Estudos Bíblicos
Estudos
Este usuário ainda não compartilhou nenhuma informação biográfica
Artigos por Estudos
Estevão
19/11/10
Atos 6:5-8:3
Versículo para memorização – Atos 7:59
Estevão é bastante conhecido simplesmente porque foi o primeiro mártir após a ascensão do Senhor Jesus Cristo. Estevão é, com quase certeza, um dos setenta escolhidos e enviados pelo Senhor em Lucas 10:1-10, e que O acompanhou sempre, a partir do batismo de João (Atos 1:21-22). Podemos concluir isso, devido ao fato de ele exercer dons atribuídos exclusivamente aos apóstolos e estes homens (Atos 6:8).
Por causa da atividade cristã de Estevão havia homens que se colocavam contra ele. Não conseguiam derrotá-lo em nenhum tipo de discussão, pois estava cheio do Espírito Santo e da sabedoria espiritual. Então, contrataram homens perversos e desonestos para dizer mentiras sobre ele, levaram-no perante o conselho e o acusaram de blasfêmia contra Deus e contra Moisés.
Estevão poderia ter ficado muito preocupado em se defender e tentar provar sua inocência, mas tinha uma outra responsabilidade. Aqui, perante ele, havia centenas de seus compatriotas que haviam pecado contra Deus e precisavam da mensagem da Bíblia. Tal mensagem os enfureceria, mas, mais tarde, levaria muitos para o Senhor. Estevão optou por não se livrar da culpa mas ser fiel a Deus, falou então sobre os pecados de Israel continuamente pela história. Ele os fez lembrar de como haviam se rebelado contra Moisés, Elias, Jeremias, Isaías, etc., e como tinham matado os profetas de Deus e se voltado para os ídolos. Eles o odiaram por dizer-lhes a verdade sobre eles. Não parece que as pessoas apreciariam isso? Elas dificilmente apreciariam, e os homens perversos, nunca. Arrastaram Estevão para fora da cidade e o apedrejaram até a morte e, enquanto estava morrendo, orou por seus assassinos. Testemunhou também que vira Jesus de pé à direita do Pai pronto para receber seu espírito.
Eis lá, um jovem consentindo o assassinato de Estevão. Recolheu as capas dos homens que apedrejaram Estevão. O nome desse jovem era Saulo. Mais tarde foi gloriosamente salvo e tornou-se o grande Apóstolo Paulo.
Perguntas – ESTEVÃO
1. Qual a responsabilidade dada a Estevão em Atos 6?
2. Estevão foi um pregador?
3. Foi um operador de milagres?
4. Por que os seus adversários eram incapazes de derrotá-lo em uma discussão?
5. De qual grupo de discípulos Estevão parecia ser originário?
6. Para qual ilustre serviço Estevão foi nomeado primeiro?
7. Qual era a nacionalidade de seus inimigos?
8. Como conseguiram acusadores contra Estevão?
9. Qual era a acusação contra ele?
10. Estevão era, de alguma maneira, culpado?
11. Estevão defendeu-se?
12. Poderia ter se eximido de sua culpa pela defesa?
13. Ao invés disso, o que fez?
14. Estevão foi bem educado na história de Israel?
15. Falava amigavelmente com seus acusadores?
16. Amava seus acusadores?
17. Eles achavam que Estevão deveria morrer?
18. Como mataram-no?
19. Quais foram os dois testemunhos de sua proximidade a Deus que deu quando estava morrendo?
20. O nome de qual homem importante é mencionado em conexão com a morte de Estevão?
Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Joy Ellaina Gardner
Edição: Calvin Gardner
Fonte: www.palavraprudente.com.br
O fator decisivo na aprovação de projetos
18/11/10
Você teve uma idéia brilhante a respeito de um evento de colheita e passou dias considerando se deveria ou não compartilhar com o seu líder na igreja. As semanas se passaram e a idéia não foi embora, muito pelo contrário, ganhou força quando você compartilhou com outros irmãos e isto lhe deixou mais motivado ainda. Marcou um horário com seu líder (quem sabe até com o pastor titular) e depois de um bom tempo explicando a idéia você ouviu: “Coloque seu projeto no papel e justifique bem direitinho a sua proposta”. De imediato, sua resposta foi: “Como assim, colocar no papel? Eu tenho a idéia mas não estou pronto para apresentar um projeto escrito!” O fato é que muitas idéias começam a desmoronar quando esta resposta é ouvida. É como se recebêssemos um “balde de água fria” e a idéia perdesse força no momento em que deve ser transferida para o papel e se transformar em um projeto.
A temática é atual. Nunca se publicou tanta literatura sobre projetos como agora e, ainda assim, à primeira vista, parece que o termo “projetos” somente nos lembra burocracia, papel, documentação, formalização excessiva. Mas, projetos existem desde o início dos tempos. As grandes construções da Antiguidade são exemplos de projetos bem sucedidos que foram planejados e executados e que até hoje podem ser visitados e admirados. Ao falarmos de projetos, quem não se lembra do texto de Lucas a respeito da construção da torre? E, se deixarmos de olhar para a História e para a Bíblia e olharmos para o nosso dia-a-dia, veremos que planejamos e executamos muito mais projetos do que supomos. Alguns exemplos são as viagens de férias, as festas de aniversário, a compra de um imóvel, uma mudança de cidade, a reforma da casa, celebrações de final de ano, enfim, atividades que fazem parte do nosso dia-a-dia que são, na verdade, projetos. Esta afirmação pode lhe surpreender mas a verdade é que você tem atuado como um gerente de projetos em muitas ocasiões e pode ser bem experiente nisso!
Cada mudança que fazemos é um projeto, ou seja, um esforço temporário (com início, meio e fim) que tem por finalidade alcançar um objetivo específico. Geralmente cada projeto resulta em um produto ou serviço único já que tem características próprias que o diferenciam de outros semelhantes. Vejamos, no caso da nossa viagem de férias: ela é única, temporária e (geralmente, com a graça de Deus!) alcança o objetivo de descanso para qual ela foi planejada. O mesmo acontece com os outros exemplos acima. Em cada um deles o esforço é temporário e o resultado é único.
Trazendo este conceito para a realidade das nossas igrejas podemos identificar rapidamente várias frentes que se encaixam perfeitamente nesta definição: eventos evangelísticos, acampamentos, reuniões de trabalho com a liderança, viagens para participação em congressos, conferências missionárias, palestras, construção do novo templo, compra de veículo, reforma das instalações, abertura de uma escola para treinamento de líderes, cultos de batismo, celebrações especiais, enfim, os exemplos são muitos e conhecidos por aqueles que atuam como líderes em suas igrejas locais.
