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Archive for the ‘Spurgeon’ Category

Cabelos Numerados

Filed under #Todos os Estudos, Estudos Bíblicos, Spurgeon by admin on 24-02-2010

“Até os cabelos da cabeça de vocês estão todos contados” (Mateus 10.30).

Quanto o Senhor Jesus considera os nossos temores! Ele sabia que seu povo seria perseguido e buscava alegrá-los.

Que doce e familiar a maneira como ele colocava as coisas! Ele condescende em falar sobre os cabelos de nossa cabeça. Aqui está um provérbio, simples nas palavras, mas sublime no sentido. Parece que vemos quatro coisas nesta sentença.


I. PRÉ-ORDENAÇÃO.

O texto pode ser lido, “têm todos sido numerados.”

É do passado bem como do presente.

1. Sua extensão. Predestinação se estende a tudo.

- Todo o homem; seu ser como um todo é conhecido. “Foram escritos no teu livro” (Sl 139.16).

- Tudo o que diz respeito a ele já é conhecido, até o seu cabelo, que pode ser raspado sem prejuízo à vida ou saúde.

- Tudo o que ele faz, mesmo o mínimo e mais casual pensamento, ou ato.

- Tudo o que ele passa. Pode afetar os cabelos e mudar sua cor, mas cada fio de cabelo grisalho por tristeza é numerado. A fonte disso. O contar é feito pelo Senhor.

2. Suas lições. Jesus menciona esta ordenação com um propósito.

- Para fazer-nos corajosos sob provação.

- Para ensinar-nos a ser submissos.

- Para ajudar-nos a ser esperançosos.

- Para induzir-nos a ser alegres.

3. Sua influência. Enobrece-nos sermos assim predestinados de minuto em minuto.

Se Deus planeja até nossos cabelos, somos mesmo honrados.

Ser o assunto de um propósito divino de graça é uma glória.


II. CONHECIMENTO.

Somos conhecidos tão bem até a ponto de ter nossos cabelos contados. Com respeito a este conhecimento divino, vamos notar:

1. Seu caráter

- Preciso: “Os próprios cabelos de sua cabeça.”

- Completo: O homem todo, espírito, alma e corpo, é assim seguramente bem conhecido pelo Senhor onisciente.

- Preeminente. Deus nos conhece melhor do que nós nos conhecemos, ou do que outros nos conhecem, pois nem nós nem eles já contaram os cabelos de nossa cabeça.

- Terno. Assim a mãe valoriza cada fio de cabelo de sua filha querida.

- Simpatizante. Deus entra nas preocupações, nos anos e nas doenças que os cabelos de um homem registram.

- Constante. Nem um cabelo cai de sua cabeça sem Deus.

2. Suas lições.

- Com respeito à consagração, somos ensinados que nossas partes menos preciosas são do Senhor, e são incluídas no inventário real. Não usemos nem nosso cabelo para a vaidade.

- Com respeito à oração. Nosso Pai celeste sabe de que coisas nós necessitamos. Nós não oramos para informá-lo de nosso caso.

- Com respeito às nossas circunstâncias. Estas estão diante da mente divina, sejam pequenas ou grandes. Visto que matérias pífias como nossos cabelos são catalogados pela Providência, estamos assegurados de que maiores assuntos estão diante dos olhos do Pai.


III. VALORIZADOS.

Os cabelos de nossa cabeça são contados porque são valorizados. Estes foram santos pobres que eram assim avaliados tão altamente. A numeração mencionada no texto sugere algumas perguntas:

- Se cada fio de cabelo é valorizado, o que devem valer suas cabeças?

- O que devem valer seus corpos?

- O que devem valer suas almas?

- O que devem ter custado ao Senhor, seu Redentor?

- Como é possível pensar que ele perderá um deles?

- Nós não deveríamos estimá-los grandemente?

- Não é nosso dever, nossa honra, nossa alegria buscar aqueles que não foram ainda chamados pela graça?


