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Como sonhar grande - Rick Warren

Filed under #Todos os Estudos, Testemunho by admin on 10-03-2010

Todos precisam ter um sonho. Quando qualquer um de nós iniciou sua vida no ministério, provavelmente iniciou com um grande sonho. Infelizmente, na medida em que o tempo de ministério vai passando, seus sonhos encolhem para o tamanho da situação que enfrenta. Provavelmente no início de seu ministério você pôde enxergar antecipadamente grandes coisas. Com o passar do tempo, as circunstâncias tendem a encolher seus sonhos.

Se você está se envolvendo com o ministério, precisa ser um sonhador. Precisa ter fé no que Deus vai realizar através de seu ministério. A Bíblia diz: “Sem fé é impossível agradar a Deus…” (Hb 11.6). Fé começa no momento em que você sonha, tem uma visão.

Quando iniciei a Igreja de Saddleback, comecei com um sonho. De fato, no primeiro culto experimental em Saddleback, compartilhei esse sonho com as 60 pessoas que estavam presentes. Compartilhei um sonho audacioso naquele dia, o sonho de uma igreja de 20.000 membros para ministrar em todo Condado de Orange e ao redor do mundo, um sonho de uma comunidade que fosse um refúgio para os feridos, deprimidos, frustrados e confusos, e um sonho de compartilhar as Boas Novas a centenas de milhares de pessoas.

Quando me apresentei e compartilhei esse sonho com estas pessoas que nunca havia visto antes, alguns disseram: “Tolice! Como é que pode com 60 pessoas chegar a uma igreja desse tamanho? Como vamos comprar uma propriedade na área do Vale de Saddleback, onde a terra é tão cara?” E, em 27 anos, alcançamos esses alvos. Nos anos em que estou pastoreando esta igreja, nunca duvidei que conseguiríamos. Nem uma vez. Não sabia quando isso iria acontecer – mas sabia que aconteceria. Por quê? Esse sonho pertencia a Deus.

Então em abril de 2005, no Jubileu de Prata da igreja, compartilhei um novo sonho com Saddleback e com toda a Rede de ICPs. Falei para todos sobre o Plano P.E.A.C.E., meu sonho de mobilizar bilhões de cristãos para derrotar os gigantes globais de perdidos espirituais, liderança egocêntrica, pobreza, doença e ignorância. O primeiro sonho conduziu Saddleback nos seus primeiros 25 anos; este outro irá conduzir pelos próximos 25 anos. Tenho tanta convicção com esse plano como tive do primeiro.

Todas as pessoas, todos os ministérios e todas as igrejas precisam de um sonho. Se você não está sonhando, está morrendo. Não creio que exista essa idéia de uma pessoa grandiosa. Creio que existem pessoas comuns comprometidas com grandes sonhos. Quando uma pessoa comum está comprometida com um grande sonho, isso a faz grandiosa. Se deseja ser saudável, precisa ter um sonho nessa direção.

Talvez você esteja no ministério por tanto tempo que tenha se esquecido de como é sonhar. Ou talvez esteja apenas começando e não teve a chance de contemplar o que Deus deseja fazer através de sua vida. Ou talvez esteja entre os dois. A despeito disso, aqui estão oito passos para ajudá-lo a descobrir os sonhos de Deus para sua vida. São os mesmos passos que dei quando desenvolvi os sonhos de Deus para Saddleback.

1. Abra sua mente para Deus.
Se você for fazer isso, vai precisar se aquietar diante do Senhor. Agende momentos de silêncio, fique sozinho. Para muitos de vocês Deus não pode dar seu sonho porque você não consegue sentar e calar-se! Você precisa estar quieto diante de Deus. Comece por ter a perspectiva de Deus em sua vida.

2. Faça pesquisas.
Você não consegue tomar boas decisões sendo ignorante. Este é um ponto que muitos desconhecem quando têm um sonho. Oram por isso, mas não vão adiante, buscando os fatos. A Bíblia diz que é tolice não ter conhecimento e reflexão         (Pv 18.13). Pense antes de agir. Leia livros, vá a conferências, visite outras igrejas – mas conheça os fatos.

3. Comece buscando conselhos.
Lembre-se, é melhor admitir sua ignorância do que prová-la na sua experiência. Você vai parecer tolo de todas as maneiras se não buscar conselhos sábios. Então, vá em frente e pergunte. Seja humilde.  Seja ensinável. Líderes são aprendizes.

4. Estabeleça algumas prioridades.
Você não vai ter tempo para fazer tudo, assim, tem que aprender a diferença entre o importante e o urgente, o que auxilia e o que causa mudança de vida, ser eficiente e efetivo. Eficiência é fazer as coisas de maneira certa; efetividade é fazer as coisas certas. Você precisa se concentrar em fazer as coisas certas. Quando faz isso, você desenvolve um plano e realiza seus sonhos – e é isso que é essencial.