Partindo então do pressuposto comum de que projetos fazem parte do nosso dia-a-dia e de que temos até “uma certa experiência nisso”, o que nos impede, como líderes, de formalizarmos nossas idéias e sugestões em formato de projeto? Por que ficamos desanimados e desmotivados diante do desafio de propor algo por escrito quando a idéia queima dentro de nós? Seria a falta de tempo? Ou será que fazemos parte do time daqueles que não conjugam o verbo planejar e, sendo assim, eliminaram também do seu dicionário os substantivos plano, projeto, propósito, cronograma, orçamento?
Muitas vezes a nossa dificuldade não reside propriamente em como descrever nossa idéia mas sim como justificá-la, ou seja, o porquê nosso projeto deve ser executado e de que forma ele faz sentido para a igreja. Em meio a tantas idéias, o que diferencia a nossa? Neste texto não pretendo analisar o projeto olhando para dentro dele, mas sim, para fora, para o contexto, para o ambiente, para a organização, para a igreja. Há muitos modelos e metodologias que podemos utilizar para formalizar nosso projeto mas isto será assunto para uma outra oportunidade.
Olhando então para fora do projeto, o que justificaria a sua execução? Hoje, mais do que nunca, os recursos físicos, financeiros e de pessoal são escassos. Afaste-se por um momento da sua idéia-projeto e olhe para a igreja, olhe para fora. Quais fatores ou qual fator validaria este projeto em detrimento de outros propostos? São muitas as idéias e é normal que muitas idéias nunca venham a ser executadas. Que tipo de indicador nos daria o sinal verde para transformar uma idéia em um projeto? Haveria um fator maior que tivesse tamanha importância a ponto de uma idéia “saltar aos olhos” da liderança?
Sim, sim, sim! Projetos são elementos de execução da estratégia da organização e como tal devem estar necessariamente alinhados com a estratégia estabelecida pela liderança da igreja. Entende-se estratégia como um conjunto de orientações e diretrizes de como atingir os objetivos definidos pela liderança. A estratégia fornece o rumo, a direção para onde a igreja está coordenando todos os seus esforços. Olhando então para fora da idéia “candidata a projeto” vemos a estratégia como um grande guarda-chuva embaixo do qual todos os projetos devem se alinhar. Este alinhamento resulta em sinergia para a igreja na medida em que contribui para que a mesma alcance os objetivos traçados pela estratégia.
Olhando a estratégia mais de perto e buscando dentro dela a sua essência chega-se na declaração de missão e visão da igreja. Esta declaração é o fator mais importante na validação da sua idéia. É a partir da visão e missão que todas as estratégias são construídas. Se a sua idéia não está remando na mesma direção da visão e missão, você tem grandes chances de fracassar em seu projeto ou, ainda que ele tenha um certo êxito, resulte em pouca ou nenhuma sinergia para a missão/visão da igreja. Assim como os músicos de uma orquestra mantém um olho no instrumento musical e o outro no maestro durante a performance, assim devem ser iniciados, conduzidos e finalizados todos os projetos dentro da igreja. Sem um alinhamento estratégico do projeto com a visão/missão corremos muitos riscos que vão desde desperdício de recursos até a frustração com o pouco resultado do mesmo.
A reflexão e a análise fundamental a ser feita, antes de um projeto ser colocado no papel, é: a minha idéia está alinhada com a visão/missão da igreja? Os recursos a serem alocados no meu projeto vão gerar sinergia para que a igreja seja fortalecida na direção da visão/missão? Eu conheço e entendo a visão/missão da igreja? Minhas prioridades e objetivos são influenciados por esta missão/visão? Esta visão queima dentro de mim? Esta análise é essencial, tanto para o projeto em si quanto para o reforço da visão da igreja. Portanto, não perca a missão/visão de vista. Utilize-a como uma bússola, como um direcionador, como inspiração, como motivação, como limitador e como objetivo maior!
Concluo com uma citação de George Barna extraída do livro Líderes em Ação: “Visão é o ponto de partida de uma liderança eficaz. É também o ponto de chegada, porque todos os nossos esforços, em última análise, são avaliados em termos do progresso que fazemos no sentido de implementar a visão plena e fielmente.”
Autor: Adriana Pasello
Fonte: http://www.institutojetro.com.br
Testemunho: Paul Yonggi Cho
17/11/10
No caos que se seguiu ao conflito da Coréia, encontrei-me entre os que lutavam pela sobrevivência. Pobre, mas persistente, trabalhava em vários empregos no decurso de um dia.
Certa tarde, estava dando uma aula particular. Subitamente senti alguma coisa emanando-me do peito. Senti a boca cheia. Pensei que ia sufocar-me.
Abri a boca e o sangue começou a escorrer. Tentei estancar a hemorragia, mas o sangue continuava a sair-me pelo nariz e boca. Logo meu estômago e peito encheram-se de sangue. Severamente fraco, desmaiei.
Ao voltar a mim, tudo parecia rodar. Trêmulo, mal consegui chegar a casa.
Eu tinha dezenove anos de idade e estava morrendo.
Assustados, meus pais imediatamente venderam parte de suas posses a fim de levar-me a um bom hospital para tratamento. Os médicos fizeram exames cuidadosos; o diagnóstico: tuberculose incurável.
Ao ouvir esse julgamento, compreendi o quanto desejava viver. Minhas aspirações do futuro iam-se acabar antes de eu ter tido a chance de começar a viver.
Desesperado, voltei-me para o médico que dera o diagnóstico sombrio.
— Doutor — implorei — não há nada que o senhor possa fazer por mim?
Sua resposta muitas vezes ressoaria em minha mente.
— Não. Este tipo de tuberculose é muito raro Espalha-se tão rapidamente que não ha jeito de contê-la. Você tem três, no máximo quatro meses de vida. Vá para casa, jovem. Coma tudo o que desejar e diga adeus a seus amigos.
Desolado, deixei o hospital. Passei por centenas de refugiados na rua e senti-me ligado a eles. Sentia-me totalmente só. Eu era um dos que não tinham esperança.
Voltei para casa num estado mental de total confusão. Pronto para morrer, pendurei um calendário de três meses na parede. Por ter sido criado no budismo, orava diariamente para que Buda me ajudasse. Nenhuma esperança me vinha e a cada dia que passava eu ficava pior.
Percebendo que meu tempo de vida se encurtava, desisti da fé em Buda. Foi então que comecei a clamar ao Deus desconhecido. Pouco sabia eu do grande impacto que sua resposta teria sobre minha vida.
• • • • •
Alguns dias mais tarde, uma colegial veio visitar-me e começou a falar a respeito de Jesus Cristo. Contou–me do nascimento virginal de Jesus, sua morte na cruz, sua ressurreição e a salvação mediante a graça. Essas histórias pareciam não fazer sentido para mim. Eu não aceitava as histórias dela nem prestava muita atenção a essa jovem ignorante. Sua partida deixou–me com uma única emoção: alívio.