IV. PRESERVAÇÃO.

Os cabelos de sua cabeça estão todos numerados, porque eles são para ser preservados de todo mal.

1. Da mínima perda verdadeira nós somos segurados por promessa. “Nem um fio de seu cabelo perecerá” (Lc 21.18).

2. De perseguição seremos salvos. “Não tenham medo deles” (Mt 10.28).

3. De acidente. Nada pode nos fazer dano a não ser que o Senhor permita.

4. De necessidade. Você não perecerá de fome, de sede ou de nudez. Deus guardará cada cabelo de sua cabeça.

5. De doença. Ela lhe santificará em vez de lhe prejudicar.

6. De morte. Na morte, nós não somos perdedores, e sim ganhadores infinitos.

- A ressurreição restaurará o homem completo.
Para nós mesmos vamos confiar, e não temer.
Vamos colocar alto valor em almas, e sentir amor sincero para com eles.

GRAMPOS

Cabelos“–dos quais vós mesmos sois descuidados. Quem se importa com os cabelos uma vez puxados por um pente? Um cabelo é uma expressão proverbial para dizer uma ninharia absoluta (John Albert Bengel).

Se Deus enumera seu cabelo, muito mais ele enumera as cabeças deles, e cuida de sua vida, de seu conforto, de sua alma. Isso dá a entender que Deus cuida mais deles do que eles cuidam de si. Aqueles que são solícitos em contar seu dinheiro, e bens, e gado, contudo nunca foram cuidadosos para contar seus cabelos, que caem e são perdidos, e nunca sentem falta deles: mas Deus enumera os cabelos de suas pessoas, e nem um fio de cabelo de sua cabeça perecerá (Lucas 21.18). Nem o mínimo mal lhes será feito, senão numa consideração valiosa: tão preciosos para Deus são os seus santos, e suas vidas e mortes (Matthew Henry).

Existem aqueles que suspiram que não têm coração querido,
que não são os mais amados de ninguém–Ó vã suspiro!
Do peito do seu amor, ele dispensa–
O pai dispensa o filho, para tu morreres:
Por ti ele morreu–por ti reviveu:
Sobre ti ele vigia em seu reino sem limites.
Tu és tanto o cuidado dele, como se além disso
Nem homem nem anjo, no céu ou na terra, vivesse.
Assim raios de sol caem iguais em sua maré gloriosa
Para iluminar mundos, ou acordar o riso de um inseto.
Brilham, brilham, sem que se acabe o suprimento–
Tu és o amado do teu Salvador–não queiras mais (John Keble).

Um mártir italiano, no século XVI, foi cruelmente tratado nas prisões da Inquisição. Seu irmão, que com grande dificuldade obteve uma entrevista com ele, ficou profundamente emocionado por ver seu sofrimento. “Meu irmão”, disse o prisioneiro, “se você é um cristão, por que se aflige deste modo? Você não sabe que uma folha não pode cair ao chão sem a vontade de Deus? Console-se em Cristo Jesus, pois as presentes aflições não podem ser comparadas com a glória que virá.”

Se pestilência assola toda a terra, dizes “Senhor Deus o fez”;
Não é Deus também que traz o afídio à rosa em botão?
Se avalanche rola dos alpes, é a divina Providência;
E não é Deus que age quando as folhas velhas caem ao chão? (John Keble)

Fonte: Capítulo 41 do excelente livro Esboços Bíblicos - Volume 2, de Charles H. Spurgeon, publicado pela Shedd Publicações.