5. Avalie os custos.
Isso é o que chamamos de risco calculado.  Provérbios 20.25 diz: “É uma armadilha consagrar algo precipitadamente e só pensar nas conseqüências depois que se fez o voto”. Você precisa perguntar três coisas quando estiver planejando sobre seu sonho:

* É necessário?  (Posso atingir meu alvo de outra maneira?)
* Quanto vai custar?  (Qual é o preço que está na etiqueta – em termos de tempo, energia, dinheiro e reputação?)
* Vale a pena? (Esta é a pergunta mais importante.)

Após ter o sonho para a Igreja Saddleback, precisei me fazer a seguinte pergunta:  “Isso é bom para minha vida?”.  E conclui: “Com certeza!”. Valia cada gota de suor que eu daria. Estamos falando de coisas para a eternidade aqui.

6. Planeje para enfrentar os problemas.
Seus planos devem visualizar os problemas. Coisas vão dar errado. Você estará preparado quando isso acontecer?  Provérbios 22.3 diz: “O prudente percebe o perigo e busca refúgio; o inexperiente segue adiante e sofre as conseqüências.” Pergunte-se: “O que pode dar errado com esse sonho?” E também “O que vai acontecer se for assim?”.  Isso não é ser pessimista.  A Bíblia diz que é apenas ser sensível.

7. Esteja pronto para arriscar. Enfrente seus medos.
A maioria das pessoas não enfrenta os riscos ministeriais porque têm medo.  Provérbios 29.25 diz: “Quem teme o homem cai em armadilhas,mas quem confia no Senhor está seguro.” Odiamos ter que admitir isso quando estamos com medo. Deus diz para ir em frente e admitir o medo. Medo não é sinal de fracasso, é sinal de humanidade.

Mas o segredo de estar adiante do medo é saber quem lhe deu o sonho. Provérbios 14.26 diz: “Aquele que teme o SENHOR possui uma fortaleza segura…”. Quando você sabe que seu sonho provém de Deus, isso lhe dá segurança. Isso lhe dá confiança de ir em frente. Se você sabe de onde seu sonho vem, não vai dar tanto valor ao que os críticos dizem. Você não vai deixar que as pessoas lhe digam que isso não é possível. As leis podem ser mudadas. O dinheiro pode ser levantado. O que importa é que Deus disse para fazer.

8. Faça isso agora.
Aqui está o ponto de decisão onde você pára de falar e começa a agir.  Você precisa começar. Uma vez decidido que vale a pena arriscar, precisa ir em frente. Vai chegar um momento em sua vida que você vai dizer:  “Deus me chamou para fazer isso. E eu vou fazê-lo.”

Não custa nada sonhar. Sonhe grandes sonhos para seu ministério. Tudo que é possível hoje em nossa sociedade era impossível tempos atrás: carros, computadores, aviões, micro-ondas, Internet. As impossibilidades de hoje são os milagres de amanhã.

Fonte: http://www.rickwarrennobrasil.com.br
Autor: Rick Warren

Testemunho: Paul Yonggi Cho

Filed under #Todos os Estudos, Testemunho by admin on 05-02-2010

No caos que se seguiu ao conflito da Coréia, encontrei-me entre os que lutavam pela sobrevivência. Pobre, mas persistente, trabalhava em vários empre­gos no decurso de um dia.

Certa tarde, estava dando uma aula particular. Subitamente senti alguma coisa emanando-me do peito. Senti a boca cheia. Pensei que ia sufocar-me.

Abri a boca e o sangue começou a escorrer. Tentei estancar a hemorragia, mas o sangue continuava a sair-me pelo nariz e boca. Logo meu estômago e peito encheram-se de sangue. Severamente fraco, desmaiei.

Ao voltar a mim, tudo parecia rodar. Trêmulo, mal consegui chegar a casa.

Eu tinha dezenove anos de idade e estava morren­do.

Assustados, meus pais imediatamente venderam parte de suas posses a fim de levar-me a um bom hospital para tratamento. Os médicos fizeram exames cuidadosos; o diagnóstico: tuberculose incurável.

Ao ouvir esse julgamento, compreendi o quanto desejava viver. Minhas aspirações do futuro iam-se acabar antes de eu ter tido a chance de começar a viver.

Desesperado, voltei-me para o médico que dera o diagnóstico sombrio.

— Doutor — implorei — não há nada que o senhor possa fazer por mim?

Sua resposta muitas vezes ressoaria em minha mente.

—   Não. Este tipo de tuberculose é muito raro Espalha-se tão rapidamente que não ha jeito de contê-la. Você tem três, no máximo quatro meses de vida. Vá para casa, jovem. Coma tudo o que desejar e diga adeus a seus amigos.

Desolado, deixei o hospital. Passei por centenas de refugiados na rua e senti-me ligado a eles. Sentia-me totalmente só. Eu era um dos que não tinham esperança.

Voltei para casa num estado mental de total confu­são. Pronto para morrer, pendurei um calendário de três meses na parede. Por ter sido criado no budismo, orava diariamente para que Buda me ajudasse. Ne­nhuma esperança me vinha e a cada dia que passava eu ficava pior.