Mas no dia seguinte ela voltou. Voltou várias vezes, e toda vez perturbava-me com as histórias a respeito do
Deus-homem, Jesus. Depois de mais de uma semana destas visitas, fiquei grandemente agitado e repreendi-a asperamente.
Ela não saiu correndo envergonhada nem retaliou com raiva. Simplesmente ajoelhou-se e começou a orar por mim. Grandes gotas de lágrimas escorreram-lhe pelas faces, refletindo uma compaixão estranha às minhas filosofias e rituais budistas bem organizados e estéreis.
Ao ver suas lágrimas, meu coração foi profundamente tocado. Vi algo diferente nesta garota. Ela não recitava histórias religiosas para mim; ela vivia sua fé. Por intermédio de seu amor e lágrimas pude sentir a presença de Deus.
— Jovem —, implorei — por favor, não chore. Sinto muito. Agora conheço o seu amor cristão. Já que estou morrendo tornar-me-ei cristão para você.
Sua reação foi instantânea. Seu rosto iluminou-se e ela louvou a Deus. Apertando-me as mãos, deu-me sua Bíblia.
— Examine a Bíblia — instruiu ela. — Se a ler fielmente encontrará as palavras de vida.
Essa era a primeira vez em minha vida que tinha em mãos uma Bíblia. Lutando com esforço para respirar, abri no livro do Gênesis.
Ela sorriu, abrindo a Bíblia no evangelho de Mateus:
— O senhor está tão doente que se começar em Gênesis, acho que não durará o tempo suficiente para terminar o Apocalipse. Se começar com o evangelho de Mateus, acho que terá tempo de terminar.
Esperava encontrar profundos ensinamentos morais e filosóficos, mas o que eu li chocou-me. “Abraão gerou a Isaque; Isaque, a Jacó; Jacó, a Judá e a seus irmãos.”
Senti-me ridículo. Fechei a Bíblia, dizendo:
— Senhorita, não vou ler esta Bíblia. Isto é uma
história de um homem gerando outro. Preferiria ler uma lista telefônica.
— O senhor não reconhece esses nomes agora — respondeu ela. — Mas à medida que continuar a leitura, esses nomes terão significação especial para o senhor.
Encorajado, comecei a ler a Bíblia de novo.
• • • • •
Ao ler não encontrei filosofias nem teorias sistematizadas nem ciência médica nem quaisquer rituais religiosos. Mas encontrei um tema marcante: a Bíblia constantemente falava a respeito de Jesus Cristo, o Filho de Deus.
A iminência de minha morte tinha-me levado à compreensão de que eu precisava de algo maior do que a religião, mais profundo do que a filosofia e mais alto do que a simpatia pelas tribulações da existência humana. Precisava de alguém que partilhasse minhas lutas e meus sofrimentos; alguém que pudesse dar–me a vitória.
Mediante a leitura da Bíblia descobri que esse alguém era o Senhor Jesus Cristo:
Essa Pessoa chamada Jesus Cristo não apresentava uma religião, um código de ética, nem uma série de rituais. De um modo profundamente prático, Jesus trazia a salvação à humanidade. Odiando o pecado, Cristo amava o pecador, aceitando a todos os que a ele se chegavam. Profundamente cônscio de meus pecados, sabia que precisava de seu perdão.
Cristo curou os doentes. Os enfermos vinham a ele, e ele curava a todos os que tocava. Isto trouxe fé a meu coração. Fiquei esperançoso de que ele pudesse me curar também.
Cristo deu paz aos perturbados. Ele insistia: “Tenham fé em Deus! Não se perturbem! Não há motivo para temor!” Cristo odiava o temor, mostrando que o homem nasceu a fim de viver pela fé. Cristo infundiu confiança, fé e paz aos que foram a ele pedindo ajuda. Essa tremenda mensagem emocionou-me o coração.
Cristo ressuscitou os mortos. Nunca encontrei um incidente na Bíblia em que Cristo tivesse dirigido um culto fúnebre. Ele trazia os mortos de volta à vida, transformando os funerais em magníficas ressurreições.
E o que mais sobressaía em minha mente era a misericórdia de Cristo para com os possessos do demônio. Durante a guerra da Coréia muitas pessoas perderam as famílias e os negócios. Sofrendo de esgotamentos nervosos, muitos tornaram-se completamente possessos pelo diabo. Destituídos de abrigo, andavam sem rumo pelas ruas.
Cristo estava pronto até mesmo para enfrentar esse desafio. Ele expulsou os demônios e restaurou os possessos à vida normal. O amor de Cristo era poderoso, tocava a vida e as necessidades de todos que vinham a ele.
Convencido de que Cristo Jesus estava vivo, e movido pela vitalidade de seu ministério, ajoelhei-me. Pedi que Cristo entrasse em meu coração e me salvasse, me curasse e me livrasse da morte.
Instantaneamente a alegria da salvação e a paz do perdão de Cristo me envolveram. Sabia que estava salvo. Cheio do Espírito Santo, levantei-me e gritei:
“Glória seja dada ao Senhor!”
Dessa hora em diante li a Bíblia como a pessoa que está morrendo de fome digere seu alimento. A Bíblia provia fundamento para toda a fé de que eu necessitava. A despeito do prognóstico e dos antigos sentimentos de temor, logo fiquei sabendo que ia viver. Em vez de morrer em três meses, levantei-me do leito da morte em seis.
Desde esse dia tenho pregado o evangelho dinâmico de Jesus Cristo. A garota, cujo nome jamais vim a saber, ensinou-me o nome mais precioso que jamais conhecerei.
Através dos anos Deus tem-me ajudado a compreender vários princípios importantes de fé. Esses são os princípios que partilho com você nos capítulos que se seguem, para que você possa entrar numa dimensão mais profunda e numa vida mais abundante.
Cristo jamais muda. Ele é o mesmo ontem, hoje e para sempre.
Cristo deseja carregar seus fardos. Jesus pode perdoar-lhe e curá-lo. Ele pode expulsar Satanás e dar-lhe confiança, fé e paz.
Cristo deseja dar-lhe a vida eterna a fazer parte do seu viver diário. Ao passo que os ladrões vêm para matar e destruir, Jesus Cristo vem para dar vida, completa e livre.
Mediante a presença do Espírito Santo, Jesus está com você neste instante. Cristo deseja curá-lo e libertá-lo da morte. Ele é o seu Senhor redivivo. Coloque sua fé em Jesus Cristo e espere um milagre hoje.
