?)
* Quanto vai custar?  (Qual é o preço que está na etiqueta – em termos de tempo, energia, dinheiro e reputação?)
* Vale a pena? (Esta é a pergunta mais importante.)

Após ter o sonho para a Igreja Saddleback, precisei me fazer a seguinte pergunta:  “Isso é bom para minha vida?”.  E conclui: “Com certeza!”. Valia cada gota de suor que eu daria. Estamos falando de coisas para a eternidade aqui.

6. Planeje para enfrentar os problemas.
Seus planos devem visualizar os problemas. Coisas vão dar errado. Você estará preparado quando isso acontecer?  Provérbios 22.3 diz: “O prudente percebe o perigo e busca refúgio; o inexperiente segue adiante e sofre as conseqüências.” Pergunte-se: “O que pode dar errado com esse sonho?” E também “O que vai acontecer se for assim?”.  Isso não é ser pessimista.  A Bíblia diz que é apenas ser sensível.

7. Esteja pronto para arriscar. Enfrente seus medos.
A maioria das pessoas não enfrenta os riscos ministeriais porque têm medo.  Provérbios 29.25 diz: “Quem teme o homem cai em armadilhas,mas quem confia no Senhor está seguro.” Odiamos ter que admitir isso quando estamos com medo. Deus diz para ir em frente e admitir o medo. Medo não é sinal de fracasso, é sinal de humanidade.

Mas o segredo de estar adiante do medo é saber quem lhe deu o sonho. Provérbios 14.26 diz: “Aquele que teme o SENHOR possui uma fortaleza segura…”. Quando você sabe que seu sonho provém de Deus, isso lhe dá segurança. Isso lhe dá confiança de ir em frente. Se você sabe de onde seu sonho vem, não vai dar tanto valor ao que os críticos dizem. Você não vai deixar que as pessoas lhe digam que isso não é possível. As leis podem ser mudadas. O dinheiro pode ser levantado. O que importa é que Deus disse para fazer.

8. Faça isso agora.
Aqui está o ponto de decisão onde você pára de falar e começa a agir.  Você precisa começar. Uma vez decidido que vale a pena arriscar, precisa ir em frente. Vai chegar um momento em sua vida que você vai dizer:  “Deus me chamou para fazer isso. E eu vou fazê-lo.”

Não custa nada sonhar. Sonhe grandes sonhos para seu ministério. Tudo que é possível hoje em nossa sociedade era impossível tempos atrás: carros, computadores, aviões, micro-ondas, Internet. As impossibilidades de hoje são os milagres de amanhã.

Fonte: http://www.rickwarrennobrasil.com.br
Autor: Rick Warren

A vida de Abraão

Filed under #Todos os Estudos, Person by admin on 09-03-2010

Gênesis 18:1-22

Versículo para memorização ! Gênesis 17:19

(Os estudantes da Bíblia mais entusiasmados leiam Gênesis 13-18)

Aprendemos sobre um homem chamado Abrão, como Deus o chamou e os grandes planos que tinha para ele. Muitas vezes, Abrão foi tolo e incrédulo, mas Deus é sempre fiel.

Abraão era rico assim como Ló, seu sobrinho. Tinham tantos rebanhos que houve problemas entre seus pastores, então se separaram. Abrão habitava na montanha e Ló mudou-se continuamente mais perto de Sodoma, uma cidade bastante perversa, até que chegou a viver nela. Certa vez foi capturado por um guerreiro perverso e Abrão foi e, com a benção de Deus, libertou Ló, mas Ló continuou a viver em Sodoma.

Depois disso, Deus apareceu outra vez para Abraão e o relembrou de todas as promessas que ele tinha recebido de Deus. Em vez de confiar e esperar unicamente no Senhor, Abrão e Sarai inventaram um plano maldoso para ter um filho. O plano realizar-se com o uso impróprio de Agar (serva de Sara). Agar teve um filho de Abrão. Esse filho foi chamado Ismael, e foi o desejo de Abrão que Deus abençoasse Ismael, e que as promessas viriam através dele. Entretanto Deus recusou-se a fazer isso e relembrou Abrão de que Sarai deveria ter um filho e que, somente através desse filho, Isaque, viria a benção. Podemos aprender de tudo isso, que Deus tem Seus meios de fazer as coisas e que nunca as faz de outra maneira. Em vez de Ismael tornar-se o abençoado, como Abrão desejava, tornou-se uma grande nação e é uma maldição para a verdadeira semente de Abrão ainda hoje. Depois disso Deus apareceu a Abrão, cujo nome foi mudado, por Deus, para Abraão. O nome de Sarai também foi mudado para Sara. Abraão tinha aproximadamente 100 anos e Sara, 90. Relembre-se de que a expectativa de vida está diminuindo continuamente por causa do pecado e da enfermidade, e a idade para se ter filhos agora vai dos 25 aos 70 anos. Mas Deus diz que agora é o tempo. Em menos de um ano Sara terá o filho prometido. Abraão e Sara podiam regozijar-se muito no Senhor agora pela benção que esperava há anos, e pela qual até pecaram, mas que agora vinha através do poder e graça de Deus.

Perguntas ! A VIDA DE ABRAÃO

1.  Abrão sempre foi fiel a Deus?
2.  Abraão era um pobre pastor?
3.  Quem era Ló?
4.  Qual foi o problema que houve entre Abrão e Ló?
5.  Qual foi a solução deles para esse problema?
6.  Onde Abrão foi viver depois disso?
7.  Onde Ló foi viver depois disso?
8.  Que tipo de vizinhos Ló teve?
9.  O que aconteceu quando Ló foi capturado?
10. Qual era o nome da serva de Sarai?
11. Que papel ela desempenhou na vida de Abrão?
12. Qual era o nome do filho que ela deu a Abrão?
13. Qual era o plano de Abrão para Ismael?
14. Qual foi a resposta de Deus para o pedido de Abrão?
15. Qual foi o efeito que Ismael teve sobre a semente de Abrão?
16. O que Deus chamou Abrão?
17. O que Deus chamou Sarai?
18. Qual era a idade de Abraão e Sara quando Isaque nasceu?
19. Abraão era um grande guerreiro?
20. Quem abençoou Abraão depois da batalha?

Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Daniel Aaron Gardner
Edição: Calvin Gardner 04/04
Fonte: www.palavraprudente.com.br

1º Coríntios & 2º Coríntios

Filed under #Todos os Estudos, Esboços by admin on 09-03-2010

1º Coríntios (1Co)
Autor: Paulo
Data: Cerca de 56 dC

Autor


A autenticidade de 1Co nunca foi seriamente desafiada. Em estilo e filosofia, a epístola pertence a Paulo

Data


Paulo estabeleceu a Igreja em Corinto pro volta de 50-51 dC, quando passou dezoito meses lá em sua segunda viagem missionária (At 17.1-17). Ele continuou a levar a correspondência adiante e a cuidar da igreja depois de sua partida (5.9; 2Co 12.14). Durante esse ministério de três anos em Efeso , em sua terceira viagem missionária (At 19), ele recebeu relatórios perturbadores sobre a complacência moral existente entre os crentes de Corinto. Para remediar a situação, ele enviou uma carta à igreja ( 5.9-11), que depois se perdeu. Pouco depois, uma delegação enviada por Cloe, membro da igreja em Corinto fez um relato a Paulo sobre a existência da facções divisórias na igreja. Antes que pudesse escrever uma carta corretiva, chegou outra delegação de Corinto com uma carta fazendo-lhe certas perguntas(7.1; 16.17). Paulo enviou imediatamente Timóteo a Corinto (4.17). Então, ele escreveu a carta que conhecemos como 1 Co, esperando que a mesma chegasse a Corinto antes de Timóteo (16.10). Visto que Paulo, aparentemente, escreveu a carta próximo ao fim do seu ministério em Éfeso (16.8) ela pode ser datada cerca de 56 dC.

Contexto Histórico


A carta revela alguns problemas culturais gregos típicos dos dias de Paulo, incluindo a grande imoralidade sexual da cidade de Corinto. Os gregos eram conhecidos por sua idolatria, filosofias divisórias, espírito de litígio e rejeição de uma ressurreição física. Corinto era uma das cidades comerciais mais importantes da época e controlava grande parte das navegações entre o Oriente e o Ocidente. Situava-se na parte da Grécia e a península de Peloponeso. A cidade era infame pela sua sensualidade e prostituição sagrada. Mesmo seu nome tornou-se um provérbio notório: “corintizar” significava praticar prostituição. A principal divindade da cidade era Afrodite (Vênus), deusa do amor licencioso, e milhares de prostitutas profissionais serviam no templo dedicado à sua adoração. O Espírito da cidade apareceu na igreja e explica o tipo de problemas que as pessoas enfrentavam.
Também revela alguns dos problemas que os antigos pagãos tinham em não transmitir experiências religiosas anteriores à experiência de ministério do ES. Eles podem ter associado algumas das extravagâncias frenéticas do paganismo com o exercito de dons espirituais (12.2).

Conteúdo


A carta consiste na resposta de Paulo a dez problemas separados:
Um espírito sectário, incesto, processos, fornicação, casamento e divórcio, ingestão de alimentos oferecidos a ídolos,uso do véu, a Ceia do Senhor, dons espirituais e a ressurreição do corpo.

Cristo Revelado


A epístola contém uma revelação inigualável sobre a cruz de Cristo como uma oposição a todas as jactâncias humanas (caps 1-4) Paulo cita Cristo como nosso exemplo em todo comportamento (1.11) e descreve a igreja como seu Corpo (cap 12). De especial importância são as poderosas conseqüências da ressurreição de cristo para toda a criação (cap 15).

O Espírito Santo em Ação


As manifestações ou dons do Espírito formam as passagens mais conhecidas sobre o ES (caps 12-14). Mas não devemos fazer vista grossa ao papel do ES em revelar as coisas de Deus ao espírito humano de uma maneira que impede todas as bases para o orgulho (2.1-13). Talvez o mais iluminador entre o debate atual da igreja em geral seja a maneira como o apóstolo direciona os coríntios a um equilibrado emprego de falar línguas, afirmando essa prática e recusando qualquer direito de proibi-la (cap 14)

Esboço de 1º Coríntios

Introdução com saudação e ação de graças 1.1-9
I. O problema de um espírito sectário que surgiu de uma preferência por lideres religiosos devido à sua suposta sabedoria superior 1.10-4.21

O contraste entre a sabedoria divina e a humana sobre a cruz mostra o erro de um espírito sectário que se origina da sabedoria humana 1.10-3.4
O papel dos líderes religiosos mostra que eles são importantes, mas nunca motivo para jactância 3.5-4.5
Uma repreensão aberta por comparação irônica do orgulho coríntio com a loucura de Paulo 4.6-21

II. O problema da disciplina da Igreja interna ocorrida devido a um caso de incesto 5.1-13
III. O problema de processos entre os cristãos perante cortes públicas 6.1-11
IV. O problema de abuso sexual do corpo oriundo de uma aplicação errônea do ensinamento ético de Paulo 6.12-20
V. O problema do relacionamento entre a esfera secular e a vida espiritual do crente, especialmente nas áreas de sexo, casamento e escravidão. 7.1-40
VI. O problema de diferença ética entre irmãos causado pela ingestão de alimento oferecido aos ídolos 8.1-11.1

O princípio básico do amor versus conhecimento 8.1-13
O exemplo pessoa de Paulo antecede a seus direitos. 9.1-27
A aplicação do principio em comportamento e ação 10.1-11.1

VII. O problema do papel dos sexos à luz da retirada do véu 11.2-16
VIII. O problema de profanar a Ceia do Senhor 11.17-34
IX. O problema de manifestações espirituais que se originaram de uma abuso do dom de línguas 12.1-14.40

A necessidade de diversidade 12.1-31
A necessidade de amor 13.1-13
A necessidade de controle 14. 1-40

X. O problema da ressurreição dos mortos 15.1-58
XI. Concluindo observações pessoais 16.1-24

Fonte: Bíblia Plenitude



2º Coríntios (2Co)
Autor: Paulo
Data: Cerca de 55 - 56 dC

Contexto Histórico e Data


2Co reflete, de várias maneiras, o tratamento de Paulo com a Igreja de Corinto durante o período da fundação, por volta de 50 dC, até a redação desta epístola, em 55 ou 56 dC. Os vários episódios na interações entre Paulo e os coríntios podem ser resumidos conforme a seguir:

A visita de Fundação a Corinto durou cerca de dezoito meses. At 18
Paulo escreveu um epístola anterior a 1Co . (1Co 5.9)
Paulo escreveu 1Co em Éfeso por volta de 55 dC
Uma breve porém dolorosa visita a Corinto causou “tristeza” a Paulo e à igreja (2Co 2.1; 13.2)
Depois dessa dolorosa visita, Paulo escreveu um epístola severa, entregue por Tito (2Co 2.4; 7.6-8)
Paulo escreveu 2Co da Macedônia, durante seu caminho de volta a Corinto, em 55 ou 56 dC
A visita final de Paulo a Corinto (At 20), provavelmente, tenha ocorrido quando ele escreveu Rm, pouco antes de voltar a Jerusalém. A visita dolorosa, que At não registra, e a carta severa fornecem pano de fundo imediato para a redação de 2Co.

Não possuímos a epístola Severa, embora alguns estudiosos tenha sugerido que 2Co 10-13 possa ter sido parte dela. Entretanto, não há evidências manuscritas que fundamentos esse ponto de vista.

Características


2Co é a mais autobiográfica das epístola de Paulo, contendo inúmera referências às dificuldades que ele enfrentou no curso de seu ministério (11.23-33). Paulo as menciona para estabelecer a legitimidade de seu ministério e para ilustrar a natureza de verdadeira espiritualidade.
Ao defender seu ministério, Paulo abre seu coração, mostrando sua profunda emoção. Ele revela o seu forte amor pelos coríntios, seu zelo ardente pela glória de Deus, sua lealdade inflexível à verdade do evangelho e sua indignação implacável ao confrontar aqueles que rompem o companheirismo da igreja. Sua vida estava inseparavelmente leigada à de seus convertidos, e ele não era profissionalmente frio em seu ministério ( 1.6; 5.13; 7.3-7;11.2; 12.14-15).

Conteúdo


2Co consiste de três partes principais. Os primeiros sete capítulos contêm a defesa de Paulo sobre a sua conduta e o seu Ministério. A segunda parte, caps. 8-9, trata da oferta sendo levantada por Paulo para os santos pobres da Judéia e a Terceira parte, os caps 10-13, contêm uma mensagem de reprimenda aos caluniadores existentes na igreja.

Cristo Revelado


Jesus é o foco de nosso relacionamento com Deus. Todas as promessas de Deus para nós são sim em Jesus, e dizemos “amém” à estas promessas (1.9-20). Jesus é o Sim de Deus para nós e nosso Sim para Deus. Nós vemos a glória de Deus somente em Jesus e só nele somos transformados por essa glória (3.14,18), pois Cristo é a própria imagem de Deus (4.4-6). Deus veio até nós em Cristo, reconciliando o mundo consigo (5.19). Portanto, é “em Cristo” que nos tornamos novas criaturas (5.17). Essa mudança foi realizada através do maravilhoso ato de graça de Deus, no qual Cristo, “que não conheceu pecado”, tornou-se “pecado por nós, para que, nele, fossemos feitos justiça de Deus”(5.21).
Ele também é o foco de nosso serviço a Deus. Proclamamos a Jesus como Senhor e nós mesmo como servos por seu amor a ele (4.5). Nós compartilhamos não apenas a vida e a glória de Cristo, mas também sua morte (4.10-12), sua disposição de ser fraco de modo que os outros pudessem experimentar o pode de Deus (13.3-4,9), e a sua disposição de empobrecer, de modo que os outros pudessem enriquecer (8.9). Nós experimentamos sua fraqueza, mas também sua força, à medida que procuramos levar “cativo todo entendimento à obediência de Cristo” (10.5)
Mais uma vez, Ele é o foco de nossa presente vida neste mundo, onde experimentamos simultaneamente em nosso corpo mortal “a mortificação do Senhor Jesus” tanto quanto sua vida (4.10-11).
Por fim, Jesus é o foco de nossa vida futura, pois seremos ressuscitados com Jesus (4.14), que é o “marido” da igreja (11.2) e o juiz de todos os homens (5.10).

O Espírito Santo em Ação


O ES é o poder do NT (3.6), pois ele torna real para nós as ~provisões presentes e futuras de nossa salvação em Cristo, através do dom do “penhor do Espírito em nossos corações”, nós asseguramos que todas as promessas de Deus são Sim em Cristo e que somos ungidos e “selados” como pertencendo a ele (1.20-22). A experiência presente do Espírito é especificamente um “penhor” do corpo glorificado que receberemos um dia (5.1-5).
Nós não apenas lemos a respeito da vontade de Deus na “letra” das Escrituras, pois “a letra (sozinha) mata”. O Espírito que vivifica (3.6) muda nossa maneira de viver abrindo nossos olhos à realidade viva que lemos. Portanto, experimentamos progressivamente e incorporamos a vontade de Deus e nós mesmo nos tornamos epístolas de Cristo, “conhecida e lida por todos os homens” (3.2).
Quando nos submetemos à obra do ES, experimentamos um milagre. Achamos que “onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (3.17). Há liberdade pra contemplar a glória revelada do Senhor e para nos transformarmos mais e mais de acordo com a imagem que contemplamos. O ES nos dá liberdade para vermos e liberdade para sermos o que Deus quer que sejamos (3.16-18).
A obra do ES é evidente na renovação interna diária (4.16), no conflito espiritual (10.3-5) e nos “sinais, prodígios e maravilhas” do ministério de Paulo (12.12). Paulo terminou sua epístola com uma bênção, que incluía a “comunhão (companheirismo) do ES” (13.13). Isso poderia indicar um sentido da presença do Espírito ou, mais provavelmente, um deleite de companheirismo que o Espírito nos dá com Cristo e com todas as pessoas que amam a Cristo.

Esboço de 2º Coríntios

I. Saudação 1.1-2
II. Explicação do Ministério de Paulo 1.3-7.16

Consolação e sofrimento 1.3-11
Mudanças de Planos 1.12-2.4
Perdoando o ofensor 2.5-11
Perturbação em Trôade 2.12-13
Natureza do ministério cristão 2.14-7.4
Deleitando-se com o relatório de Corinto 7.5-16

III. Generosidade ao dar 8.1-9.15

Macedônios e Jesus como exemplos 8.1-9
Cumprindo as boas intenções 8.10-12
Compartilhando recursos 8.13-15
Uma delegação honrada 8.16-24
Preparação conveniente do dom 9.1-5
Bênção de dar 9.6-16

IV. Defesa e uso da autoridade apostólica 10.1-13.10

Repreensão por avaliação superficial 10.1-11
Repreensão por comparações tolas 10.12-18
Zelo de Deus pela Igreja 11.1-4
Comparação com falsos apóstolos 11.5-15
Tolerância mal orientada dos coríntios 11.16-21
Jactância relutante de Paulo 11.22-12.13
Anúncio da terceira visita 12.14-13.10

V. Saudações finais 13.11-14

Fonte: Bíblia Plenitude & Site Vivos

 

Há base bíblica para planejamento estratégico?

Filed under #Todos os Estudos, Igreja, Liderança by admin on 09-03-2010

A impressão que se tem a respeito de planejamento estratégico é que seja meramente técnico, aplicável a empresas e contrário ao Reino de Deus. De fato existem diferenças entre ambos. Josué Campanha afirma que ambos falam em “visão” e “missão”. Entretanto, uma grande diferença é que o Reino de Deus tem a “Visão” e a “Missão” de Deus. Esta se relaciona com os propósitos de Deus para a sua igreja, para o seu povo e para o mundo todo.

Portanto, o planejamento estratégico em empresas é a “arte” que promove resultados e lucros. No Reino de Deus se lida com “produtos” não mensuráveis como a fé, a esperança e o amor. Estes dependem exclusivamente do bondoso agir de Deus. São frutos do agir do Senhor e podem acontecer com ou sem estratégias e planos.

A terminologia “planejamento estratégico” parece ter a origem e aplicar-se a arte militar (e por que é aplicada a empresas?), ou a arte sócio-econômica do mundo secular, que visa principalmente lucros e resoluções condicionadas por resultados. Todavia, percebe-se elementos que podem contribuir para a reflexão do desenvolvimento do Reino de Deus. Isto porque se referem a uma caminhada que visa principalmente alcançar o alvo.

Observando a tradição da Igreja

A Igreja Cristã conhece o chamado “Plano de Salvação”. Ele é o exemplo e o resumo do amor de Deus pela humanidade. Ele é dividido em quatro partes:

1) Inicia com a Criação: Vivemos num mundo criado e amado por Deus (Gn 1 e 2; Jo 3.16);
2) Segue com a Queda: Mas, somos pecadores e separados de Deus sem Jesus (Gn 3; Rm 3.23);
3) Reconhecer e confessar: sou pecador e preciso de Jesus como Senhor e Salvador (1Jo 1.9; Rm 10.9);
4) Receber, confessar, e crer em Jesus nos torna filhos de Deus (Ap 3.20; Jo 1.12).

Este é o chamado “fio vermelho” que perpassa toda a Bíblia. O plano maravilhoso de Deus “que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1Tm 2.4).

Deus, quando criou o mundo, teve um plano maravilhoso que era glorificar o seu nome Santo. A criação teve e tem um alvo que é a vida e a eternidade. Apesar de tudo o que já aconteceu e ainda acontecerá, o plano de Deus se realizará. O céu e a terra passarão, mas a palavra e o plano de Deus não passará, sem que tudo se cumpra (Mt 5.17).

Analisando os acontecimentos da Bíblia

A Bíblia revela e relata eventos consecutivos da realização do Plano e do Propósito de Deus. Analisemos como a Bíblia é um plano que caracteriza metas e alvos, com pessoas que Deus usa para tarefas e em determinadas épocas:

1. Noé – escolhido por Deus para ser uma testemunha. Deus colocou este projeto em seu coração. Foi mensurável com um propósito definido;

2. Abraão – chamado por Deus para formar um povo, cujo plano foi “ser abençoado e ser uma bênção” ao seu povo e aos outros povos. O plano durou durante quatro gerações e durante 400 anos em que o povo de Deus viveu no Egito debaixo da escravidão. José foi um grande líder, com um propósito de Deus no Egito, bem como durante 14 anos em que foi usado grandemente por Deus como um grande estrategista – ele fez um “planejamento sábio”;

3. Moisés foi um líder chamado e usado por Deus. Passou 40 anos na casa de Jetro, 40 anos no deserto com o povo de Israel. Caracteriza etapas que preparavam a caminhada. O episódio do conselho de Jetro é muito lembrado como exemplo de/para planejamento e organização do trabalho no Reino de Deus;

4. Josué foi um grande estrategista, que liderou o povo no cumprimento do propósito e da promessa de Deus para a ocupação das terras da promessa;

5. Davi caracteriza a etapa onde o povo de Israel se estabeleceu e teve paz;

6. Neemias é um personagem que marca a época da reconstrução do muro e da volta do povo a sua pátria. O livro de Neemias retrata um propósito específico do plano e da fidelidade de Deus. Ele mesmo foi um planejador e desenvolveu um plano com etapas para alcançar as metas propostas;

7. O silêncio de 400 anos (período inter-bíblico) caracteriza o propósito de Deus para que a Mensagem de João Batista tivesse repercussão fosse impactante;

8. O Senhor Jesus Cristo, realizou a sua missão durante três anos, segundo a visão completa de Deus, trazendo valores e princípios que jamais podem ser mudados. Estes servem para refletir um planejamento para a atualidade – O que queremos e o que devemos?

9. Na Igreja Primitiva, propriamente em Atos dos Apóstolos, percebe-se uma visão muito clara do propósito de Deus e as metas para alcançar – primeiro em Jerusalém, depois na Judéia, na Samaria e até os confins da terra (At 1.8). O livro desenvolve a estratégia a ser realizada durante a segunda metade do primeiro século da era cristã. O primeiro item do planejamento estratégico da igreja primitiva era a compaixão e o amor pelas pessoas. Sua estratégia era se aprofundar na doutrina, ter comunhão, orar, ajudar os necessitados e louvar a Deus (At 2.42-47). O apóstolo Paulo teve um ministério com a visão estratégica de alcançar os confins da terra. O evento de Atos 6 mostra a necessidade de planejamento e nova organização. É marcante o planejamento que fazem.

Algumas considerações bíblicas que remetem a ações de planejamento:

Assentar-se e calcular/planejar (Lc 14.28-33). Ser fiel e alcançar o propósito (Lc 12.42-48; 8.18). Reagir diante da necessidade e crise (Lc 16.1-8). Parábolas que remetem a consciência de desenvolver com cuidado e zelo o Reino de Deus, muitas vezes com caráter de negócio (Mt 13.44-45). Planejar e lançar a rede (13.47-52). Planejar e aproveitar as oportunidades (Mt 25.14-30). Negociar até que Jesus volte e fazer render (Lc 19.11-26). Estratégia do envio e da tarefa dos discípulos/lideranças (Lc 9.1; 10.1; Mt 28.18-20; At 1.8).

As ações no Reino de Deus, normalmente, iniciam pequenas, mas se desenvolvem até abrigar os necessitados e atenda carências (a semelhança do grão de mostarda e o fermento - Lc 13.18ss). Os resultados nem sempre são vistos e nem mensuráveis. Eles têm a promessa na eternidade.

Conclusão

1. Os mensageiros e servos de Deus sempre apontaram para o plano e o propósito de Deus. As ações e metas se realizaram e cumpriram o propósito maior do amor e da graça de Deus. Este propósito de Deus ainda está em aberto e se concretizará na volta de Cristo e na eternidade.

2. A Bíblia de fato não fala nos termos planejamento estratégico, mas percebe-se que ela é um plano muito bem planejado, que se realiza a cada momento que passa. Deus realiza o seu plano. O propósito é estar dentro do propósito de Deus. E a Bíblia oferece elementos que refletem que ela mesma é um “planejamento estratégico”, que não se baseia na técnica, em resultados e lucros, mas na visão, missão e valores/princípios do Reino de Deus.

3. O risco da igreja cristã na época da pós-modernidade é não conhecer a fundamentação bíblico-teológica e copiar do mundo secular o seu modelo de planejar (ou simplesmente agendar) e se organizar. O contrário acontece quando a organização, ou mesmo a comunidade local, se exime de não planejar e se organizar. Uma pode ser tão perigosa quanto à outra.

4. O atual desafio da igreja cristã é ouvir o falar e pulsar de Deus pelas pessoas que vivem na escuridão e perdidas no mundo que nos cerca. É estar atento para a oportunidade que Deus dá para redescobrir o propósito eterno de Deus, que compromete para realizar tarefas planejadas e cumprir o mandato de Deus. Desta forma, cumprir o mandato de Jesus até que ele volte.

5. O planejamento estratégico efetivo é aquele que ousa acreditar no propósito eterno de Deus, se dispõe a aprender dos grandes feitos de Deus, não se intimida diante de fracassos e contrariedades, mas acredita em ser agente de mudança e transformação.

Autor: Werner Lickfeld - http://www.institutojetro.com.br

Outros Manuscritos

Filed under #Todos os Estudos, Bíblia by admin on 09-03-2010

Além dos livros que compõem o nosso atual Novo Testamento, havia outros que circularam nos primeiros séculos da era cristã, como as Cartas de Clemente, o Evangelho de Pedro, o Pastor de Hermas, e o Didache (ou Ensinamento dos Doze Apóstolos).

Durante muitos anos, embora os evangelhos e as cartas de Paulo fossem aceitos de forma geral, não foi feita nenhuma tentativa de determinar quais dos muitos manuscritos eram realmente autorizados. Entretanto, gradualmente o julgamento das igrejas, orientado pelo Espírito de Deus, reuniu a coleção das Escrituras que constituíam um relato mais fiel sobre a vida e ensinamentos de Jesus. No Século IV d.C. foi estabelecido entre os concílios das igrejas um acordo comum e o Novo Testamento foi constituído.

Os dois manuscritos mais antigos da Bíblia em grego podem ter sido escritos naquela ocasião – o grande Codex Sinaiticus e o Codex Vaticanus. Estes dois inestimáveis manuscritos contêm quase a totalidade da Bíblia em grego. Ao todo são aproximadamente vinte manuscritos do Novo Testamento escritos nos primeiros cinco séculos.

Quando Constantino proclamou e impôs o cristianismo como única religião oficial no Império Romano, no final do Século IV, surgiu uma demanda nova e mais ampla por boas cópias de livros do Novo Testamento. É possível que o grande historiador Eusébio de Cesaréia (263–340) tenha conseguido demonstrar ao imperador o quanto os livros dos cristãos já estavam danificados e usados, porque o imperador encomendou 50 cópias para igrejas de Constantinopla. Provavelmente, esta tenha sido a primeira vez que o Antigo e o Novo Testamentos foram apresentados em um único volume, agora denominado Bíblia.

Fonte: SBB

O mapa do fracasso

Filed under #Todos os Estudos, Liderança by admin on 09-03-2010

Paul Krugman ganhou o Prêmio Nobel de Economia em 2008. Depois, passou a escrever para o jornal “The New York Times”. Em “A Desintegração Americana” (Editora Record), Krugman relata os caminhos que levaram uma economia próspera à bancarrota. A orelha do livro avisa que Krugman “examina como a exuberância cedeu lugar ao pessimismo, como a era dos heróis empreendedores foi substituída pela dos escândalos corporativos e como a responsabilidade fiscal entrou em colapso”. Publicado originalmente em 2003, parece um mapa para o fracasso que agora assombra o mundo inteiro.

O capítulo 1 começa com um texto de 29 de dezembro de 1997, que pergunta o que o mercado andava tramando. Busca saber como “homens e mulheres inteligentes — e devem ser inteligentes, porque se não fossem, como ficariam ricos? — podiam fazer tanta bobagem”. Krugman previu que o andar da carruagem da economia acabaria no barranco. E, ironicamente, sugeriu sete posturas para precipitar o mercado no despenhadeiro. Ei-las:

1. Pense a curto prazo. Não projete, não raciocine, para cinco anos. Descarte esse tipo de projeção como excessivamente acadêmica, portanto, desprezível no mundo dos negócios.

2. Seja ambicioso. Tenha como objetivo ganhar e ganhar. Não considere que existam limites para a subida de ações na bolsa. Tente abocanhar os mínimos percentuais das pequenas variações do mercado.

3. Acredite que existe sempre alguém mais tolo do que você. Despreze os outros. Há pouco tempo o mundo corporativo trabalhava com a lógica de que suas estratégias eram seguras porque “sempre haverá alguém suficientemente estúpido para só perceber o que está acontecendo quando for tarde demais”.

4. Acompanhe a manada. Não ouça as vozes discordantes. Pelo contrário, “as poucas e tímidas vozes antagônicas” precisam ser ridicularizadas e silenciadas.

5. Generalize sem limites. Crie preconceitos. Gere reputações. Condene ou louve instituições e pessoas por critérios difusos e subjetivos.