Percebendo que meu tempo de vida se encurtava, desisti da fé em Buda. Foi então que comecei a clamar ao Deus desconhecido. Pouco sabia eu do grande impacto que sua resposta teria sobre minha vida.

• • • • •

Alguns dias mais tarde, uma colegial veio visitar-me e começou a falar a respeito de Jesus Cristo. Contou–me do nascimento virginal de Jesus, sua morte na cruz, sua ressurreição e a salvação mediante a graça. Essas histórias pareciam não fazer sentido para mim. Eu não aceitava as histórias dela nem prestava muita atenção a essa jovem ignorante. Sua partida deixou–me com uma única emoção: alívio.

Mas no dia seguinte ela voltou. Voltou várias vezes, e toda vez perturbava-me com as histórias a respeito do

Deus-homem, Jesus. Depois de mais de uma semana destas visitas, fiquei grandemente agitado e repreen­di-a asperamente.

Ela não saiu correndo envergonhada nem retaliou com raiva. Simplesmente ajoelhou-se e começou a orar por mim. Grandes gotas de lágrimas escorreram-lhe pelas faces, refletindo uma compaixão estranha às minhas filosofias e rituais budistas bem organiza­dos e estéreis.

Ao ver suas lágrimas, meu coração foi profunda­mente tocado. Vi algo diferente nesta garota. Ela não recitava histórias religiosas para mim; ela vivia sua fé. Por intermédio de seu amor e lágrimas pude sentir a presença de Deus.

— Jovem —, implorei — por favor, não chore. Sinto muito. Agora conheço o seu amor cristão. Já que estou morrendo tornar-me-ei cristão para você.

Sua reação foi instantânea. Seu rosto iluminou-se e ela louvou a Deus. Apertando-me as mãos, deu-me sua Bíblia.

—  Examine a Bíblia — instruiu ela. — Se a ler fielmente encontrará as palavras de vida.

Essa era a primeira vez em minha vida que tinha em mãos uma Bíblia. Lutando com esforço para respirar, abri no livro do Gênesis.

Ela sorriu, abrindo a Bíblia no evangelho de Mateus:

—  O senhor está tão doente que se começar em Gênesis, acho que não durará o tempo suficiente para terminar o Apocalipse. Se começar com o evangelho de Mateus, acho que terá tempo de terminar.

Esperava encontrar profundos ensinamentos mo­rais e filosóficos, mas o que eu li chocou-me. “Abraão gerou a Isaque; Isaque, a Jacó; Jacó, a Judá e a seus irmãos.”

Senti-me ridículo. Fechei a Bíblia, dizendo:

—  Senhorita, não vou ler esta Bíblia. Isto é uma

história de um homem gerando outro. Preferiria ler uma lista telefônica.

— O senhor não reconhece esses nomes agora — respondeu ela. — Mas à medida que continuar a leitura, esses nomes terão significação especial para o senhor.

Encorajado, comecei a ler a Bíblia de novo.

• • • • •

Ao ler não encontrei filosofias nem teorias sistema­tizadas nem ciência médica nem quaisquer rituais religiosos. Mas encontrei um tema marcante: a Bíblia constantemente falava a respeito de Jesus Cristo, o Filho de Deus.

A iminência de minha morte tinha-me levado à compreensão de que eu precisava de algo maior do que a religião, mais profundo do que a filosofia e mais alto do que a simpatia pelas tribulações da existência humana. Precisava de alguém que partilhasse minhas lutas e meus sofrimentos; alguém que pudesse dar–me a vitória.

Mediante a leitura da Bíblia descobri que esse alguém era o Senhor Jesus Cristo:

Essa Pessoa chamada Jesus Cristo não apresen­tava uma religião, um código de ética, nem uma série de rituais. De um modo profundamente prático, Jesus trazia a salvação à humanidade. Odiando o pecado, Cristo amava o pecador, aceitando a todos os que a ele se chegavam. Profundamente cônscio de meus pecados, sabia que precisava de seu perdão.

Cristo curou os doentes. Os enfermos vinham a ele, e ele curava a todos os que tocava. Isto trouxe fé a meu coração. Fiquei esperançoso de que ele pudesse me curar também.

Cristo deu paz aos perturbados. Ele insistia: “Tenham fé em Deus! Não se perturbem! Não há motivo para temor!” Cristo odiava o temor, mostrando que o homem nasceu a fim de viver pela fé. Cristo infundiu confiança, fé e paz aos que foram a ele pedindo ajuda. Essa tremenda mensagem emocionou-me o coração.

Cristo ressuscitou os mortos. Nunca encontrei um incidente na Bíblia em que Cristo tivesse dirigido um culto fúnebre. Ele trazia os mortos de volta à vida, transformando os funerais em magníficas ressurreições.

E o que mais sobressaía em minha mente era a misericórdia de Cristo para com os possessos do demônio. Durante a guerra da Coréia muitas pessoas perderam as famílias e os negócios. Sofrendo de esgotamentos nervosos, muitos tor­naram-se completamente possessos pelo diabo. Destituídos de abrigo, andavam sem rumo pelas ruas.