Fonte: A quarta dimensão. Paul Yonggi Cho. Vida
O dilúvio teve a duração de quarenta ou de cento e cinqüenta dias? GÊNESIS 7:24
16/11/10
PROBLEMA: Segundo Gênesis 7:24 (e 8:3), as águas do dilúvio permaneceram durante 150 dias. Mas outros versículos nos dizem que foram apenas quarenta dias de dilúvio (Gn 7:4,12,17). Qual é o correto?
SOLUÇÃO: Estes números referem-se a coisas diferentes. Quarenta dias foi o tempo em que “houve copiosa chuva” (7:12), e 150 dias foi o tempo em que as águas do dilúvio “predominaram” (cf. 7:24).
Ao fim dos 150 dias, “as águas iam-se escoando” (8:3). Não foi senão após o quinto mês depois do início da chuva que a arca repousou no monte Ararate (8:4). Então, onze meses depois do início das chuvas, as águas secaram-se (7:11; 8:13). E exatamente um ano e dez dias depois do início do dilúvio, Noé e sua família saíram da arca e pisaram em solo seco (7:11; 8:14).
Fonte: Geisler, Norman L. Manual popular de dúvidas, enigmas e “contradições” da Bíblia .EDITORA MUNDO CRISTÃO
A Verdadeira Felicidade Está em Cristo Jesus
15/11/10
Mateus 5.3 à 12
“Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;
Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;
Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;
Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;
Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus;
Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus;
Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.
Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.” Mateus 5.3-12
Todos nós desejamos ser felizes. De alguma forma, buscamos a felicidade, mas nem sempre a encontramos verdadeiramente. Nunca planejamos ter uma vida de sacrifícios, lutas incessantes, solidão, falta de amparo e conforto. Estamos sempre querendo viver em harmonia com os nossos amigos, filhos, pais, companheiros e ter uma vida financeira confortável.
Tantas tribulações, originam-se de uma imperfeição humana que nos acompanha a cada dia. A prova disso, é que administrar nossa própria vida e ser sempre justo e correto requer habilidades perfeitas que, na verdade, não possuímos. Você tomas as decisões certas nas horas certas? Corrige seu filho com rigor e autoridade quando necessário e ao mesmo tempo, dá conselhos de forma carinhosa e correta que vão ajudar sua formação?
Provérbios 29.17 nos dá o seguinte aconselhamento:
“Corrija seus filhos e eles serão para você, motivo de orgulho e não de vergonha.” Provérbios 29.17
Para exercer a função de educador, é necessária uma generosa dose de sabedoria doada por Deus. Filhos bem educados, criados na presença de Deus, alegram nossos corações e contabilizam imensamente na realização dos nossos sonhos.
O fato verdadeiro é que mesmo inconscientemente, muita das vezes, trilhamos o caminho mais longo, tortuoso e difícil para conseguirmos nossos objetivos e enfrentarmos os obstáculos das nossas vidas. Quando o vento sopra um pouco mais forte, sentimos medo e, até mesmo, nos desesperamos em determinadas situações.
Antes de sabermos qual a direção certa para trilharmos o caminho da felicidade, é preciso olharmos para dentro de nós mesmos e tentarmos detectar aonde há aquele espaço vazio que precisa ser preenchido com algo suficientemente poderoso capaz de suprir as nossas deficiências. Mesmo depois de detectado o problema, como devemos agir e com quem devemos contar para garantir a concretização dos nossos sonhos e curarmos nossas feridas?
Em todos os momentos, precisamos de uma ajuda muito especial para conquistarmos vitórias no trajeto de nossas vidas. Revela-se como um antídoto poderoso e eficaz que cura todos os males, que supre todas as deficiências, que revigora nossas vidas, que fortalece o nosso espírito e que nos proporciona o verdadeiro sentido da felicidade.
Esta fórmula preciosa é o amor de Deus, que também nos garante aprendermos a não nos preocuparmos com as pequenas coisas que o mundo nos oferece, mas valorizar o que ELE tem nos prometido ao longo dos anos.
Em Isaías 53.3 à 12, encontramos revelações emocionantes e necessárias à nossa meditação constante sobre o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo:
“Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.
Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.
Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos.
Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.
Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo ele foi atingido.
E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca.
Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do SENHOR prosperará na sua mão.
Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos; porque as iniqüidades deles levará sobre si.
Por isso lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores.” Isaías 53.3-12
Agrada-te do Senhor e Ele satisfará o desejo do teu coração. Salmos 37.4
Portanto, queridos irmãos, precisamos ter fé em Jesus Cristo, pois Ele é o único caminho da nossa salvação, a única garantia de sermos conduzidos aos céus no dia da grande festa e também o único capaz de nos alimentar com esperança de uma nova vida suprindo todas as nossas deficiências.
“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho ,e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” João 14:6.
Quando estiveres aflito, seja qual for o seu motivo, ajoelhe-se diante do Deus Pai e transborde seu coração cheio de fé. Agindo assim, Ele ouvirá o clamor do teu coração e te proporcionará, com abundância, bênçãos inimagináveis. Mesmo em tempos de tribulação, busque algo que o Senhor tenha feito na sua vida e mostra sua gratidão, sempre!
Quando estiveres com teu coração alegre e abastecido das virtudes celestiais derramadas pelas mãos Majestosas do Senhor, lembre-se, sempre, de agradecer as bênçãos recebidas. Através desse gesto de amor e confiança, conseguirá agradar o coração de Deus, que se manterá sempre ao seu lado, te contemplando e te dando vitórias nas suas provações, demonstrando que Ele é o responsável pela garantia da verdadeira felicidade.
“Os que confiam no SENHOR serão como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre.
Assim como estão os montes à roda de Jerusalém, assim o SENHOR está em volta do seu povo desde agora e para sempre.
Porque o cetro da impiedade não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda as suas mãos para a iniqüidade.
Faze bem, ó SENHOR, aos bons e aos que são retos de coração.
Quanto àqueles que se desviam para os seus caminhos tortuosos, levá-los-á o SENHOR com os que praticam a maldade; paz haverá sobre Israel.” Salmo 125.
Há base bíblica para planejamento estratégico?
14/11/10
A impressão que se tem a respeito de planejamento estratégico é que seja meramente técnico, aplicável a empresas e contrário ao Reino de Deus. De fato existem diferenças entre ambos. Josué Campanha afirma que ambos falam em “visão” e “missão”. Entretanto, uma grande diferença é que o Reino de Deus tem a “Visão” e a “Missão” de Deus. Esta se relaciona com os propósitos de Deus para a sua igreja, para o seu povo e para o mundo todo.
Portanto, o planejamento estratégico em empresas é a “arte” que promove resultados e lucros. No Reino de Deus se lida com “produtos” não mensuráveis como a fé, a esperança e o amor. Estes dependem exclusivamente do bondoso agir de Deus. São frutos do agir do Senhor e podem acontecer com ou sem estratégias e planos.