6. Siga a tendência. Procure ver o que está dando certo, copie acriticamente e espere que os resultados se repitam com você.

7. Jogue com o dinheiro dos outros. Preserve sua carreira e tente progredir com o capital alheio.

Os sete pontos de Krugman valem para qualquer outra atividade humana, inclusive a religiosa. Ao detalhar a rota do desastre, ele talvez não tenha atinado para sua pertinência entre os evangélicos. Nem todos os líderes são lobos predadores; muitos não passam de vítimas de um sistema perverso que conspira contra eles. Como cordeiros equivocados, caminham para um matadouro armado pelo sistema que a Bíblia chama de mundo.

Evangelismo a curto prazo compromete a próxima geração. Diversos pastores, ávidos por sucesso, agem como pescadores predatórios. Existem diversas maneiras de pescar: tarrafa, rede, anzol. Cada jeito produz diferentes resultados. Talvez o mais eficaz seja com dinamite: localiza-se o cardume, detona-se a bomba e logo boiarão milhares de peixes. O problema com esse tipo de pesca é que ela destrói o rio para a próxima geração. O barco fica cheio, mas o neto do pescador não conseguirá tirar seu sustento do rio. A sede de lotar o auditório pode transformar o pastor em um pragmático irresponsável, que repetirá: “Não é possível que esteja errado, crescemos como nenhuma outra igreja”. As patacoadas milagreiras, a repetição enfadonha de chavões, as bizarrices sobrenaturais que se observam em muitas igrejas não passam de dinamite que garante o barco repleto no próximo domingo, mas o rio religioso estará vazio no futuro.

Ambição não se restringe à esfera financeira. Alexandre, o Grande, Hitler e tantos outros falharam porque não souberam dizer “basta”. Cobiça existe inclusive entre os sacerdotes. A pretensão de alcançar o mundo, tornar-se o evangelista famoso que afeta uma geração é luciferiano na essência. Muitos pastores perderam a alma nesta busca.

Ao acreditar que só os ingênuos procuram os ambientes religiosos, eles desprezam os auditórios. Pastores repetem as mesmas ilustrações, narram histórias fantásticas inventadas como milagres e pregam sermões ralos. Porém, se permitem este desdém porque se acham mais espertos que os seus ouvintes. Mal sabem que, nas conversas em pizzarias, são ridicularizados pelos jovens.

Acompanhar a manada significa contentar-se com o “status quo”. A posição morna dos muristas que Deus vomitará de sua boca. O mimetismo religioso acontece porque muitos têm preguiça de perguntar a verdade que alicerça o que está sendo feito.Criam-se fronteiras para definir com precisão quem está dentro e quem está fora. Os que estão fora são tratados com desprezo. Preconceitos se formam para que não haja culpa quando for preciso apedrejar.

Ao seguir tendências, modismos passam a ser tratados como projetos que deram certo devido à aplicação de “princípios universais”. Indolentes, repetem o chavão: “Nada se perde, nada se cria, tudo se copia”. Da mesma maneira que os financistas que atolaram o mundo nesta crise, muitos sacerdotes não se dispõem a apostar seu capital nas muitas empreitadas em que se metem. Mobilizam o povo a pagar a conta de seu ufanismo desvairado.

O mundo corporativo e financeiro foi irresponsável por anos. Deflagrou uma crise econômica sem precedentes, queimou trilhões de dólares com socorro a bancos e colocou milhões de trabalhadores na rua, provocando mais miséria. Muitas igrejas seguem os mesmos passos, que talvez gerem um desastre igual ao do mercado financeiro.

Soli Deo Gloria.

Autor: Ricardo Gondim

Fonte: http://www.ricardogondim.com.br

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Filed under #Todos os Estudos by admin on 09-03-2010

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Desde o dia 12 foram abertas inscrições para o curso Online
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Mente Renovada - Renovação Como Estilo de Vida

Filed under #Todos os Estudos, Vida Cristã by admin on 08-03-2010

Olá a todos, primeiramente, vou me apresentar. Meu nome é Kennedy Lucas, blogueiro cristão e apaixonado pelo assunto que vou falar aqui. Pra falar sobre renovação mental, vou usar o texto de Romanos 12.2 como referencial.

“Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente; para que possais experimentar qual seja a boa, perfeita e agradável vontade de Deus.”

Primeiramente precisamos entender que renovação de mente, para os cristãos não é algo opcional. Quando nos tornamos novas criaturas, muitas coisas mudam em nossa vida, principalmente, nossa mente. Então, ser nova criatura, implica em ter uma mente renovada.

Precisamos também saber que, nós, não podemos renovar a nossa mente de forma eficaz, com o nosso próprio esforço. Isso significa que é uma obra do Espírito Santo de Deus.
Embora seja uma obra de Deus, nós é que decidimos se queremos ou não ter uma mente e, consequentemente, uma vida renovada. Uma vida na plenitude de Deus.

O que é Renovação de Mente?

Renovação significa, sem dicionários, tornar novo. Então, podemos dizer que renovação de mente, nada mais é do que, despejar pensamentos velhos para adotar pensamentos novos. Quando a bíblia fala: “Eis que tudo se fez novo”, o tudo inclui nossa maneira de pensar e agir.

Pra Quê Renovar a Mente?

Por vários motivos, entre eles:

Para experimentar a vontade de Deus. A Bíblia diz que os pensamentos de Deus são mais altos que os nossos, e a vontade dEle, é diferente da nossa. Precisamos aceitar a vontade de Deus acima da nossa.

Pra viver em novidade de vida (Ro. 6.4). Nossos pensamentos antes de sermos cristãos eram pecaminosos e consequentemente, nossa vida era pecaminosa, por isso devemos substituí-los por novos e melhores pensamentos. Enquanto estivermos aqui, nunca vamos parar de pecar, mas somos livres pra decidir viver uma vida de santidade e obediência diante de Deus.

Para ter a mente de Cristo (I Co. 2.16). Paulo fala que o homem carnal não compreende as coisas espirituais de Deus, por isso precisamos da obra do Espírito Santo em nosso entendimento para que possamos compreender as coisas espirituais de Deus.

Como Renovar a Mente

Agora que já sabemos que a renovação de mente e vida é uma obra de Deus, e já sabemos também sua importância, basta saber como podemos deixar que Deus faça isso em nós.

Deus age de muitas maneiras em nossas vidas. Deus não é limitado e o que Ele puder usar pra abençoar nossas vidas, Ele vai usar. A chave para ter uma vida renovada é ter o coração aberto para os ensinamentos de Deus.
Deus, pra nos ensinar algo novo, e renovar nosso entendimento, pode usar sua palavra, sermões do seu pastor, outras pessoas, livros, programas de TV, blogs, conversas informais com seus amigos e uma infinidade de outras coisas.
Mas os esforços de Deus, pra nos ensinar algo novo serão inúteis se o nosso coração permanecer duro e fechado para a sua obra.

Para evitar que Deus fale conosco e passarmos despercebidos e perder uma oportunidade de renovar nossa mente, há alguns bons hábitos que nos ajudam a ter uma vida renovada:

Ler a bíblia com freqüência. (Salmo 119) O ideal é todo dia. Mas ler por ler não basta, é necessário que permitamos sermos moldados por ela.

Ter um bom tempo de oração. (I Ts 5.17) Oração é você falando com Deus. Mas Ele não gosta de monólogos, e quando falamos com Ele, Ele sempre nos responde prontamente. Nossa vida com Deus é um relacionamento, e como qualquer relacionamento, quanto mais tempo você passar com a pessoa que você está se relacionando, mais vocês vão se conhecer e ter intimidade.

Ler bons livros. Também com freqüência. É uma forte arma que Deus ama usar pra transformar nosso entendimento.

Ler bons blogs. Muitos amigos blogueiros têm muita coisa boa a dizer e Deus constantemente os usa para nos ensinar coisas maravilhosas.

Assistir bons filmes. Também é um ótimo hábito e nos ajuda a ter nossa mente aberta para coisas novas.

Conversar com as pessoas. Isso nos ajuda sair da caixinha de nosso mundo particular. Conversar com pessoas pode ser uma experiência fascinante. As pessoas sempre têm algo a nos ensinar. Ahh, de preferência pessoas que pensam diferente de você, mas não discuta com ela. Ouça o que ela tem a dizer e se ela te perguntar explique seu ponto de vista sem ofensas e com respeito.

Renovação da mente e da vida é algo que acontece diária e constantemente. E o assunto é muito grande e profundo. Eu espero que você esteja disposto a adotar esse estilo de vida. Você pode acompanhar o blog Geração Renovada, meu blog que procuro manter constantemente atualizado pra ajudar a renovar nossas vidas a cada dia.

Para conhecer mais sobre o Kennedy Lucas visite o blog: Geração Renovada

Maria

Filed under #Todos os Estudos, Person by admin on 08-03-2010

Lucas 1:26-56; 2:4-7

Versículo para memorização - - Lucas 2:19

Muitos estudiosos da Bíblia acreditam que Maria tinha só aproximadamente 16 anos quando estava desposada a casar com José. Não tenho certeza disso, mas é totalmente possível uma vez que não era incomum mulheres judias se casarem tão jovens.

A árvore genealógica de Maria é apresentada em Lucas 3:23-38. Do começo ao fim as Escrituras dizem-nos que Maria deveria ser uma virgem e assim foi quando Jesus nasceu. Nada mais se diz sobre seu caráter. Não há dúvidas de que Deus escolheu uma pessoa pouco conhecida para dar à luz Seu Filho a fim de que fosse vista toda a glória disso sendo dada a Deus e não ao homem. (Veja Isaias 53:2.)

Não há nada nas Escrituras que indique que ela deva ser reverenciada ou adorada de alguma forma. O Senhor não fez isso, e nem mesmo os Seus discípulos. Na verdade, você não encontrará em lugar nenhum da Bíblia uma situação em que alguém demonstrou qualquer consideração particular a ela, exceto para compartilhar seu regozijo, pelo fato de Deus tê-la escolhido para dar à luz o Messias.

Quando o anjo Gabriel veio a Maria na cidade de Nazaré, para anunciar que daria à luz um filho, ela ficou muito surpreso pois não era casada e sabia que, por isso, naturalmente não poderia dar à luz um bebê. Gabriel anunciou que ela era grandemente favorecida por Deus e daria à luz um filho como resultado da obra sobrenatural do Espírito Santo.

Foi-lhe comunicada a concepção de João o Batista através de sua prima Isabel e que o nascimento do filho de Isabel ocorreria seis meses antes que o dela. Levantou-se e foi para a região montanhosa de Judá para visitar sua prima Isabel. Regozijaram-se juntas ao considerar a maravilhosa maneira pela qual Deus as havia abençoado. Maria sabia que as gerações futuras iam chamá-la de abençoada. Isto, é claro, deveria ser adoração a Deus, e não a Maria, pois foi Deus que atuou, e não Maria.

Maria retornou para casa depois de três meses desde sua visita a Isabel. Isso deve ter ocorrido pouco tempo antes do nascimento de João o Batista.

Perguntas - MARIA

1. Qual era a tribo de Maria?

2. A qual família pertencia?

3. Qual o mensageiro de Deus que veio a ela?

4. Quem era sua prima?

5. Há quanto tempo sua prima estava grávida nessa época?

6. Por que Maria ficou tão surpresa com as notícias de Gabriel?

7. Maria tinha planos de se casar naquele tempo?

8. Com quem planejava se casar?

9. Ela ficou feliz ou triste por saber que teria um filho?

10. Quem ela foi ver depois da visita de Gabriel?

11. Quanto tempo ficou lá?

12. Para onde ela foi para fazer essa visita?

13. Maria era boa ou importante e por isso Deus a escolheu?

14. Isabel ficou com inveja porque Maria daria à luz um filho mais importante do que a dela?

15. Qual a nação e cidade nasceu Jesus?

16. Por que Maria e José estavam lá e não em Nazaré?

17. Em que tipo de construção nasceu Jesus?

18. Por que nasceu em tal lugar?

19. Onde foi colocado depois do Seu nascimento?

20. Você acha que Deus queria que Ele nascesse em uma estrebaria?

Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Daniel Aaron Gardner
Edição: Calvin Gardner
Fonte: www.palavraprudente.com.br

Mateus & Marcos

Filed under #Todos os Estudos, Esboços by admin on 08-03-2010

Mateus (Mt)
Autor: Mateus
Data: Cerca de 50—75 dC

Autor


Embora este evangelho não identifique seu autor, a antiga tradição da igreja o atribui a Mateus, o apóstolo e antigo cobrador de impostos. Pouco se sabe sobre ele, além de seu nome e ocupação. A tradição diz que, nos quinze anos após ressurreição de Jesus, ele pregou na Palestina e depois conduziu campanhas missionárias em outras nações.

Data


Evidências externas, como citações na literatura cristã do Séc I, testemunham desde cedo a existência e o uso de Mt. Líderes da igreja do Séc. II e III geralmente concordavam que Mt foi o primeiro Evangelho a ser escrito, e várias declarações em sues escritos indicam uma data entre 60 e 65 dC.

Conteúdo


O objetivo de Mt é evidente na estrutura deste livro, que agrupa os ensinamentos e atos de Jesus em cinco partes. Este tipo de estrutura, comum ao judaísmo, pode revelar o objetivo de Mt em mostrar Jesus como o cumprimento da lei. Cada divisão termina com uma fórmula como: “Concluindo Jesus estes dircusos…” (7.28; 11.1; 13.53; 19.1; 26.1).
No prólogo (1.1-2.23), Mt mostra que Jesus é o Messias ao relacioná-lo às promessas feitas a Abraão e Davi. O nascimento de Jesus salienta o tema do cumprimento, retrata a realeza de Jesus e sublinha a importância dele para os gentios.
A primeira parte (caps. 3-7) contém o Sermão da Montanha, no qual Jesus descreve como as pessoas devem viver no Reino de Deus.
A Segunda parte (8.1-11.1) reproduz as instruções de Jesus a seus discípulos quando ele os enviou para a viagem missionária.
A Terceira parte (11.2-13.52) registra várias controvérsias nas quais Jesus estava envolvido e sete parábolas descrevendo algum aspecto do Reino dos céus, em conexão com a resposta humana necessária.
A Quarta parte ( 13.53-18.35) o principal discurso aborda a conduta dos crentes dentro da sociedade cristã (cap 18).
A quinta Parte (19.1-25.46) narra a viagem final de Jesus a Jerusalém e revela seu conflito climático com o judaísmo. Os caps. 24-25 contêm os ensinamentos de Jesus relacionados à últimas coisas. O restante do Livro (26.1-28.20) detalha acontecimentos e ensinamentos relacionados à crucificação, à ressurreição e à comissão do Senhor à Igreja. A não ser no início e no final do Evangelho, a disposição de Mt não é cronológica e não estritamente biográfica, mas foi planejada para mostrar que o Judaísmo encontra o cumprimento de suas esperanças em Jesus.

Cristo Revelado


Este Evangelho apresenta Jesus como o cumprimento de todas as expectativas e esperanças messiânicas. Mt estrutura cuidadosamente suas narrativas para revelar Jesus como cumpridor de profecias específicas. Portanto, ele impregna seu Evangelho tanto com citações quanto com alusões ao AT, introduzindo muitas delas com a fórmula “para que se cumprisse”.
No Evangelho. Jesus normalmente faz alusão a si mesmo como o Filho do Homem, uma referência velada ao seu caráter messiânico (Dn 7.13,14). O termo não somente permitiu a Jesus evitar mal-entendidos comuns originados de títulos messiânicos populares, como possibilitou-lhe interpretar tanto sua missão de redenção (como em 17.12,22; 20.28; 26.24) quanto seu retorno na glória (como em 13.41; 16.27; 19.28; 24.30,44; 26.64).
O uso do título “Filho de Deus” por Mt sublinha claramente a divindade de Jesus ( 1.23; 2.15; 3.17; 16.16). Como o Filho, Jesus tem um relacionamento direto e sem mediação com o Pai (11.27).
Mt apresenta Jesus como o Senhor e Mestre da igreja, a nova comunidade, que é chamada a viver nova ética do Reino dos céus. Jesus declara: “a igreja” como seu instrumento selecionado para cumprir os objetivos de Deus na Terra (16.18; 18.15-20). O Evangelho de Mt pode ter servido como manual de ensino para a igreja antiga, incluindo a surpreendente Grande Comissão (28.12-20), que é a garantia da presença viva de Jesus.

O Espírito Santo em Ação


A atividade do ES é evidente em cada fase e ministério de Jesus. Foi por meio do poder do Espírito que Jesus foi concebido no ventre de Maria (1.18-20).
Antes de Jesus começar seu ministério público, ele foi tomado pelo Espírito de Deus (3.16) e foi conduzido ao deserto para ser tentado pelo diabo como preparação adicional a seu papel messiânico (4.1). O poder do Espírito habilitou Jesus a curar (12.15-21 e a expulsar demônios (12.28).
Da mesma forma que João imergia seus seguidores na água, Jesus imergirá seus seguidores no ES (3.11). Em 7.21-23, encontramos uma advertência dirigida contra os falsos carismáticos, aqueles que na igreja, profetizam, expulsam demônios e fazem milagres, mas não fazem a vontade do Pai. Presumivelmente, o mesmo ES que inspira atividades carismáticas também deve permitir que as pessoas da igreja façam a vontade de Deus (7.21)
Jesus declarou que suas obras eram feitas sob o poder do ES, evidenciando que o Reino de Deus havia chegado e que o poder de satanás estava sendo derrotado. Portanto, atribuir o ES ao diabo era cometer um pecado imperdoável (12.28-32).
Em 12.28, o ES está ligado ao exorcismo de Jesus e à presente realidade do Reino de Deus, não apenas pelo fato do exorcismo em si, pois os filhos dos fariseus (discípulos) também praticavam exorcismo (12.27). Mas precisamente, o ES está executando um novo acontecimento com o Messias—”é chegado a vós o Reino de Deus” (v.28).
Finalmente, o ES é encontrado na Grande Comissão (28.16-20). Os discípulos são ordenados a ir e a fazer discípulos de todas as nações, “batizando-os em nome do Pai, do Filho e do ES” (v.19). Isto é, eles deveriam batizá-los “no/com referência ao “ nome— ou autoridade– do Deus Triúno. Em sua obediência a esta missão, os discípulos de Jesus têm garantida sua constante presença com eles.

Esboço de Mateus

Prólogo: Genealogia e narrativa da infância 1.1-2.23

genealogia de Jesus 1.1-17
O nascimento 1.18-25
A adoração dos magos 2.1-12
Fuga para o Egito e matança nos inocentes, a volta para Israel 2.13-13

I. Parte um: Proclamação do Reino dos Céus 3.1-7.29

Narrativa: Início do Ministério de Jesus 3.1-7.29
Discurso: O Sermão da Montanha 5.1-7.29

II. Parte Dois: O ministério de Jesus na Galiléia 8.1-11.1

Narrativa: Histórias dos dez milagres 8.1-11.1
Discurso: Missão e martírio 9.35-11.1

III. Parte Três: Histórias e parábolas em meio a controvérsias 11.2-13.52

Narrativa: Controvérsia que se intensificam 11.2-12.50
Discurso: Parábolas do Reino 13.1-52

IV. Parte Quatro: Narrativa, controvérsia e discurso 13.53-17.27

Narrativa: Vários episódios precedentes à jornada final de Jesus em Jerusalém 13.53-17.27
Discurso: Ensino sobre a igreja 18.1-35

V. Parte Cinco: Jesus na Judéia e em Jerusalém 19.1-25.46

Narrativa: A jornada final de Jesus e a instauração do conflito 19.1-23.39
Discurso: Os ensinos escatológicos de Jesus 24.1-25.46

A narrativa da Paixão 26.1-27.66
A narrativa da ressurreição 28.1-20

Fonte: Bíblia Plenitude



Marcos (Mc)
Autor: Marcos
Data: Cerca de 65—70 dC

Autor


Mesmo que o Evangelho de Mc seja anônimo, a antiga tradição é unânime em dizer que o autor foi João Marcos, seguidor próximo de Pedro ( 1Pe 5.13) e companheiro de Paulo e Barnabé em sua primeira viagem missionária. O mais antigo testemunho da autoria de Mc tem origem em Papias, bispo da Igreja em Hierápolis (cerca de 135-140 dC), testemunho que é preservado na História Eclesiástica de Eusébio. Papias descreve marcos como “interprete de Pedro”. Embora a igreja antiga tenha tomado cuidado em manter a autoria apostólica direta dos Evangelhos, os pais da igreja atribuíram coerentemente este Evangelho a Marcos, que não era um apóstolo.

Data


Os fundadores da Igreja declaram que o Evangelho de Mc foi escrito depois da morte de Pedro, que aconteceu durante as perseguições do Imperador Nero por volta de 67 dC. O Evangelho em si, especialmente o cap. 13, indica ter sido escrito antes da destruição do Templo em 70 dC. A maior parte das evidências sustenta uma data entre 65 e 70 dC.

Contexto Histórico


Em 64 dC, Nero acusou a comunidade cristã de colocar fogo na cidade de Roma, e por esse motivo instigou uma temerosa perseguição na qual Paulo e Pedro morreram. Em meio a uma igreja perseguida, vivendo constantemente sob ameaça de morte, o evangelista Marcos escreveu suas “boas novas”. Está claro que ele quer que seus leitores tomem a vida e exemplo de Jesus como modelo de coragem e força. O que era verdade para Jesus deveria ser para os apóstolos e discípulos de todas as idades. No centro do Evangelho há pronunciamentos explícito de “que importava que o Filho do Homem padecesse muito, e que fosse rejeitado pelos anciãos, e pelos príncipes dos sacerdotes e pelos escribas, que fosse morto, mas que, depois de três dias, ressuscitaria” (8.31) Esse pronunciamento de sofrimento e morte é repetido (9.31; 10.32-34), mas torna-se uma norma para o comprometimento do discipulado: “Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz e siga-me” (8.34). Marcos guia seus leitores à cruz de Jesus, onde eles podem descobrir o significado e esperança em seu sofrimento.

Conteúdo


Mc estrutura seu Evangelho em torno de vários movimentos geográficos de Jesus, que chega ao clímax com sua morte e ressurreição subseqüente. Após a introdução (1.1-13), Mc narra o ministério público de Jesus na Galiléia (1.14-9.50) e Judéia (caps 10-13), culminando na paixão e ressurreição (caps 14-16). O Evangelho pode ser visto como duas metades unidas pela confissão de Pedro de que Jesus era o Messias (8.17-30) e pelo primeiro anúncio de Jesus e sua crucificação (8.31).
Mc é o menor dos Evangelhos, e não contém nenhuma genealogia e explicação do nascimento e antigo ministério de Jesus na Judéia. É o evangelho da ação, movendo-se rapidamente de uma cena para outra. O Evangelho de João é um retrato estudado do Senhor, Mt e Lc apresentam o que poderia ser descrito como uma série de imagens coloridas, enquanto que Mc é como um filme da vida de Jesus. Ele destaca as atividades dos registros mediante o uso da palavra grega “euteos” que costuma ser traduzia por “imediatamente”. A palavra ocorre quarenta e duas vezes, mais do que em todo o resto do NT. O uso freqüente do imperfeito por Mc denotando ação contínua, também torna a narrativa rápida.
Mc também é o Evangelho da vivacidade. Frases gráficas e surpreendentes ocorrem com freqüência para permitir que o leitor reproduza mentalmente a cena descrita. Os olhares e gestos de Jesus recebem atenção fora do comum. Existem muitos latinismos no Evangelho (4.21; 12.14; 6.27; 15.39). Mc enfatiza pouco a lei e os costumes judaicos, e sempre os interpreta para o leitor quando os menciona. Essa característica tende a apoiar a tradição de que Mc escreveu para uma audiência romana e gentílica.
De muitas formas, ele enfatiza a Paixão de Jesus de modo que se torna a escala pela qual todo o ministério pode ser medido: “Porque o Filho do Homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos”(10.45). Todo o ministério de Jesus (milagres, comunhão com os pecadores, escolha de discípulos, ensinamentos sobre o reino de Deus, etc.) está inserido no contexto do amor oferecido pelo Filho de Deus, que tem seu clímax na cruz e ressurreição.

Cristo Revelado


Esse livro não é uma biografia, mas uma história concisa da redenção obtida mediante o trabalho expiatório de Cristo. Mc demonstra as reivindicações messiânicas de Jesus enfatizando sua autoridade com o Mestre (1.22) e sua autoridade sobre satanás e os espírito malignos (1.27; 3.19-30), o pecado (2.1-12), o sábado (2.27-28; 3.1-6), a natureza (4.35-41; 6.45-52), a doença (5.21-34), a morte (5.35-43), as tradições legalistas (7.1-13,14-20), e o templo (11.15-18).
Título de abertura do trabalho de Mc, “Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus” (1.1), fornece sua tese central em relação a identidade de Jesus como o filho de Deus. Tanto o batismo quanto a transfiguração testemunham sua qualidade de filho (1.11; 9.7). Em duas ocasiões, os espíritos imundos o reconhecem como Filho de Deus (3.11; 5.7). A parábola dos lavradores malvados (12.6) faz alusão à qualidade de filho divino de Jesus (12.6). Por fim, a narrativa da crucificação termina com a confissão do centurião: “Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus.” (15.39)
O titulo que Jesus usava com mais freqüência para si próprio, num total de catorze vezes em Marcos, é “Filho do Homem”. Como designação para o Messias, este termo (ver Dn 7.13) não era tão popular entre os Judeus como o título “Filho do Homem” para revelar e para esconder seu messianismo e relacionar-se tanto com Deus quanto com o homem.
Mc, atentando para o discipulado, sugere que os discípulos de Jesus deveriam ter um discernimento amplo ao mistério de sua identidade. Mesmo apesar de muitas pessoas interpretarem mal sua pessoa e missão, enquanto os demônios confessam sua qualidade de filho de Deus, os discípulos de Jesus precisam ver além de sua missão, aceitar sua cruz e segui-lo. A segunda vinda do Filho do Homem revelará totalmente seu poder e glória.

O Espírito Santo em Ação


Junto com os outros escritores do Evangelho, Mc recorda a profecia de João Batista de que Jesus “vos batizará com o ES” (1.8), Os crentes seriam totalmente imersos no Espírito, como os seguidores de João o eram nas águas.
O ES desceu sobre Jesus em seu batismo (1.10), habilitando-o para seu trabalho messiânico de cumprimento da profecia de Isaías (Is 42.1; 48.16; 61.1-2). A narrativa do ministério subseqüente de Cristo testemunha o fato de que seus milagres e ensinamentos resultaram da unção do ES.
Mc declara graficamente que “o Espírito o impeliu para o deserto” (1.12) para que fosse tentado, sugerindo a urgência por encontrar e vencer as tentações de satanás, que queria corrompê-lo antes que le embarcasse em uma missão de destruir o poder do inimigo nos outros.
O pecado contra o ES é colocado em contraste com “todos os pecados” (3.28), pois esses pecados e blasfêmias podem ser perdoados. O contexto define o significado dessa verdade assustadora. Os escribas blasfemaram contra o ES ao atribuírem a satanás a expulsão dos demônios. Que Jesus realizava pela ação do ES (3.22). Sua visão prejudicada tornou-os incapazes do verdadeiro discernimento. A explicação de Mc confirma o motivo de Jesus ter feito essa grave declaração (3.30).
Jesus também refere à inspiração do AT pelo ES (12.36). Um grande estímulo aos cristãos que enfrentam a hostilidade de autoridades injustas é a garantia do Senhor de que o ES falará através deles quando testemunharem de Cristo (13.11).
Além das referências explícitas ao ES, Mc emprega palavras associadas com o dom do Espírito, como poder, autoridade, profeta, cura, imposição de mãos, Messias e Reino.

Esboço de Marcos

Introdução 1.1-13

Declaração sumária 1.1
Cumprimento da profecia do AT 1.2-3
O ministério de João Batista 1.4-8
O batismo de Jesus 1.9-11
A tentação de Jesus 1.12-13

I. O Ministério de Jesus na Galiléia 1.14-9.50

Princípio: Sucesso e conflito iniciais 1.14-3.6
Etapas posteriores: Aumento de popularidade e oposição 3.7-6.13
Ministério fora da Galiléia 6.14-8.26
Ministério no caminho para a Judéia 8.26-9.50

II. O Ministério de Jesus na Judéia 10.1-16.20

Ministério na Transjordânia 10.1-52
Ministério em Jerusalém 11.1-13.37
A Paixão 14.1-15.47
A ressurreição 16.1-20


Fonte: Bíblia Plenitude & Site Vivos

 

Pedro apóia a idéia de que uma pessoa pode ser salva depois da morte? - 1 PEDRO 3:19

Filed under #Todos os Estudos, Curiosidades Bíblicas, Salvação, Seitas e Heresias / Apologética by admin on 08-03-2010

… no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão … (NVI)

PROBLEMA: Em 1 Pedro 3:19 lemos que, após a morte, Cristo “foi e pregou aos espíritos em prisão”. Mas a Bíblia diz também que “aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo 9:27”. Esses dois versículos parecem ensinar posições mutuamente opostas.

SOLUÇÃO: A Bíblia é clara quanto a não haver uma segunda oportunidade para a salvação, depois da morte (cf. Hb 9:27). O livro do Apocalipse registra o Julgamento do Grande Trono Branco, no qual aqueles cujos nomes não são encontrados no livro da vida são lançados no lago de fogo (Ap 20:11-15).

Lucas nos informa de que, depois da morte, a pessoa vai ou para o céu (para o seio de Abraão) ou para o inferno, e há posto um grande abismo entre o céu e o inferno, de forma que “os que querem passar” de um lado para o outro “não podem” (Lc 16:26). Toda a urgência que há de se responder a Deus nesta vida, antes da morte, dá ainda um respaldo adicional ao fato de que não há esperança além do túmulo (cf. Jo 3:36; 5:24).

Há outros modos de se entender essa passagem, sem o envolvimento de uma segunda oportunidade de salvação após a morte. Alguns alegam que não está claro que a frase “espíritos em prisão” seja uma referência a seres humanos, argumentando que em parte alguma da Bíblia essa expressão é aplicada a seres humanos no inferno. Declaram que esses espíritos são anjos caídos, já que os “filhos de Deus” (anjos caídos, veja Jó 1:6;2:1; 38:7) foram “desobedientes… nos dias de Noé (1 Pe3:20; cf. Gn 6:1-4).

Pedro pode estar se referindo a isso em 2 Pedro 2:4, onde ele menciona os anjos pecando, imediatamente antes de referir-se ao dilúvio (v. 5). Em resposta, argumenta-se que os anjos não se casam (Mt 22:30), e que certamente eles não poderiam relacionar-se em casamento com os seres humanos, já que, sendo espíritos, eles não têm os órgãos reprodutivos.

Uma outra interpretação é que essa seja uma referência a uma proclamação de Cristo, feita aos espíritos dos que já passaram, quanto ao triunfo de sua ressurreição, declarando-lhes a vitória que ele alcançou por sua morte e ressurreição, como é indicado no versículo precedente (veja l Pe 3:18).