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Agarre as oportunidades

Filed under #Todos os Estudos, Ilustrações, Spurgeon by admin on 05-02-2010

Alguns homens nunca estão acordados quando o trem parte, mas se arrastam até a estação ainda a tempo de ver que todo mundo já partiu e, então, dizem sonolentos: “Puxa vida, o trem já partiu? Meu relógio deve ter parado à noite”. Eles sempre chegam à cidade um dia após o início da feira e mostram suas mercadorias uma hora depois do mercado fechar. Eles aproveitam a oportunidade quando o sol se põe e cortam seu milho logo que o tempo bom termina. Eles gritam: “Segure firme!”, depois que o tiro saiu do revólver e fecham a porta do estábulo quando já roubaram o cavalo. São como a cauda da vaca, sempre atrás; pegam o tempo pelo calcanhar, não pelo cabelo; se é que realmente o aproveitam de alguma forma. Não têm mais valor que um almanaque velho cuja validade expirou por falta de uso. Infelizmente, não podemos ignorá-los, como faríamos com o almanaque, pois são como a velha senhora rabugenta beneficiária de uma anuidade da qual pretende receber o valor integral; eles não morrem apesar de não terem serventia vivos. Como dizem, a calma e a vida longa são primos irmãos, o resto é compaixão. Se eles são imortais enquanto tiverem trabalho a fazer não morrerão logo, pois ainda nem começaram a trabalhar. Em geral, as pessoas ociosas se desculpam pela preguiça dizendo: “Eu só estou um pouco atrasado”, mas um pouco atrasado é quase sempre muito atrasado, e um erro é um erro. Meu vizinho Sykes cobriu o poço depois que seu filho se afogou nele, enquanto ele estava muito ocupado na parte de baixo da velha fazenda trazendo baldes de água a fim de apagar o fogo que já tinha destruído toda a casa. Com certeza, ele fará seu testamento quando já não puder segurar a caneta e apenas pensará em se arrepender de seus pecados quando seus sentidos não funcionarem mais.

Essas carroças lentas pensam que amanhã é melhor que hoje e tomam por regra um antigo ditado transformado em confusão: “Não faça hoje o que pode deixar para amanhã”. Eles estão eternamente esperando que seu navio chegue e estão sempre sonhando e procurando coisas do amanhã, enquanto a grama cresce na área de plantio, e as vacas passam através das brechas da cerca. Se os pássaros não fizessem nada além de esperar que alguém pusesse sal em suas caudas, que refeição eles levariam para casa, para suas famílias! Mas enquanto as coisas se movem em seu próprio ritmo, os mais jovens, em casa, terão de encher suas bocas com colheres vazias. Eles dizem: “Não importa, tempos melhores virão, esperemos mais um pouco”. Seus pássaros todos estão no arbusto e, de acordo com a avaliação deles, raramente estão gordos, e precisariam estar, pois ainda não têm nada em mãos, e a esposa e as crianças estão quase mortos de fome. Eles dizem que alguma coisa acontecerá, mas por que os preguiçosos não fazem acontecer por si mesmos? O tempo e a maré não esperam por ninguém, e mesmo assim esses camaradas desperdiçam o tempo como se fossem donos dele e da vida e tivessem uma gaiola cheia de oportunidades. Eles descobrirão seu erro quando a necessidade acabar com eles, e isso não demora muito a acontecer com alguns em nossa aldeia que já estão há um bom tempo a caminho da terra da necessidade. Quem não ara não pode esperar ter alimento; os que desperdiçam na primavera têm um outono magro. Eles não malharam enquanto o ferro estava quente e logo descobrirão que o ferro frio é muito difícil de malhar.

“O que não quer enquanto pode, Recebe um não quando quer.”