A terminologia “planejamento estratégico” parece ter a origem e aplicar-se a arte militar (e por que é aplicada a empresas?), ou a arte sócio-econômica do mundo secular, que visa principalmente lucros e resoluções condicionadas por resultados. Todavia, percebe-se elementos que podem contribuir para a reflexão do desenvolvimento do Reino de Deus. Isto porque se referem a uma caminhada que visa principalmente alcançar o alvo.
Observando a tradição da Igreja
A Igreja Cristã conhece o chamado “Plano de Salvação”. Ele é o exemplo e o resumo do amor de Deus pela humanidade. Ele é dividido em quatro partes:
1) Inicia com a Criação: Vivemos num mundo criado e amado por Deus (Gn 1 e 2; Jo 3.16);
2) Segue com a Queda: Mas, somos pecadores e separados de Deus sem Jesus (Gn 3; Rm 3.23);
3) Reconhecer e confessar: sou pecador e preciso de Jesus como Senhor e Salvador (1Jo 1.9; Rm 10.9);
4) Receber, confessar, e crer em Jesus nos torna filhos de Deus (Ap 3.20; Jo 1.12).
Este é o chamado “fio vermelho” que perpassa toda a Bíblia. O plano maravilhoso de Deus “que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1Tm 2.4).
Deus, quando criou o mundo, teve um plano maravilhoso que era glorificar o seu nome Santo. A criação teve e tem um alvo que é a vida e a eternidade. Apesar de tudo o que já aconteceu e ainda acontecerá, o plano de Deus se realizará. O céu e a terra passarão, mas a palavra e o plano de Deus não passará, sem que tudo se cumpra (Mt 5.17).
Analisando os acontecimentos da Bíblia
A Bíblia revela e relata eventos consecutivos da realização do Plano e do Propósito de Deus. Analisemos como a Bíblia é um plano que caracteriza metas e alvos, com pessoas que Deus usa para tarefas e em determinadas épocas:
1. Noé – escolhido por Deus para ser uma testemunha. Deus colocou este projeto em seu coração. Foi mensurável com um propósito definido;
2. Abraão – chamado por Deus para formar um povo, cujo plano foi “ser abençoado e ser uma bênção” ao seu povo e aos outros povos. O plano durou durante quatro gerações e durante 400 anos em que o povo de Deus viveu no Egito debaixo da escravidão. José foi um grande líder, com um propósito de Deus no Egito, bem como durante 14 anos em que foi usado grandemente por Deus como um grande estrategista – ele fez um “planejamento sábio”;
3. Moisés foi um líder chamado e usado por Deus. Passou 40 anos na casa de Jetro, 40 anos no deserto com o povo de Israel. Caracteriza etapas que preparavam a caminhada. O episódio do conselho de Jetro é muito lembrado como exemplo de/para planejamento e organização do trabalho no Reino de Deus;
4. Josué foi um grande estrategista, que liderou o povo no cumprimento do propósito e da promessa de Deus para a ocupação das terras da promessa;
5. Davi caracteriza a etapa onde o povo de Israel se estabeleceu e teve paz;
6. Neemias é um personagem que marca a época da reconstrução do muro e da volta do povo a sua pátria. O livro de Neemias retrata um propósito específico do plano e da fidelidade de Deus. Ele mesmo foi um planejador e desenvolveu um plano com etapas para alcançar as metas propostas;
7. O silêncio de 400 anos (período inter-bíblico) caracteriza o propósito de Deus para que a Mensagem de João Batista tivesse repercussão fosse impactante;
8. O Senhor Jesus Cristo, realizou a sua missão durante três anos, segundo a visão completa de Deus, trazendo valores e princípios que jamais podem ser mudados. Estes servem para refletir um planejamento para a atualidade – O que queremos e o que devemos?
9. Na Igreja Primitiva, propriamente em Atos dos Apóstolos, percebe-se uma visão muito clara do propósito de Deus e as metas para alcançar – primeiro em Jerusalém, depois na Judéia, na Samaria e até os confins da terra (At 1.8). O livro desenvolve a estratégia a ser realizada durante a segunda metade do primeiro século da era cristã. O primeiro item do planejamento estratégico da igreja primitiva era a compaixão e o amor pelas pessoas. Sua estratégia era se aprofundar na doutrina, ter comunhão, orar, ajudar os necessitados e louvar a Deus (At 2.42-47). O apóstolo Paulo teve um ministério com a visão estratégica de alcançar os confins da terra. O evento de Atos 6 mostra a necessidade de planejamento e nova organização. É marcante o planejamento que fazem.
Algumas considerações bíblicas que remetem a ações de planejamento:
Assentar-se e calcular/planejar (Lc 14.28-33). Ser fiel e alcançar o propósito (Lc 12.42-48; 8.18). Reagir diante da necessidade e crise (Lc 16.1-8). Parábolas que remetem a consciência de desenvolver com cuidado e zelo o Reino de Deus, muitas vezes com caráter de negócio (Mt 13.44-45). Planejar e lançar a rede (13.47-52). Planejar e aproveitar as oportunidades (Mt 25.14-30). Negociar até que Jesus volte e fazer render (Lc 19.11-26). Estratégia do envio e da tarefa dos discípulos/lideranças (Lc 9.1; 10.1; Mt 28.18-20; At 1.8).
As ações no Reino de Deus, normalmente, iniciam pequenas, mas se desenvolvem até abrigar os necessitados e atenda carências (a semelhança do grão de mostarda e o fermento – Lc 13.18ss). Os resultados nem sempre são vistos e nem mensuráveis. Eles têm a promessa na eternidade.
Conclusão
1. Os mensageiros e servos de Deus sempre apontaram para o plano e o propósito de Deus. As ações e metas se realizaram e cumpriram o propósito maior do amor e da graça de Deus. Este propósito de Deus ainda está em aberto e se concretizará na volta de Cristo e na eternidade.
2. A Bíblia de fato não fala nos termos planejamento estratégico, mas percebe-se que ela é um plano muito bem planejado, que se realiza a cada momento que passa. Deus realiza o seu plano. O propósito é estar dentro do propósito de Deus. E a Bíblia oferece elementos que refletem que ela mesma é um “planejamento estratégico”, que não se baseia na técnica, em resultados e lucros, mas na visão, missão e valores/princípios do Reino de Deus.
3. O risco da igreja cristã na época da pós-modernidade é não conhecer a fundamentação bíblico-teológica e copiar do mundo secular o seu modelo de planejar (ou simplesmente agendar) e se organizar. O contrário acontece quando a organização, ou mesmo a comunidade local, se exime de não planejar e se organizar. Uma pode ser tão perigosa quanto à outra.