Alguns sugerem que Jesus não ofereceu esperança alguma de salvação àqueles “espíritos em prisão”. Apontam para o fato de que o texto não diz que Cristo os evangelizou, mas que simplesmente proclamou-lhes a vitória da sua ressurreição. Insistem em que não há nada nessa passagem que afirme ter havido uma pregação do evangelho aos que estão no inferno.

Em resposta a essa posição, outros observam que bem no capítulo seguinte Pedro, aparentemente dando continuidade a esse assunto, diz que “foi o Evangelho pregado também a mortos” (1 Pe 4:6). Essa posição corresponde ao contexto da passagem em questão, está de acordo com o ensino de outros versículos (cf. Ef 4:8; Cl 2:15) e evita os maiores problemas da outra posição.

Fonte: Muanal Popular de Dúvidas, Enigmas e Contradições - Normam Geisler; Thomas Howe

Quem eram os Filhos de Deus em Gênesis 6?

Filed under #Todos os Estudos, Antigo Testamento, Casamento by admin on 08-03-2010

Os filhos de Deus, em Gênesis 6, eram anjos que se casaram com mulheres?

“… pois na ressurreição nem se casam nem se dão em casamento; mas serão como os anjos no céu” (Mt 22.30)

Quem são os filhos de Deus e as filhas dos homens? ‘Filhos de Deus’ seriam, naturalmente, aqueles em quem se via refletida a santidade divina, ao passo que ‘filha dos homens’ seriam aquelas consideradas corruptas. Naquela época havia duas raças distintas: os descendentes de Sete (Gn 5.4), e os descendentes de Caim (Gn 4.17). Com lógica, baseado no que foi dito pelo Senhor Jesus em Mt 22.30, os filhos de Deus seriam os descendentes de Sete, e as filhas dos homens, seriam descendentes de Caim. Afinal de contas, o propósito mais amplo da narrativa é traçar os desenvolvimentos da piedosa linhagem de Sete e dos ímpios descendentes da humanidade. Portanto, os filhos de Deus são homens justos na imitação do caráter do seu Pai Celeste, e as filhas dos homens são as mulheres ímpias que eles desposaram.

Além do que, nossa interpretação evita problemas sérios. Pois, se os anjos se casassem com seres humanos, os filhos deles seriam meio humanos, meio anjos. Mas os anjos não podem ser redimidos – cf. Hb 2.14, IIPe. 2.4, Jd 6. E ainda: a) nossa interpretação se coaduna com o texto imediato; b) evita todo o problema decorrente da interpretação de que eram anjos; c) está de acordo com o fato de que os seres humanos também são mencionados no A.T. como filhos de Deus (cf. Is 43.6; Dt 14.1); d) condiz com a interpretação do próprio Jesus que entendia que tais seres eram assexuados; e) expressão “tomaram para si mulheres” é usada no V.T. somente com referência ao casamento legítimo; nunca às relações sexuais ilícitas.

Fonte: http://www.cacp.org.br

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João Batista: O pregador

Filed under #Todos os Estudos, Person by admin on 07-03-2010

Lucas 3:1-20; João 1:19-29

Versículo para memorização - João 1:23a

João o Batista foi o precursor que Deus enviou diante de Jesus Cristo. Era seis meses mais velho que o Senhor no que diz respeito ao Seu nascimento físico, mas sabia que Jesus era eterno e, portanto, era antes dele.

João era totalmente destemido em suas pregações. Falou a verdade sobre o pecado mesmo quando parecia não estar sendo amável. Referiu-se aos hipócritas religiosos daquele tempo como geração de víboras (cobras). Recusou-se batizá-los, pois sabia que consideravam isso apenas como um ato religioso. João sabia que Deus requer o arrependimento de coração. Alertou ao povo judeu a não tomar por comum as bênçãos de Deus por serem fisicamente descendentes de Abraão. Disse-lhes que Deus julgaria toda árvore pelos seus frutos e que Ele poderia suscitar filhos a Abraão das pedras. Essa foi a profecia de Israel ser cortado e dos Gentios serem enxertados.

João nunca promoveu a si mesmo. Disse que era apenas uma voz clamando no deserto. Nunca fez alusão ao grande número que veio a Deus através dele nem registrou o número de seus convertidos e batizados. Constantemente voltou a atenção do povo a Jesus Cristo, Aquele cujas sandálias não era digno de desamarrar. Disse-lhes que Jesus era o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. O verdadeiro teste de relacionamento do pregador com Deus está naquilo que prega. A quem ele prega ! a si mesmo ou a Cristo?

O ministério de João durou apenas alguns meses. Pelo fato de ter repreendido Herodes Antipas pelo pecado de tomar a esposa de seu irmão Filipe, foi aprisionado e então decapitado. O Senhor disse, !…entre os que de mulher têm nascido, não apareceu alguém maior do que João Batista?. Certamente esse pregador tinha muitas faltas diante dos padrões do homem, mas foi verdadeiramente um pregador segundo o coração de Deus. Que elogio maior teria um homem senão a aprovação pessoal de Jesus Cristo?

Perguntas - JOÃO O BATISTA - O PREGADOR

1. Qual era o propósito de Deus para João?

2. Ele era quanto tempo mais velho que Jesus?

3. João conheceu Jesus pessoalmente antes de Deus O revelar a ele?

4. João tinha uma natureza cautelosa em relação a sua pregação?

5. O que disse de ruim referindo-se ao povo?

6. Batizava qualquer um que quisesse ser batizado?

7. O que requeria antes do batismo?

8. As pessoas em geral consideravam João um profeta?

9. Os líderes religiosos da época admiravam-no?

10. De onde João disse que Deus poderia suscitar filhos a Abraão?

11. Onde João batizava?

12. Contava a si como um obreiro que trabalhava junto a Jesus?

13. Que comparação fez entre si e Jesus?

14. João era orgulhoso por causa das multidões que seguiam-no?

15. João foi um obreiro que operou grandes milagres?

16. Como Jesus descreve João?

17. Teve problemas com qual oficial do governo?

18. O que era a causa desse problema?

19. João serviu a Deus fielmente por muitos anos?

20. Que acontecimento encurtou o ministério de João?

Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Joy Ellaina Gardner
Edição: Calvin Gardner
Fonte: www.palavraprudente.com.br

Receita para uma igreja bem sucedida

Filed under #Todos os Estudos, Evangelismo / Missão, Igreja by admin on 07-03-2010

Gabriel Andrada é jovem, seminarista, recém casado, e cheio de ideais. Evangélico desde o berço, diz que só se converteu de fato com 17 anos em um acampamento de carnaval. Desde a experiência de conversão, que o levou às lágrimas, participa de eventos evangelísticos de sua igreja. Agora se sente vocacionado para ser pastor. Ávido por ser “usado” por Deus, Gabriel matriculou-se em um pequeno instituto bíblico.

Gabriel me conheceu na internet e escreveu pedindo ajuda. Precisa que eu lhe ensine o “caminho das pedras” para começar uma igreja do zero. Pensei, pensei!  Sem conhecê-lo, sem saber exatamente aonde o noviço quer chegar, resolvi correr o risco de responder. Disse que para uma igreja ser bem sucedida no Brasil são necessários a combinação de pelo menos dois, de quatro ingredientes.

1) Um pastor carismático. Que tenha traquejo para falar em público com desenvoltura. Que cante afinado, ou que pelo menos comece os hinos no tom certo. Que tenha boa memória para decorar versículos e saiba citá-los sem tomar fôlego. Que seja simpático e bem humorado no trato pessoal.

2) Um bom prédio em uma boa localização. Que a igreja seja em um lugar de fácil acesso. Que tenha bom estacionamento. Que seja confortável, preferivelmente com cadeiras acolchoadas, climatizado com ar condicionado. Que os banheiros limpos não cheirem a creolina.

3) Acesso à mídia. Que a nova igreja tenha programa de rádio ou de televisão. Mas que a programação ressalte as qualidades especiais do líder como o apóstolo escolhido de Deus para os últimos dias. Que repita sem parar que a igreja é especial, diferente de todas as outras. É bom que o locutor fale em línguas estranhas (glossolalia) e profetize sobre detalhes da vida dos crentes. Que crie uma aura de “poder” pentecostal e curiosidade nas pessoas de comparecerem aos cultos.

4) Teologia da Prosperidade. Que o pastor não tenha escrúpulo de prometer milagre à granel. Que a maior parte do culto seja gasto colhendo testemunhos de gente que enricou com as campanhas dos sete dias, com os jejuns da conquista, com as rosas santas, com os cultos dos Gideões, com as maratonas de oração. Quanto mais relatos, melhor.

Ressalto. Gabriel não precisa se valer de todos os pontos para se tornar o novo fenômeno gospel brasileiro. Entretanto, sem o quarto ingrediente, ele não vai a lugar nenhum. Basta que combine qualquer um com o último e seguramente se tornará um forte concorrente nos disputadíssimo mercado gospel.

Entretanto, como vai concorrer com expoentes bem consolidados, terá que trabalhar muito. Talvez precise fazer o programa de rádio ou de televisão na madrugada.  No começo, para pagar o horário, terá que fazer merchandise de Ginka Biloba. Gabriel não deve ter receio de oferecer, por uma pequena oferta, lenço ungido, óleo sagrado ou água do rio Jordão. Se necessário, pode até vender cadernos escolares com a capa espiritual; tipo, um rapaz surfando e uma frase ao lado: “Cristo é ‘sur-ficiente’ para mim”.

Não sei se Gabriel entenderá a minha ironia. Caso leve os meus conselhos a sério, logo teremos uma nova igreja de nome bizarro. Contudo, quando estiver nos píncaros da glória, todos saberão que a trajetória de Gabriel Andrada não foi tão espiritual quanto se poderia supor. “Há algo de podre no reino da Dinamarca” – Shakespeare.

Soli Deo Gloria.

Autor: Ricardo Gondim

Fonte: http://www.ricardogondim.com.br

A Bíblia não diz que Mardoqueu era tio de Ester

Filed under #Todos os Estudos, Bíblia, Curiosidades Bíblicas by admin on 07-03-2010

Durante a vida eclesiástica já escutei mui­tos sermões falando de Mardoqueu como sendo TIO de Ester, o qual a criou desde pequena.

Mardoqueu, porém, não era tio de Ester e sim PRIMO. Eis o que diz a Bíblia:

“Este criara a Hadassa (que é Ester, filha do seu tio), porque não tinha pai nem mãe, e era moça bela de parecer, e formosa à vista. e, morrendo seu pai e sua mãe, Mardoqueu a tomara por sua filha.” (Ester 2:7).

A confusão é criada por alguns por causa da referência ao TIO de Mardoqueu, Abigail. Veja:

“Chegando pois a vez de Ester, filha de Abigail, TIO DE MARDOQUEU (que tomara por sua filha), para ir ao rei … ” (Ester 2: 15)

Paulo de Aragão Lins.  O que a Bíblia NÃO DIZ … mas muitos pregadores e mestres dizem!

Saul

Filed under #Todos os Estudos, Person by admin on 07-03-2010

I Samuel 8:1-9, 9:1-27, 10:1 e 15:20-30

Versículo para memorização - I Samuel 15:26

Um personagem bíblico bem conhecido é Saul, o primeiro rei de Israel. Israel não precisava de um rei, desde que Deus era para ser o Rei de seu povo, e Samuel, o profeta, sabia disso, e alertou-os. Como insistiram, entretanto, Deus instruiu Samuel a dar-lhes um rei. O homem escolhido, para que Samuel ungisse foi Saul, filho de Quis, da tribo de Benjamim.

Saul era um homem grande e robusto, que ficava com a cabeça e os ombros acima de qualquer pessoa de Israel. Um dia, Saul saiu para procurar as jumentas de seu pai. Não tinha idéia de que seria rei, mas foi nessa viagem que Deus o colocou em contato com Samuel e que as providências para ungi-lo rei se iniciariam. Saul era uma pessoa muito tímida e, quando foi procurado pela primeira vez para uma aparecimento em público, escondeu-se de Samuel e do povo (I Samuel 10:22). Não somente isso, mas foi desprezado pelo povo por causa da sua humildade (I Samuel 10:26 e 27).

Saul formou um exercito para lutar contra os opressores de Israel, os Filisteus. Seu principal assistente foi seu filho Jônatas. O problema de Saul era que ele geralmente confiava no seu próprio entendimento e não na Palavra de Deus. Foi advertido por Samuel que, por esse motivo, seu reino não continuava.

Um certo dia, Deus enviou Saul a uma batalha contra Amaleque e instruiu-o a destruir tudo o que fosse vivo, humano e animal, que pertencesse a sua família. Saul não obedeceu a Deus e permitiu que algumas pessoas partissem. Levou de volta também alguns de seus melhores animais para sacrifício e manteve o rei vivo. Por essa razão, Saul foi rejeitado por Deus em relação a ser rei de Israel e Samuel informou-lhe sobre isso. A partir desse momento, foi tomado pela amargura e desconfiança acerca de seus amigos, entre eles Davi. Tentou até mesmo assassinar Davi, um seguidor fiel, que Deus havia ungido para ser rei em seu lugar. Ao final, Saul morreu derrotado por sua própria espada (I Samuel 31:3-6).

Perguntas - SAUL

1. Quem foi o primeiro rei de Israel?
2. Qual era o nome de seu pai?
3. A que tribo pertencia?
4. Quem o ungiu para ser rei?
5. O que estava fazendo, quando se encontrou pela primeira vez com Samuel?
6. Saul era um homem grande ou pequeno? Descreva-o.
7. Saul desejava a preeminência de um rei?
8. O que Saul fez quando Samuel quis apresentá-lo a Israel?
9. No começo, Saul foi sábio na batalha?
10. Qual o nome de seu filho mais famoso?
11. Qual era a ocupação de Jônatas?
12. Saul permaneceu humilde e obediente?
13. Contra quem Saul lutou antes de sua rejeição final?
14. Qual foi a instrução que Deus deu-lhe a respeito de Amaleque?
15. Quem era o rei de Amaleque?
16. Descreva a natureza da desobediência de Saul.
17. Que desculpa deu para isso?
18. Que resposta Samuel lhe deu?
19. Como Saul morreu?
20. Quantos de seus filhos morreram com ele?

Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Daniel Aaron Gardner
Edição: Calvin Gardner 04/04
Fonte: www.palavraprudente.com.br

www.estudosnovotempo.com.br

A igreja precisa de uma missão?

Filed under #Todos os Estudos, Evangelismo / Missão by admin on 07-03-2010

Bill Hybells, pastor em Chicago, conta que certa vez foi participar de uma corrida de barcos. Ele era o dono do barco e tinha uma equipe de amadores que o ajudava. O regulamento permitia que um corredor profissional estivesse presente em cada barco para ajudar a equipe.

Ele convidou um dos veteranos corredores americanos. No dia da corrida, toda a equipe estava pronta e aquele corredor chegou. Depois de apresentar a equipe, Bill entregou o comando a ele. Aquele corredor disse que não poderiam sair dali sem antes definir algumas coisas. Em primeiro lugar ele perguntou:

- Qual é a nossa missão?

Todos ficaram se olhando e então alguém respondeu:

- Pretendemos ganhar a corrida.

Então ele disse:

- Ótimo, temos um bom ponto de partida, sabemos onde queremos chegar.

Depois disto ele ainda fez uma porção de perguntas, mas o objetivo inicial já tinha sido definido. A base de um planejamento também é esta. Se não houver a definição da missão da igreja, outras definições que venham a ser tomadas estarão soltas no ar, como pedras de meteorito no espaço. Estas pedras podem se colidir e provocar grandes estragos.

Muitas colisões que existem na igreja ocorrem porque os ministérios estão soltos. Talvez alguns deles até tenham uma direção, mas não estão olhando para o mesmo foco, e não tem uma visão geral.

A elaboração de uma declaração de missão

Muitos líderes argumentam que a igreja não precisa definir uma missão, pois ela já foi definida por Jesus. Isto é correto. Não dá para inventar uma nova missão para a igreja, diferente da que Jesus deixou.

No entanto, uma comparação simples torna possível entender uma coisa. Quando se pergunta qual é a missão de uma empresa de informática, a resposta é: fornecer tecnologia. Esta era a resposta que a IBM tinha anos atrás, antes que Bill Gates fundasse a Microsoft. Todas as empresas de informática eram iguais e pareciam ter a mesma missão. Depois que a Microsoft foi fundada, ela definiu como missão “ter um computador em cada casa do mundo”. Só que ela nunca fabricou um computador. O objetivo era: onde existir um computador a Microsoft teria um software instalado. Isto fez com que uma empresa criada na garagem com alguns jovens malucos se tornasse a maior do mundo. E a IBM? Ela quase desapareceu, e teve que se reinvetar para sobreviver.

Quando dizemos que todas as igrejas tem a mesma missão, isto é fato. Entretanto, muitas igrejas estão preocupadas em manter aquilo que sempre fizeram. Elas não contextualizam e nem criam um jeito diferente de fazer aquilo para o qual existem.

Talvez a sua igreja sempre esteve preocupada em manter aquilo que sempre fez. No entanto, é preciso fazer melhor aquilo que já se faz. Peter Ducker diz que “os fatores essenciais ao sucesso de uma missão são: Faça melhor aquilo que você já faz bem, se essa for a coisa certa a ser feita; olhe para fora em busca de oportunidades e necessidades. Um novo padrão é estabelecido quando se faz bem uma coisa. Isto é compromisso com a missão.”

A missão de uma igreja caracteriza o âmago do ministério a ser desenvolvido. Para John Stott, muitos consideram iguais os termos missão e evangelização, missionários e evangelistas e missões e programas de evangelização. Isto seria limitar demais a missão da igreja.

Isto nos leva a pensar em algumas coisas que Jesus afirmou, e que se relacionam com a missão da igreja. Jesus veio para servir e enviou sua igreja para servir ao mundo:

“…tal como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos”. Mateus 20.28

“Assim com tu me enviaste ao mundo, também eu vos envio ao mundo”. João 17.18

“Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também”. João 13.15

Russell Shedd afirma que: “A vontade de Deus para Jesus Cristo é também a vontade de Deus para a igreja”. Considerar a missão da igreja apenas evangelizar é superficilizar sua missão. Uma missão superficial gera um ensino superficial e realimenta um ciclo vicioso.

Para refletir

Uma igreja precisa tomar aquilo que Jesus nos deixou como missão, pensar na profundidade e extensão disto e contextualizar isto para esta geração. A falta de reflexão na contextualização da missão leva à superficialidade. A superficialidade da missão leva à superficialidade dos planos.

Todos os hospitais tem a mesma missão, mas em alguns deles nós não queremos nem entrar. Todos os hotéis tem a mesma missão, mas em alguns deles nós não queremos passar nem na porta. Assim é também com a igreja. Todas elas tem a mesma missão, mas algumas decidiram refletir e contextualizar sua missão. Elas entenderam o que Jesus disse há dois mil anos, mas buscaram a ajuda do Espírito Santo para conseguir causar um impacto no século 21.

Fonte:  http://www.institutojetro.com.br

Absalão

Filed under #Todos os Estudos, Person by admin on 07-03-2010

II Samuel 13:1-30, 15:1-12, 18:1-33

Versículo para memorização - II Samuel 12:10

Davi teve setenta filhos. O favorito entre eles era um belo jovem chamado Absalão. Absalão tinha cabelo bonito e longo, do qual sentia muito orgulho. Cortava-o e pesava-o todo ano.

Absalão tinha uma irmã formosa chamada Tamar. Amnom, meio irmão de Absalão, amava-a, mas, quando tentou seduzi-la para o pecado, ela não aceitou, e então a forçou. Como esse ato pecaminoso deve ter ferido o coração do rei. Mas lembre-se de que o profeta tinha dito que tristezas cairiam sobre ele por causa de seu pecado.

Para piorar a tragédia, Absalão odiava Amnom e organizou um plano para assassiná-lo. Nunca falou a Amnom sobre seu pecado, simplesmente o matou. Depois, partiu e permaneceu distante por três anos e o coração de Davi ansiava por Absalão.

Absalão era um homem orgulhoso, seu coração tinha se voltado para o mal e não nutria nenhum amor por seu pai. Preferia sair para roubar os corações do povo de Israel e fomentar insurreições contra o rei. Sugeria que seu pai era um juiz injusto e que, se ele (Absalão) fosse rei, seria sempre justo. Enviou espiões para anunciar que era o rei de todas as tribos de Israel.

Organizou-se uma forte conspiração, e então o rei Davi foi forçado a deixar o palácio e Absalão foi e desonrou sua casa. Em meio a tudo isso, o coração de Davi ansiava por Absalão.

Foi necessário que os exércitos de Davi saíssem e lutassem por seu rei contra seu próprio filho. Davi ordenou a Joabe, o chefe de todo o seu exército, que lidasse amavelmente com Absalão. Os servos de Davi, no entanto, não tiveram que conquistar Absalão, porque Deus conduziu sua mula para que fosse enforcado em um grande carvalho. Joabe matou-o então, enterrou-o e enviou um comunicado ao rei. O coração de Davi ficou extremamente angustiado e ele chorou muito por seu desobediente filho. Deve ter se lembrado de seu próprio pecado e sentiu-se culpado pelo destino de Absalão.

Perguntas - ABSALÃO

1. Quantos filhos teve Davi?
2. Qual era o nome da irmã de Absalão?
3. Qual era o nome do meio irmão dele?
4. Quanto amor Amnom tinha por Tamar?
5. Quem o aconselhou em seu plano torpe?
6. O que Absalão disse a Amnom sobre o seu pecado?
7. O que ele fez em relação a isso?
8. Quanto tempo depois do pecado Absalão matou Amnom?
9. Davi odiava Absalão por isso?
10. Absalão amava seu pai?
11. Qual era a aparência de Absalão?
12. O que Absalão fez para arruinar Davi?
13. O que pediu que seus espiões dissessem?
14. Absalão pôs em risco a vida de seu pai?
15. Quem era o chefe dos exércitos de Davi?
16. Qual era o meio de transporte de Absalão?
17. O que aconteceu com Absalão a respeito de sua mula?
18. Quem matou Absalão?
19. O que Davi sentiu com sua morte?
20. Você acha que o rei Davi foi parcialmente culpado?

Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Daniel Aaron Gardner
Edição: Calvin Gardner 04/04
Fonte: www.palavraprudente.com.br

Três práticas para enfrentar as muralhas

Filed under #Todos os Estudos, Liderança, Vida Cristã by admin on 06-03-2010

Jericó tinha uma localização privilegiada, tanto devido ao contato com o Oriente quanto pelo abundante acesso às águas. Arqueólogos escavaram as ruínas de Jericó e encontraram sinais de um muro que deveria ter 2,5 m de espessura e 9 m de altura e circundava toda a cidade. Era uma muralha e tanto!
Este episódio nos faz refletir sobre três práticas que levaram à queda dos muros:
A prática do ouvir
O Senhor falou com Josué (6.2-4) dando-lhe claras instruções sobre o que fazer. Uma geração inteira havia morrido no deserto porque não ouviu os conselhos dados por Deus, tornando-se desobediente (Josué 5.6). Esta geração comandada por Josué era diferente. Eles tinham seus corações preparados e dispostos a ouvir, talvez porque foram treinados no deserto.
Para que as muitas muralhas caiam em nossas vidas e ministérios temos que ter a mesma atitude de ouvir o que o Senhor fala. Muitos são seus ensinamentos sobre as várias áreas da vida que precisam ser ouvidos e seguidos. Orientações sobre a vida em família, finanças, saúde, relacionamentos, etc.
Além dos assuntos gerais, o Senhor fala para questões específicas de nossas vidas, através do testemunho interior, por meio de pessoas e, principalmente, através do testemunho de Cristo (Hebreus 1.1-2). Maridos ouçam suas esposas, e vice-versa; filhos ouçam seus pais; pastores ouçam o povo. Quem não tem disposição para ouvir ficará para fora das promessas de Deus. Jesus disse inúmeras vezes “quem tem ouvidos para ouvir, ouça”.
A prática do esperar
Josué orientou ao povo que não desse o brado de guerra, não levantasse a voz, até o dia em que lhe ordenaria (Josué 6.10). Imagine uma multidão de cerca de quarenta mil homens (Josué 4.13) esperando em silêncio por seis dias a manifestação de Deus. Ficaram firmes, pacientes, confiantes e inabaláveis, esperando o tempo certo.
Precisamos aprender a esperar com confiança, sem ansiedade. Deus está no controle absoluto de nossas vidas. Muitos cristãos não sabem esperar o tempo de Deus. Deus é Senhor do tempo e soberano sobre todos os acontecimentos nos céus e na terra. Jesus disse com ênfase: “não andeis ansiosos de coisa alguma.”
A prática do avançar
Finalmente, no sétimo dia, as muralhas ruíram ao som das trombetas e do grito do povo e tomaram Jericó (6.20).  De maneira muito consciente e madura, avançaram dentro dos limites estabelecidos e, como haviam prometido, pouparam Raabe e toda a sua família reunida. Era somente a primeira cidade de muito mais que viria adiante.
Assim também em nossas vidas e ministérios existe o preciso momento de avançar. Aqui não é hora de ouvir, de esperar, de questionar. Quando as barreiras caem, portas são abertas, pontes construídas, ou conexões estabelecidas, simplesmente avance. Afinal, Jesus estabeleceu que: “as portas do inferno não prevalecerão sobre sua igreja.”

A Criação da Luz e a Divisão das Águas

Filed under #Todos os Estudos, Estudos Bíblicos Temáticos by admin on 06-03-2010

Gênesis 1:1 - 2:25

Versículo para memorização: Gênesis 1:12

A criação englobada por esta lição será dividida basicamente em duas seções porque foi completada em dois dias. Acompanhemos por dias.

No primeiro dia, Deus criou pela sua palavra o céu e a terra. A afirmação é de que a terra era vazia e sem forma, e de que a escuridão reinava sobre a face das profundezas. Isso não precisa significar, como alguns pensam, que o julgamento descera, mas somente que a terra ainda estava vazia e inabitada por qualquer forma física, e que a luz dos corpos celestes ainda não fora criada. A luz do versículo quatro não foi um mero resultado do sol (pois ele ainda não brilhava), mas uma criação distinta de Deus. Deus é luz e Ele pode falar e comandar a luz para brilhar além da escuridão, assim como pode criar luzes para iluminar a escuridão. Devemos, também, perceber que não temos apenas uma mera afirmação de luz e escuridão, mas de noite e dia. Não posso intervir, exceto acatar isso como a verdadeira criação do tempo: “O primeiro dia”.

Não posso aceitar a “teoria do gap” (teoria da brecha) defendida por muitos. Primeiro, porque é raramente - se o for - sugerida pela Escritura; segundo, porque parece ter se firmado como uma tentativa de satisfazer às pretensões infundadas dos evolucionistas de uma terra muito velha, e eu não sinto essa necessidade. Acredito, simplesmente, que Deus gerou uma criação adulta, e não foi necessário um tempo maior para um “diamante adulto” do que para um Adão adulto. Petróleo, carvão e depósitos fósseis foram explicados pelo dilúvio.

No segundo dia, Deus criou o firmamento. A terra estava totalmente coberta por água. Isso é apresentado em Gênesis 1:2 como a face das águas. A Bíblia diz que o Espírito de Deus moveu-se sobre a face das águas antes de criar a luz, não sobre a face da terra. Acho que devemos olhar para a terra, no primeiro dia, como sendo completamente envolvida pela água. Isso não significa imperfeição, nem amplia os esforços de Deus na criação. Isso é apenas um empenho para ver a revelação da ordem na qual ele escolheu conduzir sua criação planejada. Deste modo, temos, no segundo dia da criação, a divisão das águas. Deus suspendeu uma porção da água da terra, fazendo dela uma abóbada celeste de vapor e, assim, limitando as águas sobre a terra e colocando um espaço de ar, chamado firmamento e o céu, entre a água sobre a terra e a água acima da terra.

Deus agora assentou a plataforma para a organização do continente e do mar e para a ocupação de Sua terra, que estudaremos a seguir.

PERGUNTAS - LIÇÃO 2

1. Nomeie tudo o que você puder que tenha tomado existência no primeiro dia.
2. Em termos de dimensão, o que inclui o céu e a terra?
3. Se você tivesse olhado para a terra naquele tempo, o que teria visto?
4. Dê o nome de duas coisas que então cobriram a terra.
5. Podemos esperar alguma diferença de significado na palavra céu no versículo 1 e no versículo 8?
6. A separação das águas poderia ser evaporação?
7. Onde estava Deus antes de criar o céu?
8. Deus ficou maior ou mais rico depois da criação?
9. Deus decidiu progressivamente o que fazer na criação?
10. Qual porção da criação foi mais difícil?
11. O sol foi a fonte original de luz?
12. O que é a teoria do gap (brecha)?
13. Onde, cronologicamente, isso deveria de ter acontecido?
14. A idade é necessária para explicar a estrutura interna da terra?
15. Qual é a explicação lógica para o carvão e o petróleo?
16. Qual é a explicação lógica para o registro fóssil?
17. Há alguma afirmação de tempo na Bíblia entre Gênesis 1:1 e 1:2?
18. Há evidência bíblica de vida na terra antes de Adão?
19. Há evidência de dias de mil anos?
20. Há evidência de dias de 24 horas?

Autor: Pr. Forrest Keener
Tradutor: Albano Dalla Pria
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

Liderança com base bíblica

Filed under #Todos os Estudos, Liderança by admin on 06-03-2010

Nos últimos tempos, muito se tem escrito a respeito de liderança e gestão de pessoas. As organizações perceberam que, para competir, não basta simplesmente possuir um bom serviço, uma boa tecnologia, um bom produto ou ter o marketing bem estruturado.

Perceberam que o diferencial está na forma como se relacionam com as pessoas, tanto aquelas que são os consumidores quanto aquelas que são os responsáveis por fazer com que a organização alcance o esperado, ou seja os colaboradores.

Até mesmo esta nova palavra, colaborador, foi introduzida no vocabulário das organizações em substituição a “empregado” ou “funcionário”. Hoje, percebe-se a necessidade de ter as pessoas envolvidas com os processos e não simplesmente cumprindo ordem.

Não basta mais “pagar o salário no final do mês”, é necessário reter os talentos ofertando condições de trabalho, ganho, satisfação, crescimento profissional e pessoal.

O que motiva as pessoas não é visto mais como padrão para todos, e muito menos as recompensas. É necessário observar as expectativas e necessidades individuais e, assim, satisfazê-las de acordo com o perfil de cada um.

Diante desta constatação, muitas técnicas e filosofias são utilizadas, tentando mover as pessoas à produtividade. A Bíblia Sagrada, livro com mais de cinco mil anos, possui exemplos significativos sobre a gestão de pessoas que são perfeitamente aplicáveis hoje, em pleno século XXI. É importante extrair estes ensinamentos e aplicá-los no nosso dia-a-dia, com a certeza que estaremos recorrendo a mais inspiradora fonte de sabedoria.