O tempo não fica amarrado ao poste como o cavalo, à manjedoura. Ele passa como o vento, e o que mói seu milho com o vento precisa pôr em movimento as velas do moinho. O que boceja até ser alimentado fará isso até morrer. Não se consegue nada sem sacrifício além de pobreza e sujeira. De acordo com o antigo dito: “O Jack progrediu por causa de sua estupidez”. Penso que o Jack veria que isso é muito diferente hoje, mas o Jack, em tempo algum, progrediria pela tolice, deixando as oportunidades presentes escaparem dele, porque as lebres nunca chegam perto da boca dos cães enquanto eles dormem. Pois para quem tem tempo e espera sempre um momento melhor, chega o momento em que se arrepende do tempo perdido. Não adianta ficar deitado chorando: “Deus me ajude!”. Deus ajuda os que ajudam a si mesmos. Quando vejo um homem que declara que as coisas não vão bem e que nunca tem sorte, em geral, digo a mim mesmo: “Aquele ganso velho não se sentou sobre os ovos antes de estarem todos fecundados e agora culpa a providência porque eles não chocaram. Na realidade, eu nunca tive fé na sorte, mas, em casos excepcionais, acredito que a sorte auxilia um homem a passar sobre um fosso se ele pular bem e coloca um pedaço de bacon em seu alforje se ele correr atrás de um porco. A sorte geralmente vem para aqueles que procuram por ela, e a meu ver ela bate na porta de todo mundo, pelo menos uma vez na vida, mas se não aproveitamos a oportunidade, ela vai embora. Os que perderam a última chance e deixaram cada oportunidade passar por eles, amaldiçoam a providência por pôr tudo contra eles: “Se eu fosse um chapeleiro, os homens nasceriam sem cabeças”. Outro diz: “Se eu fosse procurar água no mar, ele secaria”. Todo vento é louco para um navio desgovernado. Nem os sábios nem os ricos podem ajudar quem recusou ajudar a si mesmo por muito tempo. João Lavrador, de forma muito gentil, envia seus cumprimentos aos amigos e agora que a colheita terminou e o lúpulo está todo colhido, ele, conforme prometeu, pretende dar-lhes um pouco de poesia apenas para testar o polimento. João pediu que o ministro que lhe emprestasse as obras de um poeta, ele enviou a obra de George Herbert – sem dúvida, muito bom, mas tão difícil como Harkaway Wood. No entanto, uma boa parte desses estranhos versos antigos, de vez em quando, ainda aparece como cachos de nozes muito doces, mas algumas delas são ainda mais difíceis de quebrar. Embora o verso, a seguir, esteja próximo do que falei, na verdade, ele é bem simples, e João, apesar de pedir perdão ao poeta, não vê rima nele. Entretanto, como é de autoria do grande Herbert, ele tem de ser bom e é o bastante para ornamentar a palavra de João, como a flor colocada na lapela de um paletó domingueiro.

Deixa que teu pensar fique submisso, calmo, projetando onde,quando e como tuas ocupações podem ser feitas.A negligência cria larvas, mas o viajante confiante, mesmo que apeado algumas vezes, prossegue.Sozinho, age e impulsiona almas a viverem. Escreve sobre os outros, eis aqui um desses.

Autor: C.H Spurfgeon.

Livro: Sabedoria Bíblica - Conselhos simples para pessoas simples. p. 23-4

Editora: Shedd Publicações

24 Fatos Notáveis sobre C.H. Spurgeon—Mais Um!

Filed under #Todos os Estudos, Curiosidades Bíblicas, Spurgeon by admin on 05-02-2010

1. CHS leu o Progresso do Peregrino aos seis anos de idade e o releu 100 vezes após isso.

2. A coleção impressa de seus sermões (63 volumes) tem tantas palavras quanto a Enciclopédia Britânica, todavia, ele pregou suas 140 palavras por minuto à partir de uma única folha de anotações, preparada na noite anterior.

3. Uma mulher foi convertida lendo uma simples página de um sermão de Spurgeon que ela encontrou enrolada ao redor da manteiga que ela tinha comprado.

4. Antes dos 20 anos de idade, CHS pregou 600 vezes.

5. Aos 19 anos de idade, a Igreja de New Park Street o convidou para um teste de seis meses. Eu aceitaria somente um teste de três meses pois, “Eu não queria me tornar um obstáculo”. Quando ele chegou, em 1854, a congregação tinha 232 membros. Trinta e oito anos depois o total era de 5.317 com outros 9.149 que tinham sido membros (mudanças, mortes, etc.).