Cristo estava pronto até mesmo para enfrentar esse desafio. Ele expulsou os demônios e restau­rou os possessos à vida normal. O amor de Cristo era poderoso, tocava a vida e as necessi­dades de todos que vinham a ele.

Convencido de que Cristo Jesus estava vivo, e movido pela vitalidade de seu ministério, ajoelhei-me. Pedi que Cristo entrasse em meu coração e me salvasse, me curasse e me livrasse da morte.

Instantaneamente a alegria da salvação e a paz do perdão de Cristo me envolveram. Sabia que estava salvo. Cheio do Espírito Santo, levantei-me e gritei:

“Glória seja dada ao Senhor!”

Dessa hora em diante li a Bíblia como a pessoa que está morrendo de fome digere seu alimento. A Bíblia provia fundamento para toda a fé de que eu necessita­va. A despeito do prognóstico e dos antigos sentimen­tos de temor, logo fiquei sabendo que ia viver. Em vez de morrer em três meses, levantei-me do leito da morte em seis.

Desde esse dia tenho pregado o evangelho dinâmi­co de Jesus Cristo. A garota, cujo nome jamais vim a saber, ensinou-me o nome mais precioso que jamais conhecerei.

Através dos anos Deus tem-me ajudado a compre­ender vários princípios importantes de fé. Esses são os princípios que partilho com você nos capítulos que se seguem, para que você possa entrar numa dimen­são mais profunda e numa vida mais abundante.

Cristo jamais muda. Ele é o mesmo ontem, hoje e para sempre.

Cristo deseja carregar seus fardos. Jesus pode perdoar-lhe e curá-lo. Ele pode expulsar Satanás e dar-lhe confiança, fé e paz.

Cristo deseja dar-lhe a vida eterna a fazer parte do seu viver diário. Ao passo que os ladrões vêm para matar e destruir, Jesus Cristo vem para dar vida, completa e livre.

Mediante a presença do Espírito Santo, Jesus está com você neste instante. Cristo deseja curá-lo e libertá-lo da morte. Ele é o seu Senhor redivivo. Coloque sua fé em Jesus Cristo e espere um milagre hoje.

Fonte: A quarta dimensão.  Paul Yonggi Cho. Vida

Seja o seu sim, sim, e o seu não, não

Filed under #Todos os Estudos, Testemunho, Vida Cristã by admin on 20-08-2009

Através da Bíblia temos a oportunidade de conhecer o caráter, os princípios e os valores de Deus. Uma das coisas que Ele mais valoriza é a sua Palavra.
Com o passar dos tempos, as pessoas tem deixado de dar importância às suas palavras. Cada vez mais, fazem uso de mentiras para conseguir promoções, status ou benefícios. Assim, acabam seguindo um curso totalmente contrário daquele desejado por Deus para nós.
Deus zela e valoriza sua palavra
Deus, em cada uma de suas atitudes, deseja nos ensinar algo. No livro de Gênesis podemos ler acerca da promessa que Ele fez a Abraão: “E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome, e tu serás uma bênção” (Gn 12.2). “Pois, quando Deus fez a promessa a Abraão, visto que não tinha ninguém superior por quem jurar, jurou por si mesmo” (Hb 6.13).
Deus, após fazer a promessa a Abraão, mostrou o valor da sua palavra jurando por si mesmo. Na época do velho testamento, um juramento era uma invocação a Deus para que ele, o único que conhece os corações, testemunhasse a verdade, castigando o indivíduo que por acaso estivesse jurando falsamente. Deus empenhou a sua própria pessoa em sua promessa a Abraão. Deus mostrou a Abraão, e tem mostrado a nós também, que as palavras devem ser de honra e dignidade. Toda promessa deve ser cumprida, independentemente das circunstâncias.
Ainda que tudo mude à nossa volta, seja na área financeira, emocional ou espiritual, segundo o exemplo que Deus nos deu, devemos honrar cada uma das nossas palavras. Cumprir as nossas palavras não depende da fidelidade das outras pessoas, e sim da nossa, pois Deus, independente da nossa infidelidade, sempre permanecerá fiel para conosco. “…se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a Si mesmo” (2 Tm 2.13).
Imitando Deus
“Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados” (Ef 5.1). Ser imitador de Deus é muito mais do que dizer “sou crente” ou simplesmente ir ao culto de domingo. Ser imitador de Deus é ter exatamente as mesmas atitudes que Ele tem mediante as mais diversas circunstâncias. É valorizar aquilo que Deus valoriza: a palavra.
Homens e mulheres de uma só palavra
“Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno” (Mt.5.37). A Bíblia nos mostra de forma muito clara que devemos prestar atenção em cada promessa ou palavra que declaramos. Devemos ser homens e mulheres de apenas uma palavra, para que tenhamos crédito perante as pessoas e perante Deus.
Quão desagradável é não poder distinguir se uma pessoa com a qual nos relacionamos está falando a verdade, ou se está mentindo.
Se você disse, eu acredito!
“De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Rm 10.17). Ao lermos esse versículo tão belo e poderoso, podemos tirar dele vários ensinamentos importantes para as nossas vidas. Quanto mais ouvimos a Palavra de Deus, mais o nosso coração se encherá de fé, pois temos a convicção de que tudo aquilo que Deus diz, Ele cumpre.
Entendemos, então, que o crédito que damos a uma palavra está diretamente ligado à pessoa que a declarou. Todo cristão verdadeiro precisa ter crédito em suas palavras. Este crédito, muitas vezes, demora a ser conquistado. Entretanto, ele pode ser perdido muito facilmente, basta uma “simples” mentira. “O justo odeia a palavra de mentira…” (Pv 13.5)
A mentira não deve fazer parte das nossas vidas, devemos possuir apenas uma palavra e honrá-la em qualquer circunstância. Assim como Deus, o justo odeia a mentira. O simples fato de uma palavra ter partido de nós, deve ser suficiente para que as pessoas acreditem nela. Caso isto não ocorra, precisamos rever nossas atitudes e buscar ganhar crédito para a nossa palavra.
“Pequenas mentiras”
Muitos pais, para não serem importunados por seus filhos pequenos, costumam resolver algumas questões aplicando-lhes “pequenas mentiras”. À luz da palavra que acabamos de expor, mesmo essas questões, e principalmente essas, devem ser resolvidas falando-se a pura verdade.