O que a Bíblia ensina sobre liderança?

Uma das coisas mais importantes relatadas na Bíblia é saber dar a devida importância para as pessoas. Com base neste princípio, as pessoas sempre estarão em primeiro plano.

O caráter de um líder é que gera a confiança, e essa confiança é que possibilita a liderança. Ninguém melhor que o próprio Jesus Cristo e o exemplo de seu caráter para termos como padrão.

Jesus sempre mostrou respeito e preocupação para com aqueles que O seguiam, como relatado em Marcos 6: 31, onde Ele chama os discípulos para descansarem ou quando alimenta a multidão com os cinco pães e dois peixes. Marcos 6:35 a 44.

Outra característica muito importante em Sua forma de liderar, está no fato de saber exatamente qual o papel que desempenhava. Ele sabia que estava sob a liderança de seu Pai, e isto significava cumprir o que lhe fora determinado.Vejamos algumas citações

“Disse-lhes Jesus: A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra”. (João 4:34)

“Pai, se queres, passa de mim este cálice, contudo, não se faça a minha vontade, e, sim, a tua”. (Lucas 22:42)

Ele sabia também, que estava acima dos discípulos e que teria que prepará-los para conduzir sua grande obra. Jesus deu o exemplo, conforme João 13:14 e 15, onde Ele lava os pés dos discípulos:

“ Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. (João 13:15)

O exemplo de Jesus, nos mostra a importância de reconhecermos a autoridade que esta acima de nós, respeitá-la e caminhar de acordo com sua orientação.

Foi assim que Jesus fez, mesmo no momento de maior sofrimento (Lucas 22:42), Ele colocou a vontade de seu pai acima da sua. Vemos também aqui, a questão da confiança que devemos ter em nossos líderes.

Jesus tinha a plena convicção que seu sacrifício não seria em vão. Ele sabia que o plano de Deus tinha um propósito, mesmo exigindo d´Ele um extraordinário sacrifício – sua morte, foi fiel ao que seu líder lhe havia ordenado.

A confiança e obediência de Jesus foi incondicional, sem levar em conta circunstâncias como; seu bem-estar, as dificuldades, oposições ou qualquer outra coisa. Obediência irrestrita, pois Ele era um com seu líder (Pai).

Vemos também a forma como Jesus agia com seus liderados:

Ele estava disposto a pagar o preço por aqueles que estavam sob a sua liderança

Ele investiu tempo, muito tempo. Passou dias e noites ao lado deles ensinando, dando o exemplo, fazendo junto, de forma que pudessem ter a plena confiança em fazer o que seu mestre faziaJesus não reteu informação, não reteu poder, não reteu conhecimento. Ele precisava que seus discípulos tivessem a plena convicção que seriam capazes de realizar Sua obra e irem além. Tanto foi assim, que afirmou que eles poderiam realizar obras maiores que a Sua

“Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.” (João 15:15)

“Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço, e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai.” (João 14:12)

Jesus também capacitou seus discípulos e enviou-os em seu nome para realizar algo muito importante. A comissão dos Setenta – Lucas 10, mostra claramente um líder delegando a um grupo autoridade para que o precedessem e para fazer o que ele mesmo faria; curar enfermos, expulsar demônios e anunciar as boas novas.

O líder precisa contar com seguidores. Precisa preparar a sucessão. Um líder precisa em certo momento, delegar a outros aquilo que faz ou parte daquilo que faz.

Jesus só pode realizar sua maior obra aqui na terra, sua morte e ressurreição, depois que pode confiar aos discípulos a missão de anunciar ao mundo as “boas novas da salvação.”

O líder precisa também, deixar claro aos seus seguidores qual a recompensa que terão por segui-lo e neste ponto, Jesus nunca omitiu nada, foi sempre claro, conforte podemos observar em João 15:20 “…Não é o servo maior do que seu senhor. Se me perseguiram a mim, também perseguirão a vós outros…”

João 14: 23 “Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará e viremos para ele e faremos nele morada.”

Autor: José Valdir Fonteque
Fonte: http://www.institutojetro.com

Recado de Deus - Recebi por e-mail

Filed under #Todos os Estudos, Ilustrações by admin on 06-03-2010

Para: Você
Data: Hoje
De: DEUS
Assunto: Você
Referência: A vida

Olá, eu sou Deus.
Hoje eu estarei cuidando de todos os seus problemas para você.
Eu não precisarei da sua ajuda.
Assim sendo, tenha um otimo dia.
Amo você.

P.S.: E lembre-se… Se a vida te trouxer uma situação que você não consegue lidar, não tente resolvê-la por você mesmo(a)! Gentilmente, coloque na caixa APDF (Algo Para Deus fazer). Eu pegarei e colocarei dentro do MEU TEMPO. Todas as situações serão resolvidas, mas em MEU TEMPO , não no seu. Assim que esta situação for colocada nesta caixa, não se preocupe mais com ela. Em vez disso, foque em todas as coisas maravilhosas que estão presentes hoje em sua vida.
Agora vou indo. Novamente, tenha um ótimo dia!
DEUS

Ana

Filed under #Todos os Estudos, Person by admin on 06-03-2010

I Samuel 1:1-2:21

Versículo para memorização - I Samuel 1:27

Nossas duas últimas lições referiram-se a mulheres da Bíblia. Ana é uma das verdadeiras grandes mulheres da Bíblia. Viveu por volta de 1170 anos antes de Cristo. Seu marido Elcana a amava, mas ela era muito infeliz porque não tinha nenhum filho. Ficava especialmente afligida todo ano quando iam a Siló, para adorar o Senhor.

Em um determinado ano, o coração dessa mulher comoveu-se tanto que, quando foram à casa de Deus para orar, fez um voto maravilhoso a Ele. Pediu-Lhe um filho e prometeu que, se a sua prece fosse ouvida, dedicaria a criança a Deus por todos os dias de sua vida. Eli, o sacerdote, viu os lábios dela se movendo em uma oração silenciosa e achou que estivesse embriagada, mas ela lhe assegurou que era somente uma profunda amargura que ele via em seu semblante. Pense na fé e na determinação que tinha que ter na sua coração para prometer seu filho á Deus, mesmo antes de nascer.

Deus honra esse tipo de fé diante dEle e amor a Sua causa, então, abençoou Ana e ela concebeu e teve um filho, o qual chamou Samuel, que significa “ouvido pelo Senhor,” pois ela sabia que esse filho era a resposta a sua oração.

Depois do nascimento de Samuel, Ana não foi a Siló no tempo de costume, mas disse que iria esperar até desmamar sua primeira criança. Então, levaria ele consigo e o apresentaria a Deus, como havia prometido em sua oração. Depois que Samuel foi desmamado, levou-o à casa de Deus, em Siló, e deixou-o lá para servir o Senhor.

Isso pode parecer muito estranho para nós, mas agradou ao Senhor, porque tinha grandes planos para Samuel. Tornar-se-ia um grande profeta de Deus. Quanto a Ana, Deus a abençoou muito por sua devoção e obediência. Mais tarde, teve três filhos e duas filhas. Quando colocamos Deus em primeiro lugar, Ele sempre resolve nossos problemas melhor do que podemos fazer.

Perguntas - ANA

1. Qual era o nome do marido de Ana?
2.Qual era o nome da outra esposa de Elcana?
3. Qual das esposas de Elcana lhe era a favorita?
4. Qual era o problema de Ana?
5. Aonde iam para adorar?
6. Com que freqüência iam a esse lugar?
7. Quem era o sacerdote de lá?
8. O que Ana fez em relação a seu problema?
9. O que pareceu estranho a Eli?
10. O que Eli pensou?
11. O que Ana pediu a Deus?
12. Que promessa ela fez?
13. Deus respondeu a sua oração?
14. Ela foi fiel com a sua promessa que fez a Deus?
15. Como chamou seu filho?
16. Levou Samuel a Deus imediatamente?
17. Elcana ficou feliz com o plano dela?
18. Eli se agradou ao ouvir o testemunho de Ana?
19. O que significa o nome Samuel?
20. Quantos outros filhos Deus deu a Ana?

Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Daniel Aaron Gardner
Edição: Calvin Gardner 04/04
Fonte: www.palavraprudente.com.br

A morte do púlpito

Filed under #Todos os Estudos, Estudos Bíblicos Temáticos by admin on 06-03-2010

A igreja evangélica brasileira vive uma tragédia: a morte do púlpito. Nunca na história do protestantismo houve tanto desprezo pela pregação cristocêntrica, preparada com esmero e preocupada com a correta interpretação das Escrituras. O púlpito tem sido substituído pelo altar dos “levitas” ou para os ”sacrifícios” em dinheiro dos mercenários mercantilistas. A “pregação” da Palavra é, hoje, conceituada como qualquer um que sobe na plataforma e começa a falar ou gritar.
Talvez você, lendo esse texto, pense: - “Na minha igreja a pregação é sempre um espaço grande e recebemos visitas de diversos pregadores”. Esse artigo quer alertar que não basta um tempo grande para a pregação e nem que a plataforma esteja cheia de homens engravatados; antes é necessária a avaliação da qualidade dessa pregação. A pregação precisa ser avaliada, assim como fazia os cristãos bereanos, que por sua nobreza, comparam as homilias de Paulo com as Sagradas Escrituras.
Quais são as causas da “morte do púlpito” no evangelicalismo moderno?

A) Espiritualidade em baixa é igual à pregação sem qualidade.

A pobreza das pregações é evidente nesses últimos dias, pois isso é conseqüência direta da pobreza na vida cristã, pois como dizia Arthur Skevington Wood: “Leva-se uma vida inteira para preparar um sermão, porque é necessária uma vida inteira
para preparar um homem de Deus”. Enquanto a espiritualidade da Igreja estiver em baixa, a pregação, por mais espiritual que ela pareça ser, não passará de palavras jogada ao vento. Não basta uma pregação erudita, mas a erudição deve ser acompanhada de contrição, humildade e oração, pois bem escreveu E. M. Bounds: “Dedique-se ao estudo da santidade de vida universal. Sua utilidade depende disso. Seus sermões duram não mais do que uma ou duas horas; sua vida prega a semana inteira.”
Hoje existem muitas igrejas que oram “bastante”, são campanhas atrás de campanhas, mas essas orações não passam de busca “dos próprios deleites” ou de “determinações” de bênçãos. Ora, a oração sem a busca da face de Deus é uma característica do evangelicalismo contemporâneo. Uma igreja que ora errado, logo terá pregadores pobres.

B) A falta de preparo para pregar.

Erudição, esmero e homilética não são inimigos da espiritualidade. Um mito vigente na igreja brasileira é que quem se prepara muito para pregar, terá uma pregação “não ungida”. Isso é mera desculpa de pregador preguiçoso. Você, leitor, já deve ter visto alguém dizer: - “Quando cheguei aqui não sabia o que ia pregar, mas assim que subi nesse altar o Espírito Santo me revelou outra Palavra” ou “Eu não preparo pregação, o Espírito de Deus me revela”… São frases irresponsáveis e brincam com o Espírito Santo, atribuindo a Ele sua preguiça de passar várias horas em estudo e oração para pregar a Palavra.
Hoje, pregar com esboço em papel é quase um pecado em muitas igrejas; alguns olham com “cara feia” para os que levam algo escrito em sua homilia. Será que não sabem que um dos sermões mais impactantes da história, foi literalmente lido pelo pregador. Esse sermão era “Pecadores na mão de um Deus irado”, que Jonathan Edwards pregou em 08 de Julho de 1741 na capela de Enfield. O biógrafo de Edwards, J. Wilbur Chapman , relatou:

Edwards segurava o manuscrito tão perto dos olhos, que os ouvintes não podiam ver-lhe o rosto. Porém, com a continuação da leitura, o grande audi­tório ficou abalado. Um homem correu para a frente, cla­mando: Sr. Edwards, tenha compaixão! Outros se agarra­ram aos bancos, pensando que iam cair no Inferno. Vi as colunas que eles abraçaram para se firmarem, pensando que o Juízo Final havia chegado.[
1]

C) Ter uma visão pragmática sobre a pregação.

Para muitos, uma pregação só é válida se houver resultados. As pessoas não querem saber se o conteúdo da pregação é biblico ou herético, mas preferem esperar pelos resultados propagados pelo pregador. A primeira motivação dos pragmáticos é buscar a praticidade, portanto o pragmatismo é casado com o imediatismo, onde tudo tem quer ser aqui e agora.
O conceito de pregação “ungida” é bem pragmática, pois para boa parte da comunidade evangélica, a boa pregação tem que envolver o emocional, nesse contexto nasce frases do tipo “crente que não faz barulho está com defeito de fabricação”. Se não houver choro, gritos, pulos ou outras manifestações “espirituais”, a pregação perde o seu valor para aos cristãos atuais.
Pregadores pragmáticos gostam de ver seus ouvintes interagindo exageradamente no culto. É constante dos pregadores mandarem as pessoas glorificarem e até falar em línguas. Nesses cultos a justificativa para essas ordens é que “quando a glória da Igreja sobe, a glória do céu desce”. Não há respaldo bíblico para esse tipo de pensamento que é passado como algo bíblico. A emoção e as experiências fazem parte da vida cristã, mas não devem normatizar a liturgia ou direcionar os crentes, pois os verdadeiros cristãos tem a Palavra de Deus, e somente Ela, como regra de fé e prática.

D) Pastor-professor X pregador-ator

Eis o dilema existente no evangelicalismo moderno. O pastor-mestre foi substituído pelo pregador-carismático-ator. O mestre que orientava a sua congregação nas Sagradas Letras, sendo um homem de estudos e contemplativo, era característico de piedosos servos de Deus, como Charles Spurgeon, Jonathan Edwards, D. L. Moody etc.
O púlpito tem sido morto pelo estrelismo de pastores-atores, que confundem a plataforma da igreja com um palco para entretenimento, são pessoas que pregam o que a congregação quer ouvir e fazem de seus carismas uma imposição de sua pessoa. Quem estuda a história da igreja, verá que os piedosos servos de Deus, da Reforma as Grande Despertamento do século 18, eram homens de grande interesse pela pregação expositiva, onde o texto fala por si só. A partir do século 19, os sermões são cada vez mais temáticos e os pregadores mais articulados no estrelismo.
O Movimento Pentecostal peca, e gravemente, em não valorizar os sermões bem preparados e articulados, ungidos pelo Espírito Santo, para edificação da congregação. Em uma piedade aparente, muito exaltam a ignorância como virtude, justificando os sermões artificiais, sem profundidade e recheados de chicles, modismos e até heresias.

Autor:

Referência Bibliográfica:

1. BOYER, Orlando. Heróis da Fé. 15 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999, p. 03.

Os doze filhos de Jacó

Filed under #Todos os Estudos, Person by admin on 05-03-2010

Gênesis 37; 44:1-45:10

Versículo para memorização ! Gênesis 45:5

Em Padã-arã Jacó casou-se com duas esposas, Lia e Raquel. Cada uma dessas esposas possuía servas. A serva, ou empregada, de Lia chamava-se Zilpa e a serva de Raquel, Bila. Ambas servas tornaram-se concubinas de Jacó, o que quer dizer que lhe deram filhos legítimos. Não devemos ver isso como a vontade de Deus, pois, apesar de ser uma pratica da época, Deus nunca pretendeu que os homens tivessem concubinas ou mais de uma esposa (Mateus 9:4-6). Podemos agradecer a Deus por, pelos séculos, usar homens para fazer sua obra apesar da natureza e práticas pecaminosas deles.

Jacó teve doze filhos, nascidos na seguinte ordem: Rúben, Simeão, Levi, Judá, Dã, Naftali, Gade, Aser, Issacar, Zebulom, José e Benjamim. Esses homens são muito importantes porque são basicamente os pais das doze tribos de Israel.

Jacó era parcial para José e José era favorecido por Deus com visões e revelações de Deus. Por isso, José foi invejado e odiado por seus irmãos. Um dia, quando José saiu para ver o que seus irmãos mais velhos estavam fazendo com os rebanhos no campo, conspiraram matá-lo. Deus, porém, interveio e venderam José a mercadores medianitas, invés de matá-lo. Depois, medianitas venderam-no como escravo a Potifar (o capitão da guarda do faraó egípcio). Que crime terrível! Pense em como aqueles homens eram sem coração e impiedosos o suficiente para vender seu próprio irmão.

Deus não estava dormindo durante tudo isso, mas escolheu usar o pecado deles para seu próprio bem e para a execução de Seu plano. Muitos anos mais tarde, esses mesmos dez homens, que haviam vendido seu irmão, foram ao Egito comprar milho durante um período de escassez. Lá encontraram seu irmão José. Depois de duas viagens, apresentou-se a eles e os mandou para casa para buscar Jacó, seu pai. Toda a família mudou para o Egito, onde foram salvos da escassez. A família de Jacó viveu no Egito por aproximadamente quatrocentos anos a partir de então.

Perguntas ! OS DOS DOZE FILHOS DE JACÓ

1. Quem foi a primeira esposa de Jacó?
2. Qual das esposas Jacó amava mais?
3. Que problema perturbou Raquel?
4. Quantos filhos teve Lia?
5. Quem era o filho mais velho de Jacó?
6. Quem era seu filho mais jovem?
7. Quem era seu filho preferido?
8. Quem eram os filhos de Raquel?
9. Como Deus favoreceu José?
10. Como os irmãos de José se sentiram em relação a ele?
11. Qual foi a maldade que os irmãos de José planejaram contra ele?
12. O que realmente fizeram a ele?
13. Qual foi o povo que levou José para o Egito?
14. Por quanto os irmãos de José o venderam?
15. Qual irmão quis libertar José e devolve-lo a sua casa?
16. Qual irmão sugeriu vender José?
17. Como os irmãos de José deram conta dele a Jacó?
18. José foi vendido para qual homem no Egito?
19. O que esse homem fazia e para quem?
20. Como isso tudo contribuiu para o bem da casa de Jacó?

Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Daniel Aaron Gardner
Edição: Calvin Gardner 04/04
Fonte: www.palavraprudente.com.br

Nabucodonosor

Filed under #Todos os Estudos, Person by admin on 05-03-2010

Daniel 1:1 e 2, Daniel capítulos 2 e 4

Versículo para memorização - Daniel 2:37

Durante o ministério de Jeremias, o homem mais popular e conhecido do mundo era o rei da Babilônia, Nabucodonosor. Derrubava reis e os elevava ao poder em qualquer nação que desejasse. Deus deu-lhe esse poder, para ser usado como um castigo contra Judá. Assíria já havia escravizado Israel e, em 607 a.C., foi contra Judá e arrebatou todos que desejou dentre o povo. Dentre esses, estavam Daniel, Sadraque, Mesaque e Abednego. Esses homens (cativos judeus) foram usados para mudar a vida desse homem, Nabucodonosor.

Aproximadamente um ano depois de Daniel ter sido capturado, tão logo sua sabedoria foi reconhecida pelos líderes da Babilônia, Deus deu uma visão a Nabucodonosor durante um sonho. Viu uma grande imagem com uma cabeça de ouro; seu peito e seus braços eram de prata; seu abdome e suas coxas eram de latão; suas pernas eram de ferro e seus pés eram parte de ferro e parte de barro de lodo. Nabucodonosor não apenas ficou confundido a respeito do significado da visão, como também esqueceu como era o sonho. Nenhum dos seus homens sábios e seus adivinhadores podia ajudar, mas Deus revelou a Daniel de que se tratava o sonho. O significado do sonho era muito importante por tratar das autoridades dos Gentios e das profecias de autoridades que estão governando nosso destino ainda hoje. Nabucodonosor ficou extremamente satisfeito com Daniel por ter revelado e interpretado seu sonho. Talvez parte desse agradecimento se devesse ao fato de o sonho retratar Nabucodonosor como sendo um rei muito grandioso, a cabeça de ouro. Nabucodonosor ficou muito orgulhoso de si mesmo, então Deus o fez perder sua juizo por sete anos, as unhas de suas mãos e pés cresceram como garras, seu corpo ficou coberto com cabelo, como plumas de águia, e comeu capim.

Passados sete anos, Deus restituiu sua mente, sua aparência física e revelou a razão da humilhação. Depois disso, Nabucodonosor acreditou em Deus e O glorificou. (Daniel 4:37)

Perguntas - NABUCODONOSOR

1. Qual era a nacionalidade de Nabucodonosor?
2. Quem era o grande profeta quando avançou contra Judá?
3. Em que ano avançou contra Judá?
4. Diga o nome de quatro homens jovens tomados em cativo.
5. Em que ano de seu reinado Nabucodonosor teve o grande sonho?
6. Agradou-se com o sonho?
7. O que esqueceu em relação ao sonho?
8. Quem chamou primeiro para interpretar o sonho?
9. Por que disseram que isso era impossível?
10. O que Nabucodonosor fez-lhes por causa de sua inabilidade?
11. Que favor Daniel pediu ao rei?
12. O que prometeu em retorno por mais tempo?
13. A quem Daniel pediu oração?
14. Como Daniel descobriu o que o sonho era?
15. Quais eram os quatro metais que compunham a imagem?
16. Nabucodonosor era representado por qual parte e qual metal?
17. Deus puniu Nabucodonosor por causa de qual falta de atributo do seu caráter?
18. Qual a punição que Deus atribuiu-lhe?
19. Quanto tempo durou essa punição?
20. Qual foi o seu efeito sobre Nabucodonosor?

Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Daniel Aaron Gardner
Edição: Calvin Gardner 04/04
Fonte: www.palavraprudente.com.br

Arão

Filed under #Todos os Estudos, Person by admin on 05-03-2010

Êxodo 4:10 e 27-31; 5:1-23; 32:1-6

Versículo para memorização ! Êxodo 4:16

Arão foi um homem escolhido por Deus. Era o filho mais velho de Anrão e Joquebede, da tribo de Levi. Era três anos mais velho que Moisés mas foi escolhido por Deus para ser assistente de Moisés. Durante o Êxodo (saída do Egito), Arão deveria ser o porta-voz de Moisés. Depois da lei ter sido entregue e o Tabernáculo construído, devia ser o sumo sacerdote. Arão e sua esposa, Eliseba, tiveram quatro filhos: Nadabe, Abiu, Eleazar e Itamar. Esses filhos também iriam servir no sacerdócio.

Arão, assim como sua irmã (Miriã), não foi sempre obediente a Deus. Você deve se lembrar da maneira como participou da rebelião com Miriã, em Números 12. Foi também culpado por um terrível pecado, em Êxodo 32. Moisés tinha ido para as montanhas para receber instruções de Deus. Enquanto ia, o povo veio a Arão e pediu-lhe que lhe fizesse deuses visíveis, ídolos tangíveis. Ao invés de repreender-lhes, Arão fez-lhes um bezerro de ouro. Tomou o bezerro e construiu um altar diante dele, declarando um dia de festa no qual o povo comeu, bebeu e dançou nu diante do bezerro (Êxodo 32:25). Que pecado terrível! Deus ficou tão irritado que ordenou que homens da tribo de Levi empunhassem suas espadas e matassem seus companheiros israelitas. Três mil homens israelitas morreram naquele dia. Às vezes o povo pensa que os líderes de Deus são muito severos, mas isso nos mostra o grande perigo que vem quando eles não estão sendo rigorosos o bastante.

Os dois filhos mais velhos de Arão, Nadabe e Abiú, fizeram um ato religioso idólatra em Levítico 10:1, oferecendo a Deus fogo que não era do altar, e Deus os matou. A lição que deveríamos aprender daqui é que é um grande privilégio ser escolhido de Deus, mas que é muito perigoso não fazer as coisas do jeito de Deus.

Perguntas ! ARÃO

1. Quem era o filho mais velho da família de Arão?
2. Quem era a irmã de Arão?
3. Quem era o irmão de Arão?
4. Arão era quantos anos mais velho que Moisés?
5. Qual foi o primeiro trabalho que Deus deu a Arão?
6. Em relação a Moisés, Arão deveria ser um ………”
7. Em relação a Arão, Moisés deveria ser como ………”
8. Quantos filhos Arão teve?
9. Qual foi o grande pecado de Arão?
10. De que Arão fez o bezerro dourado?
11. O que Arão construiu em frente o bezerro?
12. O que o povo fez no dia da festa?
13. Como Arão descreveu o incidente a Moisés?
14. O que Moisés fez com o bezerro?
15. O que Deus lhe disse que fizesse ao povo como punição?
16. A qual tribo pertenciam os executores?
17. Quantas pessoas foram mortas?
18. Quais dos filhos de Arão cometeram um grande pecado?
19. Qual foi o grande pecado de Nadabe e Abiú?
20. Qual a punição que Deus atribuiu a eles?

Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Daniel Aaron Gardner
Edição: Calvin Gardner 04/04
Fonte: www.palavraprudente.com.br

Líderes pacificadores

Filed under #Todos os Estudos, Liderança by admin on 05-03-2010

Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus. Mt 5.9

Quem são os pacificadores? Algumas traduções definem como “aquele que trabalha pela paz” ou ainda “aquele que tem sua vida dirigida para as coisas que promovem a paz”. Segundo alguns comentaristas, o sentido mais correto da expressão pacificador refere-se à promoção de concordância entre duas ou mais pessoas que estão em contenda, em guerra, em litígio.

E é fato que vivemos em um mundo de guerras, e em várias dimensões. Existe a dimensão das nações, do mercado de trabalho, das tribos e gangs (ex. adolescentes), e mesmo debaixo do mesmo teto. Qualquer que seja a dimensão, a incapacidade de viver e conviver em paz reflete a natureza pecaminosa e egoísta da humanidade. Toda guerra tem uma raiz lá dentro dos nossos corações. Por outro lado, todo o processo de paz também só pode acontecer se uma grande mudança for promovida lá dentro de nossas vidas, no âmago das motivações e desejos.

Jesus é conhecido como o Príncipe da Paz. Sua grande obra foi nos reconciliar com Deus através da cruz. Ele quebrou as barreiras da inimizade e nos fez viver em paz com nosso Pai Celeste. Sua obra de reconciliação estende-se para nosso mundo interior. Reconciliando-os conosco mesmo, conduzindo-nos a perceber que se ele nos ama com esse amor indescritível, porque eu não deveria ter um amor próprio? A reconciliação também nos faz enxergar nosso próximo para que esse amor próprio não seja isolado e ilhado. Somos, assim, reconciliados pelo Príncipe da Paz.

Experimentando essa paz em Cristo, somos chamados para sermos embaixadores da paz. Como pacificadores precisamos entender e viver muitas coisas, dentre as quais destaco três características a serem perseguidas:

O líder pacificador tem que discernir a “falsa paz”

Disse Jesus: ”Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo.” Jo 14.26

Jesus destacou que sua paz é de natureza diferente do mundo. Há um tipo de paz que é falsa, passageira, vendida por aí nas bancas, programas de televisão ou nas ruas.

Muitos movimentos chamados de pacifistas são superficiais e escondem atrás de si outras motivações. O movimento dos hippies, por exemplo, trazia atrás de si a motivação de uma vida irresponsável, onde a liberdade era sinônima do sexo liberado, do consumo de drogas, da rejeição de qualquer tipo de autoridade. Outros trazem o desejo de assumir o poder político ou de ganhos financeiros.

Muitas igrejas também pregam uma falsa paz. Trazem soluções simplistas para problemas complexos. Como se tudo fosse resolvido colocando-se um copo sobre a televisão, fazendo-se 3 orações, praticando penitências, auto-flagelos ou outros rituais religiosos. Nos dizeres do profeta Jeremias: “Desde o menor até o maior, todos são gananciosos; profetas e sacerdotes igualmente, todos praticam o engano. Eles tratam da ferida do meu povo como se não fosse grave. ‘Paz, Paz’, dizem, quando não há paz alguma.” (Jr 6.13-14).

Muitas pessoas também se enganam em considerar que a paz implica em não confrontar, em omitir fatos, em esconder a verdade. Existem muitos adeptos da política de “panos quentes” como que se, assim, tivessem paz. Evitam conversas francas, evitam assertividade. Pensam que a aparência de paz é suficiente. Paz aparente, mas profundos conflitos.

A verdadeira paz somente pode ser alcançada com a instalação da natureza de Cristo em nossos corações. A partir disso, começa um longo caminho de “transfusão de caráter”, uma espécie de download de um novo software que regerá nossos valores, pensamentos, palavras e atitudes. Em palavras bem conhecidas, paz só existe a partir da salvação em Cristo seguida da santificação produzida pelo Espírito Santo.

Um pacificador, segundo Jesus, trabalha na direção de promover a verdadeira paz que vem na entrega mais sincera e profunda de nossos corações a Deus, aceitando a obra suficiente de Cristo e deixando-se moldar pelo seu caráter.

O ponto de partida, portanto, do pacificador, é a obra de Cristo. Qualquer aparência de paz fora de Cristo é falsa!

O líder pacificador tem que combater “o que rouba a paz”

Disse Jesus: “O ladrão vem apenas para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.” Jo 10.10

Vida em abundância é sinônimo de vida plena de paz. Mas Jesus deixa claro que há inimigos, forças que tentam roubar-nos essa paz. Pelo menos duas forças brigam intensamente contra a instalação da paz.

A primeira é nossa natureza pecaminosa e egoísta. Aquela natureza que traz pensamentos impuros à mente, libera palavras mortíferas sobre outras pessoas, que nos faz fofocar, invejar e outros hábitos que roubam a paz dos relacionamentos.

Neste ponto, o pacificador é alguém experiente e atento a tudo o que provoca a ignição dos conflitos e guerras. Alguém disse que toda guerra começa nas palavras. Toda palavra nasce de pensamentos e valores. Todos os valores estão fundamentados em nossa natureza. Promover a paz, portanto, é ministrar o coração das pessoas a partir das atitudes e procedimentos que flagram nossa distância do padrão de Cristo. Flagrar o ladrão da paz que está arraigado em nós pode ser uma atitude do pacificador que trará cura e libertação.

A segunda força que quer roubar nossa paz é Satanás e suas hostes malignas. Jesus sabia disso muito bem. Em seu relacionamento com Pedro, disse claramente que Satanás queria segá-lo, fazendo-o romper seu relacionamento com o Mestre através da negação. Jesus sabia muito bem as setas malignas lançadas contra o coração de Pedro e que o fariam perder a paz. Mas Cristo providenciou o escape intercedendo pelo amado discípulo.

Neste ponto, o pacificador sabe muito bem que existem forças do inferno que lutam para romper a paz conquistada por Cristo. O combate do pacificador é através de uma única arma: a oração. A oração é instrumento eficaz e poderoso para trazer paz no coração das pessoas. Ela libera a atuação do Espírito Santo e toda sorte de provisões nas regiões celestes.

Assim, o ponto de combate do pacificador é a palavra para ministrar os corações e a oração para resistir às trevas. Qualquer esforço para pacificar fora desses recursos providenciados por Deus resultarão em fadiga e exaustão.