4. O atual desafio da igreja cristã é ouvir o falar e pulsar de Deus pelas pessoas que vivem na escuridão e perdidas no mundo que nos cerca. É estar atento para a oportunidade que Deus dá para redescobrir o propósito eterno de Deus, que compromete para realizar tarefas planejadas e cumprir o mandato de Deus. Desta forma, cumprir o mandato de Jesus até que ele volte.
5. O planejamento estratégico efetivo é aquele que ousa acreditar no propósito eterno de Deus, se dispõe a aprender dos grandes feitos de Deus, não se intimida diante de fracassos e contrariedades, mas acredita em ser agente de mudança e transformação.
Anrão e Joquebede
13/11/10
Êxodo 1:1-2:10; 6:20
Versículo para memorização ! Hebreus 11:23
As pessoas dessa lição não são personagens bíblicos muito conhecidos, mas são notados por causa de uma obra. Há duas coisas que fazem que seus atos sejam memoráveis. Primeiro ! A punição de manter um filho varão vivo e, segundo ! O fato de que fizeram isso pela fé. É isso que os coloca no grande hall da fé em Hebreus 11.
Conforme saímos do livro de Gênesis (começos) e entramos no livro de Êxodo (a saída), rememoramos e relembramos a magnificência de José no Egito e o respeito que isso atribuiu a ele e sua família, a casa de Israel. Entretanto, José tinha morrido, assim como os Faraós do seu dia e levantou-se um novo Faraó (rei) sobre o Egito que não conhecia José.
Esse Faraó,em vez de ver a companhia da benção de Israel, viu neles uma ameaça. Conforme os israelitas cresciam em numero e riqueza, pensava “se isso continuar, nos seremos os servos e eles os senhores”. Sendo assim, o novo Faraó fez um decreto dizendo que todos os filhos homens deveriam ser mortos ao nascer.
Foi nesse tempo que Anrão e Joquebede tiveram Moisés. De certa forma perceberam que era uma criança especial, para quem Deus tinha um plano. Acreditaram que Deus era capaz de protegê-lo e proteger-lhes e, por isso, esconderam-no. Depois de três meses, quando ele já era grande e barulhento demais para ficar escondida, sua mãe fez uma arca (uma pequena cesta flutuante) de junco (bambu), pôs Moisés dentro e a colocou no rio. Agora estava sob os cuidados de Deus e, como sempre, Deus fez uma obra maravilhosa.
A filha do Faraó foi ao rio banhar-se e, lá, encontrou o bebê Moisés. Em vez de matá-lo, de acordo com o decreto do rei, ouvindo-o chorar, teve compaixão. Agora quem foi escondida próxima senão Miriã, a irmã de Moisés. Ela propôs arranjar uma criada para criar Moisés e quem você pensa que arrumou? Isso mesmo, a mãe de Moisés. Ela criou seu próprio filho para o Senhor, sob o custeio do Faraó. A fé traz bênçãos.
Perguntas ! ANRÃO E JOQUEBEDE
1. Quem eram os parentes de Moisés?
2. De qual tribo eram?
3. Quantos filhos tinham?
4. Qual era o nome do irmão mais velho de Moisés?
5. Qual foi a diferença de ter bebês homens naquele tempo?
6. Por que o Faraó fez esse decreto?
7. Quem Faraó deixou responsável por matar esses bebês?
8. Por que Anrão e Joquebede desobedeceram o rei?
9. Por quanto tempo esconderam Moisés?
10. O que fizeram com ele em seguida?
11. Quem o encontrou na água?
12. Por que a filha do Faraó não o matou?
13. Qual era o nome da irmã de Moisés?
14. Qual era a sugestão dela?
15. Quem criou Moisés?
16. Moisés se tornou filho de quem?
17. Anrão e Joquebede ficaram com medo da ordem do rei?
18. Como Miriã veio a saber quem encontrou Moisés?
19. Quem pagava à mãe de Moisés para que o criasse?
20. Você acha que Deus pode efetuar Seus planos assim ainda hoje?
Autor: Pr Forrest Keener
Tradução: Albano Dalla Pria
Revisão: Daniel Aaron Gardner
Edição: Calvin Gardner 04/04
Fonte: www.palavraprudente.com.br
A Bíblia “pirata”
12/11/10
A Bíblia “pirata” em Inglês
Ela foi traduzida por um fugitivo, um cristão brilhante William N. Tyndale.
Fonte: A voz dos mártires
http://www.icrvb.com
Maridos solitários, esposas solitárias
11/11/10
O isolamento de outras pessoas nem sempre é ruim. O próprio Jesus tinha
o hábito de isolar-se regularmente das multidões e ficar a sós com
Deus, depois de um dia de trabalho em meio às multidões. Nessas
ocasiões, ele orava e renovava suas forças. Mas, existe uma solidão
maléfica, característica da sociedade em que vivemos. As pessoas podem
viver numa mesma casa com muitas outras e ainda assim viver isoladas
delas. Já que fomos criados como seres sociais, viver em isolamento
geralmente provoca tristeza, depressão, angústia e, em casos extremos,
o suicídio.
Isolamento acontece mesmo entre pessoas tão íntimas como marido e
mulher. Diversas forças ativas na sociedade moderna estão separando
marido e mulher cada vez mais para longe um do outro, em vez de
produzir intimidade e mutualidade: 1) Numa sociedade tão complexa como
a em que vivemos, experiências diferentes e sistemas de valores
diferentes separam os casais. Antigamente, as pessoas nasciam e
cresciam juntas num mesmo lugar. Hoje, elas vêm de passados
completamente diferentes. 2) A sociedade moderna tem passado a idéia de
que o casamento é um relacionamento na base de 50/50 (fifty-fifty).
Isso é, cada um dá um pouco de si. Mas isso não funciona, na verdade. O
padrão cristão é 100/100. No casamento, temos de nos dar inteiramente.
3) O egoísmo é provavelmente a maior ameaça à unidade do casal. Ser
egoísta é buscar realização pessoal deixando o cônjuge de fora. Uma
ilusão bastante comum é que marido e mulher podem obter sucesso
independentemente um do outro e ainda ter um casamento bom. Na prática,
quase nunca isso dá certo. 4) Outro fator de isolacionismo são
problemas não superados. Os pesquisadores mostram que cerca de 70% dos
casais que passam por experiências traumáticas – como perder um filho
num acidente, ou ter um filho gravemente deficiente – se separam ou se
divorciam. 5) A mídia tem popularizado a idéia de que aventuras
extramaritais é algo normal. O fato é que, não somente o adultério
consumado, mas o adultério emocional – uma amizade muito íntima com
alguém do sexo oposto – provoca o isolacionamento dos cônjuges. 6) A
pressão contínua do estilo de vida acelerado em que vivemos contribui
para que cada vez mais vivamos estilos de vida separados uns dos
outros. 7) Outro fator é nosso hábito de assistir TV. O problema é mais
grave do que a violência mostrada na tela. Membros de uma família podem
estar juntos na mesma sala assistindo TV, e estar perfeitamente
isolados uns dos outros. À medida em que nos enfiamos em nossos
casulos, mais e mais nos desconectamos uns dos outros.