Em primeiro lugar, toda mentira é procedente do Diabo. Ao mentir para o seu filho pequeno você estará agindo como um filho do Diabo. Em segundo, mais cedo ou mais tarde ele descobrirá que foi enganado e perderá a confiança em você. Em terceiro lugar, ele seguirá o seu exemplo mentindo para outras pessoas, porque julgará que essa é uma atitude normal. Por último, ele se tornará uma pessoa insegura em relação aos outros, desconfiando sempre de suas palavras. Portanto, vamos fazer direitinho a nossa lição de casa. Seja correto, e Deus certamente vai abençoar o seu lar.

Honre sua palavra!
Deus valoriza a sua Palavra e por isto sempre cumpre suas promessas. Como bons filhos de Deus, devemos honrar nossa palavra, assim como Deus o faz. O justo não tem prazer na mentira e sendo assim, possui apenas uma palavra e sempre a cumpre, custe o que custar.
Autor: Leandro da Silva Machado

Quando palhaços discutem

Filed under #Todos os Estudos, Testemunho, Vida Cristã by admin on 09-07-2009

Já fui insistentemente provocado a envolver-me em polêmicas. . Vez por outra, sou desafiado por gente que precisa pegar carona numa controvérsia para ganhar fama. Lamento afirmar, mas já caí na armadilha!

O pior é que o meio religioso está povoado de intolerantes que se enxergam separados para preservar a ortodoxia; e como se deliciam em ridicularizar os que não se conformam aos seus dogmas. A gente precisa ficar esperto para não embarcar em suas provocações.

Paulo aconselhou ao seu discípulo Timóteo que não entrasse em debates infrutíferos. Seguindo seu conselho, preciso aprender a desdenhar dos que me desafiam para o ringue teológico e escapar das teias montadas pelos que se enxergam escolhidos para protegerem o que julgam ser a Verdade.

Li um texto do moçambicano Mia Couto  (Estórias Abensonhadas – Caminho, Portugal, 2002) e ri muito. Parecia que ele conhecia o ambiente fundamentalista que se alastra no Brasil religioso; considerei tão pertinente que transcrevo:

“Uma vez dois palhaços se puseram a discutir. As pessoas paravam, divertidas, a vê-los.

- É o que?, perguntavam.
- Ora, são apenas dois palhaços discutindo.

Quem os podia levar a sério? Ridículos, os dois cômicos ripostavam. Os argumentos eram simples disparates, o tema era uma ninharice. E passou-se um inteiro dia.

Na manhã seguinte, os dois permaneciam, excessivos e excedendo-se. Parecia que, entre eles, se azedava a mandioca.

Na via pública, no entanto, os presentes se alegravam com a mascarada. Os bobos foram agravando insultos, em afiadas e afinadas maldades. Acreditando tratar-se de um espetáculo, os transeuntes deixavam moedinhas no passeio.

No terceiro dia, porém, os palhaços chegavam a vias de fato. As chapadas se desajeitavam, os pontapés zumbiam mais no ar que nos corpos. A miudagem se divertia, imitando os golpes dos saltimbancos. E riam-se dos disparatados, os corpos em si mesmos se tropeçando. E os meninos queriam retribuir a gostosa bondade dos palhaços.

-Pai, me dê as moedinhas para eu deitar no passeio.
No quarto dia, os golpes e murros se agravavam. Por baixo das pinturas, o rosto dos bobos começava a sangrar. Alguns meninos se assustaram. Aquilo era verdadeiro sangue?

-Não é a sério, não se aflijam, sossegaram os pais.
Em falha de trajetória houve quem apanhasse um tabefe sem direção. Mas era coisa ligeira, só servindo para aumentar os risos. Mais e mais gente se ia juntando.