O líder pacificador tem que promover “a verdadeira paz”

Disse Jesus: “o sal é bom, mas se deixar de ser salgado, como restaurar o seu sabor? Tenham sal em vocês mesmos e vivam em paz uns com os outros.” Mc 9.50

Jesus relaciona diretamente o fato de termos sabor e fazermos diferença à capacidade de vivermos em paz uns com os outros. Esse é um ministério deixado por Jesus a cada um de nós: o de sermos agentes para reconciliação.

A primeira atitude prática que um pacificador faz em um processo de reconciliação é estabelecer uma situação de “cessar fogo”. Não há condições de trazer paz em meio a um tiroteio. É necessário que uma bandeira branca seja levantada para um recesso. Pessoas envolvem-se tanto nos tiroteios dos conflitos que se tornam incapazes de baixar a guarda. Aí entra o pacificador, oferecendo sua credibilidade e autoridade para essa pausa.

A partir da pausa, o pacificador deve trabalhar rapidamente para “discernir causas e motivações”, agindo de maneira imparcial e justa. O trabalho de reconciliar exige a firme determinação de ouvir, fazendo perguntas certas, dentro de um ambiente de amor, acrescentando verdade e sinceridade.

Após entender bem o contexto, o pacificador deve aproximar-se incentivando a “busca de entendimento”. Isso exigirá certamente a necessidade de pedir e liberar perdão. Via de regra, ambos os lados tem sua mea-culpa. Muitos conflitos acontecem pela grande intolerância presente nas relações humanas. Assim, é importante a ministração da importância de suportarmos um ao outro. Na Bíblia não faltam instruções insistentes nesta direção.

Uma vez entendido, perdoado, haverá pré-disposição para “promover a reconciliação”. Neste ponto, o amor de Cristo deve ter brotado nos corações para que o ato não seja uma mera formalidade. Normalmente haverá certo constrangimento santo ao perceberem como foram tão intolerantes um com o outro. Quando o pacificador chega neste ponto, ele já sente concretamente o fluir da paz de Cristo.

Assim, o líder pacificador cumpre sua missão e pode alegrar-se, ser bem-aventurado, ser feliz.

Lá vem o filho de Deus…

Disse Jesus: “Como é que você me pede “mostra-nos o Pai’? Você não crê que eu estou no Pai e o Pai está em mim? As palavras que digo a vocês não são as minhas. De fato, é o Pai que habita em mim que está fazendo o trabalho.” Jo 14.9, 10

O texto afirma que os pacificadores serão chamados filhos de Deus. É claro que não se trata de semelhança física, mas semelhança com o caráter de Cristo.

À medida que exercermos nosso papel de pacificadores, reconciliando pessoas com Deus e com seus semelhantes, nos tornamos parecidos com Jesus. Que falem de nós: “lá vem o filho de Deus”.

Aceite o desafio de ser o embaixador do Reino da Paz! Deus fará coisas grandiosas através de sua liderança pacificadora.

Autor: Rodolfo Garcia Montosa. www.institutojetro.com

O anonimato da liderança

Filed under #Todos os Estudos, Liderança by admin on 05-03-2010

O anonimato é desprestigioso e o é ainda mais quando acontece no exercício da liderança. Nenhum líder deseja liderar sem a glória do reconhecimento. Todavia, os líderes que gostam dos holofotes estão comumente aquém do que se dizem fazer, e muitos não conseguem vencer a tentação de ser relevante, evidenciando o seu eu muito mais do que suas próprias ações e, por isto, fracassam antes do tempo.

O líder que foge do anonimato por iniciativa própria revela um sério desvio ético em sua conduta e costuma trair a si mesmo por não ser fiel ao exercício da sua própria liderança. Quando o líder imagina que ele é maior do que o que ele faz, é porque o que ele faz não é forte o suficiente para ser notado. Daí a necessidade de propagandas, programas e mídia, pois “se o que eu faço não é bom o suficiente para que a minha liderança seja percebida, preciso de um marketing pessoal para aparecer”. Tudo isto porque ninguém gosta do anonimato. E ninguém gosta do anonimato exatamente porque lá o que se faz não se divulga, é anônimo!

O anonimato é para quem ama o que faz e o faz sem barganhas. Faz porque compreende a sua missão neste mundo. Faz na sombra porque sabe que os aplausos não são a consequência do seu feito. Faz sem holofotes porque as luzes não são a sua glória. Faz sem estruturas, medo, políticas, sem trocas, faz até mesmo sem nada porque quem faz no anonimato faz sem adereços e faz em qualquer lugar.

De fato, o anonimato não é para qualquer um. No entanto, a liderança extravagante serve para muitos, e muitos que dificilmente irão entender que a verdadeira liderança não tem nada a ver com exposição na mídia ou espaços conquistados, e muito menos com projetos inacabados.

É preciso voltar com urgência ao agir simples de uma liderança que não deseja os primeiros lugares, os melhores ambientes, as maiores recompensas. É preciso encontrar líderes em fidelidade ao que lhes foi proposto. Que são capazes de fazer o que fazem em qualquer circunstância ou espaço. É preciso sair à rua, como bem lembrou o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa. Tem muito líder que só está na mídia. Não entendeu ainda que é preciso estar no meio do povo. E, no meio do povo, os bons fazem a diferença e o anonimato é apenas um detalhe.

autor: Ivan Cordeiro
Fonte: http://www.institutojetro.com

Noé e o Dilúvio

Filed under #Todos os Estudos, Person by admin on 04-03-2010

Gênesis - Capítulos 7 e 8

Versículo para memorização ! Gênesis 7:1

Saltamos no tempo para 1.656 anos depois da criação de Adão. A terra estava repleta de violência por causa da iniqüidade do homem. Deus tinha avisado que destruiria a terra com um dilúvio, mas poucas pessoas creram nisso, porque nunca tinha chovido sobre a terra. A terra tinha sido molhada até então apenas por uma garoa.

Houve um homem chamado Noé que acreditou em Deus. Trabalhou durante 120 anos construindo um grande navio ou barco chamado arca, até que a concluiu. Noé tinha agora 600 anos e, certo dia, Deus disse: “Noé, pegue tua família e todos os animais como eu tenho ordenado e coloque-os na arca, porque daqui a sete dias mandarei um grande dilúvio”. Então Noé foi trabalhar. Pegou catorze representantes de todos os animais e aves limpos, sete machos para sete fêmeas e os colocou na arca. Pegou também quatro representantes de cada animal não limpo e os pôs na arca, dois machos para duas fêmeas. Esse trabalho demorou sete dias e, quando terminou, Deus fechou as portas da arca e a selou.

Fora da arca os relâmpagos começaram a reluzir e o trovão começou a rugir. A chuva caiu em abundancia e a água subiu da terra. Havia água em todo lugar. A chuva caiu por quarenta dias e quarenta noites continuamente até que todas as montanhas estivessem cobertas e tudo na terra tivesse morrido. A terra ficou sob água por 150 dias, e depois a água começou a baixar.

Então, certo dia, Deus ordenou que a água começasse a secar, infiltrando-se na terra. Noé soltou um corvo e um pombo. O pombo retornou, então Noé sabia que havia ainda muita água para sair da arca. Na segunda vez, o pombo retornou com uma folha de oliveira. Na terceira vez, não retornou. Então Noé soube que a terra estava seca. Ao todo Noé ficou na arca um ano e dez dias.

Na opinião de muitos cientistas respeitados, a arca está preservada até hoje num cume de gelo sobre o Monte Ararate. Durante cinqüenta anos os governos comunistas se recusados a permitir a exploração, porém, mais de duzentas pessoas testemunharam terem-na visto.

Perguntas ! NOÉ E O DILÚVIO

1.  Quanto tempo depois da criação de Adão houve o dilúvio?
2.  Qual era a idade de Noé quando o dilúvio chegou?
3.  Quanto tempo ele trabalhou na arca?
4.  Quantos dias Noé passou trazendo coisas para dentro da arca?
5.  Quantos animais limpos Noé levou para dentro?
6.  Quantas aves foram para dentro?
7.  Quantos animais não limpos foram para dentro?
8.  Quem fechou a porta da arca?
9.  Quantas vezes havia chovido antes do dilúvio?
10. Além da chuva, de onde mais veio água?
11. Choveu por quanto tempo?
12. Quanto tempo a água permaneceu sobre a terra?
13. Quais foram os dois pássaros que Noé enviou?
14. Quantas vezes foi enviada a pomba?
15. O que a pomba trouxe da segunda vez?
16. O que o pombo trouxe em sua terceira viagem?
17. Como Noé saiu da arca?
18. Quanto tempo Noé ficou na arca?
19. Quantos anos tinha Noé quando saiu da arca?
20. Qual foi a primeira coisa que Noé construiu quando saiu da arca?

Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Daniel Aaron Gardner
Edição: Calvin Gardner 04/04
Fonte: www.palavraprudente.com.br

Decepções, como vencer?

Filed under #Todos os Estudos, Aconselhamento by admin on 04-03-2010

João 11.32 “Tendo, pois, Maria chegado onde Jesus estava, e vendo-o, lançou-se aos seus pés, dizendo-lhe : Senhor, se tu estivesse aqui, meu irmão não teria morrido.”

Quem nunca teve uma decepção? Acredito que você, que está lendo este Bate Papo do Céu lembrou de algumas decepções, com os melhores amigos, parentes, irmãos em Cristo e com outras pessoas. Mas o que é decepção? Decepção é desilusão, engano. Quando você é enganado ou desiludido por qualquer situação que você não esperava, o desespero a tristeza bate no seu coração. A pergunta que vem em primeiro lugar em nossa mente é:

- Como pode acontecer isto comigo?

- Como aquela pessoa pode ter a coragem de tomar esta atitude?

A vida é cheia de decepções. No casamento, na vida profissional, na amizade de muitos anos, naqueles que consideramos irmãos para qualquer situação, em todas as pessoas e nas melhores famílias a decepção pode pregar um susto. No entanto, no mundo em que vivemos, as pessoas para esquecerem as suas decepções partem para outras atitudes que de vez ajudar, trazem outros problemas. Alguém pode ir para a bebida por causa do casamento desfeito, que por muitas das vezes, se você for encontrar o que ocasionou a separação, encontraremos problemas fúteis e que poderiam ser resolvidos com facilidade.

O que não dizer de outros decepcionados com a vida são levados as drogas, para o vício, para as baladas da noite e por que não dizer no suicido! Os consultórios de análise de comportamentos estão cheios de pessoas desorientadas por uma decepção, os divãs estão sendo usados com mais freqüência, os livros de auto-ajuda estão sumindo das prateleiras e estão sendo lidos por pessoas que perderam os seus sonhos, os seus palácios desmoronou, por pessoas frustradas e enganadas pelos seus ideais.

SERÁ QUE ENCONTRAMOS PESSOAS DECEPCIONADAS NA BÍBLIA?

No livro de Marcos encontramos um pai decepcionado porque os discípulos não puderam resolver o seu problema. Marcos 9v. 17-18 E um da multidão, respondendo, disse: Mestre, trouxe-te o meu filho, que tem um espírito mudo; este, onde quer que o apanhe, despedaça-o, e ele espuma, e range os dentes, e vai definhando; e eu disse aos teus discípulos que o expulsassem, e não puderam. No livro de João encontramos um homem que estava enfermo há 38 anos e a única maneira que ele encontrava era mergulhar em um poço chamado Betesda quando o anjo movimentava a água, mas ele ra paralítico e não tinha ninguém que poderia ajuda-lo. João 5 v.2-7

Ora, em Jerusalém há, próximo à porta das ovelhas, um tanque, chamado em hebreu Betesda, o qual tem cinco alpendres. Nestes jazia grande multidão de enfermos, cegos, mancos e ressacados, esperando o movimento da água. Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água; e o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse. E estava ali um homem que, havia trinta e oito anos, se achava enfermo. E Jesus, vendo este deitado, e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: Queres ficar são? O enfermo respondeu-lhe: Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me ponha no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim. Dois tipos de decepção que com certeza muitos estão tendo por ai. Eu não sei o que você está passando, qual decepção você tem experimentado, mas estas duas histórias começaram desta forma, com as decepções, mas elas terminam como a sua história pode terminar também! Existe uma maneira de vencer as decepções!

VENCENDO AS DECEPÇÕES

Você pode vencer as decepções da vida . O primeiro caso terminou assim: Marcos 9v. 17-27 E um da multidão, respondendo, disse: Mestre, trouxe-te o meu filho, que tem um espírito mudo; E este, onde quer que o apanhe, despedaça-o, e ele espuma, e range os dentes, e vai definhando; e eu disse aos teus discípulos que o expulsassem, e não puderam. E ele, respondendo-lhes, disse: Ó geração incrédula! Até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei ainda? Trazei-lo. E trouxera-lo; e quando ele o viu, logo o espírito o agitou com violência, e, caindo o endemoninhado por terra, revolvia-se, escumando. E perguntou ao pai dele: Quanto tempo há que lhe sucede isto? E ele disse-lhe: Desde a infância e muitas vezes o tem lançado no fogo, e na água, para o destruir; mas, se tu podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós, e ajuda-nos. E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê. E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, Senhor! Ajuda a minha incredulidade.

E Jesus, vendo que a multidão concorria, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele, e não entres mais nele. E ele, clamando, e agitando-o com violência, saiu; e ficou o menino como morto, de tal maneira que muitos diziam que estava morto. Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu, e ele se levantou. Em primeiro lugar eu gostaria de dizer que se você está decepcionado com qualquer situação, procure ir a alguém que pode resolver o seu problema e curar esta ferida que foi feita na sua alma. Não confie em homens! Não confie na força do poder humano! Só Jesus pode passar um balsamo nesta situação em que você vive.

Jesus sempre terá uma palavra de conforto, carinho e de encorajamento para você: O primeiro passo para vencer as decepções é ir a Jesus. Pois ele é o caminho para Deus, o intermediário entre Deus e os homens, Ele é a verdade que você precisa e a Vida, uma vida abundante e não angustiada. E a primeira palavra que Jesus deu a este homem foi: E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê. Você crê que Jesus pode resolver os seus problemas e curar a ferida da decepção? Se você crer, você verá o que Deus pode fazer por você! Crer é ter fé! Porque eu preciso ter fé? Hebreus 11v. 6 Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.

Não podemos agradar a Deus sem a Fé. Deus toma as atitudes necessárias quando acreditamos no seu agir, no seu trabalhar. Se você não tem fé ou está em uma situação que até a Fé tem sido difícil em sua vida, faça como o pai deste menino! Peça a Deus para ajudar em sua incredulidade! “Logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, Senhor! Ajuda a minha incredulidade”. Quem sabe as lágrimas estão deixando os seus olhos espirituais embaçados e por isso a fé não está brotando no seu coração, pois se você está com os olhos da alma embaçados, você não vai conseguir ler a palavra de Deus. Quem sabe as decepções da vida deixaram os seus ouvidos espirituais tampados e você não consegue ouvir a voz de Deus!

A única maneira de acrescentar a nossa fé ou buscar mais fé é lendo ou ouvindo a Palavra de Deus! Romanos 10v. 17 De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus. E se você faz tempo que não ouve a palavra de Deus, eu quero colocar aqui o que ela diz para você neste momento:Você não foi o único que se decepcionou com os amigos mais chegados , Jô também passou por isso . Os homens podem desampara você, Jô passou por isso, veja o seu desabafo No cap. 19 v.13-19. Pôs longe de mim a meus irmãos, e os que me conhecem, como estranhos se apartaram de mim. Os meus parentes me deixaram, e os meus conhecidos se esqueceram de mim. Os meus domésticos e as minhas servas me reputaram como um estranho, e vim a ser um estrangeiro aos seus olhos. Chamei a meu criado, e ele não me respondeu; cheguei a suplicar-lhe com a minha própria boca.

O meu hálito se fez estranho à minha mulher; tanto que supliquei o interesse dos filhos do meu corpo. Até os pequeninos me desprezam, e, levantando-me eu, falam contra mim. Todos os homens da minha confidência me abominam, e até os que eu amava se tornaram contra mim. Se os teus parentes te desampararam, o Senhor não desampara você em nenhum momento! Salmos 9 v. 9-10 O Senhor será também um alto refúgio para o oprimido; um alto refúgio em tempos de angústia. Em ti confiarão os que conhecem o teu nome; porque tu, Senhor, nunca desamparaste os que te buscam. Salmos 27.10. Porque, quando meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me recolherá.

Quer maior decepção que um amigo mais chegado ou um parente deixar você na hora mais difícil da sua vida ! Mesmo que isto aconteça, Deus não irá te desamparar. Deus ainda tem palavras de animo para sua vida! II Corintios 4v. 8-9. Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; Você pode estar em tribulação, mas esta tribulação não vai angustiar o seu coração por muito tempo, porque o seu choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã! Você pode estar perplexo (a), mas você não vai ficar desanimado, pois o Senhor te sustenta com sal mão forte1 Você pode estar sendo perseguido, mas você não está desamparado, pois o Senhor está com você e irá pelejar por sua causa ! Você pode estar abatido (a), mas não destruído (a), porque Somos mais vitoriosos no nome de Jesus Cristo .

Situações de decepção podem chegar em nosso dia a dia , mas o Amor de Cristo chegou antes que você fosse formado (a) no ventre de sua mãe! O segundo caso, Jesus faz uma pergunta para o paralítico, pois Jesus sabia muito bem o que aquele homem queria, mas Ele gostaria de ouvir da sua boca. E Jesus, vendo este deitado, e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: Queres ficar são? O enfermo respondeu-lhe: Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me ponha no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim. É interessante que o homem ainda não tinha entendido a pergunta, pois Jesus tinha perguntado se ele queria ser curado! Porque Jesus perguntou para um paralítico se ele queria ser curado? Você pode estar pensando : Mas é obvio que ele queria! Deus espera esta atitude de você também!

Quem sabe você está angustiado por algum problema, mas quando é para decidir, você decide que Deus resolva outros em primeiro lugar ! Podemos dizer que Jesus sabia que o homem também não tinha entendido que ele seria curado pelas mãos do mestre, e por isso, frisou bem aquela situação para que depois que ele fosse curado, pudesse entender que foi Jesus que o curou! Como esta situação acabou? Vamos lembrar : João 5 E Jesus, vendo este deitado, e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: Queres ficar são? O enfermo respondeu-lhe: Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me ponha no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim. Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma o teu leito, e anda. Logo aquele homem ficou são; e tomou o seu leito, e andava. Jesus quer que você saiba que Ele pode fazer algo por você, mas diga a ele o que você quer que Ele faça!

Se for possível, tome algumas decisões neste momento :

1- Fale com Deus em nome de Jesus .

2- Conte o seu problema ou decepção como você contaria a um amigo ou amiga. Abra o seu coração .

3- Diga o que você gostaria de que fosse feito, mas peça que a decisão sempre esteja debaixo da vontade do PAI.

4- Tenha fé que Deus vai cuidar dos seus problemas e decepções

5- Depois descanse no Senhor. Jesus te ama e não vai de desamparar ! Lembre de seu amigo mais chegado que um irmão. Deus te abençoe.

Pr. Alexandre Farias - www melodia.com.br - Estudo Dísponivel no site www.vivos.com.br

Os Anjos Maus - Seu Chefe

Filed under #Todos os Estudos, Anjos by admin on 04-03-2010

Satanás aparece na Escritura como o reconhecido chefe dos anjos decaídos. Ao que parece, ele era originariamente um dos poderosos príncipes do mundo angélico, e veio a ser o líder dos que se revoltaram contra Deus e caíram. O nome “Satanás” revela-o como “o Adversário”, não do homem em primeiro lugar, mas de Deus. Ele investe contra Adão como o coroa da produção de Deus, forja a destruição, razão pela qual é chamado Apoliom (destruidor), Ap 9.11, e ataca Jesus, quando Ele empreende a obra de restauração. Depois da entrada do pecado no mundo, ele se tornou Diabolos (Acusador), acusando continuadamente o povo de Deus, Ap 12.10. Ele é apresentado na Escritura como o originador do pecado, Gn 3.1,4; Jo 8.44; 2 Co 11.3; 1 Jo 3.8; Ap 12.9; 20.2, 10, e aparece como o reconhecido chefe dos que caíram, Mt 25.41; 9.34; Ef 2.2. Ele continua sendo o líder das hostes angelicais que arrastou consigo em sua queda, e as emprega numa desesperada resistência a Cristo e ao Seu reino. É também chamado repetidamente “príncipe deste mundo” (não “do mundo”), Jo 12.31; 14.30; 16.11, e até mesmo “Deus deste século”, 2 Co 4.4. Não significa que ele detém o controle do mundo, pois Deus é que o detém, e Ele deu toda a autoridade a Cristo, mas o sentido é que Satanás tem sob controle este mundo mau, o mundo naquilo em que está separado de Deus. Isso está claramente indicado em Ef 2.2, onde ele é chamado “príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência”. Ele é super-humano, mas não é divino; tem grande poder, mas não é onipotente; exerce influencia em grande escala, mas restrita, Mt 12.29; Ap 20.2, e está destinado a ser lançado no abismo, Ap 20.10.

Fonte: Teologia Sistemática/ Louis Berkhof; trad. por Odayr Olivetti. Campinas: Luz Para o Caminho, 2000

CUIDADO: Nem tudo que brilha é de Deus

Filed under #Todos os Estudos, Avivamento, Igreja, Seitas e Heresias / Apologética by admin on 04-03-2010

É por necessidade e talvez não tanto por querer que eu escrevo esse artigo. De vez em quando alguém quer reformar uma casa, e nisso há uma necessidade de derrubar algumas coisas para poder reconstruir na maneira que é certo e desejado. E, muitas vezes, sem querer, ou no mínimo sabendo do risco, ele mexe numa área onde tem cobras, ou pior, ele se acha com uma mão bem no ninho. Aparentemente isto é o que aconteceu. Mas como eu falei, eu sabia do perigo e coloquei a minha mão lá de qualquer jeito porque o que mais importa para mim não é a minha vida, mas que a casa do Senhor seja construída no alicerce de Jesus Cristo e os ensinamentos dos seus profetas e apóstolos.

Eu entendo muito bem que o que está em pauta não é poeira de ouro, dente de ouro ou qualquer outra fenômeno que estamos vendo hoje em dia, mas sim um bezerro de ouro que eu acabei de chutar; a adoração extravagante de uma geração que adora Deus com somente os seus lábios. Sim, eu estou generalizando. Sei que existe uns ainda que não têm dobrado seus joelhos a Baal e que realmente buscam a Sua face e santidade, mas por questão de tratar de algo bem geral numa nação, vamos usar termos generalizados, não para ofender, mas para tratar um assunto grande numa maneira mais prática como Deus muitas vezes tem falado para uma nação.

O interessante é que, quando você usa um termo tipo “geração burra”, muitas pessoas se levantam para reclamar da maneira de colocar todo mundo no mesmo barco. Mas, quando nós referimos a geração com termos tipo “geração profética” ou “geração santa” (e não, eu não estou referindo a qualquer ministério em si, mas os apelidos mais usados para essa geração), todo mundo pula e grita “aleluia”, mas, pelo amor de Deus, cadê os profetas ou santos dessa geração?

Hoje em dia os “profetas” estão todos falando de avivamento, benção e prosperidade. E, bem de vez em quando, existe alguém que levanta sua voz para perguntar, “Não existe aqui nenhum profeta para nós consultamos o Senhor por meio dele?” (1Reis 22.7) O que a gente ouve hoje em dia não é uma voz profética, mas aquela voz que fala coisas agradáveis a nossos ouvidos. Ninguém mais fala de pecado e inferno, mas de intimidade e céu, assuntos bem mais agradáveis e bem mais eficientes se queremos encher os nossos templos.

Mas vamos cair no real! Se essa é uma geração profética, eu dei parto aos meus três filhos. E isto não é para criticar, mas para mostrar como a parada tá meio ridícula. Creio que Deus ainda vai levantar profetas dentro dessa geração, mas, uma geração profética??? Me mostra um profeta dentro dessa geração! Vamos nos acordar antes que seja tarde demais. E será que temos que abordar a santidade dessa geração, ou melhor, a falta de santidade? Ninguém vai discutir sobre o fato que a galera está bitolado em tanto pecado que ela nem sabe se ela é salva. Quer saber mesmo? Faça um apelo no fim de uma pregação rara sobre pecado e inferno e ver como a maioria vai para frente. E isto não é para falar mal deles, mas para apontar ao fato de que essa geração não tem tanta certeza da sua salvação que nós queremos acreditar. Mas, eles indo para frente eu acho maravilhoso porque quando eu era jovem eu também não tinha a mínima certeza da minha salvação baseado no fato que tinha tanto pecado rolando na minha vida que não dava para garantir nada. Então, eu repito, “O que é santo sobre essa geração?” Seu namoro? Seus mp3’s piratas e roubados da Internet? Seus “chat’s” apimentados na Internet? Sua pornografia? Sua masturbação? Pois é. Pode ser que a palavra “profética” sobre essa geração é que ela será uma geração “santa”, mas não sei. O que eu sei é se nós usamos um termo geral que enche a bola do povo, todo mundo te aplaude, mas quando alguém fala algo não agradável como “geração burra”, as pessoas começam a pedir sua cabeça num prato. Mas a verdade é que existem mais pessoas burras ou mal instruídas e informadas nessa geração do que profetas ou pessoas santas. E isto é uma verdade triste e inegável. Então, vamos tirar a grama das nossas bocas e conversar.

Eu entendo que o termo “geração burra” pode ser chocante e por isso foi usado. É uma maneira muita usada na bíblia para chamar a atenção do povo. Veja só,

Jeremias 2.23-26; Como é que você pode dizer que não se manchou e que nunca adorou o deus Baal? Veja como você pecou no vale, veja só o que fez. Você é como uma camela nova no cio, correndo solta por aí. É como uma jumenta selvagem do deserto, quando está no cio: quem a pode impedir de satisfazer o seu desejo? O macho que a quer não precisa procurá-la: ela sempre pode ser encontrada na época do cruzamento. Povo de Israel, cuidado para que os seus pés não se machuquem de tanto você andar atrás de outros deuses; cuidado para que a sua garganta não fique seca. Mas você diz: ‘Não! Não adianta! Eu me apaixonei por deuses estrangeiros e vou atrás deles.’” O SENHOR Deus diz: - Como o ladrão fica envergonhado quando é pego, assim o povo de Israel passará vergonha: todos vocês, os seus reis e príncipes, os seus sacerdotes e profetas.

Deus, nessa passagem não somente chamou o povo de Israel de camelos, mas também de jumentas (burros). Que coisa ofensiva. E que tal quando João chamar os professores da lei de “raça de víboras” ou quando Jesus vez após vez chamou eles de hipócritas e filhos do diabo? Entenda bem, “geração burra” não foi para ofender, mas para alertar. Uma alerta que muitos de nós estamos entrando num barco furado chamando ele de “Queen Mary”, mas se olhar mais de perto, vai está escrito ao seu lado: “Titanic”.

Qualquer coisa que começa a tirar o foco de Jesus é um ídolo e se torna o inimigo de Deus, independente da roupagem em que ela vem. E eu duvido que exista alguém tão enganado que não veja o perigo que corremos quando falamos de adoração extravagante e os seus líderes. Dos líderes acredito que eles são homens e mulheres de Deus. Isso eu não duvido, nem questiono. O problema não está com o rei, mas com o povo que queria um rei no lugar de Deus. Eles queriam alguém visível, tocável e Deus não estava preenchendo o vazio deles. O que vemos na história da igreja é vez após vez o povo botando seus olhos no líder e adorando ele ou o mover acompanhando ele. Nisso temos que admitir que existe uma galera grande que tem feito um bezerro de ouro da adoração extravagante e pop-stars dos seus líderes. A prova está em quantos querem os seus autógrafos. Nada mais preciso falar. E esse é o perigo que não podemos correr risco de ignorar. Quando a música toma o lugar da Palavra e experiências subjetivas o lugar de verdades objetivas, temos que gritar bem alto sobre esse perigo. Eu quero deixar algo bem claro, não há nada errado em adoração extravagante, até é correto. O que está fora do seu lugar é quando o mover se torna o objeto de adoração. Hoje em dia temos adoradores de adoração que não conhecem a Palavra de Deus porque não precisam mais; tem CD’s saindo a cada 30 dias. E bem aqui é quando os erros começam a entrar.

Mas, em vez de abordar e entender a essência do artigo e ver que realmente existe algo errado quando pessoas gastam horas com Deus e não mudam seu jeito de viver, não se tornam mais santos, nós estamos obrigados a falar de coisas que não tem nada a ver porque alguém queria ler entre as linhas e achar uma mensagem subliminar. Pessoas querendo saber se você estava se referindo a uma pessoa ou um ministério sem citar nomes. Vamos crescer um pouco e perceber que o Brasil não é único país onde tem coisas acontecendo e o mais certo é que a maioria das coisas que temos aqui veio de outros lugares, principalmente sua adoração plagiada. “Não há nada novo embaixo do sol.” (Ec 1.9)

Dente de ouro e poeira de ouro
Incrível que uma pequena frase jogada num artigo meio grande foi aquele mais vista e citada. Não sei por qual motivo foi que isso chamou tanta atenção na coisa, mas agora vamos falar desse acontecimento. De novo, não existe nada novo embaixo do sol. Esse negócio de poeira de ouro e dente de ouro vem de anos atrás. Tudo mundo está achado que isso é algo da última hora, mas não é. Esse fenômeno está sendo propagado como um “novo” mover de Deus, ou um sinal da presença Dele. E a maioria das pessoas não tenta explicar ou questionar isso, eles simplesmente aceitam como algo vindo de Deus porque é assim que está sendo apresentado a eles.

Nem tudo que brilha é de Deus
Bom, antes de desligar seu computador fique aqui comigo. Eu somente quero contar o que tem acontecido em lugares que já experimentaram esses fenômenos de poeira de ouro e dentes de ouro. Mias uma vez, não para declarar que não é de Deus, pois em certas ocasiões pode ser.

Em 1999, Toronto, Canadá, onde a maioria desses fenômenos que estão acompanhando o mover neopentecostal tinha seus começos, uma brasileira, Silvania Machado, estava ministrando lá. A história dela é que depois que foi batizada no Espírito Santo em 1996, poeira de ouro começou a aparecer no seu rosto durante os cultos de adoração. Ela “recebeu tanta poeira que quase cobriu seu rosto e começou cair da sua cabeça”. Então quando ela chegou em Toronto, todo mundo já sabia desse fenômeno dela e existia uma expectativa de ver mesmo. E sem desapontar, a poeira apareceu e o pastor John Arnott, querendo provar que era ouro de verdade e de Deus, levou ao laboratório do Departamento de Geologia da Universidade de Toronto para analise. A revista “Charisma” umas das maiores no meio evangélico e a maior no lado dos neopentecostais também levaram para o “U.S. Geological Survey” para ser analisado. Os resultados que voltaram chocaram eles. O “ouro” era nada mais do que plástico; glitter. Nada de ouro ou metal, puro plástico. Resultado: a conferência foi cancelada; e esta é uma igreja que tem coisas bem mais questionáveis rolando lá.