6. CHS disse dos políticos: “Eu tenho ouvido, ‘Não traga a religião para a política’. É precisamente para este lugar que ela deveria ser trazida e colocada ali na frente de todos os homens como um candelabro”.

7. CHS certa vez se dirigiu a uma audiência de 23.654 pessoas sem, é claro, um microfone ou uma amplificação mecânica.

8. Um dia, para testar a acústica de um salão onde ele iria falar, ele falou em alta voz — “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Um trabalhador nas vigas ouviu e foi convertido.

9. A mulher de Spurgeon, Susannah, o chamava, “Sua Excelência”.

10. CHS falava tão fortemente contra a escravidão que os seus publicadores Americanos editavam os seus sermões.

11. CHS recusou ser ordenado e recusou o título, “Reverendo”. (Todavia, ele fundou um colégio de pastores).

12. CHS entrevistou pessoalmente todos os membros candidatos na determinação de estar seguro da genuinidade da sua conversão. 14,000/38=368 por ano. (Veja #5 acima).

13. Ele nunca disse à sua congregação em quem votar — mas ele denunciava os candidatos por nome desde o púlpito — e ele distribuía folhetos durante a semana para os oficiais que estavam querendo saber quem ele favorecia.

14. A cada Natal CHS dava presentes individuais aos órfãos dos orfanatos que ele tinha fundado, mesmo quando o número aumentou para aproximadamente mil.

15. CHS lia quase um livro por dia em média. Ele freqüentemente confessava estar ciente de oito grupos (séries) de pensamentos identificáveis em sua mente ao mesmo tempo.

16. Concernente aos orfanatos como obra social, CHS declarou: “O socialismo é somente palavras e teoria. Nós cuidamos tanto dos corpos como das almas dos pobres e tentamos mostrar nosso amor à Verdade de Deus pelo amor verdadeiro”.

17. O colégio de pregadores de Spurgeon fornecia educação geral assim como educação teológica. Não havia taxas fixas.

18. O diretor do colégio, George Rogers, era um pedobatista, mostrando a tolerância e magnanimidade de Spurgeon — mas todos na faculdade tinham que “ensinar as Doutrinas da Graça com dogmatismo, entusiasmo e clareza”.

19. CHS, pelas melhores estimativas disponíveis, foi o instrumento direto e pessoal de Deus de aproximadamente 12.000 conversões.

20. O colégio, diretamente através dos esforços de Spurgeon de propagação com base em sua estimativa de doações, enviou homens resultando na plantação de mais de 200 igrejas.

21. O primeiro livro publicado pela Moody Press foi o All Of Grace [Tudo pela Graça] de Spurgeon. Ele ainda é o bestseller número #1 deles.

22. CHS certa vez pregou uma mensagem sonhando, a qual sua esposa, que estava acordada, registrou em papel. Ele a pregou na manhã seguinte.

23. Havia oração contínua para a obra do Tabernáculo Metropolitano no porão do mesmo.

24. Num culto em 1879, a congregação regular de 4.850 membros deixou o tabernáculo para permitir que novas pessoas, que estavam esperando do lado de fora, tivessem uma chance de vir e ouvir. O edifício imediatamente se encheu de novo,

25. Quando Moddy encontrou Spurgeon e descobriu que ele fumava charutos, ele ficou um tanto surpreendido e desconcertado. Spurgeon lhe assegurou que nunca tinha exagerado. Moody perguntou cortesmente, “E o que você consideraria um exagero?”. Ao que Spurgeon respondeu, “Fumar dois ao mesmo tempo”. É crido que Spurgeon parou de fumar charutos quando a loja de tabaco onde ele os comprova começou a se auto-anunciar como, “A Loja Onde Spurgeon Compra Seus Charutos”.

Traduzido por: Felipe Sabino de Araújo Neto
Cuiabá-MT, 21 de Maio de 2005.

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