- O que se passa?

Nada. Um ligeiro desajuste de contas. Nem vale a pena separá-los. Eles se cansarão, não passa o caso de uma palhaçada.

No quinto dia, contudo, um dos palhaços se muniu de um pau. E avançando sobre o adversário lhe desfechou um golpe que lhe arrancou a cabeleira postiça. O outro, furioso, se apetrechou de simétrica matraca e respondeu na mesma desmedida.

Os varapaus assobiaram no ar, em tonturas e volteios. Um dos espectadores, inadvertidamente, foi atingido. O homem caiu, esparramorto.

Levantou-se certa confusão. Os ânimos se dividiram. Aos poucos, dois campos de batalha se foram criando. Vários grupos cruzavam pancadarias. Mais uns tantos ficaram caídos.

Entrava-se na segunda semana e os bairros em redor ouviram dizer que uma tonta zaragata se instalara em redor dos dois palhaços. E que a coisa escaramuçara toda a praça. E a vizinhança achou graça.

Alguns foram visitar a praça para confirmar os ditos. Voltavam com contraditórias e acaloradas versões. A vizinhança se foi dividindo, em opostas opiniões. Em alguns bairros se iniciaram conflitos.

No vigésimo dia se começaram a escutar tiros. Ninguém sabia exatamente de onde provinham. Podia ser de qualquer ponto da cidade. Aterrorizados, os habitantes se armaram. Qualquer movimento lhes parecia suspeito. Os disparos se generalizaram.

Corpos de gente morta começaram a se acumular nas ruas. O terror dominava toda cidade. Em breve, começaram os massacres.

No princípio do mês, todos os habitantes da cidade haviam morrido. Todos exceto os dois palhaços. Nessa manhã os cômicos se sentaram cada um em seu canto e se livraram das vestes ridículas. Olharam-se, cansados.

Depois, se levantaram e se abraçaram, rindo-se a bandeiras despregadas. De braço dado, recolheram as moedas nas bermas do passeio. Juntos atravessaram a cidade destruída, cuidando não pisar os cadáveres. E foram à busca de uma outra cidade“.

Gostei deste texto do Mia Couto.  E a moral da estória seria: Aqueles que gostam de discutir apenas para ganhar pelejas ou firmar dogmas, acabam se transformando em palhaços. E quando bufões pelejam, muita gente pode morrer.

Assim, reservo-me a só conversar, tecer os mistérios divinos e ser confrontado em ambientes onde existe afeto, compreensão e respeito. Os outros que procurem palhaços para o seu espetáculo macabro!

Soli Deo Gloria.

Autor: Ricardo Gondim

Fonte: http://www.ricardogondim.com.br

Como se vestir na Igreja?

Filed under #Todos os Estudos, Jovens, Testemunho, Vida Cristã by admin on 13-09-2008

Hoje em dia temos sido abalados de todos os lados em relação a como se vestir para ir à igreja, ou seja, “Qual roupa é apropriado para a casa de Deus?”.

Devido ao fato que eu basicamente nasci na igreja, tenho muita experiência pessoal em relação a esse assunto. Em geral existe uma regra só, seja escrito ou entendido, que você veste seu melhor para Deus, que pela aparência pode até fazer sentido. A minha pergunta é a seguinte: “Será que Deus se liga com nossas roupas, sendo que elas pelo menos são decentes?”, e disso eu te respondo: “Duvido”. A Bíblia é bem clara quando ela fala que Deus olha para o coração do homem, mas os homens olham para o exterior (1Samuel 16.7), e daí nós achamos não somente o coração de Deus, mas também a motivação do homem.

Sendo honesto, nós sabemos que são poucas pessoas que olham no espelho antes de ir para o culto e pensa, “Será que Deus vai gostar dessa camisa?”. Para quê? A gente não veste aquela camisa por Deus, mas para aqueles homens ou mulheres que vão nos ver e nos avaliar. Nós vestimos para chamar atenção de pessoas e receber elogios. Por que uma moça usa uma saia curta e uma blusa apertada? Por que um rapaz usa uma camisa “baby look”, um estilo criado para mulheres? Não tem nada a ver com Deus.

A verdade é que a igreja hoje em dia tem se tornada uma competição de beleza, um show de mostrar as últimas modas e modelos.

“Agora nós temos João Batista, e ele está nos mostrando sua nova coleção de verão com essas lindas roupas de banho”. E vem João entrando de sunga e uma camiseta de praia e passando pela frente de tudo mundo, girando e voltando. “Não fique fora da moda no seu próximo batismo, procure a marca JB que sempre te garante o melhor em roupas de banho”.