O interessante é que aqueles que foram atrás dos testes estavam querendo provar que era ouro de verdade. É fácil de ignorar algo falado do lado que quer desprover, mas quando vem do time de casa, é mais difícil de ignorar. Sei que existem pessoas que vão ler isso e vão falar, “Eu não acredito”. Mas, contra fato não tem argumento, e esse é algo bem documentado, não é lenda. De novo, eu não estou declarando que não é de Deus, mas eu não entendo qual seria a razão de Deus de mandar ouro de plástico. Isto é um sinal? Talvez Deus esteja querendo nos falar que a economia do céu não está tão bem e Ele estava querendo economizar um pouco. E isso nos leva a uma pergunta meio séria: será que as ruas do céu são feitas de plástico também? Bom, vamos parar com isso antes de cair em pecado falando coisas banais.

E único que esse fenômeno parece, não é algo limitado ao meio Cristão. No seu livro “Vozes, Visões e Aparições” Michael Freze fala, “No dia 24 de junho, 1987, uma mulher falou que seu rosário tinha se tornado em ouro enquanto ela estava visitando Medjugorje (um dos lugares mais conhecidos por visitações da Virgem Maria). Essa mesma mulher confirmou que mais do que quarenta pessoas as que ela tinha ministrado também tinham seus rosários transformados em ouro. Esse fenômeno não é tão incrível… milhares têm voltado de Medjugorje testificado que seus rosários se tornaram ouro instantaneamente durante uma reunião de oração na presença de centenas de testemunhos.”

Também em Conyers, Georgia nos EUA. Poeira de ouro tem sido prometido pelo “Jesus e a Virgem Maria” para os adoradores de Maria que se juntam lá. Das mensagens de 23 de abril, 1993, uma adoradora de Maria, Nancy Fowler nos fala, “Uma coroa Linda apareceu acima da cabeça da Mãe abençoada”… Nancy continua falando que, “Ela era linda. Mais sofrimento vai vir se vocês continuem violando as leis de Deus.” A Mãe abençoada falou para Nancy que “os rosários iam se tornar numa cor de ouro e que teria poeira de ouro.”

É complicado quando a gente para pra analisar tudo que está envolvido num fenômeno. Esse é de Deus ou Maria? Pois creio eu que exista uma grande diferença. Poeira de ouro pode ser de Deus, mas ainda temos algumas coisas que temos que abordar, tipo, “Por que?” Qual seria a razão disso? Cada maravilha na bíblia tinha uma razão explicita e até agora eu não tenho ouvido nada em relação de poeira de ouro além de uma mal usada declaração de “obras maiores”. Primeiramente, a bíblia fala que nós vamos fazer “obras maiores” e não “milagres maiores”. E desde quando poeira de ouro é maior do que Lázaro ressuscitando? E se Jesus estava falando de milagres maiores, até agora ninguém tem chegado perto. Alguns têm feito milagres similares ou os mesmos, mas maiores ainda não. Então, Jesus estava enganado ou nós estamos mal interpretando o versículo. Historicamente, esse versículo tem sido entendido de estar falando do seu sucesso de levar ao evangelho aos gentios, o mundo que na época quase foi levado a obediência de fé em Jesus Cristo. Nós lemos algo sobre Pedro que na Bíblia não relata o mesmo sobre Jesus; através de uma pregação, três mil pessoas se converteram e numa outra vez foram cinco mil. Isto Jesus nunca fez e isto seria maior. Mas, poeira de ouro? Será que estamos tão desesperados por um sinal?

Interessante que um dentista, que confirmou de ter feito um trabalho na boca de um indivíduo que esqueceu e falou, “Eu acho interessante que Deus ia trocar o trabalho feito por ouro. Por que ele não usa o material original e restaura o dente mesmo? Isso sim seria interessante.” Um detalhe, esse dentista era um incrédulo.

De novo, o fato que esses fenômenos não sempre são fraudulentos e as vezes verídicas ainda não fala que é de Deus. E isto é onde está escondido o perigo. Podemos falar que é de Deus e não de satanás?

Onde tem um povo buscando sinais há terra fértil por engano
E sim, satanás pode fazer chuva de ouro e dentes de ouro. Os milagres de satanás vão parecer com a coisa real. Os mágicos na corte de Faraó conseguiram copiar os primeiros três milagres de Moisés. Nos finais dos tempos, quando vierem os falsos profetas e seus milagres, pode crer que vai ser algo bem mais impressionante do que um dente de ouro, pois poderia enganar até os eleitos, se isso fosse possível.
Mateus 24:24; Porque aparecerão falsos profetas e falsos messias, que farão milagres e maravilhas para enganar, se possível, até o povo escolhido de Deus.

II Tessalonicenses 2:9-10; O Perverso chegará com o poder de Satanás e fará todo tipo de falsos milagres e maravilhas. E enganará com todo tipo de maldade os que vão ser destruídos. Eles vão ser destruídos porque não aceitaram nem amaram a verdade que os poderia salvar.

Apocalipse 13:11-15; Então vi outro monstro, que subia da terra. Ele tinha dois chifres parecidos com os de um carneiro, mas falava como um dragão.
Usava toda a autoridade do primeiro monstro, na sua presença. Forçava a terra e todos os que moram nela a adorarem o primeiro monstro, aquele cuja ferida mortal havia sido curada. Esse segundo monstro fez coisas espantosas. Fez com que caísse fogo do céu sobre a terra, na presença de todas as pessoas. E enganou todos os povos da terra, por meio das coisas que lhe foi permitido fazer na presença do primeiro monstro. O segundo monstro disse a todos os povos do mundo que fizessem uma imagem em honra ao outro monstro, que havia sido ferido pela espada e não havia morrido. O segundo monstro recebeu poder de soprar vida na imagem do primeiro, para que ela pudesse falar e matar todos os que não a adorassem.

Meu amigo, que louco… fogo caindo do céu, fazendo uma estátua viver e falar? Esses seriam bons e quem não está preparado vai cair facilmente.

Apocalipse 13.14 nos fala que satanás tem a capacidade de curar. E ele também pode fazer alguém doente.

Jó 2:7; Aí Satanás saiu da presença do SENHOR e fez com que o corpo de Jó ficasse coberto de feridas horríveis, desde as solas dos pés até o alto da cabeça.

Por isso Jesus nos fala que temos que ser astutos como as serpentes.
Vai chegar um tempo quando os enganos vão ser tantos que vai ser difícil de saber o que é e o que não é de Deus. Temos que ter algo além de nossos sentimentos, pensamentos e experiências subjetivas. Mas onde nós vamos achar essa coisa objetiva que pode nos proteger? Bem nas suas casas. Ela é chamada de Bíblia.

Questionar é pecar?
Interessante, quem questiona esses tais moveres de Deus está chamado de religioso, bitolado, e até de pecador pelos “mais espirituais”. Mas Paulo elogiou àqueles que questionavam na sua época.

Atos 17:11; Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim.

O que precisamos hoje é de mais bereanos e menos ovelhas cegas que pegam qualquer onda somente porque seu líder falou que é legal ou porque começou com seu ídolo. O bolo de engano no Brasil está sendo preparado enquanto estamos falando aqui. A bíblia é bem clara sobre a decepção aumentar no mundo, e nós temos visto, pela história da igreja, que aqueles na liderança nem sempre ouvem bem as coisas de Deus. Então vamos cuidar de comparar tudo que vemos ou ouvimos com a Palavra de Deus e não acreditar em tudo que vem com o vento.

Algo que não tem respaldo bíblico é sempre algo que deve ser questionado no meio dos filhos de Deus. Não questionar é perigoso. E nisso, eu de novo pergunto, “Como podemos saber se é de Deus?” Porque acontece na igreja? Que engano de um povo simples. Satanás pode operar na igreja sem muita dificuldade. Um prédio não oferece proteção a ninguém. Nós precisamos voltar para a bíblia. Hoje em dia existe uma tendência de basear verdade em nossas “experiências religiosas” ou em “sinais e maravilhas” do nosso critério. E assim nós abrimos a porta a cada engano que quer nos visitar. Se experiência ou emoção se torna o padrão da nossa fé, nós temos que aceitar a validade de qualquer experiência que está acompanhando com uma sensação religiosa. Somente porque algo é sobrenatural, ou parece ser sobrenatural, não necessariamente garante que é de Deus. Deus pode fazer chuva de poeira nos cultos? Claro que Ele pode. Ele pode fazer o que Ele quer, mas Ele nunca vai contradizer sua Palavra. E ali vamos medir o que é ou não é Dele.

É da nossa natureza querer algo de substância, de ver, de tocar, e sentir; um Deus que é paupável e não invisível a nós. Muitos estão procurando “experimentar Deus”. Cristianismo é algo de ser experimentado mesmo, mas nessa área temos que ter muito cuidado porque nossos desejos por experiências podem trazer engano no mesmo tempo se não exercemos discernimento e provar cada espírito. Um dos erros da igreja de Corinto estava baseado em experiências reais e até sobrenaturais que uns podiam ter com as prostitutas dos templos e a adoração pirada delas. Vamos falar em uma experiência emocional; sexo com adoração. A verdade é que cada experiência religiosa deve ser testada para ver se concorda com as Escrituras antes de ser aceita como algo genuíno de Deus. Lembre-se dos Bereanos. A bíblia é a única coisa objetiva que pode nos proteger dos enganos e nos permite separar as experiências verdadeiras de Deus das desilusões do inimigo. Todas as nossas experiências religiosas devem ser verificadas pelas Escrituras; as Escrituras não são provadas pelas nossas experiências.

“A obra do Espírito Santo na experiência pessoal não pode ser desvinculada da Escritura. O Espírito não fala em formas que independem da Escritura. À parte da Escritura nunca teríamos conhecido a graça de Deus em Cristo. A Palavra bíblica, e não a experiência espiritual, é o teste da verdade.” (Declaração de Cambridge)

SOLA SCRIPTURA
Martinho Lutero, especializando-se nas epístolas aos Romanos, Gálatas e Hebreus, foi capaz de perceber claramente os erros da Igreja Católica Romana. Ao ver que os papas e os concílios podiam errar, passou a reconhecer a supremacia das Escrituras. Dizia Lutero: “Não me retrato de coisa alguma a não ser que me convençam pelas Escrituras ou por meio de argumentos irrefutáveis”. Contudo, Lutero e os Reformadores não queriam dizer, com Sola Scriptura, que a Bíblia é a única autoridade para a igreja. Pelo contrário, queriam dizer que a Bíblia é a única autoridade infalível dentro da igreja.

E assim, nós temos que orar para que a igreja volte a esse consenso. Não para criticar, mas para proteger. Os mórmons desafiam os que estão sendo evangelizados por eles de pedir que Deus coloque um fogo nas suas barrigas para confirmar se o que foi falado é a verdade, e o mais incrível é que a sensação de algo queimando dentro da pessoa acontece. Isso é de Deus? De jeito nenhum. Mas, como nós sabemos que não é? Através das Escrituras que mostram a verdade e jogam uma luz nos erros.

Cautela é a palavra de hoje, não julgar. Existem coisas que rolam na igreja que ninguém jamais vai explicar e claro que existe um anseio de não chamar as coisas de Deus do diabo. Mas ao mesmo tempo temos que cuidar pra não aceitar tudo como se fosse de Deus antes de levar ele a palavra.

“A um mundo que está sem padrão, e à própria Igreja evangélica, que está voltando a enterrar o seu padrão em meio a um entulho místico pseudo-espiritual - a mensagem da Reforma continua necessária. O brado de Sola Scriptura, com veemência e clareza, como antídoto ao veneno contemporâneo do subjetivismo e existencialismo do homem sem Deus, que teima em se infiltrar nos ensinamentos da Igreja Cristã.”
(Solano Portela)

João 4:23; Mas virá o tempo, e, de fato, já chegou, em que os verdadeiros adoradores vão adorar o Pai em espírito e em verdade. Pois são esses que o Pai quer que o adorem.

O que a bíblia nos fala de poeira de ouro? O incrível é que poeira de ouro só foi mencionada uma única vez nas Escrituras:

Êxodo 32:20; Então pegou o bezerro de ouro que eles haviam feito, queimou-o no fogo e o moeu até virar pó e espalhou o pó na água. Em seguida mandou que o povo de Israel bebesse daquela água.

Então, é bíblico? Sim, mas era um julgamento contra o povo de Israel por ter feito um ídolo para adorar. Será que não podemos suspeitar que esse ouro é o resultado do bezerro de ouro, a adoração extravagante, sendo adorado pelo povo de Deus? Não sei, mas pode ser isso tanto quanto uma benção. E aí nós achamos o perigo de algo que não pode ser provado ou verificado pela Palavra de Deus.

Deus ainda age no sobrenatural hoje? Sem dúvida! Mas nós temos que cuidar com qualquer coisa que se torna o foco de um culto, igreja ou ministério que não é Jesus e sua cruz. E não é para nós corrermos pra lá e pra cá buscando sinais sobrenaturais da existência de Deus. Fé é a base da nossa vida cristã, não experiência.

Hebreus 11.1-3; A fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver. Foi pela fé que as pessoas do passado conseguiram a aprovação de Deus. É pela fé que entendemos que o Universo foi criado pela palavra de Deus e que aquilo que pode ser visto foi feito daquilo que não se vê.

Deixe-me terminar falando que a minha preocupação é real. Uma igreja (geral) que “adora”, mas não pára de pecar, de repente, recebendo vários “sinais” de Deus que não tem nada a ver com um alerta ou anúncio de um julgamento, chegam pra me deixar confuso. Para mim, a coisa não desce bem. O que a igreja brasileira precisa hoje é de profetas de verdade confrontando o pecado na igreja, falando das vestes sujas da noiva e não de doces. Então quando vem o vendedor de bombons para minha casa, eu cordialmente mandarei ele embora. Eu não estou comprando hoje.

SOLA SCRIPTURA!

“O perigo maior desses finais dos tempos não é doença, nem pobreza, nem perseguição. É decepção. Se alguém fala, ‘Isto não pode acontecer comigo,’ já tem acontecido com aquela pessoa, porque aquela pessoa está falando que algo não pode acontecer que Jesus falou que ia acontecer. E isto é uma indicação suficiente que aquela pessoa já está decepcionada.”
(Derek Prince)

Deus, nos proteja!

Estabelecimento de metas

Filed under #Todos os Estudos, Liderança by admin on 04-03-2010

A característica mais marcante das pessoas que realmente conseguem resultados efetivos é o estabelecimento de metas. Estas pessoas têm claro onde querem chegar. Seus objetivos de curto prazo são mensuráveis e os de longo prazo são claros e específicos.

Mas o que torna tão importante trabalhar com metas bem estabelecidas? Qual é a força que isto pode ter para se conseguir resultados efetivos?
Não é difícil compreender a importância de se saber onde se quer chegar: muitas pessoas são extremamente dedicadas no seu dia-a-dia; vivem se sacrificando e à própria família; fazem tudo com a máxima qualidade; entretanto, não raramente reclamam por não estarem sentindo que estão evoluindo. Na maioria das vezes, isto ocorre porque elas não sabem para onde querem evoluir. Como não sabem a direção a ser tomada, acabam desperdiçando esforços para todos os lados, não conseguindo priorizar ações.

Uma pesquisa realizada na década de oitenta com atletas norte-americanos mostrou um aspecto interessante a respeito do assunto que estamos tratando:

Dez atletas saltaram uma vara que se encontrava na altura limite que cada um costumava atingir. Dos dez saltos, oito foram bem sucedidos; dois fracassaram. Em um outro dia e nas mesmas condições, foi solicitado que estes dez atletas saltassem novamente. Deveriam saltar da melhor maneira possível, visando superar a marca anterior. Porém, existia agora uma diferença: não foi colocado nenhuma vara para definir a altura. Ao invés disto, sensores detectavam a altura atingida. Desta vez, o resultado foi contrário ao da etapa anterior: apenas dois obtiveram êxito; oito fracassaram. Qual é a diferença entre as duas situações? O que fez com que os resultados fossem tão diferentes? A diferença significativa foi que na segunda etapa, os atletas, por mais que se esforçassem, não tinham seus objetivos claramente definidos.
Se a persistência foi considerada o combustível das pessoas que alcançam êxito, sem dúvida as metas são os seus motores. Quando se tem uma verdadeira meta, esta faz com que tenhamos ânimo para vencermos as maiores adversidades.

Convém destacarmos que, para se ter realmente uma meta poderosa, é preciso lembrar de alguns ingredientes:

M: mensuráveis - se você não puder medir o resultado, como saberá se conseguiu ou não atingir seu alvo? “Ter o máximo de clientes possíveis” não é uma meta, afinal, quanto representa o máximo? Se você considerar isto como meta, qualquer valor que atingir vai achar que este é o máximo…

E: específica - mais uma vez, deixar o mais claro possível onde se quer chegar nos ajuda a descobrir o caminho e concentrar nossos esforços. Dizer “vou ter um computador” é bem menos potente do que dizer “terei um pentiun III, de 500mtz e monitor de 17 polegadas”. Cuidado se definir uma meta como o primeiro exemplo poderá receber um 286…

T: temporal - outra arma poderosa no estabelecimento de metas é o prazo para se atingi-las. Não estabelecer um prazo não ajuda a nos organizarmos e geralmente se leva mais tempo do que o necessário para se atingir a meta. Afinal, se não tivermos prazo teremos a vida toda para tentarmos…

A: atingível - a meta precisa ser algo tangível. Estabelecer que vou visitar marte até o meu próximo aniversário certamente não me motivará buscaras formas de se realizar tal sonho. Por outro lado, estabelecer uma meta que não seja desafiante também não mobiliza esforços para atingi-la. A meta deve ter um significado pessoal. Algo que realmente faça com que você levante da cama de manhã com “pique” para trilhar mais uma etapa do caminho que te aproxima de sua realização.

“Não há ventos favoráveis para quem não sabe onde quer chegar”.

Autor:  Joacir Martinelli
Fonte:  http://www.institutojetro.com.br

Descrentes: Será que estamos preparados para ajudá-los?

Filed under #Todos os Estudos, Aconselhamento, Evangelismo / Missão by admin on 03-03-2010

Os fariseus não estavam preparados para lidar com os pecadores (Lc. 7.39), muito menos com os publicanos (Mt. 9.11). Os discípulos de Jesus, da mesma forma, não estavam capacitados para o diálogo com as mulheres samaritanas (Jo. 4.27).

E a igreja de hoje, está preparada para lidar com grupos de pessoas diferentes que estão a freqüentar a igreja em busca de respostas para suas vidas? Indagando de outra forma: Estamos qualificados para promover o restabelecimento espiritual, moral e social de homossexuais, prostitutas e viciados em drogas?

Não sejamos hipócritas. Ressalvado raríssimas exceções, a verdade é que a maioria das igrejas locais não está capacitada para lidar com tais pessoas. Não sabemos lidar com os ex-drogados. Não sabemos nos relacionar com homossexuais reabilitados ou em vias de reabilitação. Estamos perdidos no que tange ao trato com as ex-prostitutas.

PECADO X PECADOR

É preciso fazer distinção entre pecado e pecador. Deus não tolera o pecado, mas ama o pecador, por isso Ele sempre está com os braços abertos para recebê-lo. O problema é que muitos cristãos tratam pecado e pecador de forma idêntica, fato esse que atua como agente inibidor na conversão de muitas dessas vidas.

A igreja brasileira encontra-se num embate contra o PLC 122, o qual criminaliza a homofobia, e consequentemente, pune a liberdade de expressão contra o comportamento homossexual. Essa luta é legítima, tanto que faço parte dela.. Porém, não podemos fazer da batalha contra tal projeto de lei uma verdadeira caça aos homossexuais, no sentido de ridicularizá-los. De forma alguma. Creio não ser essa a função do evangelho.

A nossa intenção, como servos de Deus, deve ser no sentido de resgatar essas almas para o conhecimento da Palavra de Deus, para terem suas vidas plenamente renovadas.

Ocorre que na dinâmica da conversão dessas vidas, entre o processo de visita, inserção e vivência no ambiente eclesiástico, o processo de adequação à nova vida é esbarrada pela falta de habilidade, compaixão e sensibilidade por parte dos próprios cristãos. Por esse motivo, muitos desses descrentes possuem verdadeira aversão à igreja, da qual tem pavor de freqüentar, ou, até mesmo por terem passado algum tipo de vergonha em uma dessas visitas.

Há quem diga que Deus transforma completamente a pessoa. É verdade, aquele que aceitou ao Senhor Jesus passa pelo novo nascimento, como escreve o apóstolo Paulo, ao dizer que Deus nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo (Tt. 3.5). No entanto, não podemos perder de vista que a igreja local é uma comunidade, e para a integração dos novos convertidos, necessários se faz que os demais membros saibam recepcionar esses indivíduos e com eles conviver.

Nenhum ser humano nasceu para ser rejeitado. Isso é fato. Assim, a igreja precisa, urgentemente, rever a sua forma de recepcionar e lidar com os homossexuais, prostitutas, drogados, e todos outros tipo de descrentes, para que não incorra no erro de, voluntária ou involuntariamente, rejeitar vidas que precisam ser transformadas.

Fonte: www.comoviveremos.com

Mais estudos sobre Aconselhamento e Temas sobre vida cristã em www.curainterior.com.br

Lição 3 - Partidarismo na Igreja

Filed under #Todos os Estudos, Escola Dominical, Lições Bíblicas by admin on 03-03-2010

A formação de “grupinhos” ou partidos na igreja promove sérios conflitos entre os irmãos. Paulo escrevendo aos coríntios fez a seguinte exortação:

“Rogo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que sejais concordes no falar, e que não haja divisões entre vós; antes sejais unidos no mesmo pensamento e no mesmo parecer. Pois a respeito de vós, irmãos meus, fui informado pelos da família de Cloé, que há contendas entre vós. Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo; ou Eu de Apolo; ou Eu sou de Cefas; ou, Eu de Cristo.” (1 Co 1.10-12)

O partidarismo na igreja é mais uma conseqüência direta do seu aspecto humano e temporal, causado por questões políticas, interesses pessoais, espírito faccioso, rebeldia, insubmissão à liderança e outros fatores.

OS QUATRO PARTIDOS DA IGREJA EM CORINTO

Na igreja em Corinto quatro partidos se formaram. Cada um possuía características e perfil próprio. Foram eles:
- OS DE PAULO (PARTIDO DOS FUNDADORES OU DOS MAIS ANTIGOS)

Fazer parte do grupo que fundou uma igreja, que “arrancou toco”, que arduamente trabalhou para o estabelecimento e crescimento da mesma, é um privilégio. Tais pessoas devem ser honradas e reconhecidas. A memória do trabalho dos pioneiros não deve ser apagada.

Acontece que em muitos lugares, o grupo dos fundadores, além de se acharem parte de uma casta especial, pensam ter o direito de interferir de maneira arbitrária no governo da igreja.

Não são poucos os casos, em que este grupo resiste às mudanças necessárias para o crescimento e contextualização da igreja. “Eu não aprendi assim”, “Não é bom remover os marcos antigos”, “não foi assim no princípio”, são frases típicas, carregadas de equívocos e desassociadas de reflexão e discussão.

Por outro lado, “ser de Paulo”, devido às peculiaridades do seu trabalho entre os gentios, pode implicar na tentativa de se impor uma falsa liberdade religiosa (liberalismo).

Pastores e líderes de igreja em geral, sofrem nas mãos deste grupo, que inclusive, por vezes, é composto por diáconos, presbíteros, evangelistas e pastores auxiliares.

Ser um membro antigo e ser digno de honra é uma coisa, querer e poder dirigir o trabalho é outra.

- OS DE APOLO (PARTIDO DOS INTELECTUAIS)

Longe daquilo que se convencionou nos círculos pentecostais, ser intelectual é compatível com a fé pentecostal. O antiintelectualismo disseminado em nosso meio foi e continua sendo danoso. É possível ser intelectual e espiritual. Nossos líderes deveriam cada vez mais incentivar o desenvolvimento cultural e acadêmico de seus membros, associado a uma vida de piedade, fervor e serviço cristão. A conclusão dos estudos, a formação superior secular, o curso teológico, a pós-graduação, a formação continuada, dentre outros, fazem parte deste desenvolvimento.

Agora, é preciso deixar claro que “saber mais” não implica em “ser mais”. Não nos torna melhores ou maiores do que os que sabem menos. Infelizmente, o acúmulo de saberes acaba embriagando a muitos, promovendo com isso a criação de grupos fechados de elitistas, intelectuais, pensadores e doutores da fé.

- OS DE CEFAS (PARTIDO DOS LEGALISTAS OU DOS TRADICIONALISTAS)

Se existe algo na igreja que em alguns lugares tem conseguido colocar a autoridade da Bíblia em segundo plano, isto se chama “a tradição”. Trata-se de um típico posicionamento farisaico e legalista:

“Então, vieram de Jerusalém a Jesus alguns fariseus e escribas e perguntaram: Por que transgridem os teus discípulos a tradição dos anciãos? Pois não lavam as mãos, quando comem. Ele, porém, lhes respondeu: Por que transgredis vós também o mandamento de Deus, por causa da vossa tradição? Porque Deus ordenou: Honra a teu pai e tua mãe; e: Quem maldisser a seu pai ou a sua mãe seja punido de morte. Mas vós dizeis: Se alguém disser a seu pai ou a sua mãe: É oferta ao Senhor aquilo que poderias aproveitar de mim; esse jamais honrará a seu pai ou a sua mãe. E, assim, invalidastes a palavra de Deus, por causa da vossa tradição. Hipócritas! Bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens.” (Mt 15.1-9)

Os legalistas colocam os usos e costumes acima da própria Palavra, julgam as pessoas pela aparência, são éximos criadores de normas e regras de conduta, e se acham mais crentes e mais santos que os demais. Os tais não se misturam com os crentes de “segunda classe”.

- OS DE CRISTO (PARTIDO DOS INDEPENDENTES, REVOLTADOS E INSUBMISSOS)

Não reconhecer, não submeter-se à autoridade dos pastores e líderes, não honrá-los e não amá-los, é uma atitude de quem não conhece o princípio da “delegação de autoridade espiritual”. Observe alguns textos bíblicos que recomendam estas atitudes espirituais:

“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas.” (Rm 13.1)

“Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina.” (1 Tm 5.17, ARC)

“Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossa alma, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil.” (Hb 13.17, ARC)

Algumas frases são típicas deste grupo: “pastor nenhum manda em mim”, “importa obedecer a Deus do que aos homens”, “meu pastor se chama Jesus” e outras mais.

Na realidade, nem a Jesus esse grupo obedece, pois se assim o fizesse, honraria a quem Deus resolveu honrar com o ministério.

NOVOS TEMPOS, NOVOS PARTIDOS

Na igreja atual, além dos partidos norteados pelas idéias e princípios dos de Corinto, existem ainda outros, como por exemplo:

- OS PARTIDOS DOS ÓRGÃOS E DEPARTAMENTOS

Nosso atual modelo de igreja ou congregação, com seus vários departamentos e órgãos, proporcionou a criação do partidarismo dentro destes (fundamentado em preferências pela liderança, dirigente ou orientador “A” ou “B”) e entre estes (fundamentado no senso de competição, disputa, concorrência). Há igrejas onde os órgão e departamentos não interagem entre si, não se percebem parte de um todo, de um corpo.

- OS PARTIDOS DOS POLÍTICOS ECLESIÁSTICOS

Este grupo está em evidência nas igrejas e convenções (estaduais ou nacional) que optaram pelo regime de governo com eleições periódicas. Dividem o ministério e a igreja. Pastores ou chapas se apresentam como candidatos às eleições convencionais, presidenciais ou ministeriais, trocam acusações, compram pessoas, se vendem, barganham, deixam de se falar, tornam-se “inimigos” políticos, fazem campanha da maneira mais mundana possível.

Não há nada que justifique o partidarismo na igreja. Nenhum bem causa, em nada edifica. O partidarismo será sempre evidência do baixo nível, ou de nenhuma espiritualidade presente.

Boa Aula!

por: Altair Germano

Via: Gospel Prime

Introdução à Meditação Diária

Filed under #Todos os Estudos, Devocionais / Meditações by admin on 03-03-2010

I. Por que meditar?

Porque sou um cristão, e porque cada dia em que não passeio mais profundamente no conhecimento da Palavra de Deus na Sagrada Escritura é desperdiçado. Eu só posso continuar na certeza do firme fundamento da Palavra de Deus. E como cristão, eu aprendo a conhecer a Sagrada Escritura apenas por ouvir sermões e por meditar em oração.

Porque eu sou um pregador da Palavra, eu não posso expor a Escritura a menos que eu deixe que ela fale a mim diariamente. Eu estarei utilizando mal a Palavra em meu trabalho se eu não meditar nela continuamente em oração. Se a Palavra parece muitas vezes vazia para mim, se eu não a tenha experimentado, tudo isto é um sinal inconfundível que eu, a muito tempo, não mais tenho deixado que ela fale ao meu coração. Eu erro quando, a cada dia, eu deixo de procurar a Palavra que o Senhor tem para mim naquele dia. Atos 6.4 fala particularmente sobre o ministério da oração para aqueles que tem o compromisso de pregar a Palavra. O pastor deve orar mais do que os outros, e ele tem mais motivos para orar.

Porque eu preciso de uma firme disciplina de oração. Nós temos paixão por orar como nossa fantasia nos leva, por pouco tempo, por muito tempo, ou até mesmo totalmente. Isso é teimosia. Oração não é uma oferta livre que apresentamos a Deus. Nós não somos livres para continuar como nós desejamos. Oração é o primeiro serviço do dia que prestamos a Deus (Sl 119.147, ss., 164). Deus requer nosso tempo para este serviço. Deus precisou de tempo antes de enviar Cristo para nossa salvação. Ele precisa de tempo para vir ao meu coração, para minha salvação.

Porque eu preciso de ajuda contra minha pressa que não é adequada, e também da inquietação que põe em perigo meu trabalho como pastor. Um serviço verdadeiramente dedicado todo dia só vem da paz [que procede] da Palavra de Deus.

II. O que eu espero da meditação cristã?

Em todo caso, nós queremos nos erguer da meditação diferente do que nós éramos quando nós nos prostramos desanimados. Nós queremos encontrar Cristo em sua Palavra. Vamos ao texto curiosos para ouvir o que dele precisamos saber, e o que nos diz através de sua Palavra. A cada dia, encontro-o primeiro antes de encontrar as outras pessoas. Toda manhã nEle descansamos tudo o que nos ocupa, concernente a dificuldades, para que toda apreensão que nós temos seja aquietada. Pergunte a si mesmo o que ainda está lhe impedindo de O seguir completamente, e deixe-O ser o Senhor sobre isto, antes que novos impedimentos surjam.

Sua proximidade, sua ajuda e sua direção para o dia pela Sua Palavra, este é o seu objetivo. Desta forma começamos o dia fortalecendo a nossa fé.