A grande maioria dos moradores das grandes cidades – mesmo cristãos
- raramente conhece seus vizinhos! Todo o moderno sistema de
comunicação produzido atualmente pela sociedade tende a eliminar cada
vez mais o contato humano: Internet, email, chat, etc.
O isolamento é uma ameaça séria mesmo para casais cristãos. Estes
cristãos precisam perceber que se não tomarem as providências
necessárias e se não tratarem dessa ameaça juntos, acabarão por viver
isolados uns dos outros, mesmo debaixo do mesmo teto. Muitos casais
casados têm sexo mas não amor. O erro típico que muitos casais cometem
é não antecipar que problemas desse tipo podem ocorrer com eles. E
quando os problemas surgem, são apanhados desprevenidos.
Vivemos num mundo cheio de problemas. A tentação de muitos, debaixo
de pressão, é isolar-se, hibernar como um urso em sua caverna no
inverno. Embora essa pareça uma alternativa atraente, é somente com o
apoio de amigos que poderemos suportar as misérias desta vida. Fiquei
impressionado com o que aconteceu recentemente no Japão, quando três
empresários japoneses falidos enforcaram-se juntos no mesmo quarto de
hotel. Numa sociedade individualista como a nossa, suicídios não
acontecem assim! Mas se os japoneses conseguem ser solidários até na
morte, será que não podemos aprender, na vida, a compartilhar nossa
existência e experiências com outros?
O que podemos fazer, como cristãos, para vencer o isolamento? Aqui
vão algumas dicas: 1) Busque maior intimidade com Deus, pela leitura da
Bíblia e pela oração diária. Quando nos aproximamos de Deus, podemos
melhor nos aproximar dos outros. 2) Planeje gastar tempo com seu
cônjuge fazendo coisas que ambos apreciam. 3) As vezes o isolamento foi
causado por uma atitude errada sua, com a qual o seu cônjuge ofendeu-se
ou magoou-se. É preciso pedir perdão e buscar a reconciliação. 4) Às
vezes quando a situação já se tornou muito complicada e difícil, é
preciso procurar ajuda espiritual e psicológica. Pastores e psicólogos
cristãos são geralmente treinados para oferecer apoio e soluções para
casos assim.
Não permita que o isolamento acabe a alegria do seu casamento. Casados também podem ser felizes juntos!
Autor: Rev. Augustus Nicodemus Lopes
| Estudo disponível no site da Igreja Presbiteriana do Brasil
Decepções, como vencer?
10/11/10
João 11.32 “Tendo, pois, Maria chegado onde Jesus estava, e vendo-o, lançou-se aos seus pés, dizendo-lhe : Senhor, se tu estivesse aqui, meu irmão não teria morrido.”
Quem nunca teve uma decepção? Acredito que você, que está lendo este Bate Papo do Céu lembrou de algumas decepções, com os melhores amigos, parentes, irmãos em Cristo e com outras pessoas. Mas o que é decepção? Decepção é desilusão, engano. Quando você é enganado ou desiludido por qualquer situação que você não esperava, o desespero a tristeza bate no seu coração. A pergunta que vem em primeiro lugar em nossa mente é:
- Como pode acontecer isto comigo?
- Como aquela pessoa pode ter a coragem de tomar esta atitude?
A vida é cheia de decepções. No casamento, na vida profissional, na amizade de muitos anos, naqueles que consideramos irmãos para qualquer situação, em todas as pessoas e nas melhores famílias a decepção pode pregar um susto. No entanto, no mundo em que vivemos, as pessoas para esquecerem as suas decepções partem para outras atitudes que de vez ajudar, trazem outros problemas. Alguém pode ir para a bebida por causa do casamento desfeito, que por muitas das vezes, se você for encontrar o que ocasionou a separação, encontraremos problemas fúteis e que poderiam ser resolvidos com facilidade.
O que não dizer de outros decepcionados com a vida são levados as drogas, para o vício, para as baladas da noite e por que não dizer no suicido! Os consultórios de análise de comportamentos estão cheios de pessoas desorientadas por uma decepção, os divãs estão sendo usados com mais freqüência, os livros de auto-ajuda estão sumindo das prateleiras e estão sendo lidos por pessoas que perderam os seus sonhos, os seus palácios desmoronou, por pessoas frustradas e enganadas pelos seus ideais.
SERÁ QUE ENCONTRAMOS PESSOAS DECEPCIONADAS NA BÍBLIA?
No livro de Marcos encontramos um pai decepcionado porque os discípulos não puderam resolver o seu problema. Marcos 9v. 17-18 E um da multidão, respondendo, disse: Mestre, trouxe-te o meu filho, que tem um espírito mudo; este, onde quer que o apanhe, despedaça-o, e ele espuma, e range os dentes, e vai definhando; e eu disse aos teus discípulos que o expulsassem, e não puderam. No livro de João encontramos um homem que estava enfermo há 38 anos e a única maneira que ele encontrava era mergulhar em um poço chamado Betesda quando o anjo movimentava a água, mas ele ra paralítico e não tinha ninguém que poderia ajuda-lo. João 5 v.2-7
Ora, em Jerusalém há, próximo à porta das ovelhas, um tanque, chamado em hebreu Betesda, o qual tem cinco alpendres. Nestes jazia grande multidão de enfermos, cegos, mancos e ressacados, esperando o movimento da água. Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água; e o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse. E estava ali um homem que, havia trinta e oito anos, se achava enfermo. E Jesus, vendo este deitado, e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: Queres ficar são? O enfermo respondeu-lhe: Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me ponha no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim. Dois tipos de decepção que com certeza muitos estão tendo por ai. Eu não sei o que você está passando, qual decepção você tem experimentado, mas estas duas histórias começaram desta forma, com as decepções, mas elas terminam como a sua história pode terminar também! Existe uma maneira de vencer as decepções!