Fala sério, mas é isto que vemos. Pessoas que gastam horas e muito dinheiro para desfilar na igreja, criando regras que todo mundo tem que ser assim também. E se alguém não tem condições de alcançar o padrão? Vamos barrar ele de entrar? Acontece. Nós pastoreamos uma igreja na bacia Amazônica por três anos, numa vila ribeirinho que tinha 2.000 habitantes. Era uma vila simples com um povo simples que amavam a Jesus, mas eu te garanto que, se um deles fosse tentar entrar na maioria das igrejas aqui no Brasil, eles seriam barrados bem na porta. O jeito para muitos deles se vestir para o culto era bermuda, chinelo, camisetas e até boné; não porque eles queriam ser “rebeldes”, como nós julgamos muitos hoje em dia, mas porque eram as únicas roupas deles. Será que Jesus não aceitou sua adoração porque estava de bermuda ou boné? Duvido.

Tinha uma vez que um rapaz decidiu visitar uma igreja. Ele sabia que tinha algo faltando na vida dele e foi até a igreja para achá-lo. Ele curtiu o culto, apesar de ser um pouco estranho, mas ele gostou do calor do povo e todos os sorrisos. Depois do culto o pastor fez questão de chegar lá com ele para cumprimentá-lo e conversar um pouco. Disso o rapaz achou incrível, pois até o líder se importava com ele. Depois de um tempinho de conversa superficial, o pastor começou: “Meu querido, amado, sabe, existe uma maneira certa de se vestir para a igreja”. (O rapaz estava vestido de chinelas, bermudas, uma camiseta e boné.) “Ó”, respondeu o rapaz, “Eu não sabia”. “Sim”, continuou o pastor, “Mas, eu não quero criar regras. Então faz seguinte: vai para sua casa e, nessa semana, fale com Deus e pergunte a Ele como Ele acha que você deve se vestir nessa igreja”. “Tudo bem”. E o rapaz foi até sua casa. Na outra semana, ele voltou para a igreja e, mais uma vez gostou e, de novo, depois do culto, o pastor foi até ele para conversar, “Meu filho, eu não pedir você falar com Deus a respeito das suas roupas em nossa igreja?”. (Ele estava vestido da mesma maneira do que a semana antes.) “Sim, eu falei com Ele mesmo”. “E o que ele disse?” “Ele me falou que Ele não sabia de como se vestir para ir à sua igreja porque Ele nunca tinha visitado ela”.

A roupa não é o importante (se a pessoa está vestida numa maneira modesta para não escandalizar seu irmão e o levar a pecar), mas sim o coração.

1Timóteo 2.9-10; Quero também que as mulheres sejam sensatas e usem roupas decentes e simples. Que elas se enfeitem, mas não com penteados complicados, nem com jóias de ouro ou de pérolas, nem com roupas caras! Que se enfeitem com boas ações, como devem fazer as mulheres que dizem que são dedicadas a Deus!

Mateus 18.6-7; Mas qualquer que fizer tropeçar (pecar) um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho, e se submergisse na profundeza do mar. Ai do mundo, por causa dos tropeços (pecados)! pois é inevitável que venham; mas ai do homem por quem o tropeço (pecado) vier!

Infelizmente a gente coloca muita importância na maneira que alguém se veste e, infelizmente, muitas pessoas boas, de situação financeira ruim, estão sendo ignoradas e excluídas das nossas igrejas ou, pelo menos, de poder servir nelas. Já percebeu que somente aqueles que “têm” se acham na frente com suas roupas lindas, sendo o “modelo” pra gente seguir? Qual foi a última vez que viu alguém na frente com uma calça rasgada? Claro que não. Tem pessoas que iam até dizer que isto é uma vergonha para Deus. Vai tomar banho!

Tiago 2.1-4; Meus irmãos, vocês que crêem no nosso glorioso Senhor Jesus Cristo, nunca tratem as pessoas de modo diferente por causa da aparência delas. Por exemplo, entra na reunião de vocês um homem com anéis de ouro e bem vestido, e entra também outro, pobre e vestindo roupas velhas. Digamos que vocês tratam melhor o que está bem vestido e dizem: “Este é o melhor lugar; sente-se aqui”, mas dizem ao pobre: “Fique de pé” ou “Sente-se aí no chão, perto dos meus pés.” Nesse caso vocês estão fazendo diferença entre vocês mesmos e estão se baseando em maus motivos para julgar o valor dos outros.

Claro que isso nunca acontece na igreja… E não se esqueça de deixar biscoitos e leite na mesa para o Papai Noel, pois ele vem em junho também. O capitulo fala mais ainda:

Tiago 1.9; Mas, se vocês tratam as pessoas pela aparência, estão pecando, e a lei os condena como culpados.

Acho que podemos já encerrar o show de moda de Jesus. Ele não se interessa.

Então, como nós devemos nos vestir na igreja?

Temos que pisar cuidadosamente aqui. Eu admito que detesto religião, e tudo que tem cheiro dela, mas, ainda assim, eu tenho um dever de respeitar aqueles da igreja que podem se sentir ofendidos pela minha maneira de se vestir, ainda se Deus nem liga. Existe uma geração mais velha que ralou e trabalhou para criar a igreja que existe hoje em dia e nós temos que respeitar isso, ainda se não concordamos com tudo que acontece lá dentro. E é aqui que nós temos que pensar em o que vamos vestir. Não adianta nada se a nossa liberdade ofenda nosso irmão. Romanos 14 fala do argumento sobre comida e dias especiais, por que uns achavam que uns dias são mais especiais ou algumas comidas não são permissíveis, mas no fundo de tudo é que cada um tem que se resolver com Deus e, ainda assim, isso não dá a ele liberdade de agir como quer.