III. Como devemos meditar?

Há meditação tanto livre quanto bíblica. Nós recomendamos a meditação bíblica para moldar nossas orações e, ao mesmo tempo, pelo disciplinar de nossos pensamentos. Finalmente, nós preferimos a meditação bíblica porque nos faz consciente de nosso companheirismo com outros [irmãos] que estão meditando no mesmo texto.

A Palavra da Escritura nunca deve parar de soar em nossos ouvidos, e trabalhar em nós ao longo do dia, como as palavras de alguém que você ama. E assim como você não analisa as palavras de alguém que você ama, mas aceita o que ele diz a você, aceite a Palavra da Escritura e medite-a em seu coração, como Maria fez. Isto é tudo. Isto é tudo. Isto é meditação. Não olhe para novas reflexões e conexões no texto, como se você estivesse preparando uma pregação. Não questione: “como passar isto para alguém”, mas “o que ele tem a dizer para mim?” Pondere na Palavra longamente em seu coração e deixe que ela te dirija e te possua.

Não é importante consumir o texto integral proposto para cada dia. Nós ficaremos, freqüentemente, esperando um inteiro o que ele tem a dizer. Deixe passagens incompreensíveis sossegadamente de lado, e não se apresse a ir à filologia. Não há nenhum lugar aqui para o uso do Novo Testamento grego; use o familiar texto de Lutero.

Se os seus pensamentos te distraírem ore pelas pessoas e situações que te preocupam. Este é o lugar certo para intercessão. Neste caso, não ore em termos gerais, mas ore de forma objetiva, por aquilo que te preocupa. Deixe a Palavra da Escritura te conduzir. Pode ser de ajuda você escrever calmamente o nome das pessoas com quem conversamos e pensamos todos os dias. Intercessão precisa de tempo se for levada a sério. Mas cuidado ao fixar um tempo designado para intercessão, para que este não se torne uma fuga daquilo que é mais importante, a busca pela salvação de sua própria alma.

Iniciamos a meditação com uma oração pelo Espírito Santo. Que ele clareie o nosso coração e prepare a nossa mente para a meditação e de todos aqueles que estarão meditando também. Então nos voltamos ao texto. Ao término da meditação nós estaremos em posição de proferir uma oração de ação de graças com um coração satisfeito.

À respeito do texto, como deve ser feito? Deve ser meditado durante toda semana, um texto com aproximadamente dez a quinze versos. Não é bom meditarmos um texto diferente a cada dia, pois a nossa capacidade nem sempre é a mesma. Não importa o que aconteça, não leve o texto no qual você irá pregar no domingo que vem. Isso pertence à preparação do sermão. É de grande ajuda para uma comunidade saber que você é participante do mesmo texto ao longo de toda semana.

O tempo para a meditação é de manhã, antes de começar as tarefas. Meia hora é o mínimo de tempo necessário para a meditação. Observe que o pré-requisito é quietude extrema e o objetivo é não ser distraído com nada, por mais importante que seja.

Uma atividade da comunidade cristã, infelizmente praticada muito raramente, mas bastante útil, é quando ocasionalmente duas ou mais pessoas se dispõe a meditar juntas. Mas que não tomem parte em discussões teológicas especulativas.

IV. Como vencer as dificuldades da meditação?

Quem leva à sério a prática da meditação séria logo vai encontrar algumas dificuldades. Meditação e oração devem ser praticadas por muito tempo e seriamente. A primeira coisa que deve ser lembrada é que não devemos ser impacientes consigo mesmo. Não se limite ao desespero dos devaneios de seus pensamentos. Não tente reprimir os pensamentos à força, mas inclua calmamente as pessoas e os acontecimentos, para os quais os pensamentos teimam em voltar, em nossa oração, voltando assim com toda paciência ao texto da meditação. Deste modo, você não terá desperdiçado os minutos com tal divagação, e estas não o aborrecerão.

Há muitas ajudas que cada um deverá buscar para as próprias dificuldades especiais: Leia o mesmo texto repetidamente, escreva seus pensamentos, e deixe o verso que te prende mais a atenção ficar guardado no seu coração, meditando-o (de fato, de qualquer maneira, a pessoa poderá ter qualquer texto, fora o que realmente foi meditado, de cor). Nós também logo aprenderemos sobre o perigo de escapar da meditação através de um estudo bíblico erudito ou de qualquer outra coisa. Por trás de todas as necessidades e dificuldades há realmente um engano quanto à nossa grande necessidade de oração: muitos de nós permanecemos por um tempo demasiado longo sem qualquer ajuda e instrução.

Em face disto, não há nada mais para ser dito, somente que devemos começar novamente, fiel e pacientemente, nas mais elementares práticas da oração e meditação. Você será ajudado, além disso, pelo fato de que outros também estão meditando, o que toda santa Igreja, em todo lugar e em todo o tempo, no céu e na terra, estão orando juntos. Este é o conforto na fraqueza da oração. E apesar de saber em todo o tempo, que não sabemos orar como convém, o Santo Espírito intercede por nós, com gemidos inexprimíveis.

Nós podemos deixar esta preocupação diária com a Escritura, e precisamos começar isto imediatamente, se nós já não fazemos assim. Porque é nela que nós temos a vida eterna.

G. S. II pp. 478-82

Autor: Dietrich Bonhoeffer


O documento anexo era um ensaio sobre meditações diárias que tinham sido escritas por Eberhard Bethge, sob a supervisão geral de Bonhoeffer.

Fonte: Dietrich Bonhoeffer, The Way to Freedom: Letters and Notes, 1935-1939 . Ed. Edwin H. Robertson. Trans. Edwin H. Robertson & John Bowden (New York: Harper and Row, 1966), pp. 57-61.

Fonte: http://www.monergismo.com

Moisés diante do Faraó

Filed under #Todos os Estudos, Person by admin on 03-03-2010

Êxodo 7; 12:29-33

Versículo para memorização ! Êxodo 5:2

Quando Moisés tinha 80 anos, 40 anos depois de ter abandonado o Egito e ir para Midiã, voltou e compareceu diante do Faraó com seu irmão Arão. A mensagem de Moisés em nome de Deus para o Faraó era simples, “permita que Israel deixe de servi-lo, porque devem servir a mim (o Senhor)”. A resposta do Faraó foi hostil e blasfemadora. “Não conheço o Senhor, nem permitirei que o povo deixe de ser meu escravo”.

Deus tinha alertado Moisés que essa seria a resposta do Faraó e disse-lhe o que fazer quando o Faraó se recusasse. Então Moisés e Arão iniciaram uma serie de milagres. Arão lançou seu bastão no chão e ele virou uma serpente. Os mágicos do Faraó fizeram o mesmo. Seus bastões viraram serpentes, mas a serpente de Arão engoliu as deles. Depois disso, transformaram a água do Egito em sangue e depois encheram a terra de sapos e piolhos. Mas nenhuma dessas três pragas mudou o coração do Faraó para a obediência. Depois, então, a terra encheu-se de moscas, depois adoeceu o gado e as ovelhas e furúnculos tomaram conta dos egípcios. Ainda assim não houve arrependimento. Depois, ainda, Deus mandou chuva e pedras de granizo, destruindo plantas, árvores e animais, como também pessoas. O Faraó prometeu então a liberdade, mas, quando a tempestade passou, recusou-se permitir que se fossem. Deus enviou gafanhotos para comer a colheita e a praga de uma escuridão profunda. Com tudo isso, o Faraó não se arrependeu.

Deus, então, deu a Moisés instrução para a instituição da páscoa em Êxodo 12. Disse-lhe que o anjo da morte passaria pelo Egito à meia noite e o primogênito de cada família morreria. Os israelitas deviam aspergir o sangue do cordeiro nas umbrais das suas portas, assim o anjo da morte passaria por cima eles. Isso foi feito e tudo aconteceu segundo a Palavra de Deus. Naquela noite o Faraó enviou Moisés e todos os israelitas para fora das terras do Egito, incluindo todo seu gado, ovelhas e pertences. Os egípcios também deram ao povo de Israel muitas jóias e bens pessoais.

Dentre as muitas lições que podemos aprender desse confronto com homens de Satanás, a verdade é que Satanás opera milagres e sempre tenta fazer que seus feitos se pareçam com os de Deus o máximo possível. Fazia isso através dos mágicos e ainda faz hoje.

Perguntas ! MOISÉS DIANTE DO FARAÓ

1. Qual era a mensagem de Moisés para o Faraó?
2. Qual foi a resposta do Faraó?
3. Por que o Faraó queria segurar o povo?
4. Qual foi o primeiro milagre que Moisés e Arão fizeram?
5. O que os mágicos fizeram em resposta a isso?
6. Como Deus provou Seu poder sobre os mágicos?
7. Qual foi a primeira praga que veio sobre o Egito?
8. Qual foi a primeira praga usando criaturas vivas?
9. Cite os três insetos que Deus usou para aborrecer o Egito?
10. Qual o uso que Deus fez dos elementos da natureza?
11. Qual doença veio sobre os animais?
12. Qual aflição veio sobre todas as pessoas?
13. Essas pragas vieram sobre o povo de Israel?
14. Esses julgamentos fizeram que o Faraó se arrependesse?
15. Durante esses eventos, o Faraó disse que arrependesse?
16. Moisés se ofereceu uma oração a pedido do Faraó?
17. Deus respondeu à oração do Faraó?
18. O que o Faraó fez então?
19. Qual foi o último julgamento sobre o Egito?
20. Como Israel escapou desse julgamento?

Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Daniel Aaron Gardner
Edição: Calvin Gardner 04/04
Fonte: www.palavraprudente.com.br

Bartolomeu

Filed under #Todos os Estudos, Person by admin on 03-03-2010

João 1:43-51; Marcos 3:18; Mateus 10:3; Atos 1:13; Lucas 6:14

Versículo para memorização - João 1:47

O sexto a ser chamado para o discipulado de Jesus provavelmente foi um homem chamado Bartolomeu. Não sabemos muito sobre ele. Na verdade, este nome só aparece quatro vezes em toda a Bíblia, e, em nenhum desses lugares, encontramos registrado um ato ou declaração da parte dele. Somos apenas informados sobre seu chamado ao discipulado, designação ao Apostolado e presença entre os Apóstolos, depois da ressurreição de Cristo.

Aprenderemos muito mais sobre ele sob outro nome. Esse nome é Natanael, pois Bartolomeu o Apóstolo e o Natanael a quem Filipe testemunhou são a mesma pessoa. Pode-se determinar isso comparando-se os versículos acima a João 21:2.

O Senhor fez uma declaração muito cortês acerca de Bartolomeu ou Natanael quando esse foi levado a Jesus por Filipe. Jesus disse: ?Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo?. A palavra dolo aqui significa literalmente engodo. Refere-se a embuste, hipocrisia, sutilidade ou engano. O Senhor que conhece o coração do homem deu um grande elogio ao fazer tal observação.

Bartolomeu encontrava-se embaixo de uma figueira quando Filipe falou-lhe sobre o Senhor. Bartolomeu ficou grandemente impressionado com o fato de que Jesus sabia disso sem ter sido comunicado. Inicialmente foi muito cético em relação ao Senhorio de Jesus porque Ele era de Nazaré. Parece que essa cidade e seu povo eram vistos com inferioridade. Porém, como é prática de um homem honesto, pesquisou e ao encontrar-se com Jesus e ouvir Ele dizer que o conhecia antes mesmo que Filipe fosse encontrá-lo embaixo da figueira, foi persuadido completamente. Essa fé resultou em que ele fosse levado a uma vida inteiramente diferente e se tornasse um dos Apóstolos de Cristo. Ao mesmo tempo, devemos reconhecer que não foi Natanael que procurou Jesus, mas Jesus que, através de Filipe, buscou Natanael, iluminando-o e designando-o ao Apostolado (João 15:16).

Perguntas - BARTOLOMEU

1. Qual era a nacionalidade de Bartolomeu?

2. Qual um outro nome pelo qual Bartolomeu é conhecido?

3. Qual o nome do seu amigo que o apresentou a Jesus?

4. Quais foram as boas notícias que ouviu de Filipe?

5. Onde estava quando Filipe o encontrou?

6. Aceitou imediatamente a notificação de Filipe?

7. Que pergunta fez a Filipe?

8. Que resposta obteve?

9. Qual sua posição em relação à resposta?

10. Há indícios de que foi salvo antes de ver Jesus pessoalmente?

11. Quais foram as primeiras palavras que Jesus lhe disse?

12. Qual foi sua posição em relação às primeiras palavras de Jesus?

13. Que pergunta Natanael fez a Jesus?

14. O que o impressionou em relação à resposta do Senhor para sua pergunta?

15. Qual foi sua postura em relação a essa resposta?

16. Cite dois grandes títulos que Natanael atribuiu ao Senhor.

17. Por que cria dessa maneira em relação a Jesus?

18. Qual foi a promessa maior que Jesus deu-o sobre vendo coisas sobrenaturais?

19. Natanael foi um homem que teve poder sobre os demônios?

20. Qual foi o grande ofício que cumpriu até sua morte?

Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Joy Ellaina Gardner
Edição: Calvin Gardner
Fonte: www.palavraprudente.com.br

Naamã

Filed under #Todos os Estudos, Person by admin on 03-03-2010

II Reis 5:1-27

Versículo para memorização - II Reis 5:14

Naamã é um personagem bíblico importante não por causa de quem era (não era um israelita), nem por causa das coisas que realizou, mas estritamente por causa de uma grande obra da graça de Deus nele.

Ele era capitão de todos os exércitos da Síria. Os Sírios eram inimigos do povo de Israel, ainda como o são hoje, quase 2900 anos depois. Porém, Naamã era um bom líder e era muito popular com seu rei. Era honroso e seu rei teria feito tudo que pudesse para ajudá-lo, mas não podia ajudá-lo, pois Naamã tinha a incurável e fatal doença da lepra.

Quando uma jovem israelita, que Naamã havia capturado e dado a sua esposa como criada, ouviu isso, falou sobre o profeta Eliseu na cidade da Samaria. Assegurou-lhes que Eliseu poderia curá-lo de sua lepra. Então, Naamã agrupou seus criados, juntou uma grande quantia de riquezas (aproximadamente U$ 125.000) e partiu para Samaria para ver Eliseu.

Agora, Naamã estava orgulhoso e pensava muito grandemente de si mesmo. Esperava que Eliseu saísse para conhecê-lo e que faria uma grande coisa da sua curada; e então, Naamã lhe daria muito dinheiro e iria embora orgulhosamente. Eliseu sabia disso e desejava dar a glória a Deus, não a Naamã ou a si mesmo. Nota que a lepra é como o pecado e a cura dela é como o perdão. Assim, Eliseu não faria nada que exibisse o homem como se tinha feito algo para executar ou merecer essa cura. Apenas mandou seu criado Geazi dizer a Naamã para se banhar no Jordão, um rio sujo. Saberia, assim, que sua cura não vinha de si mesmo, nem da água ou de Eliseu, mas de Deus. Naamã ficou muito furioso por isso, mas, quando um de seus servos racionou com ele, obedeceu e foi curado.

Tentou, então, dar dinheiro a Eliseu. Eliseu recusou, mas Geazi pegou uma parte do dinheiro e a lepra de Naamã caiu sobre ele. Alguém pode se surpreender com tal julgamento severo, mas precisamos lembrar que Deus precavê-se zelosamente contra homens que comercializam coisas sagradas.

Perguntas - NAAMÃ

1. Qual era a nacionalidade de Naamã?
2. Qual era sua ocupação?
3. Que tipo de reputação tinha com relação a seu rei?
4. Qual era o problema de Naamã?
5. Quem lhe deu uma mensagem de esperança?
6. Naamã estava disposto a ir até Eliseu?
7. Descreva sua preparação para ir.
8. A quem dirigiu-se primeiro em Israel?
9. Qual foi a resposta desse homem com relação a Naamã e o medo pela sua vinda?
10. Quem ofereceu uma solução para o problema do rei?
11. Eliseu deu a Naamã um bem-vindo caloroso?
12. Qual foi sua instrução para Naamã?
13. Qual foi a atitude de Naamã com relação a isso e por quê?
14. O que mudou o opinião de Naamã?
15. Qual foi sua resposta a sua cura?
16. Por que Eliseu não pegaria o dinheiro de Naamã?
17. Quem era o servo de Eliseu?
18. Explique como pecou contra Deus e Eliseu.
19. Eliseu amava seu servo?
20. Que julgamento Eliseu pronunciou sobre Geazi?

Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Daniel Aaron Gardner
Edição: Calvin Gardner 04/04
Fonte: www.palavraprudente.com.br

A Queda do Homem

Filed under #Todos os Estudos, Pecado by admin on 03-03-2010

Gênesis 3:1-24

Versículo para memorização: Gênesis 3:19

Deus fez Adão em sua própria imagem espiritual. Isso quer dizer que Adão era uma criatura com autoridade, habilidade e vontade. Deus deu-lhe domínio sobre toda a terra. Deus então ordenou à terra que ela se submetesse a Adão, e ele criou o reino animal, que o reverenciou e o obedeceu. Adão, entretanto, não era soberano nessas coisas como é Deus. Ele, antes, tinha uma posição de responsabilidade para com Deus.

Parece-me que a ordem em, Gênesis 1:28, para povoar (encher) a terra e subjugar (dominar) foi uma instrução para que Adão submetesse seu domínio a Deus. Ele não deveria ter domínio soberanamente como Deus, reconhecendo (discernindo por si mesmo) bem e mal, decidindo por si mesmo o que poderia e o que não poderia, o que deveria e o que não deveria fazer. Deveria, antes, reinar de modo submisso, sob Deus, obedecendo as normas e as restrições colocadas sobre ele por seu criador soberano. Ao homem foi dada a habilidade para comer de todas as árvores do jardim, mas a responsabilidade de não comer de uma delas.

O Diabo, seja como serpente ou através dela, iludiu Eva. Ela comeu e deu para seu marido, e ele comeu do fruto proibido. Podemos apenas conjeturar sobre porque Adão comeu o fruto que sua esposa lhe ofereceu (tratarei disso mais tarde), ou sobre o que poderia ter acontecido com ele ou ela para que ele recusasse a tentação dela. Sabemos, entretanto, o resultado do fato de ele ter comido.

Ele exercitou capacidade contrária à sua responsabilidade. Adão, na verdade, declarou guerra à justiça de Deus por decidir por ele e exigir dele. Conseqüente e certamente, assim como o soberano criador espera, a criatura deve cair e, de fato, o faz. É improvável que algum homem já tenha sabido quão longe ele realmente caiu.

Como o pai da raça humana, Adão levou toda a sua descendência consigo. Em Adão vivemos, em Adão morremos (Romanos 5:15; I Coríntios 15:22). A morte espiritual tomou lugar em Adão imediatamente e toda a sua descendência nasce espiritualmente morta. Não apenas isso, mas também como julgamento sobre seu pecado, e para impedir a perpetuidade desse estado terrível, Deus pronunciou e impingiu a morte física sobre Adão e sua prole.

Isso não é tudo. Perdeu-se todo a harmonia em todo o domínio de Adão. É no âmbito dessa queda que as mulheres desobedecem a seus maridos, os filhos a seus pais, que os animais temem, atacam e aprisionam a si mesmos e ao homem. Essa é a causa de toda doença, deformidade e imperfeição nos homens, animais e plantas. Deus viu sua criação e ela era muito boa (Gênesis 1:31). Tudo nessa criação que hoje não é bom é resultado, tanto direta quanto indiretamente, do pecado e da queda de Adão.

PERGUNTAS - LIÇÃO 7

1. À imagem de quem Adão foi feito?
2. Isso significa que Adão se parecia com Deus?
3. O que isso significa?
4. Adão tinha autoridade sobre a criação?
5. Havia uma limitação sobre essa autoridade?
6. Qual era sua responsabilidade positiva?
7. Ele teve autoridade e responsabilidade para executá-la?
8. Quem motivou Adão a se rebelar?
9. Adão era mais sábio do que sua mulher?
10. Qual foi a rebelião de Adão?
11. Ele foi advertido de quais penalidade e resultado?
12. Isso foi executado imediatamente ou mais tarde?
13. A queda de Adão afetou Eva? Se sim, como?
14. A queda de Adão afetou seus filhos? Se sim, como?
15. A queda de Adão afetou os animais? Se sim, como?
16. A queda de Adão afetou as plantas? Se sim, como?
17. O homem ainda tem domínio sobre a criação?
18. O homem tem habilidade para executar sua responsabilidade hoje?
19. A falta de habilidade muda a responsabilidade?
20. A salvação nos restitui ao estado de Adão

Autor: Pr. Forrest Keener
Tradutor: Albano Dalla Pria
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

Você Jejua?

Filed under #Todos os Estudos, Jejum by admin on 02-03-2010

Você jejua? Dê-me prova disto por suas obras.
Se você vê um homem pobre, tenha piedade dele.
Se você vê um amigo sendo honrado, não o inveje.
Não deixe que somente a sua boca jejue, mas também o olho e o ouvido e o pé e as mãos e todos os membros de nossos corpos.
Que as mãos jejuem, sendo livres de avareza.
Que os pés jejuem, cessando de correr atrás do pecado.
Que os olhos jejuem, disciplinando-os a não fitarem o que é pecaminoso.
Que os ouvidos jejuem, não ouvindo conversas más e fofocas.
Que a boca jejue de palavras vis e de criticismo injusto.
Porque, qual é o proveito se nos abstemos de aves e peixes, mas mordemos e devoramos os nossos irmãos?
Possa Aquele que veio ao mundo para salvar pecadores nos fortalecer para completarmos o jejum com humildade, tendo misericórdia de nós e nos salvando.

Autor: João Crisóstomo

São João Crisóstomo, em grego Ιωάννης ο Χρυσόστομος, foi um teólogo e escritor cristão, Patriarca de Constantinopla no fim do século IV e início do século V.

Traduzido por: Felipe Sabino de Araújo Neto – Cuiabá-MT. Este artigo é parte integrante do portal http://www.monergismo.com/

Setenta vezes sempre

Filed under #Todos os Estudos, Pecado, Perdão by admin on 02-03-2010

“Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete?
lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete.” Mateus 18.21, 22

Qual o valor do perdão? Antes de aplicar esse texto, vamos fazer uma trajetória da vida do Apóstolo Pedro no ministério de Jesus, pois é justamente daí que vamos entender o valor do perdão.

Fazendo um passeio nos evangelhos, vemos que o apóstolo Pedro sempre se mostrou impulsivo diante da novidade da mensagem de Cristo e também foi o apóstolo que fez as maiores armações que conhecemos, como por exemplo:

“Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.
Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.”

E na mesma proporção em que afirmava coisas como estas, também pronunciava palavras que mostravam sua imaturidade diante do ministério de Cristo e do conhecimento do Reino e sua impulsividade o levou a afirmar ante a iminente prisão de Cristo que morreria com ele, mas nessa afirmativa, pronunciou a mais dura e cruel lição de sua vida, onde teve que aprender o que era realmente a natureza humana, a negação a Cristo, nessa negação Pedro se sente um traidor.

Bom, voltemos ao perdão. Vemos no ministério de Cristo a desconstrução de afirmações que a cultura da época dava como correta, como por exemplo a lei de Talião que dizia que se alguém pecar contra você deveria receber na mesma moeda.

“Olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé” Exodo 21.24

E essa justiça é baseada na vingança, mas com Cristo a coisa é diferente, a filosofia é o amor e não há espaço para o ódio, mas somente para misericórdia e a paciência com o próximo. Assim, o Mestre desnudou a nossa natureza e nos mostrou que por mais que nos esforcemos não há como mudarmos, a não ser que haja algo maior que nos transforme e nos leve ao amadurecimento. Nisso mora o segredo de nascer de novo, viver um novo princípio que não é o seu, mas o de Deus. E durante 3 anos Cristo ensinou os seus amigos  sobre esse segredo do Reino de Deus, que não era templo, nem lei, mas coração.

No percurso da vida do Apóstolo Pedro, podemos compreender que para nascer de novo, por mais que Pedro fizesse belas afirmações, mas elas ainda não atingiram seu local de morada, o coração e com isso, movido pelo ódio, tirou a orelha de Malcon e por medo e vergonha negou a quem mais amava. A partir desses acontecimentos Pedro se reduz e não consegue mais se olhar no espelho pelo que fez e assim, ele descobre o quão ruim é a sua natureza, começa seu parto, durante os 3 dias em que Cristo adormece, o velho Pedro também, justamente para renascer com seu Mestre.

Nesse renascer, Pedro descobre o caminho do descanso e do perdão, não só no sentido de ser um perdoador, mas principalmente o de ser perdoado e numa fogueira perto da praia, Pedro sente em seu Mestre não a repreensão, mas a magnitude de seu amor.

“E, depois de terem jantado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes? E ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta os meus cordeiros.
Tornou a dizer-lhe segunda vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Disse-lhe: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas.
Disse-lhe terceira vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Simão entristeceu-se por lhe ter dito terceira vez: Amas-me? E disse-lhe: Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo. Jesus disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas.
Na verdade, na verdade te digo que, quando eras mais moço, te cingias a ti mesmo, e andavas por onde querias; mas, quando já fores velho, estenderás as tuas mãos, e outro te cingirá, e te levará para onde tu não queiras.
E disse isto, significando com que morte havia ele de glorificar a Deus. E, dito isto, disse-lhe: Segue-me.” João 21.15-19

O caminho do perdão é necessário se quisermos seguir a Cristo, se nos denominarmos cristãos devemos nos assemelhar ao mestre e este mais do que ninguém se sentiu traido, pois fora aqueles que criou e amou, o levaram a morte tão cruel. Mas mesmo assim, orou por eles pedindo perdão. Seu principal ensinamento sobre oração colocou justamente nesse critério: “E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores” e esse perdão não é apenas da boca pra fora, mas vem direto do coração, um coração transformado perdoa.

Todo esse caminho representa nossa trilha rumo ao destino que nos espera via o caminho estreito, que é árduo e nos conduz a um crescimento profundo, negando-se a cada dia e deixando que Cristo seja o guia e luz de nossas vidas.

Devemos abrir mão de nosso direito de ter razão sobre tudo e sobre todos para poder deixar que o amor ao próximo seja a nossa verdadeira razão de existir, mesmo que diante de grande ódio e sentimento de injustiça Cristo nos ensina que devemos abrir mão desses sentimentos, para dar lugar a misericórdia e o amor e somente assim poderemos crescer no Reino dos Céus.

Parafraseando um certo autor, a escolha do título Setenta vezes sempre é para mostrar que esse é a nosso destino para ser um discípulo de Cristo, lembra que o apóstolo Paulo afirma sobre o amor?

“A ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas, perante todos os homens. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.” Romanos 12.17, 21

Esse é o caminho e só poderemos crescer no descanso de Deus quando tivermos ousadia por andar nele e ser reflexo desse ensinamento.

Que Deus nos Abençoe

Fonte: http://www.gospelmais.com.br

Qual o problema em gostar um pouco de pornografia?

Filed under #Todos os Estudos, Sexualidade by admin on 02-03-2010

Afinal, o que é pornografia mesmo?


Alguém já disse que é mais fácil reconhecer a pornografia do que defini-la. Os dicionários nos dizem que pornografia é o caráter imoral ou obsceno de uma publicação. Material pornográfico é aquele que descreve ou retrata atos ou episódios obscenos ou imorais. Essas definições não ajudam muito, pois conceitos como “obscenos” e “imorais” são bastante subjetivos no mundo de hoje. Classificar material pornográfico em “soft” (nudez e sexo implícito) e “hardcore” (sexo explícito contendo cenas de degradação, violência e aberrações) só ajuda didaticamente. Para muitos, Playboy é uma revista pornográfica. Para outros, não. Entretanto, da perspectiva da ética bíblica, a definição acima é mais que suficiente.

A popularidade da pornografia
É exatamente pela complexidade do assunto, agravado pela omissão de boa parte das igrejas no Brasil, que muitos evangélicos estão confusos quanto ao mesmo, e não poucos são viciados em alguma forma de pornografia. Aqui estão as minhas razões para essa constatação:

1) A tremenda popularidade da pornografia no mundo de hoje. Uma estatística de 1995 revelou que os americanos gastam mais em pornografia do que em Coca-Cola. Não é difícil de imaginar que a situação no Brasil não seria muito diferente. Até países antigamente fechados, como a China, em 1993 assistiu a uma enxurrada de material pornográfico em seus limites, após ter aberto, mesmo que um pouco, as suas fronteiras para receber ajuda estrangeira. Mensalmente, cerca de 8 milhões de cópias de revistas pornográficas circulam no Brasil. Em 1994 a venda de vídeos pornôs chegou perto de 500 milhões de dólares. Não é de se admirar que as locadoras reservam cada vez mais espaço nas prateleiras para esses vídeos. Segundo uma pesquisa, em 1992, 1 a cada 4 brasileiros assistiu a um filme de sexo explícito. O mesmo fizeram 13% das mulheres entrevistadas. Em 1995 esse número dobrou para os homens e aumentou um pouco em relação às mulheres.

2) A imensa facilidade para se conseguir material pornográfico no mundo de hoje. Como na maioria dos demais países “civilizados” (uma conhecida exceção é o Irã) material pornográfico pode ser encontrado e consumido facilmente no Brasil em diversas formas: cinema, canais abertos de televisão, televisão a cabo e no sistema “pay-per-view”, internet, fitas de vídeo, CD-ROMs com material pornográfico, gravuras, exposições de arte erótica, livros, revistas e vídeogames, entre outros. Parece não haver fim à criatividade do homem em utilizar-se dos avanços tecnológicos para a difusão da pornografia. Como disse o escritor francês Restif de la Bretone no século 18, “La dépravation suit le progrès des lumières” (”A depravação segue o progresso das luzes”).

O que tem de mais em ver pornografia?
Muito embora os evangélicos em geral sejam contra a pornografia (alguns apenas instintivamente) nem todos estão conscientes do perigo que ela representa. Menciono alguns deles em seguida:

1) Consumir deliberadamente material pornográfico é violar todos os princípios bíblicos estabelecidos por Deus para proteger a família, a pureza e os valores morais. A própria palavra “pornografia” nos aponta esse realidade. Ela vem da palavra grega pornéia, que juntamente com mais outras 3 palavras (pornos, pornê e pornéuo) são usadas no Novo Testamento para a prática de relações sexuais ilícitas, imoralidade ou impureza sexual em geral. Freqüentemente essas palavras de raiz porn- aparecem em contextos ou associadas com outras palavras que especificam mais exatamente o tipo de impureza a que se referem: adultério, incesto, prostituição, fornicação, homossexualismo e lesbianismo. O Novo Testamento claramente condena a pornéia: ela é fruto da carne, procede do coração corrupto do homem, é uma ameaça à pureza sexual e devemos fugir dela, pois os que a praticam não herdarão o reino de Deus. A pornografia explora exatamente essas coisas — adultério, prostituição, homossexualismo, sadomasoquismo, masturbação, sexo oral, penetrações com objetos e — pior de tudo — pornografia infantil, envolvendo crianças de até 4 anos de idade.