VENCENDO AS DECEPÇÕES
Você pode vencer as decepções da vida . O primeiro caso terminou assim: Marcos 9v. 17-27 E um da multidão, respondendo, disse: Mestre, trouxe-te o meu filho, que tem um espírito mudo; E este, onde quer que o apanhe, despedaça-o, e ele espuma, e range os dentes, e vai definhando; e eu disse aos teus discípulos que o expulsassem, e não puderam. E ele, respondendo-lhes, disse: Ó geração incrédula! Até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei ainda? Trazei-lo. E trouxera-lo; e quando ele o viu, logo o espírito o agitou com violência, e, caindo o endemoninhado por terra, revolvia-se, escumando. E perguntou ao pai dele: Quanto tempo há que lhe sucede isto? E ele disse-lhe: Desde a infância e muitas vezes o tem lançado no fogo, e na água, para o destruir; mas, se tu podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós, e ajuda-nos. E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê. E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, Senhor! Ajuda a minha incredulidade.
E Jesus, vendo que a multidão concorria, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele, e não entres mais nele. E ele, clamando, e agitando-o com violência, saiu; e ficou o menino como morto, de tal maneira que muitos diziam que estava morto. Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu, e ele se levantou. Em primeiro lugar eu gostaria de dizer que se você está decepcionado com qualquer situação, procure ir a alguém que pode resolver o seu problema e curar esta ferida que foi feita na sua alma. Não confie em homens! Não confie na força do poder humano! Só Jesus pode passar um balsamo nesta situação em que você vive.
Jesus sempre terá uma palavra de conforto, carinho e de encorajamento para você: O primeiro passo para vencer as decepções é ir a Jesus. Pois ele é o caminho para Deus, o intermediário entre Deus e os homens, Ele é a verdade que você precisa e a Vida, uma vida abundante e não angustiada. E a primeira palavra que Jesus deu a este homem foi: E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê. Você crê que Jesus pode resolver os seus problemas e curar a ferida da decepção? Se você crer, você verá o que Deus pode fazer por você! Crer é ter fé! Porque eu preciso ter fé? Hebreus 11v. 6 Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.
Não podemos agradar a Deus sem a Fé. Deus toma as atitudes necessárias quando acreditamos no seu agir, no seu trabalhar. Se você não tem fé ou está em uma situação que até a Fé tem sido difícil em sua vida, faça como o pai deste menino! Peça a Deus para ajudar em sua incredulidade! “Logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, Senhor! Ajuda a minha incredulidade”. Quem sabe as lágrimas estão deixando os seus olhos espirituais embaçados e por isso a fé não está brotando no seu coração, pois se você está com os olhos da alma embaçados, você não vai conseguir ler a palavra de Deus. Quem sabe as decepções da vida deixaram os seus ouvidos espirituais tampados e você não consegue ouvir a voz de Deus!
A única maneira de acrescentar a nossa fé ou buscar mais fé é lendo ou ouvindo a Palavra de Deus! Romanos 10v. 17 De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus. E se você faz tempo que não ouve a palavra de Deus, eu quero colocar aqui o que ela diz para você neste momento:Você não foi o único que se decepcionou com os amigos mais chegados , Jô também passou por isso . Os homens podem desampara você, Jô passou por isso, veja o seu desabafo No cap. 19 v.13-19. Pôs longe de mim a meus irmãos, e os que me conhecem, como estranhos se apartaram de mim. Os meus parentes me deixaram, e os meus conhecidos se esqueceram de mim. Os meus domésticos e as minhas servas me reputaram como um estranho, e vim a ser um estrangeiro aos seus olhos. Chamei a meu criado, e ele não me respondeu; cheguei a suplicar-lhe com a minha própria boca.
O meu hálito se fez estranho à minha mulher; tanto que supliquei o interesse dos filhos do meu corpo. Até os pequeninos me desprezam, e, levantando-me eu, falam contra mim. Todos os homens da minha confidência me abominam, e até os que eu amava se tornaram contra mim. Se os teus parentes te desampararam, o Senhor não desampara você em nenhum momento! Salmos 9 v. 9-10 O Senhor será também um alto refúgio para o oprimido; um alto refúgio em tempos de angústia. Em ti confiarão os que conhecem o teu nome; porque tu, Senhor, nunca desamparaste os que te buscam. Salmos 27.10. Porque, quando meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me recolherá.
Quer maior decepção que um amigo mais chegado ou um parente deixar você na hora mais difícil da sua vida ! Mesmo que isto aconteça, Deus não irá te desamparar. Deus ainda tem palavras de animo para sua vida! II Corintios 4v. 8-9. Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; Você pode estar em tribulação, mas esta tribulação não vai angustiar o seu coração por muito tempo, porque o seu choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã! Você pode estar perplexo (a), mas você não vai ficar desanimado, pois o Senhor te sustenta com sal mão forte1 Você pode estar sendo perseguido, mas você não está desamparado, pois o Senhor está com você e irá pelejar por sua causa ! Você pode estar abatido (a), mas não destruído (a), porque Somos mais vitoriosos no nome de Jesus Cristo .
Situações de decepção podem chegar em nosso dia a dia , mas o Amor de Cristo chegou antes que você fosse formado (a) no ventre de sua mãe! O segundo caso, Jesus faz uma pergunta para o paralítico, pois Jesus sabia muito bem o que aquele homem queria, mas Ele gostaria de ouvir da sua boca. E Jesus, vendo este deitado, e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: Queres ficar são? O enfermo respondeu-lhe: Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me ponha no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim. É interessante que o homem ainda não tinha entendido a pergunta, pois Jesus tinha perguntado se ele queria ser curado! Porque Jesus perguntou para um paralítico se ele queria ser curado? Você pode estar pensando : Mas é obvio que ele queria! Deus espera esta atitude de você também!
Quem sabe você está angustiado por algum problema, mas quando é para decidir, você decide que Deus resolva outros em primeiro lugar ! Podemos dizer que Jesus sabia que o homem também não tinha entendido que ele seria curado pelas mãos do mestre, e por isso, frisou bem aquela situação para que depois que ele fosse curado, pudesse entender que foi Jesus que o curou! Como esta situação acabou? Vamos lembrar : João 5 E Jesus, vendo este deitado, e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: Queres ficar são? O enfermo respondeu-lhe: Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me ponha no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim. Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma o teu leito, e anda. Logo aquele homem ficou são; e tomou o seu leito, e andava. Jesus quer que você saiba que Ele pode fazer algo por você, mas diga a ele o que você quer que Ele faça!
Se for possível, tome algumas decisões neste momento :
1- Fale com Deus em nome de Jesus .
2- Conte o seu problema ou decepção como você contaria a um amigo ou amiga. Abra o seu coração .
3- Diga o que você gostaria de que fosse feito, mas peça que a decisão sempre esteja debaixo da vontade do PAI.
4- Tenha fé que Deus vai cuidar dos seus problemas e decepções
5- Depois descanse no Senhor. Jesus te ama e não vai de desamparar ! Lembre de seu amigo mais chegado que um irmão. Deus te abençoe.
Pr. Alexandre Farias – www melodia.com.br – Estudo Dísponivel no site www.vivos.com.br