Romanos 14.12-13; Assim, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus. Por isso paremos de criticar uns aos outros. Pelo contrário, cada um de vocês resolva não fazer nada que leve o seu irmão a tropeçar ou cair em pecado.

BLH Assim, pois, cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus. Portanto não nos julguemos mais uns aos outros; antes seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao vosso irmão.

Então se uma bermuda vai escandalizar alguém, é melhor nem usar. Ou se um boné vai escandalizar alguém, é melhor não usar também (segundo a minha esposa). Quem me conhece sabe do meu gosto por bonés. Desde criança eu sempre tenho usado e, atualmente, tenho 25 no guarda roupa. Mas, em qualquer igreja tradicional, eu não uso no domingo, pois eu sei que tem pessoas que não vão entender e iam ficar escandalizadas, se não ofendidas. E sempre tem aquele irmão querendo me ajudar de entender as escrituras que sempre cita 1Coríntios 11.4;
“Se um homem cobre a cabeça quando ora ou anuncia a mensagem de Deus nas reuniões de adoração, ele está ofendendo a honra de Cristo”.

E se eu fosse um estudante novo na palavra e não entendesse nada de exegese (a aplicação prática de hermenêutica em que a interpretação e entendimento do texto estão baseados em si requerendo uma analise das palavras significantes no texto; um estudo do contexto histórico e cultural; confirmação dos limites do texto, e examinando do texto está baseado em si.) Em outras palavras, só porque um versículo fala algo, nem sempre quer dizer que a Bíblia fala algo. Isto é geralmente onde as seitas começam. Pegam um versículo fora do contexto e fazem uma religião. Por isso temos que estudar para entender. Agora, voltando para o versículo que fala do homem cobrindo a sua cabeça quando está orando ou pregando é um assunto cultural da época. Naquele dia, os homens descobriram suas cabeças na adoração para mostrar o seu respeito e submissão ao Deus. E sem nos pegar só no contexto histórico e cultural, temos que também olhar para o contexto bíblico, os versículos ao redor desse (neste caso, os dois versículos seguidos).

1Coríntios 14.5-6; E, se uma mulher não cobre a cabeça quando ora ou anuncia a mensagem de Deus nas reuniões de adoração, ela está ofendendo a honra do seu marido. Nesse caso, não há nenhuma diferença entre ela e a mulher que tem a cabeça rapada. Se a mulher não cobre a cabeça, então é melhor que ela corte o cabelo de uma vez. Já que é vergonhoso para a mulher rapar a cabeça ou cortar o cabelo, então ela deve cobrir a cabeça.

Bom, o que posso falar? Se um homem, segundo a regra baseado no versículo 4, não deve usar um boné na igreja por questão “bíblica” (religiosa), então, segundo o mesmo critério usado para formar a primeira regra, devemos criar uma segunda: cada mulher que ora ou profetiza sem sua cabeça coberta deve raspá-la. Entendeu o buraco na lógica disso? Nós decidimos o que queremos e agarramos nele e jogamos o resto fora. Não pode ser assim. Se for uma desonra um homem usar boné, então temos que voltar à época em que as mulheres cobriam suas cabeças na igreja ou raspavam elas, o que eu devo admitir que seria bem ridículo. Biblicamente falando, se eu não estou ofendendo alguém com meu boné, Deus também não tem problema com isso. O problema com o boné, a bermuda, a camiseta, uma moça usando calças em vez de um vestido não está com Deus nem com a Bíblia, mas com os homens que não ficam contentes sabendo que o jugo de Deus é suave e a sua carga é leve (Mt 11.30), e querem criar regras que vão mostrar um nível de espiritualidade e santidade que é nada mais do que uma fachada e regras que Deus nunca queria para seu povo. Nisso pode concordar com a Bíblia:
Colossenses 2.23; As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria em culto voluntário, humildade fingida, e severidade para com o corpo, mas não têm valor algum no combate contra a satisfação da carne.

São regras humanas feitas pelos homens com, eu creio, corações bons, querendo ajudar, mas no fim acabou sendo mais um jugo sobre a noiva que não era para ser. Então, ainda temos que responder, “Como nós devemos nos vestir na igreja?”. Claro que de uma maneira modesta, mas o resto depende da sua igreja. Como eles desejam que você se vista? Liberdade em Cristo nunca é uma desculpa para a rebelião. Respeite as normas aceitas da sua igreja, mas questione o que não é bíblico.

Valdeno Brito vence a corrida do milhão

Filed under #Todos os Estudos, Testemunho, Video by admin on 01-09-2008

Piloto da Stock Car vence a corrida do milhão e agradece a pessoa mais importante do mundo!

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