2) Consumir deliberadamente material pornográfico é contribuir para uma das indústrias mais florescentes do mundo e que, não poucas vezes, é controlada pelo crime organizado. Segundo um relatório oficial em 1986, a indústria pornográfica nos Estados Unidos é a terceira maior fonte de renda para o crime organizado, depois do jogo e das drogas, movimentando de 8 a 10 bilhões de dólares por ano. Acredito que o quadro é ainda pior hoje. A indústria da pornografia apoia e promove a indústria da prostituição e da exploração infantil. O dinheiro que pais de família gastam com pornografia deveria ir para o sustento de sua família. Alguns podem alegar que consomem apenas material soft contendo somente cenas de nudez — esquecendo que esse material é produzido pela mesma indústria ilegal que produz e distribui a pornografia infantil.

Pornografia e a escalada da violência
Não são poucos os relatórios feitos por comissões de pesquisadores que denunciam a estreita relação entre a pornografia e a crescente onda de estupros, assédio sexual e exploração infantil nos países “civilizados”. Vários dos temas mais comuns em pornografia do tipo hardcore incluem cenas de seqüestro e estupro de mulheres, geralmente com espancamento e tortura, além de outras formas obscenas de degradação. A mensagem que a pornografia passa aos consumidores é que quando a mulher diz “não” na verdade está dizendo “sim”, e que se o estuprador insistir, ela não somente aceitará como também passará a gostar. Assim, a violência contra a mulher é exposta como algo válido e normal. A mulher é vista como objeto sexual a ser usado ao bel-prazer dos homens.

Uma outra forma de hardcore é a pornografia infantil. Esse material exibe cenas de sexo envolvendo crianças e adolescentes. Em alguns casos, crianças aparecem assistindo a cenas de sexo oral por adultos, em outras, são violentadas e estupradas por adultos. Já em outras, fazem sexo entre si. Esse material ilegal, mórbido, desumano e obsceno está disponível pela Internet até mesmo em servidores estacionados em universidades federais, conforme denúncias de jornais em dias recentes. Grandes provedores têm seções onde usuários podem bater papo sobre sexo e trocar imagens de sexo explícito com crianças, algumas delas tão degradantes, segundo uma denúncia feito pelo Instituto Gutemberg em Julho de 1997, que faz da revista “Penetrações Profundas” uma publicação para freiras.

Associado com a pornografia hardcore está o surto de violência sexual contra as mulheres e crianças nas sociedades modernas onde esse material pode ser obtido facilmente. Estudos por especialistas americanos mostram que existe uma estreita relação entre pornografia e a prática de crimes sexuais. Eles afirmam que 82% dos encarcerados por crimes sexuais contra crianças e adolescentes admitiram que eram consumidores regulares de material pornográfico. O relatório oficial do chefe de polícia americano em 1991 diz: “Claramente a pornografia, quer com adultos ou crianças, é uma ferramenta insidiosa nas mãos dos pedofílicos [viciados em sexo com crianças]“. A pornografia está estreitamente associada ao crescente número de estupros nos países civilizados. Só nos Estados Unidos, o número conhecido pela polícia cresceu 500% em menos de 30 anos, que corresponde ao aumento da popularidade e facilidade em se encontrar material pornográfico. Cerca de 86% dos condenados por estupro admitiram imitação direta das cenas pornográficas que assistiam regularmente.

Crentes “voyeurs”?
Há boas razões para acreditarmos que o número de evangélicos no Brasil que são viciados em pornografia é preocupante. Pesquisadores estimam que nos Estados Unidos cerca de 10% dos evangélicos estão afetados. Considerando que no Brasil a facilidade de se obter material pornográfico é a mesma — ou até maior — que nos Estados Unidos, considerando que a igreja evangélica brasileira não tem a mesma formação protestante histórica da sua irmã americana, considerando a falta de posição aberta e ativa das igrejas evangélicas brasileiras contra a pornografia, como acontece nos Estados Unidos, não é exagerado dizer que provavelmente mais que 10% dos evangélicos no Brasil são consumidores de pornografia. Talvez esse número seja ainda conservador diante do fato conhecido que os evangélicos no Brasil assistem mais horas de televisão por dia que muitos países de primeiro mundo, enchendo suas mentes com programas que promovem a violência e o erotismo, e assim abrindo brechas por onde a pornografia penetre e se enraize.

Mais preocupante ainda é a probabilidade de que grande parte desse percentual é de jovens evangélicos adolescentes. Uma pesquisa feita por Josh McDowell em 22 mil igrejas americanas revelou que 10% dos adolescentes havia aprendido o que sabiam sobre sexo em revistas pornográficas. 42% deles disse que nunca aprendeu qualquer coisa sobre o assunto da parte de seus pais. E outros 10% confessaram ter assistido a um filme de sexo explícito nos últimos 6 meses. Uma extrapolação, ainda que conservadora, para a realidade das igrejas brasileiras é de deixar pastores e pais em estado de alarme.

O escândalo envolvendo o pastor Jimmy Swaggart em 1988 revelou abertamente uma outra face do problema, que há pastores evangélicos que também são viciados em pornografia. Uma pesquisa feita em 1994 entre pastores evangélicos americanos revelou uma relação estreita entre o consumo de pornografia e a infidelidade conjugal. Por causa do receio de serem apanhados e de estragarem seus ministérios, muitos pastores optam por consumir pornografia como voyeurs a praticar o adultério de fato, embora alguns acabem eventualmente caindo na infidelidade prática. Quando eu me preparava para escrever esse ensaio, li diversos artigos sobre pornografia publicados em revistas americanas e européias de aconselhamento pastoral. Muitos deles são abertamente dirigidos para ajudar pastores viciados em pornografia.

Falta de decência
Infelizmente parece que estamos nos acostumando à falta de decência. Tornamo-nos como os pagãos. Temos a mesma atitude que eles têm para com a nudez e a exposição dos órgãos sexuais. A arqueologia revelou que em muitas das paredes dos templos pagãos cananitas, que foram destruídos pelos israelitas quando conquistaram a terra (Lv 26.1; Nm 33.52), havia desenhos de órgãos sexuais masculinos e femininos. Essas são as formas mais antigas de pornografia que conhecemos. Os cananitas aparentemente representavam os órgãos genitais nas paredes para excitar os adoradores e estimulá-los à prática da prostituição sagrada. Os israelitas, em contraste, tinham uma atitude totalmente diferente quanto à exposição dos órgãos sexuais. Em suas Escrituras Sagradas estava escrito que Deus cuidou em cobrir a nudez do primeiro casal após a queda (Gn 2:25; 3:7-10). Havia uma preocupação em que as vestimentas cobrissem os órgãos genitais, ao ponto de que havia uma determinação na lei de Moisés de que o sacerdote deveria ter cuidado para não subir as escadas do altar de forma a deixar que seus órgãos genitais ficassem expostos (Dt 20:26). Cão, o filho de Noé, foi condenado por ter visto a nudez de seu pai. A própria Bíblia se refere à genitália de forma reservada, usando às vezes eufemismos como “nudez” (Lv 18), “pele nua” (Ex 28.42), “membro viril” (Dt 23.1), “entre os pés” (Dt 28.57) e “parte indecorosa” (1 Co 12.23), só para citar alguns exemplos.

Podemos fazer alguma coisa, sim!

Acredito que os pastores e as igrejas evangélicas no Brasil podem fazer algumas coisas: ler os estudos e relatórios sobre os efeitos da pornografia feitos por comissões especializadas; pregar sobre o assunto e especialmente dar estudos para grupos de homens; desenvolver uma estratégia pastoral para ajudar os membros das igrejas que são adictos à pornografia; não esquecer que muitos pastores podem precisar de ajuda eles mesmos; criar comissões que se mobilizem ativamente contra a pornografia, utilizando-se dos dispositivos legais que o permitam (uma possibilidade é encorajar os políticos evangélicos a tomar posições bem definidas contra a pornografia); desenvolver uma abordagem que trate da sexualidade de forma bíblica, positiva e criativa; tratar desses temas desde cedo com os adolescentes da Igreja expondo o ensino bíblico de forma positiva; orar especificamente pelo problema.

Não estou pregando uma cruzada de moralização, embora evidentemente a igreja evangélica brasileira poderia tirar bastante proveito de uma. A pornografia é um mal de graves conseqüências espirituais e sociais embora não acredite que devamos fazer dela o inimigo público número 1, como algumas organizações moralistas e fundamentalistas dos Estados Unidos. Afinal de contas, a raiz desse problema — e de outros — é o coração depravado e corrompido do homem, que só pode ser mudado pelo Evangelho de Cristo. Hitler conseguiu em 4 anos banir da Alemanha todas as formas de pornografia e perversão e incutir na geração jovem de sua época a aspiração por altos valores morais e pela pureza da raça ariana. Os motivos eram errados e o projeto de Hitler acabou no desastre que conhecemos. Não acabaremos com a depravação moral somente com leis e discursos políticos. Jack Eckerd, um empresário milionário dono de um negócio que rendia mais de 2,5 milhões de dólares por ano, ao se converter a Cristo em 1986, determinou que todas as publicações pornográficas vendidas em suas 1.700 lojas fossem retiradas, mesmo que isso significasse a perda de alguns milhões de dólares anuais. Quando o coração é mudado as mudanças morais seguem atreladas.

Por: Rev. Augustus Nicodemus

estudo disponível no site www.ipb.org.br

JUSTIÇA OU VINGANÇA: Qual é o limite entre a Justiça e a Vingança?

Filed under #Todos os Estudos, Estudos Bíblicos Temáticos, Política by admin on 02-03-2010

“Todo o homem tem direito à liberdade de opinião e de expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios, independentemente de fronteiras.”

Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos

Proponho uma reflexão a respeito das delicadas fronteiras entre a Justiça e a Vingança, que podem até ser coisas parecidas, mas não são. Em momentos que mexem com nossas emoções, devemos fazer um esforço pra não confundir justiça com vingança, pois a justiça é um valor universal, estando ao lado de outros valores tais como a liberdade, solidariedade, a dignidade, a democracia… Esses são valores sob os quais está edificado a civilização em que vivemos.

A Justiça tem normas, tem rituais, protocolos, tem fundamentos vinculados a direitos, e quando ela é acionada, ela se defronta com o princípio do contraditório, da legalidade, da fragmentariedade, da humanidade, da culpabilidade, dentre outros que devem ser respeitados. Em que de um lado estão os direitos individuais ou coletivos supostamente violados, e de outro os direitos humanos dos acusados. Nas democracias, essas normas, esses rituais, fundamentos e princípios, expressam a vontade e as escolhas da coletividade.

A noção de justiça é portanto uma noção ética fundamental, sendo que por meio dela as relações humanas são regulamentadas, sendo que ela objetiva a preservação da Vida. E para simplificar um pouco, pode-se dizer que a Justiça visa o Bem, mesmo quando ela se manifesta em forma de punição.

Todavia a vingança visa o Mal, mesmo quando essa usa do sistema judiciário para se satisfazer. Ela é inspirada pela argumentação do olho por olho, toma-lá-dá-cá, aqui se fez aqui se paga, que é freqüentemente nutrida por impulsos de ódio, rancor e mágoa provocada por um dano que se julga injusto.

A revista Veja do dia 03/09/2008 apresenta a discussão em torno da vingança, a qual está travada desde antes da civilização, sendo que a lição histórica demonstra que somente através do perdão a humanidade conseguiu interromper as espirais de violência provocadas pelo desejo de retaliação.

A vingança envenena a alma, e mesmo que as escrituras no antigo testamento apresentem a lógica do olho por olho, Jesus cumpre a Lei com a Graça do Perdão e diz em Mateus 5:38-39 “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao homem mau; mas a qualquer que te bater na face direita, oferece-lhe também a outra”.

Devemos deixar a vingança nas mãos de Deus. A Bíblia diz em Romanos 12:19 “Não vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira de Deus, porque está escrito: Minha é a vingança, eu retribuirei, diz o Senhor”. Provérbios 20:22 “Não digas: vingar-me-ei do mal; espera pelo Senhor e ele te livrará”.

Devemos resistir a vontade de vingar-nos e devemos expressar amor, não se alegrando quando o seu inimigo fracassa. Afinal a Bíblia também diz em Provérbios 24:17-18 “Quando cair o teu inimigo, não te alegres, e quando tropeçar, não se regozije o teu coração; para que o Senhor não o veja, e isso seja mau aos seus olhos, e desvie dele, a sua ira”.

A vingança é uma retaliação com objetivos essencialmente destrutivos, a qual reflete um senso primitivo do que seja justo. A vingança não busca acordos ou reconciliações, mas tão somente fazer o outro experimentar um dano maior do que causou.

Nós muitas vezes no ápice de nossas emoções, aproximamos os conceitos de Justiça e Vingança, acreditando ser a mesma coisa, mas não são. Nossa compreensão pode até se embaralhar, mas a vingança se esgota facilmente e nunca é saciada plenamente.

O ser humano vingativo sente apenas um prazer momentâneo que logo desaparece após o “acerto de contas”, dando lugar a destruição, ao vazio existencial, e muitas vezes ao sentimento de culpa e remorso pela dor causada intencionalmente no outro.

O melhor caminho sempre é o da reconciliação, do perdão, da tolerância e do diálogo pessoal franco, aberto e direto com o Outro. Afinal este é o caminho apresentado por Cristo, mesmo que os cristãos incoerentemente prefiram levar adiante suas guerras religiosas, sendo que elas conforme a revista Veja, “são sempre as mais inexplicáveis, duradouras e cruéis da história humana”.

Desse modo enquanto houver a possibilidade de diálogo e reconciliação, então o Cristão deverá persegui-la, antes de iniciar sua perseguição ao Outro em busca de vingança.

Nota-se que o espírito vingativo das Cruzadas contra os Hereges está mais vivo do que nunca. Todavia não se monta mais em cavalos rumo a retomada de Jerusalém, mas agora são feitas santas convocações aos irmãos Advogados, Delegados, Juízes, Desembargadores, e Deputados, para que tais “soldados de Cristo”, se unam a ministérios evangélicos e seus interesses particulares para com eles formar uma aliança contra “as pragas” que tem assolado o Corpo de Cristo.

Portanto como se já não fosse lamentável por si mesmo, o fato de se buscar o sistema judiciário para nele satisfazer desejos de retaliação, ainda convoca-se para uma “Cruzada contra os Hereges”, pessoas imbuídas de cargos públicos, para deles tirarem favorecimento particular, os quais de modo algum podem usar de sua influência e cargo, para favorecer direta ou indiretamente interesses particulares de “irmãos na fé”.

Espera-se sempre que a Justiça seja cega, e não veja nem um Irmão sequer para ele favorecer, quer ele seja evangélico, Maçom, Rosa Cruz ou qualquer outra Irmandade existente. Tal coisa além de crime passível de Denúncia ao Ministério Público, é também pecado de Iniqüidade, o qual é contra a própria Justiça e Eqüidade.

Sendo assim, que Deus nos dê Graça e discernimento quanto ao que vem a ser Justiça e Vingança, e que nos ajude a perdoar até 70 x 7, aos iníquos que usam o sistema judiciário e político como ferramenta de sua vingança animal, para tirar dos seres humanos sua liberdade de opinião e de expressão, sendo que “este direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios, independentemente de fronteiras.”, conforme rege o artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Autor: Mariel Marra - http://www.guerreirosdaluz.com.br/

O Apóstolo André

Filed under #Todos os Estudos, Person by admin on 02-03-2010

Mateus 4:18; 10:1-10; João 1:40, 41, 44; João 6:8, 9

Versículo para memorização - João 1:41

Nem todos os Apóstolos foram conhecidos tão de perto como Simão. Um desses é seu irmão André. O fato é que André tem seu nome mencionado apenas doze vezes em toda a Bíblia. Contudo, há alguns traços dele que o fazem digno de ser estudado.

Era um homem que procurava pelo Messias e confiava na obra futura do Messias antes mesmo de ter encontrado Jesus pessoalmente. Isso fica óbvio em vermos dois fatos. Primeiro, foi um seguidor de João o Batista, que falava exclusivamente da vinda do Messias, e, segundo, quando foi apresentado a Jesus, imediatamente O seguiu (João 1:35-40).

Foi André quem levou Pedro a Jesus, portanto, toda a grande obra que Deus realizou através de Pedro é em parte creditada a André. Você nunca leu uma mensagem sequer que André tenha pregado à multidão, mas você lê sobre uma mensagem simples e vivificante que deu a seu irmão em privado. Que exemplo este deve ser para cada um de nós! Se não podemos fazer muito, Deus pode fazer muito com o pouco que temos.

Esse mesmo grande exemplo mostra-se na vida de André quando os cinco mil foram alimentados. Nunca lemos sobre um milagre particular realizado por André, mas foi ele quem disse ao Senhor sobre os cinco pães e três peixes do pequeno garoto, e seguiu-se a alimentação de cinco mil. (João 6:8 e 9)

Podemos caracterizar André dizendo que ele foi um fiel mensageiro do Senhor e para o Senhor. Falou do Senhor e para o Senhor acerca das pequenas coisas. (João 6:8; 12:22) Não vemos em lugar algum que tenha tentado exaltar a si mesmo, senão ao Senhor Jesus. Sigamos tal exemplo de vida que André coloca diante de nós. Muitos Cristãos gostariam de ser iguais a Pedro e, muitos outros, como Paulo, mas as posições de Pedro e Paulo são muito limitadas. Por outro lado, não há limites para o número de Andrés que uma cidade poderia ter. Por que você não tenta ser um André?

Perguntas - ANDRÉ

1. Quem André seguia inicialmente?

2. O que fez quando viu Jesus pela primeira vez?

3. Quem era seu irmão?

4. O que fez de importante para seu irmão?

5. Qual era a ocupação de André?

6. De qual cidade ele era proveniente?

7. Que título e posição ilustre foram-lhe atribuídos?

8. Que ocupação Jesus designou a André em vez de ser pescador de peixes?

9. André ficou conhecido como um bom pregador?

10. Ele é freqüentemente mencionado nas Escrituras?

11. Era uma pessoa orgulhosa?

12. A qual milagre está diretamente associado?

13. De que forma está relacionado a esse milagre?

14. Que mensagem levou a Jesus em relação aos gentios?

15. Encontramos o relatório de um pecado particular que André tenha cometido?

16. André cometeu tais pecados?

17. André foi cuidadoso para não aborrecer o Senhor com pequenos detalhes?

18. Quantas vezes é mencionado pessoalmente nas Escrituras?

19. André realizou algum milagre?

20. Pedro considerava André menos fiel do que a si mesmo?

Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Joy Ellaina Gardner
Edição: Calvin Gardner
Fonte: www.palavraprudente.com.br

A Menina e os Monges

Filed under #Todos os Estudos, Ilustrações by admin on 01-03-2010

Dois monges em peregrinação iam passando por um rio. Lá avistaram uma menina que necessitava atravessar aquele rio, porém a correnteza estava muito forte e ela ficou com medo. Um dos monges, vendo-a, pego-a nos braços, atravessou-a e

depositou-a em solo seco do outro lado.

E continuaram seu caminho. Porém, o outro monge, ao longo das duas horas seguintes, ficou a reclamar:

“Com certeza não é certo tocar uma mulher, é contra os mandamentos ter contato íntimo com mulheres… como você pode ir contra as leis da nossa ordem? Você pecou fortemente!…”.

O monge que carregara a menina seguiu junto com o companheiro, em silêncio, mas, finalmente, observou:

“Eu a deixei no rio há duas horas, por que você ainda a está carregando?”.

Livro: S.O.S. Dinâmica de Grupo – Albigenor & Rose Militão.

A falta que fazem os profetas

Filed under #Todos os Estudos, Estudos Bíblicos Temáticos, Profetas by admin on 01-03-2010

A falta que fazem os profetas

Confesso que não gostava de ler os profetas da Bíblia. Sempre os considerei rígidos demais, exageradamente metafóricos e confusos. Em meus primeiros anos como cristão, não sabia situá-los historicamente. Lê-los, me entediava.

Minha primeira simpatia pelos profetas veio quando fui desafiado ver o coração paterno de Deus nas páginas do Antigo Testamento. Reli a Bíblia toda. Recordo-me do impacto quando percebi, pela primeira vez, que a saga bíblica resume-se em mostrar um pai em busca de seus filhos. Entendi a profundidade da interpretação que os antigos rabinos de Israel davam ao dilúvio. Depois de insistir cento e vinte anos com os seus filhos, Deus viu a dureza de seus corações, chorou por quarenta dias e quarenta noites e suas lágrimas cobriram a terra. Aprendi sobre a paciência e longanimidade divina em tolerar momentos históricos perversos. Consegui, finalmente, estudar os profetas sem considerá-los grosseiros.

Mas, apaixonei-me mesmo pelos escritos dos profetas quando li Abraham J. Heschel, rabino que tornou-se unanimidade por sua abordagem sobre o coração amoroso de Deus em meio a um judaísmo inclemente. Seu livro, The Prophets é um libelo da literatura judaica.

Heschel introduz-nos aos profetas mostrando que eles não foram meros microfones que amplificavam e decodificavam o falar de Deus, mas gente com uma cultura, temperamento e individualidade. A tarefa do profeta não se resumia em transmitir o ponto de vista divino. Ele era o referencial do povo. O profeta em Israel não vaticinava apenas. Ele era também poeta, pregador, patriota, crítico social. Iniciavam suas profecias com juízo mas sempre concluíam com esperança e redenção.

O profeta não repetia jargões, não perpetuava o que já fora dito, mas pensava fora dos paradigmas. Não era convencional. A mágica de suas palavras vinha de sua intuição, de seu inconformismo e da largura de seus anseios. Inúmeras vezes a linguagem do profeta foi hiperbólica. O exagero era uma maneira de mostrar sua angústia, seu desespero de não se acovardar diante do iminente fracasso nacional.

Meu apetite em ler os profetas fez nascer em mim o desejo de vê-los entre nós. Entendo que o ministério profético com autoridade canônica foi até João Batista (Mt 11.13). Sei também que o dom carismático da profecia (I Co 12) resume-se à função tríplice que Paulo nos deu em I Coríntios 14. 3: edificar, exortar e consolar. Creio que o ministério profético que desejo não seja um título ou cargo. Sinto que a igreja evangélica brasileira, tem bons evangelistas, excelentes estrategistas eclesiásticos, já demonstramos alguma maturidade teológica, mas ainda somos carentes de líderes com a verve profética.
O movimento evangélico brasileiro necessita de homens como Martin Luther King Jr um dos mais autênticos profetas do século XX. Sua vida, tantos anos depois de sua morte, continua impressionando pela coerência, bravura e profundo compromisso com os valores do reino de Deus.

Li sua autobiografia e confesso que senti o meu coração desafiado por esse homem que viveu, falou e lutou como um profeta para os americanos mas cuja vida inspira todas as nações.

Ele nasceu em 15 de janeiro de 1929 em Atlanta, Geórgia, foi ordenado como pastor batista em 25 de janeiro de 1948. Decidiu que jamais se curvaria às leis segregacionais do sul dos Estados Unidos quando assumiu a igreja que seu pai pastoreava, a Dexter Avenue Church em Montgomery, Alabama.

Nesta cidade aconteceu o grande boicote às companhias de ônibus. Rosa Parks, uma costureira de quarenta e dois anos, recusou-se ceder seu lugar dentro de um ônibus a um homem mais jovem que ela e foi presa. Um movimento se organizou na cidade e King Jr foi eleito por unanimidade o seu presidente. Depois de várias vezes preso, de sofrer atentados como uma bomba que foi jogada no alpendre de sua casa em 27 de janeiro de 1957, ele passou um mês na Índia, aprendendo os princípios de não-violência usados por Ghandi, na resistência ao imperialismo Britânico. Aplicou-os nos Estados Unidos e conseguiu vencer a tirania e o ódio com amor.

Em 28 de agosto de 1963, King Jr, subiu os degraus do Memorial de Lincoln para fazer o seu mais famoso discurso, I Have a Dream. Sua voz ecoava por todo o mundo enquanto a paixão de um profeta se derramou por seu povo. Era o coração de Deus que pedia que os homens não fossem julgados pela cor de sua pele, mas pelos conteúdos do caráter. Sua vida impressionou tanto que em 10 de dezembro de 1964, recebeu o Prêmio Nobel da Paz.

Lendo-o, juntei alguns de seus pensamentos, reproduzo-os aqui para que notemos a falta que os profetas fazem.

Homens e mulheres vivendo em comunidade.

“Quando o indivíduo não é mais um verdadeiro participante e não percebe sua responsabilidade para com sua sociedade, os conteúdos da democracia se esvaziam. Quando a cultura se degrada e a vulgaridade é entronizada; quando o sistema social não constrói segurança, mas induz o medo, inexoravelmente o indivíduo é impelido a se isolar completamente desta sociedade sem alma. Este é o processo que produz alienação – talvez a mais insidiosa característica da sociedade contemporânea.”

A grandeza dos ideais:

“A medida de um homem não se ele afirma em tempos de conforto e conveniência, mas repousa nos seus posicionamentos em tempos de desafios e controvérsias.”.

“A coragem encara o medo e, portanto, dele se assenhora. A covardia reprime o medo, e portanto, dele se torna escrava. Homens corajosos nunca perdem o elã pela vida mesmo que a situação que vivam seja sem brilho; covardemente, homens esmagados pelas incertezas da vida perdem o desejo de viver. Devemos constantemente erguer diques de coragem para deter as inundações do medo.”

O próximo:

“A maioria daqueles que vivem na América rica ignora os que vivem na América pobre; ao fazerem isso, os ricos americanos terão que eventualmente enfrentar a pergunta que Eichmann preferiu ignorar: Qual a minha responsabilidade pelo bem estar do meu próximo? Ignorar o mal é tornar-se cúmplice dele. “

Deus e religião

“ A ciência investiga; a religião interpreta. A ciência fornece o conhecimento que dá poder; a religião fornece a sabedoria que dá controle. A ciência lida com os fatos, a religião lida primordialmente com os valores. As duas não são rivais. Elas se complementam. A ciência ajuda a religião a não cair no vale paralisante da irracionalidade e do obscurantismo. A religião previne a ciência de despencar no pântano do materialismo obsoleto e do niilismo moral.”

Em 4 de abril de 1968 uma bala assassina silenciou esse profeta de Deus. Contudo, sua vida continua inspirando milhões de homens e mulheres. Martin Luther King, Jr, não pode ser esquecido da geração evangélica deste novo milênio.

Que ele nos inspire a desejar mais profetas na igreja. Precisamos de homens e mulheres que não nos deixem acostumados com a ordem natural das coisas. Gente, cuja voz troveje ira contra a iniqüidade e a injustiça, mas nunca falem sem a ternura de Deus. Que o mote de Luther King Jr - I have a dream - ecoe entre as paredes das igrejas, para que nunca deixemos de sonhar em tempos de imediatismos.

Jesus mandou que orássemos pedindo mais obreiros para a sua seara. Minha prece é que ele mande mais profetas.
Soli Deo Gloria.
Autor: Ricardo Gondim - http://www.ricardogondim.com.br

Sansão

Filed under #Todos os Estudos, Person by admin on 01-03-2010

Juízes 13:1-5 e 13:24-16:31

Versículo para memorização - Juízes 16:21

Provavelmente, o mais interessante e, certamente, o mais conhecido dos Juízes de Israel foi um homem chamado Sansão. Julgou Israel por apenas vinte anos, mas, durante esse período, seus feitos foram tão numerosos e espetaculares que toda criança sabe alguma coisa de Sansão.

Antes mesmo que Sansão tivesse nascido, Deus revelou a sua mãe e pai que era eleito para libertar Israel da opressão dos filisteus. A principal frase acerca da vida e da obra de Sansão é “O espírito de Deus veio sobre ele”.

Ainda enquanto era jovem, o espírito de Deus movia-o de tempo em tempo - (Juízes 13:25). Quando ficou adulto, foi atacado por um leão. Pelo poder de Deus, Sansão literalmente dilacerou o leão apenas com suas mãos - (Juízes 14:5 e 6). Logo depois disso, matou, sozinho, trinta filisteus - (Juízes 14:19). Provavelmente, o evento mais memorável de sua vida foi quando amarraram-no com cordas e entregaram-no aos filisteus. O espírito de Deus veio sobre ele, que quebrou suas algemas, e, pegando a queixada de um jumento, matou mil filisteus armados.

Sansão, entretanto, não era um homem de obediência a Deus, era freqüentemente teimoso e mundano. Isso o conduziu a muitos problemas. Fez más companhias e associou-se com mulheres de tipo errado. A mais conhecida dessas mulheres foi Dalila. Sansão a amou, mas a lealdade dela pertencia aos filisteus e ela estava determinada a entregar-lhes Sansão. No princípio, Sansão não lhe disse que seu poder assentava-se no espírito de Deus, através dos sete cachos de seu cabelo. Mas, a associação mundana gasta a resistência do povo de Deus e, finalmente, disse-lhe. Ela cortou seu cabelo e ele foi entregue aos filisteus. Arrancaram-no os olhos e fizeram-no escravo. Deus ainda usou Sansão, pois seu cabelo cresceu de volta e ele demoliu o grande salão de banquete sobre si e milhares de filisteus, servindo a Deus mais na morte do que na vida.

Perguntas - SANSÃO

1. Por quanto tempo Sansão julgou Israel?
2. Quem eram os inimigos de Israel na época de Sansão?
3. Quem foi a primeira pessoa a conhecer o plano de Deus para ele?
4. Cite duas coisas que ela não poderia fazer.
5. Quem deu essas instruções a ela?
6. A qual tribo pertencia Sansão?
7. Qual foi o animal com que Sansão teve problema?
8. Como Sansão o dominou?
9. Cite o nome de outro animal vivo que Sansão usou contra os filisteus.
10. Quantos desses animais usou e como?
11. Qual foi o enigma que Sansão deu aos filisteus?
12. Onde aprendeu o enigma?
13. Como aprenderam a resposta para o enigma?
14. De onde vinha o poder de Sansão?
15. Qual parte de seu corpo estava relacionada a esse poder?
16. Qual era o nome da última mulher que Sansão amou?
17. Essa mulher o amava?
18. Por que ela continuava a vê-lo?
19. Qual foi o resultado de seu retorno para vê-la?
20. Qual foi o último ato de Sansão?

Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Daniel Aaron Gardner
Edição: Calvin Gardner 04/04
Fonte: www.palavraprudente.com.br

A igreja e a contabilidade

Filed under #Todos os Estudos, Finanças, Igreja by admin on 01-03-2010

Com 12 discípulos, Jesus criou a maior “organização” do mundo. O império Romano, pelas conquistas empreendidas, não sobreviveu. Que ensino nos deixou quanto à gerência empresarial? Nenhum.

Qualquer que seja o processo de avaliação que você pense, Jesus sem sombra de dúvida foi o maior administrador de todos os tempos. Senão, vejamos: Longevidade? Mais de dois mil anos. Riquezas? Incalculáveis. Números? Impossível avaliar. Lealdade de seus membros? Muitos dão a vida por esta organização. Distribuição? No m